Claro que sim. Foi sempre a vontade do Syriza (ainda que inconfessa) a saída do Euro.
Agora estão todos apenas num “posturing” para saírem o melhor ossível na foto.. Ninguém quer ficar com a “batata quente”…………mas, friamente, tudo isto foi arquitectado pelo Syriza para sair do Euro a fazer de vítima.
Relembro e reitero: o Syriza sempre quis sair do Euro. Estes meses todos e todas estas “enigmáticas” (e desconcertantes) movimentações foram apenas para issso.
Viva o Chavéz, Viva o Moro
Nas “arrancadas” directas
Tão feroz como um touro
Para gozo dos patetas
É só vesti-los de “Pátria”
Para arranjar uma frátria.
Mas com remuneração
Qu´o mestiço não é tolo
Vai no “baile” em condição
De também comer do “bolo”.
Esse à Pátria todo amor
Em ganância faz supor
O Ministro da Economia da Grécia, Giorgos Stathakis, afirmou, esta noite, que o controlo de capitais vai continuar, pelo menos, durante mais…..dois meses…..mesmo com os bancos abertos…….sendo que não há data para sua reabertura.
Para bom entendedor……
O Varoufakis deu à sola e vai gozar a vida para os EUA ou para a Austrália.
As universidades americanas, inglesas, francesas ou alemãs andam a parir ideologias destrutivas que só trazem empobrecimento.
Os fracos de espírito vão na cantiga.
No Porto os bairros sociais misturam-se com as zonas da classe média e as zonas mais ricas. Conhecia da rua vendedores de droga e arrumadores. Os vendedores nunca consumiam e tinham boa vida. Os arrumadores, muitos ex-toxicodependentes, diziam que tinham sido «fracos de espírito».
Não vejo o Reino Unido interessado nem no socialismo nem na Esquerda Caviar, e muito menos no comunismo. Mas de Oxford saiu o novo Ministro das Finanças grego.
Enquanto o Sul importar a m*rd* intelectual que o Norte rejeita continuará nesta miséria podre.
Temos uma Tradição e é suficiente. Por cá até foram imitar o Direito alemão com o toque da chico-espertice e do socialismo. O resultado é um dos piores sistema de Justiça do Ocidente.
Se a Alemanha é o alvo que morra a Alemanha e quem a apoia. Na História mundial não país mais bárbaro e colectivista do que a Alemanha. Desaparecer do mapa é cool.
Luís PERMALINK
12 Julho, 2015 03:00
O Syriza já tem o que queria.
Sai do euro e vai agora fazer-se de vítima.
A Alemanha é o alvo.
A partir de segunda-feira a comunicação social esquerdóide em Portugal entrará numa crise de histerismo e paranóia contra os alemães.
____________________
Já começou: veja Diogo Câmara 12 Julho, 2015 04:10
que parou no nazismo dos anos 20 do século XX.
Nas ultimas decadas a Grecia sempre tive nos momentos mais dificeis um salvador. (salvador que nao messias) E ele ainda nao morreu…Este, este um tal Draghi.
” So, Greece’s priority must be the re-negotiation of its agreement with the EU, accepting in the meantime tumult in the money markets as the price we need to pay for escaping from the ‘extend and pretend’ phase to a phase of genuine stabilization and growth. If this also means that, during our negotiations, Portuguese, Spanish and Italian yields rise, so much the better.
For it may mean that Lisbon, Madrid and Rome will be forced to participate creatively in this negotiation, forming a Peripheral front, so as to forge a new Eurozone architecture that stops the asphyxiation of proud nations in the name of inane, unenforceable, misanthropic rules.”
Continua a maralha a pensar como se seguissem meras ideologias. E patati, patatá, isto e aqueloutro. E depois analisam a reacção dos gregos como se fossem de outros países.
Se eu quero defender Portugal, penso em Portugal e como Português. Se eu quero analisar como eventualmente reagirão os alemães, os gregos, os marcianos, tenho que tentar pensar como eles e com os olhos deles. Não posso projectar nos gregos as minhas ideias nem as minhas vontades.
