O que significa o referendo grego?
26 Junho, 2015
Significa que:
1. O governo foi eleito com premissas que não pode cumprir (acabar com a austeridade);
2. O governo está disposto a continuar a ser governo com premissas que não pode cumprir (manter a Grécia subsidiada para pertencer ao euro).
87 comentários
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Penso que fez bem, o eleitorado vai ter de assumir a rutura. O continuarem “no pote” penso que já é secundário. O euro vai a votos na Grécia e qualquer dia também votaremos para o mesmo.
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Penso que fez mal, admitindo que é um irresponsável sem emenda que além de abusar da paciência dos outros também goza com ela.
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Mas não votamos o tratado de Lisboa, o que não deixa de ter piada…
Por cá só há referendo para se aprovar o que se sabe que o povo não quer.
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Descartam-se. Deviam ter feito referendo antes das eleições. Não é agora que vêm pedir batatinhas até aos que os não elegeram, como se fosse uma coisa nacional.
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É uma coisa perfeitamente imbecil. Pois se os que se consideram líderes e teóricos não sabem, vai agora saber a populaça por eles.
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Mas eles vão levar o quê a referendo?
O euro ou o Syriza?
Esta agora…
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O único “referendo” é demitirem-se e convocarem eleições com um programa menos parvo que só dependa deles.
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São anormais. Mas quem elege isto também o é, portanto…
ehehehe É a maior palhaçada que já se viu. Andaram quanto tempo nesta treta para agora se descartarem e dizerem que a populaça é que vai decidir?
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Dizem 5 meses mas já os ouço há pelo menos 2 anos.
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Estas tretas ficam caras mas há quem ache que a revolução agora é assim- cenas de birras de mimados.
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ehehehe 5 meses na ronha e agora a populaça é que vai dizer em directo
AHAHAHAHHA
E não há motins por uma coisa destas? nem vigílias nem nada?
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Dizem que vão referendar o acordo. Que acordo? O mesmo que apresentaram para serem eleitos ou o último em que capitularam e que é todo o contrário do que venderam até serem eleitos?
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Mas pronto, a escardalhada é isto e é bom que estes façam para por cá se ver o que andam a vender os syrizas tugas.
Deviam era correr com essa cambada toda que até mete nojo.
Queria ver se isto fosse feito por qualquer grupo social-democrata que apelidam de neo-liberais e Direita.
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Penso que não devem assinar um acordo contrário ao que prometeram nas eleições. Podiam também demitir-se, mas nesta fase seria mais grave. Veremos a postura do governo se o eleitorado quiser o acordo. Um referendo marcado para 5 de julho, se fosse cá era para o Natal.
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Que acordo? com que clausulas? Pois se eles têm andado a mudar de acordo mais do que devem mudar de roupa interior.
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Penso que este referendo faz parte da tática de negociação e reconheçamos que isto não é benéfico para a estabilidade da zona euro. Dia 30 de junho não pagam ao FMI, começa o nervoso nos mercados financeiros e o pessoal lá tem de fazer uma reserva, não vá ser acontecer um controlo de capitais na Grécia e, eventualmente, zona euro. A situação é muito volátil e estamos em cima de um barril de pólvora.
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Repare, eu posso reter o elevador no meu piso durante bastante tempo. Durante uma parte desse tempo, ninguém repara; depois começa a maçar; mais cedo ou mais tarde, o elevador volta a andar, intacto, e eu fiquei com um olho negro.
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Não é benéfico e a culpa é dos outros?
Parece aquela conversa em relação aos pretos. Também são sempre uns coitadinhos inferiores que nunca sabem o que fazem e depois a trampa é da responsabilidade dos europeus.
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O que prometeram em eleições implica não assinarem qualquer compromisso. Ou acabam com a austeridade ou são uma fraude. Não se pode prometer a vida eterna e depois dizer que são só mais duas semanas ligado à máquina como se fosse normal.
