boa tentativa
A de Francisco Assis, no Público de hoje, a fazer de conta que não dera pelo entusiasmo syrizico que António Costa exibiu no dia da vitória do Bloco de Esquerda grego e da derrota histórica do PASOK, e nos dias que se lhe seguiram. Escreveu ele, que é um homem sensato e sempre disposto a ajudar quem precisa, que “razão teve António Costa em se demarcar nitidamente das posições do Syriza”. Ora, nem essa demarcação foi assim tão nítida, nem sequer teve lugar antes da rapaziada grega ter começado a fazer disparates. Pelo contrário, até à semana passada o que Costa dizia sobre o assunto era que o governo português tinha de deixar de atacar o grego, embarcando numa ladainha de desresponsabilização do Syriza, que não o transforma propriamente num crítico das suas “posições”. E isto é que parece muito nítido…

Ainda bem que notou o volte-face descarado.
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Se quer juntar antónio costa ao syriza já agora junte o fmi que anda a espumar com os europeus.
Se ler o post de fmi é muito simples:
– a) o programa que o eurogrupo quer não é viável
– b) o fundo até aceita a redução dos excedentes orçamentais mas com reformas estruturais
– c) para que isto seja possível a dívida tem de ser reestruturada.
Ora como a dívida pública grega está hoje nas mãos de credores públicos quem perdoa tem de explicar ao eleitorado porque perdoa e se quer.
Resolva se conseguir
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O FMI quer simplesmente receber o dele.
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Dele?! Mas qual dele?
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Oi , Manuel
e o fmi chegou a estas conclusoes a) b) c) por sim socinho ou por tras andou a falar a voz do seu dono?
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Digam isso ao Sergio Pinto, até metem nojo, ele o Galamba e a Isabel Moreira. Que desapareçam, estou farto, assumam.
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A primeira página do “I” de hoje é uma facada nas costas do Costa.
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Quer dizer que ele já não irá apoiar o Nódoa? 😉
Então deverá ser este o próximo candidato:
http://imagens6.publico.pt/imagens.aspx/944726?tp=UH&db=IMAGENS
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“desresponsabilização do Syriza”
Mas ó Rui, quem provocou esta crise não foi o Syriza, foi a banca internacional e os governos de direita de que vocês tanto gostam.
O Syriza está apenas a tentar evitar que sejam apenas as mulheres a dias gregas a pagar os lucros dos especuladores, como vocês querem.
Aliás, foi para isso que foram eleitos. Daí você lhes chamar escroques. Escroque, em neoliberalês, significa alguém que cumpre a sua palavra.
Se o governo grego cagasse em tosas as promessas e fizesse exactamente o contrário do que prometeu, como fez o nosso governo de direita, vocês estavam a elogiar o grande “sentido de estado” dos governantes gregos.
“Sentido de estado” em neoliberalês, significa ser um aldrabão de terceira categoria a soldo dos especuladores internacionais.
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“Sentido de estado” em neoliberalês, significa ser um aldrabão de terceira categoria a soldo dos especuladores internacionais.”
Se os gregos não pagarem são parte dos impostos Portugueses que irão pagar, não é verdade? Está Vc. a deduzir que o Estado Português não passa de um bando de especuladores? Ou melhor, os contribuintes Portugueses andam a especular com as dívidas dos gregos? Eh! Lá. Também sou contra.
Nem mais um centavo para a Grécia! Não quero especular com a dívida grega! Deixem-nos sair do euro e dar o calote a toda a gente! 🙂
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É uma nova narrativa para reescrever a história. A grande chatice é que antes só se comia o que aparecia selecionado nos jornais e agora pode-se ir buscar à internet:
Mas há outras narrativas em curso. Por exemplo, a de uns senhores que declaravam o fim da austeridade e que andavam com o Novo Banco na boca cheios de esperança que o PM reconhecesse na AR que os portugueses iam suportar custos, muito ofendidos, mas que agora querem solidariedade dos portugueses para com os gregos que andaram a falsificar as contas públicas e a aldrabar a Europa, e ficam muito ofendidos se o país não contribuir. Só pelos cálculos de hoje do FMI já vai em 1250 milhões.