Se eu quero defender Portugal, tenho que pensar como Português. E não ser seguidista. Se eu quero analisar os demais jogadores, tenho que tentar pensar como eles. E não projectar nas jogadas deles aquilo que eu desejo ou penso. Tenho que me Põr no lugar do outro, e tentar pensar como ele pensa, para chegar a determinadas conclusões. E tentar prever como eles se comportarão.
É engraçado que eu até li que foi graças ao Putin e ao Obama que haveria acordo. E, afinal, ainda não há acordo e ninguém na europa cede a pressões exteriores. Nem interiores, quanto mais exteriores.
Não confundam desejos com a realidade senão, continuarão a falhar constantemente nas vossas previsões. Já pensaram em aprender jogar xadrez? 😉
Qual a próxima jogada previsivel dos gregos ou de alguém por eles?
Aceitarem um governo de unidade nacional, liderado talvez pelo Governador do Banco Central da Grécia, e com o Parlamento unido a aprovar as leis deste executivo.
É isto que está em cima da mesa. Um governo-sombra ou tecnocrata que governe a Grécia pelos artistas do Syriza. Se eles aceitarem, talvez o acordo seja conseguido. Se eles rejeitarem e o Tripas fizer questão de se manter como Primeiro Ministro, a Grécia é corrida do euro.
Eles ainda estão a casar-se, a definirem os termos do casamento, as clausulas do contrato, que títulos e bens serão acoplados à cópula marital, etc. E Vcs. começam logo a delirar com os vossos desejos ou preconceitos. 😉
o problema não é a grécia nem as contas gregas…
a ideia é aniquilar o syriza, só!
(se o incompetente do samaras não tivesse provocado eleições a grécia estaria na mesma situação mas os “credores” continuariam a alimentar a dívida)
O Insider tem razão quanto ao Samarras, ele já se devia ter demitido há muito tempo e não agora que “perdeu” o referendo.
Não tem razão nenhuma, e só a sua cegueira é que o leva a dizer isso, é quando diz que, se o Samarra ainda estivesse no governo, a Grécia estava na mesma situação que está hoje. Quem assim fala andou a dormir.
Começa tudo a ficar mais claro e entendo a aritmética do PR, 19-1= 18!.A Grécia já estava fora do euro, o Varoufakis levou as negociações demasiado longe e houve a rutura, por isso o referendo e a sua posterior demissão. Entra então em campo a França e lá manda uma equipa redigir o pedido de resgate e surgem as pressões do Obama, mas pode ser tarde. Existem profundas divisões na europa do euro, fundamentalmente Norte/SUL, que coincide com Protestantes/Católicos e Ricos/Pobres, os anglicanos assistem. Pensa que é a prova do algodão do euro e da UE, a Grécia deve receber ordem de saída e o euro estoira, mas o que tem de ser tem muita força. O euro só funcionará com uma transferência de riqueza do Norte para o Sul, como os povos do Norte não querem pagar e como os povos do Sul(incluindo Portugal) não fizeram, nem querem fazer, as transformações nas suas economias só lhes resta saírem do euro.
“O euro só funcionará com uma transferência de riqueza do Norte para o Sul, como os povos do Norte não querem pagar e como os povos do Sul(incluindo Portugal) não fizeram, nem querem fazer, as transformações nas suas economias só lhes resta saírem do euro.”
Mais um disparate. Vc. só escreve disparates. Segue demasiado enlatados ideológicos de fora.
Sabe quanto transfere anualmente os USA para o Porto Rico? lol
A semana passada a Alemanha financiou-se no mercado de dívida a dois anos a juros de -0,26%, que competitividade é possível entre economias do Norte e do Sul? Para já não falar das ineficiências das nossa empresas, da qualidade dos gestores e dos trabalhadores, o euro agrava as diferenças numa europa assimétrica. Os dinheiros vieram da europa, algum a fundo perdido e a maior parte foi consumido a fazer rotundas, piscinas no deserto, formação em técnicos de aeródromos e outra vigarices para receber “luvas”, agora têm o retorno do capital, ajoelha, vai ter de rezar e olho da rua!
manuel,
Exactamente, quais são as limitações das economias do Sul que estas nunca conseguirão ultrapassar e fazem com que não possam vir a competir com as do Norte?