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Pois é. A anedota é essa. São eleitos para não fazerem acordo e votam neles uns tantos e agora querem que a população inteira governe por eles.
“:O))))))))))
E um pontapé nisto tudo.
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Era uma boa que os nossos syrizas começassem assim- com referendo para ver se a malta toda quer o acordo imaginário da capitulação futura se um dia mandassem
“:O))))))))))
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Os nossos prometem acabar com a austeridade, substituindo-a por rigor. Os nossos têm dicionários.
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ehehehe
Isto é mesmo uma anedota e quanto mais fútil é a vida das pessoas mais estes palermas têm acesso ao poleiro.
Palhaçadas de cabeleireiro.
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A resposta dos gregos só pode ser façam todo e qualquer acordo e não nos lixem mais do que já estamos.
Apenas isto.
Se não for isto, já estou como o VPV- justificava-se uma colonização europeia com bué de guita de modo a fazer daquilo um país viável.
De outro modo vão regressar ao grupo de onde vieram no séc. XIX.
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Ponto 4- Todas as palhaçadas (acções dilatórias) que andaram a fazer serviram para os media terem que dizer e pouco mais.
Se era para acabar assim o Farukavis e o Tripas já me podiam ter telefonado que eu explicava-lhes.
Agora dar cabo do sistema bancário grego, cultivar anti-corpos em todo o mundo, destruir a credibilidade de um país por décadas, o melhor que esses palhaços mereciam era serem corridos sa Europa para sempre.
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Mas desta escardalhada o que é que se espera.
A esquerda só tem cv em destruições e sabotagens. Não foi feita para fingir que é coisa às direitas e até sabe governar.
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E ainda não vimos um país governado por um partido animal.
tenho ideia que já faltou mais.
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Mas colonização à séria. Como havia dantes e com a qual se chegou a estes progressos de ser tudo modernaço e ter tudo pago pelo Estado Social.
Isto de independências do que não é independente, a ser tratado em pé de igualdade, sempre foi mentira que se paga caro.
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Zazie: um pais que perdeu 25% da sua riqueza joga com as armas que tem e já tem pouco a perder e garanto-lhe que os eurocratas se vão sentir incomodados, espere pelas reações. As eleições e os referendos incomodam, seria sempre mais seguro as vanguardas esclarecidas decidiram pelos povos como de fazia nos países das “amplas liberdades”.
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Perdeu nada. Perdeu o que tinha a crédito que deixou de pagar. Acontece a muito boa gente.
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Claro!
Esta maltosa vive do Estado e não sabe sequer de onde vem o dinheiro.
Depois fazem cursos de economia e casam com milionárias do petróleo e pronto, chegam a ministros de esquerda
ehehehehe
Uma anedota. Porque é mesmo o espelho do que se vive. Ornitorrincos no poder.
Nos intervalos revoltam-se e fazem greves e depois ainda querem mais nacionalizações para poderem ter gente a revoltar-se e a fazer greve e a sabotar a malvada da economia burguesa.
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Mas quem joga é um partido que se faz passar por gente responsável.
Perderam o que não tinham porque andaram a viver de empréstimos.
Se eu emprestar a alguém e essa pessoa viver sem me pagar, não perde o que é dela quando lhe for cobrar.
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Mas a cultura da dívida era inculcada pelos governantes que também faziam o mesmo e ainda agora no 1º semestre no nosso país o consumo disparou inclusive à custa da poupança, a cultura do viver a crédito está para durar. Só la vamos com mudanças drásticas e os povos europeus(todos) ainda não perceberam o que aconteceu. Os países emergentes e o mercado global conduzirão a europa a um continente cada vez mais pobre e quanto mais depressa acontecerem as ruturas mais depressa começaremos uma nova forma de viver, temos de voltar ao ser antes do ter.
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A “cultura” da dívida é como uma vez o Dragão sintetizou- uma relação de dependência a 2. Entre o dealer e o junkie
O que há de patético nisto é que os que mais promovem o consumo do vício são os que juram que o fazem para combaterem os malandros dos gananciosos dos dealers.
