Desde que um estudante amostrou o cú em protesto contra a ministra da educação, no caso, a Manuela Ferreira Leite, e toda a oposição e comunicação social aplaudiu, estavam á espera do quê? A Autoridade acabou. Viva o chico espertismo.
Diz que era uma festa multicultural. Vai daí a juventude irreverente decidiu enriquecer quem assistia, com esta demonstração vibrante de integração cultural. E como são afro-lusitanos não há problema. É como na América: quando os racialmente discriminados afro-americanos limpam o sarampo a brancos não há perigo – é a justiça social. Quando um branco mata um afro-americano decreta-se o estado de sítio.
Convém notar que, mesmo depois de agredido e esfaqueado e porque os “jovens” não estavam armados, se o agente tivesse disparado a arma e atingido um deles seria alvo de processo disciplinar e muito provavelmente de acusação criminal.
Há muito que esquerda finge defender os “oprimidos” quando na verdade protege suas agendas ocultas, em especial a da tolerância aos criminosos.
Quando a polícia atua e faz sua obrigação, controlar, prender os criminosos, há quem também faça a sua com afinco: proteger os criminosos. As leis que vigoram os protegem-nos descaradamente enquanto penalizam o mais possível quem nos defende.
Não é preciso recordar fatos chocantes ocorridos na tugolândia recentemente.
O que se pretende é criar insegurança e caos, atribuir a causa aos “imperialistas”, “fascistas” e quejandos, para um dia conquistar o poder por vias “revolucionárias” e dispôr a bel-prazer da vida das pessoas. Se os deixassem.
Têm-nos deixado bastante.
É preciso estar atento a outras forças do extremo oposto que apostam neste tipo de pressão. Quem dera que as tentativas de escravizar viessem só de um lado!
É preciso ter em conta que os criminosos também votam, e se o seu número aumentar os partidos que os defendem aumentam o seu eleitorado.
E dão de mamar a quem vive do orçamento do estado da justiça. Quantos mais processos, mais funcionários e mais poder dão ao sistema judicial.
Os criminosos são necessários, não se pode criar leis para os diminuir.
Embora não venha a propósito, ou talvez venha, quem sabe, as ruas de Atenas o dirão em breve, a versão de varoufakis sobre a crise que ele pensa dominar é gira.
Sp que quando o diabo sai da toca (ATMs vazias) não se segura facilmente.
De qualquer modo o jogo é bonito, façamos-lhe justiça. http://www.bbc.com/news/magazine-33254857
Não tem que saber: identificar os animais e devolvê-los à terra de onde vieram os pais ou os avôs – exactamente o mesmo que fazem os americanos e os canadianos aos simpáticos luso descendentes que se metem em avarias.
Isto, Helena Matos, é o ponto a que chegou a tensão entre o necessário entendimento de que o Estado tem que deter o monopólio do uso legítimo da força física e quais devem ser os limites e os agentes dessa legitimidade.
Isto é ainda, em minha opinião e resumindo um assunto complexo, mais uma evidencia do falhanço daquilo que devia ser um dos fundamentais deveres do Estado: a Segurança dos seus cidadãos. Se isto acontece a um agente da “autoridade” do Estado, com competência para exercer esse uso da força legitima, com reforços a minutos de distância, então ISTO pode acontecer a qualquer um de nós, em qualquer sítio e em qualquer altura. Basta estarmos no local errado à hora errada. E esse local errado pode ser até a nossa casa.
Isto faz-me sentir como mais um num rebanho de ovelhas que servem apenas para tosquiar e ordenhar até não dar mais e cuja existência é perfeitamente dispensável nesta “quinta” dirigida pelos Porcos, em que os lobos (coitadinhos porque não são ovelhas) merecem mais atenção e têm mais direitos e menos obrigações.