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De facto Vc. atinge onde mais doi:
“. A grande chatice é que antes só se comia o que aparecia selecionado nos jornais e agora pode-se ir buscar à internet:”
Isto é que lhes doi. O jornalismo não é um mero intermediário, já compete com a sociedade digital para criar uma “narrativa”. Ou seja, quanto mais o jornalismo leva ao colo o Parodiante de Lisboa menos credibilidade tem.
Hoje o jornalismo Português vive a sua maior crise de sempre. Mas eles é que ainda não se aperceberam que há algo a mudar em Portugal e no espaço mediático. Eles é que ainda não se aperceberam mas está a acontecer hoje.
No fim deste mês praticamente já estão decididas as eleições e a coligação no limiar da maioria absoluta. Ou mesmo já com a maioria absoluta. 😉
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Que saudades do “1984” aquele começo com o senhor Smith a reescrever as notícias, que jeito que fazia agora.
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Muito fácil de desmontar a Pedro-teoria
a)__Ninguém a não ser os legítimos representantes do Povo Grego
obrigou-se a contrair a dívida
b)__Os emprestadores cumpriram a sua parte do compromisso
c)__O novo governo tem de herdar as responsabilidades contraídas
porque de outra forma cai no âmbito de bando e não Governo de um País.
d) __No caso de um cidadão comum quem não pode pagar é julgado
e sofre pena de arresto e possível prisão.
É a Lei , bruto, Dura Lex sed Lex.
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Como é que alguém se pode demarcar de uma coisa em que está atolado até ao pescoço.
Nem São Francisco consegue semelhante milagre quanto mais o Axis do Inseguro Calado
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Aquilo que a imprensa não consegue captar:
“Passos Coelho dá autógrafo junto ao carro mal estacionado
Primeiro-ministro esteve em Belém esta quinta-feira e foi filmado por um vídeo amador”
in http://www.tvi24.iol.pt/politica/primeiro-ministro/passos-coelho-da-autografo-junto-ao-carro-mal-estacionado
O que será mesmo noticia? O carro mal estacionado? Ou o pedido de um autógrafo por parte de um popular?
E o que isto revela? Revela uma coisa muito simples. Passos Coelho é hoje dos líderes políticos mais fortes e populares do país. Até a população já lhe pede autógrafos. 😉
Para a imprensa, este facto, dar um autógrafo com o carro mal estacionado, pode revelar uma falta de Passos Coelho. Mas um observador atento dirá: este Primeiro Ministro até dá autógrafos como se uma fosse uma estrela da ola ou do cinema. Está encontrado o vencedor das próximas eleições.
Os amigos do Parodiante de Lisboa que encenem uma cena igual, mas com o carro bem estacionado, naturalmente, ou ficará muito mal nas comparações. lol
Há dúvidas de quem irá ganhar as próximas eleições em Portugal?
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O Syriza – um inocente movimento social-democrata de esquerda (os comunistas gregos não vão com eles!) – trouxe uma lufada de ar fresco e muita tusa a esta Europa velha, megera e neo-comuna!
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A Neotonto:
– pode encontrar o que lhe disse no post de olivier blanchard de 14 de Junho do Fundo. Com tanto técnico, não precisam de outsourcing. Foi por ele que lá chegou.
– blanchard é o mesmo que há anos sugeriu a redução em vinte por cento nominal dos salários portugueses. Diziam que näo, façam as contas.
– se o oi que me dirigiu é brasileiro, então o seu representante opôs-se ao empréstimo aos gregos por ser demasiado arriscado.
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Mas para o animar, segundo o que fmi defende, contas por grosso:
– comece por fazer um desconto de trezentos milhões no empréstimo que fizemos à grécia
– pegue na carteira e empreste mais trezentos milhões
– durante vinte anos não vê tusto de juros do que emprestou.
vão roubar para a estrada! pois é, mas doutra maneira o fmi diz que aquilo rebenta.
que rebente! se não chegar cá…cá chegam de certeza o abrandamento da actividade económica. isso são favas contadas.
seja como for, entretenham-se com o futebol. isto é filme sem fim.
se é brasileiro: lembra-se daquele ministro da fazenda dos generais, o czar, quando o brasil era a grécia de hoje, que dizia que se eu dever um milhão ao banco tenho um problema com o banco, se dever cem milhões o banco tem um problema comigo?
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