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“Zazie: um pais que perdeu 25% da sua riqueza joga com as armas que tem e já tem pouco a perde”
Então é riqueza nossa aquilo que pedimos emprestado.Belo…
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Lucklucly, estes maneis não entendem o que escreveu. Eles são muito básicos, o PIB subiu, o PIB desceu é o que interessa. Como subiu, como desceu, isso não interessa. E existem básicos formados em Economia, Gestão e outras coisas do género.
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Por acaso até estou curioso com o resultado do referendo… E quem está a espera que eles saiam antes do mandato, lembem-se do irrevogável….
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Está a confundir palermices palacianas com marxismo disfarçado de modernidade. É como meter o trilho das formigas no mapa das estradas.
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Os gregos vão votar pelo acordo e eles sairão do governo, pois o syriza vai apelar ao não.
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Não vão nada. Vão apelar a ideia de que são extremamente responsáveis ao exigir que 50% decidam o que um governo eleito por 36% deve fazer. Lavar de mãos e forçar a república bolivariana através da instrumentalização da democracia.
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mesmo que percam não sairão do governo… Eles precisam que seja o povo a aceitar o acordo e assim descartar qualquer responsabilidade em algo que seria inevitavel… sem acordo não há pilim…
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Aquela malta não vai sair pelo seu pé. Se assim fizesse, lá se ia a festa.
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Η ιστορία του Έθνους γράφτηκε με ΟΧΙ, το ΟΧΙ του 1940 το ΟΧΙ του Τάσσου Παπαδόπουλου στο σχέδιο ΑΝΑΝ το ΟΧΙ της 5 Ιουλίου στη ταπείνωση μας
E prontos!
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Também acho.
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VC: Li no DN que vão apelar ao não, a seguir se perderem, como palpito, terão novas eleições.
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Não duvido que apelem ao não, isso é o que é dito. O que não é dito é que querem sair do euro e continuar a governar. Se ganha o sim, demitem-se sabendo ficar o país ingovernável, requerendo eleições que tenderão a beneficiar uma “junta de salvação nacional”. Mais: o que garante que a proposta que vão referendar ainda está na mesa após expirar o prazo e terem entrado em incumprimento na Terça? Para os gregos não há solução em qualquer caso, só desgraça.
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o BCE e a Comissão não estão em condições de expulsarem a Grécia antes do referendo, nem sequer existe legislação. Por outro lado, ou é introduzido 2ºfeira o controlo de capitais e controlo das bolsas, pelo menos na Grécia, ou os países do euro sofrerão uma turbulência nunca vista, estamos a entrar nos tais mares desconhecidos de que falava Dragui.
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Bug do ano 2000. Excepto para os gregos.
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O Vitor Cunha preocupa-se com o governo grego, eu preocupo-me que Lagarde dê ordens à Europa em nome de uma agenda que não se entende. Se dúvidas houvesse, temos agora a certeza que Strauss-Kahn foi tramado em nome da mesma agenda.
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Agora estão a falar os adultos.
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Não me diga que a Merkel expulsou Lagarde da sala, e fechou-a no quarto escuro?
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Se não entende o FMI informe-se para não fazer figuras tristes com teorias da conspiração de trazer por casa.
Basta ir à Wikipédia (tudo isto feito em 1952 só para lixar o Syrisa):
MF conditionality is a set of policies or conditions that the IMF requires in exchange for financial resources. The IMF does require collateral from countries for loans but also requires the government seeking assistance to correct its macroeconomic imbalances in the form of policy reform. If the conditions are not met, the funds are withheld. Conditionality is perhaps the most controversial aspect of IMF policies. THE CONCEPT OF CONDITIONALITY WAS INTRODUCED IN A 1952 EXECUTIVE BOARD DECISION and later incorporated into the Articles of Agreement.