Aceita finalmente aquilo que o Governo grego tem andado a fazer por tornar inevitável e que todos os com dois dedos de testa e um mínimo sentido da realidade já há 5 meses viam que ia acontecer?
Que ninguém diga que o Manuel se precipita em aceitar a realidade.
“A semana passada a Alemanha financiou-se no mercado de dívida a dois anos a juros de -0,26%, que competitividade é possível entre economias do Norte e do Sul? ”
Estimado Manuel, o meu amigo é um alienado mental. Está colonizado mentalmente. Vive de entalados mentais.
Se o meu amigo acha que os juros são o mais importante, quer dizer que é impossível haver livre concorrência sem haver juros iguais para todos os agentes económicos. Ou seja, levando à letra os seus completos disparates e alienações mirabolantes, o estado teria que acabar com os mercados monetários e impôr à banca, taxas de juro iguais para todos.
Infelizmente o meu amigo vive de sebentas, que lê lagures por aí. Mas pensa pouco. É apenas um papagaio: “Olá! Olá! Olá.”
Repete apenas aquilo que ouve algures.
Vá, descanse a moleirinha e dedique-se antes à pesca, que assuntos económicos não são para si. 😉
Diga-me. A saída da Grécia é boa ou má para Portugal? Se me responder, com lógica e sustentado em termos de raciocinio lógico e sustentado em factos, eu terie todo o gosto em debater o assunto consigo. Senão, como uma vez já lhe disse. Vc. parece apenas o Camarada Jerónimo. “Olá! Olá! Olá!” 🙂
” Por lá ainda não provaram tudo. Só os acepipes.”
Pois não. Na guerra civil, os democratas derotaram os comunas e nem chegaram a provar a sério o comunismo. Se calhar precisariam mesmo de os provar a sério.
Mas não deverá acontecer, se eles se manterem no euro. 😉
Eu, digo mais, para Portugal continuar no euro, a dívida tem de ser renegociada e o tratado orçamental tem de ser revisto. Se nada for feito, seguiremos o caminho da Grécia e não precisei de estudar pelas sebentas ou livros dos economistas marxistas.
A dívida paga-se. Não é muito difícil ter excedentes se alguém der um murro na mesa. Reformar o Estado não é nada do outro mundo e mais uns anos vai acontecer, deixe só que desapareça a geração dos «amanhãs que cantam», que sonhou com o comunismo em 1974. O Estado tem de dar um valente corte nas pensões do funcionalismo, matar o Estado paralelo, reduzir o número de municípios, reduzir o número de funcionários em diferente áreas, e mudar radicalmente o sistema do SNS para um sistema de seguros, e a Escola e Universidades para um sistema de cheque-ensino com tempo limitado (se um curso é 3 anos, o estudante só recebe dinheiro durante 3 e ponto final).
Luís: concordo em algumas das reformas que expressou.. Mas eu pergunto-lhe? Este governo não reformou quase nada, limitou-se aumentar impostos e cortar salários e pensões, já prometeu a reposição dos salários e a devolução de algum imposto da tributação adicional. O PS vai ser governo, é inexorável.Acredita que o PS, com o programa que apresentou vai reformar alguma coisa? Estamos condenados.
O que acha reformar o Estado é uma dieta leve e facilmente reversível. Seria apenas um io-io, mal a esquerda voltasse a chegar ao poder.
O que Portugal precisa é de uma IV República, onde o Estado é outro, completamente diferente. E de tal forma diferente que, mesmo apanhando o poder, a esquerda demore décadas a chegar de novo à situação presente.
Eles vão fazer o que sempre fizeram. Fazem remendos de última hora, até agora têm aumentados impostos ou vendido activos, e tentam esconder despesas e dívidas debaixo do tapete. Como o IVA, IRC ou IRS já estão altos, desta vez devem pegar em taxas como a taxa turística ou em impostos como o IMI ou novos impostos sobre heranças e propriedade.