Temos de analisar a problemática que está por trás desta agressão, que à vista desarmada parece ter sido executada por jovens que deveriam estar já presos (visão redutora do povo rude e ignorante) mas um olho atento recomenda uma análise do problema social numa vertente da estrutura de toda a sociedade, criando plataformas de reflexão e fomentando sinergias para aprofundarmos a complexidade que está subjacente àquele grito de revolta dos jovens. Propunha, desde logo, a criação de cinco grupos de trabalho de entre psicólogos, sociólogos, criminólogos, médicos e alquimistas. Entretanto devemos dar apoio social, económico e psicológico aos agressores para que se consigam reintegrar na sociedade, que voltou a falhar em toda a linha. Em última análise devemos prender a sociedade para que estes jovens nunca mais sejam excluídos por ela.
Não se sabe a filiação clubística do agente. Esse foi e é o único óbice ao facto dos critérios editoriais das reacções de todas as nossas TVs não terem aberto os respectivos telejornais com esta modesta agressão (comparativamente).
Entretanto já se sabe que o agredido não vai dar entrevista no dia seguinte nem os filhos vão receber taça nenhuma.
Em declarações os “agressores” já disseram que o “agredido” ameaçou cuspir-lhes na cara.
Ameaçou leia-se, a cobardia de justificar a agressão com uma cuspidela na cara que não se vê.
Ainda não ouvi a rapaziada do bloco de esquerda, nem os moralistas do PCP e afins a condenar estas imagens.
Também não reparei em centenas de repetições nos horários nobres dos noticiários.
E se para o PSP de Guimarães a proposta é 90 dias de suspensão (decidido em tempo recorde), o que irá acontecer a estes bandidos?
Mas olhe que esses actos vandalos não tiveram a mesma repercussão na dita internet como teve a tentativa de queimar o gatinho vivo. 😉
Solidariedade com o pobre gato sim, com a bófia opressora das classes operárias nunca! lol
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Claramente umas vitimas do racismo e do abuso policial …
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Desde que um estudante amostrou o cú em protesto contra a ministra da educação, no caso, a Manuela Ferreira Leite, e toda a oposição e comunicação social aplaudiu, estavam á espera do quê? A Autoridade acabou. Viva o chico espertismo.
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Diz que era uma festa multicultural. Vai daí a juventude irreverente decidiu enriquecer quem assistia, com esta demonstração vibrante de integração cultural. E como são afro-lusitanos não há problema. É como na América: quando os racialmente discriminados afro-americanos limpam o sarampo a brancos não há perigo – é a justiça social. Quando um branco mata um afro-americano decreta-se o estado de sítio.
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Convém notar que, mesmo depois de agredido e esfaqueado e porque os “jovens” não estavam armados, se o agente tivesse disparado a arma e atingido um deles seria alvo de processo disciplinar e muito provavelmente de acusação criminal.
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Há muito que esquerda finge defender os “oprimidos” quando na verdade protege suas agendas ocultas, em especial a da tolerância aos criminosos.
Quando a polícia atua e faz sua obrigação, controlar, prender os criminosos, há quem também faça a sua com afinco: proteger os criminosos. As leis que vigoram os protegem-nos descaradamente enquanto penalizam o mais possível quem nos defende.
Não é preciso recordar fatos chocantes ocorridos na tugolândia recentemente.
O que se pretende é criar insegurança e caos, atribuir a causa aos “imperialistas”, “fascistas” e quejandos, para um dia conquistar o poder por vias “revolucionárias” e dispôr a bel-prazer da vida das pessoas. Se os deixassem.
Têm-nos deixado bastante.
É preciso estar atento a outras forças do extremo oposto que apostam neste tipo de pressão. Quem dera que as tentativas de escravizar viessem só de um lado!
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É preciso ter em conta que os criminosos também votam, e se o seu número aumentar os partidos que os defendem aumentam o seu eleitorado.
E dão de mamar a quem vive do orçamento do estado da justiça. Quantos mais processos, mais funcionários e mais poder dão ao sistema judicial.
Os criminosos são necessários, não se pode criar leis para os diminuir.