Conditionality is associated with economic theory as well as an enforcement mechanism for repayment. Stemming primarily from the work of Jacques Polak, the theoretical underpinning of conditionality was the “monetary approach to the balance of payments”.
Structural adjustment
Some of the conditions for structural adjustment can include:
Cutting expenditures, also known as austerity.
Focusing economic output on direct export and resource extraction,
Devaluation of currencies,
Trade liberalisation, or lifting import and export restrictions,
Increasing the stability of investment (by supplementing foreign direct investment with the opening of domestic stock markets),
Balancing budgets and not overspending,
Removing price controls and state subsidies,
Privatization, or divestiture of all or part of state-owned enterprises,
Enhancing the rights of foreign investors vis-a-vis national laws,
Improving governance and fighting corruption.
These conditions have also been sometimes labelled as the Washington
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Quando temos políticos a sério e sérios, a politica é das coisas mais lindas que eu conheço. Os meus parabéns a Tsypras pela sua decisão, mostrou aos pseudo políticos de Bruxelas, quem são os garotos.
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Convide-o para a sua tenda na festa do Avante! deste ano.
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Normalmente confrontados com a realidade, a maioria dos políticos mete a viola no saco, apenas por um motivo não percebem nada de politica.
Falasse em alhos e respondem com bugalhos.
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Na festa do Avante não há tendas, só barracas.
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Estes jojos não merecem troco, pois nem sabem distinguir entre falasse e fala-se.
“Falasse em alhos e respondem com bugalhos” é coisa que se escreva?
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Tiro já foste?
Então vai.
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Ai que lindo, um referendo!
Por altura em que votarem já foram corridos a pontapé da União. É no que dá eleger comunas, sempre servem de lição para o resto da canalha.
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e dizia a senhora dona merkel que o prazo terminava hoje…
com ou sem referendo, quem continua atrapalhada é a “u” e…
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Agora é altura de entrarem em cena os xicos-espertos e outros que tais.
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Um pais que é uma RGA.
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AHAHAHAHA
Bem apanhada, essa.
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Excelente!!!
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No espírito do título do post:
O que significa as capas de jornais de hoje?
Não há Tsipras de braços abertos a cantar de galo?
Umas tiradas sobre a lição de democracia do Syriza?
Não.
No Expresso o importante é que Passos Coelho nomeou para embaixador na UNESCO, imagine-se, uma pessoa da sua confiança. Se calhar podia ter sido o Rui Tavares ou alguém da confiança de António Costa.
Mas há também uma importante entrevista a Miguel Relvas com a ideia que Portas pode apoiar Passos a Belém … daqui a 10 anos!
Sobre sondagens às legislativas de 2015 nem uma palavra (cruzes, canhoto!). Mas há uma “sondagem” a Maria de Belém para Belém, desta vez em 2016. Esta notícia é obviamente bem mais importante do que sondagens das legislativas de 2015 mas mesmo assim menos importante do que as presidenciais de 2026!
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Passos acredita profundamente na vitória, por isso prepara a colocação dos seus homens de mão. Os ratos (jotas) começam a abandonar o barco! Começa a troca de “potes”, tudo isto é triste, tudo isto é fado.
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Também podia lá estar eu a fazer o mesmo com um manguito.
🙂
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É mais prudente esperar pelo resultado da consulta ao povo Grego antes de dizer disparates: teorias de conspiração, alarmismo e técnicas de comunistas de soblevação social.
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cada vez fico mais pessimista: em muitas caixas multibanco na Grécia o dinheiro já acabou.
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Está a presumir que vai haver referendo ou que, a existir, a pergunta faça sentido.
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Já não sei se chegaremos ao referendo, tudo se pode precipitar, os tais mares desconhecidos do Dragui. Penso que o perigo maior já não será a Grécia, mas os países do euro. Eventualmente, hoje acontecerá alguma decisão do Sr. Mário Dragui, que me parece o único a perceber a gravidade da situação. A medida terá de passar por um controlo de capitais e talvez das bolsas.
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Tem razão: tsso já é muito presumir.