É um adiar do inevitável.
Portugal pode ter um modelo mais social-democrata ou mais liberal mas sem excedentes não se livrará do fardo do dívida nem poderá respirar. Eles acham que com crescimento acima do crescimento da dívida a coisa irá ficar composta.
Ora eu acho que vamos crescer pouco, quase nada, por várias razões. O petróleo barato acabou, temos uma electricidade cara, o esforço fiscal está muito acima da média da UE, a globalização e a transferência de recursos dos países ricos para os pobres veio para ficar, o crescimento do Turismo está condenado no longo prazo (basta o mundo árabe estabilizar), e a população irá diminuir.
Os fidalgos que comem do Orçamento serão muito difíceis de combater, as regras do jogo estão armadilhadas por todos os lados. Com o PS havia a mama das obras públicas, com o PSD e o CDS tem sido inflacionada a mama do negócio da «caridadezinha» e das IPSSs.
Daqui a duas semanas poucos gregos confessarão ter votado no Syriza. Daqui a poucos meses poucos portugueses quererão votar «na mesma linha» do António Costa.
A nossa esquerda [traída por Tsipras e pelo Syriza] está a ver uns cornos de metro a crescer na cabeça e está agora muito aflita de serrote na mão a ver se disfarça a imagem. A começar pelo Messias, que já se está a colocar num papel supra-partidário europeu. O Guterres também tinha assim umas manias de mudar a Europa e o mundo a partir do Terreiro do Paço. Ainda por cima os hollandizos foram lá dar uma ajuda e diziam que aquilo estava muito bem. Vai dar barraca.
«O que Portugal precisa é de uma IV República, onde o Estado é outro, completamente diferente. E de tal forma diferente que, mesmo apanhando o poder, a esquerda demore décadas a chegar de novo à situação presente.»
Mas tem de ser tudo muito bem desenhado em termos Constitucionais e de arquitectura das instituições, e bem blindado em termos de despesa, com limites ao endividamento, proibição total da existência de um Estado Paralelo, etc.
Mesmo com IV República se as coisas não forem feitas os velhos hábitos instalar-se-ão rapidamente e isso sucederá porque o problema é cultural. O povo e as elites não passaram pela alteração de estado mental que a Reforma provocou no Norte.
Há os syrizas e muitos outros palermas, um pouco por toda a Europa, mas há algo que se aprende relativamente a qualquer negociação, e não é preciso ser diplomata de carreira.
Não se fazem acordos quando as partes não se respeitam, e desde o principio que vejo o Tsipras e o Varofuck a ofender indecentemente os parceiros, desde a Merkl até ao Passos Coelho.
Como é que esperam simpatia quando todos os dias fazem isto?
Não é à toa que ninguém suporta o robin dos bosques que acabou por se demitir das finanças gregas, todos os outros deviam ter nojo do gajo.
Mas para acabar de vez com este impasse, eu gostava mesmo era de ver referendos pelos outros 18 a perguntar ao povo se concorda com aumentar os seus impostos para pagar as dividas gregas.
Gostava até de ouvir o Jerónimo e a Catarina a explicar aos desempregados portugueses que a obrigação do governo do Passos é de resolver os problemas gregos. E que estando com uma austeridade brutal em cima, ainda deviamos carregar mais para aliviar os irmãos gregos.
Gostava mesmo!
Churchill,
O Jerónimo e a Catarina não teriam qualquer pejo “a explicar aos desempregados portugueses que a obrigação do governo do Passos é de resolver os problemas gregos” porque, para eles, o Governo português tem o direito de decidir sobre o dinheiro dos alemães e finlandeses e só não o faz por maldade.
Com a entrada na dança dos marretas finlandeses a coisa fica ainda mais grega para os gregos.