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A Esquerda Marxista nunca defendeu os oprimidos. É apenas uma estratégia para o poder.
Quando o Lula mandou os militares para as favelas quem os jornalistas chamaram: especialistas sobre segurança.
Fosse um Governo da não esquerda já não chamariam tais especialistas : teríamos assistentes sociais, associações “anti-racistas” , universitários etc.
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Pela imprensa apenas soube que a arma era branca.
Até as estatísticas são proibidas, não vá alguém aperceber-se da revolução silenciosa.
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Embora não venha a propósito, ou talvez venha, quem sabe, as ruas de Atenas o dirão em breve, a versão de varoufakis sobre a crise que ele pensa dominar é gira.
Sp que quando o diabo sai da toca (ATMs vazias) não se segura facilmente.
De qualquer modo o jogo é bonito, façamos-lhe justiça.
http://www.bbc.com/news/magazine-33254857
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Não tem que saber: identificar os animais e devolvê-los à terra de onde vieram os pais ou os avôs – exactamente o mesmo que fazem os americanos e os canadianos aos simpáticos luso descendentes que se metem em avarias.
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Isto, Helena Matos, é o ponto a que chegou a tensão entre o necessário entendimento de que o Estado tem que deter o monopólio do uso legítimo da força física e quais devem ser os limites e os agentes dessa legitimidade.
Isto é ainda, em minha opinião e resumindo um assunto complexo, mais uma evidencia do falhanço daquilo que devia ser um dos fundamentais deveres do Estado: a Segurança dos seus cidadãos. Se isto acontece a um agente da “autoridade” do Estado, com competência para exercer esse uso da força legitima, com reforços a minutos de distância, então ISTO pode acontecer a qualquer um de nós, em qualquer sítio e em qualquer altura. Basta estarmos no local errado à hora errada. E esse local errado pode ser até a nossa casa.
Isto faz-me sentir como mais um num rebanho de ovelhas que servem apenas para tosquiar e ordenhar até não dar mais e cuja existência é perfeitamente dispensável nesta “quinta” dirigida pelos Porcos, em que os lobos (coitadinhos porque não são ovelhas) merecem mais atenção e têm mais direitos e menos obrigações.
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Temos de analisar a problemática que está por trás desta agressão, que à vista desarmada parece ter sido executada por jovens que deveriam estar já presos (visão redutora do povo rude e ignorante) mas um olho atento recomenda uma análise do problema social numa vertente da estrutura de toda a sociedade, criando plataformas de reflexão e fomentando sinergias para aprofundarmos a complexidade que está subjacente àquele grito de revolta dos jovens. Propunha, desde logo, a criação de cinco grupos de trabalho de entre psicólogos, sociólogos, criminólogos, médicos e alquimistas. Entretanto devemos dar apoio social, económico e psicológico aos agressores para que se consigam reintegrar na sociedade, que voltou a falhar em toda a linha. Em última análise devemos prender a sociedade para que estes jovens nunca mais sejam excluídos por ela.
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Não se sabe a filiação clubística do agente. Esse foi e é o único óbice ao facto dos critérios editoriais das reacções de todas as nossas TVs não terem aberto os respectivos telejornais com esta modesta agressão (comparativamente).
Entretanto já se sabe que o agredido não vai dar entrevista no dia seguinte nem os filhos vão receber taça nenhuma.
Em declarações os “agressores” já disseram que o “agredido” ameaçou cuspir-lhes na cara.
Ameaçou leia-se, a cobardia de justificar a agressão com uma cuspidela na cara que não se vê.
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Ainda não ouvi a rapaziada do bloco de esquerda, nem os moralistas do PCP e afins a condenar estas imagens.
Também não reparei em centenas de repetições nos horários nobres dos noticiários.
E se para o PSP de Guimarães a proposta é 90 dias de suspensão (decidido em tempo recorde), o que irá acontecer a estes bandidos?
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A arma é branca… sim, a arma é branca…logo, os jovens são inocentes. Mania de implicar…
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