Com o Syrisa tudo pode acontecer . . . .
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Eles querem tirar a Grécia do euro e quem sabe da UE e da Nato.
Mas querem que a UE e o FMI fiquem com a culpa quando as coisas correrem mal.
São tipo aquelas mulheres que querem separar-se do namorado ou do marido mas não querem ficar mal vistas. Então fazem vida negra ao pobre coitado até que ele saia de casa. Depois passam o resto da vida a falar mal do homem, a lamuriar-se, a vitimizar-se.
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«Já não sei se chegaremos ao referendo, tudo se pode precipitar, os tais mares desconhecidos do Dragui. Penso que o perigo maior já não será a Grécia, mas os países do euro. Eventualmente, hoje acontecerá alguma decisão do Sr. Mário Dragui, que me parece o único a perceber a gravidade da situação. A medida terá de passar por um controlo de capitais e talvez das bolsas.»
A Europa consegue aguentar a tempestade da queda da Grécia.
Contudo vejo no horizonte dois problemas graves para o euro: o Podemos e o PS tuguinha.
Se os extremistas de Esquerda do Sul estoirarem o euro acontecerá o mesmo que aconteceu depois da queda da União Soviética: uma queda brutal de todos os PIBs dos membros da moeda única, instabilidade política em alguns deles, talvez uma ou outra ditadura, e décadas de recuperação.
Os EUA e o Reino Unido sairão e bem por cima. E mais uma vez a Europa será destruída.
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How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb
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«How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb»
Não vamos ser comunistas. Somos um país de pequenos proprietários no Norte e Centro onde está concentrada a maior parte da população. Apenas empobreceremos e muito caso o PS do Syriza Costa vença. Nada que já não tenhamos visto na Venezuela, Argentina ou Rodésia.
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Costa perdeu hoje as eleições.
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Os comerciantes da minha rua e os empregados vão votar no Passos.
A minha sopeira vota no PS, diz que o Mário Soares é o amigo dos pobrezinhos. As amigas da minha mãe com reforma da função pública dizem o que o Passos é muito má pessoa porque lhes quer cortar a reforma.
Veremos.
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A sua sopeira é como as outras: jura a pés juntos que nasceu socialista mas depois vai lá e ninguém confirma onda a cruz foi posta.
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Deus o oiça, Vitor
🙂
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A preocupação está para além do PS e do Podemos. O risco é a europa não aguentar até ao referendo(5 Julho) se não forem tomadas medidas drásticas sobre os movimentos bancários. E não vejo europa capaz de tomar posições e posso dar um exemplo: é aceitável que entrem migrantes aos milhares e não cheguem a acordo sobre o sistema de quotas para distribuição dos mesmos, sacrificando a Itália e a Grécia que também recebe muitos?
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Há uns anos a Grécia tinha cerca de 1 milhão de imigrantes.
É um número brutal num país que já tinha um desemprego assustador.
Uma realidade idêntica ocorre na Andaluzia.
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Os votantes nesta Esquerda: pensionistas, a maioria foram funcionários públicos, jovens licenciados desempregados que esperam eternamente por um emprego no funcionalismo, funcionalismo público que quer o seu aumento no final do ano.
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Sim. È isso. É tão básico que até dói. Mas não vêem porque foi uma mentira que andou a ser alimentada durante demasiado tempo.
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Zazie,
e já reparou que é essencialmente um problema do Sul da Europa (a França também o tem)?
Dá que pensar.
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A França anda a fazer trampa há muitos anos em matéria de política externa, exemplos: apoio aos etarras, apoio aos movimentos de «libertação» (mas têm mais colónias ainda hoje do que Portugal teve alguma vez – até meteram os foguetões na Guiana para não lhe darem independência (!), testes nucleares no Pacífico….), abrigo e colinho aos rapazes do turbante…, manifestações de solidariedade pífias com os ingleses e os espanhóis depois dos massacres de Londres e Madrid… Têm o que merecem.
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