Aqueles primitivos da neve, da floresta e da merda de alguns lagos ( são tão atrasados que os deixam gelar no Inverno…), pouco inteligentes e nada flexíveis ( nos antípodas dos brilhantes e intelegentíssimos franceses,por exemplo, ou portugueses, já agora…) só se regem pelo “sisu” , devidamente servido pelo “puukko”.
Os russki podem esclarecer e explicar – saber de experiência feito…
A Grécia já que foi: algumas das exigências dos ministros das finanças:
Alterar a legislação de 2015 que contraria as diretivas da troika;
Implementar as medidas do anterior programa cessado em 2014;
Privatização da ADMEI (edp lá do sítio);
Cumprir o tratado orçamental;
Reforma das pensões;
Excedente primário de 3,5% em 2018;
Abertura do comércio ao Domingo e outras.
Algumas destas exigências nós nunca as cumpriremos, logo, 19-2= 17!
Parece que, para o Manuel, as exigências dos credores são as mesmas para todos os países, independentemente da situação financeira de cada Estado, da actuação dos respectivos Governos e da confiança que mereçam em termos de cumprirem aquilo com que se comprometem.
Mas, sendo assim, não se compreendem os elogios ao Governo grego nem as críticas ao Governo português. Afinal, se o resultado é o mesmo independentemente do que façam…
É a economia, um país para ser sustentável tem de gerar crescimentos que paguem a sua dívida pública. A Grécia devia ficar no euro, mas seriam necessárias duas premissas: os credores aliviarem a dívida e a Grécia fazer uma reforma na despesa do Estado que gerasse os tais saldos primários(3,5%), mas se a reforma for o modelo Passos( corte de salários e pensões e aumento de impostos), os credores perderiam o dinheiro todo e mais o que emprestarem no 3º resgate. Como um governo marxista nunca poderá aplicar as medidas liberais hoje exigidas, resta a saída do euro. Em alternativa, um milagre dos deuses do Olimpo: o Tsipras a governar com um programa mais liberal que o Passos e aí, as Catarinas, Marizas e as Mortáguas atiravam-se ao Tejo.
Os dois ministros que tentaram reformar, o Vítor Gaspar e o Álvaro Santos Pereira, foram «corridos».
Se tentar reformar encalha no Tribunal Constitucional, máquinas partidárias, sindicatos, Santa Casa da Misericórdia, PSI 20…
Cavaco, Guterres e Sócrates criaram um monstro que agora está insaciável.
Enquanto tivermos por aí um Bagão Félix, um Cavaco Silva, um António Costa ou um Mário Soares será difícil.
O Regime está desenhado para sustentar uma corte e rendeiros de diversas categorias. O Estado Social e a «caridadezinha» são as migalhas que calam a ralé.
Manuel,
O “alívio da dívida” tem necessariamente que ser o ponto de chegada, não o ponto de partida. Foi isso que o EuroGrupo andou a tentar explicar a Tsipras e Varoufakis.
Quem deve dinheiro e precisa que lhe emprestem mais não pode começar por dizer que não paga o que já deve. Que confiança terão os credores para lhe emprestarem mais dinheiro?
Primeiro, o devedor tem que mostrar que merece confiança e que vai fazer o que fôr necessário para poder vir a pagar o que deve e o que está a pedir. Com tempo e a boa-vontade assim conquistada, poderá negociar juros mais baixos e maturidades mais longas. Eventualmente, até um perdão parcial da dívida. Mas sempre de forma discreta, como todas as negociações sensíveis devem ser feitas.
O governo grego fez precisamente o oposto: exigiu logo à partida um perdão da dívida, recusou as condições que os credores lhe pediam, insultou os credores e fez chantagem com as consequências de um Grexit, incluíndo virar-se para a Rússia. Um dos ministros ameaçou até facilitar o acesso de terroristas à União Europeia.
O resultado? Depois de lançar o caos na Grécia, levar a banca grega à beira da falência, desperdiçar o que que tinha atingido com os sacrifícios dos últimos anos e destruír a confiança e boa-vontade dos parceiros europeus, acabou a aceitar “pior” do que lhe era pedido (muito provavelmente para não cumprir e voltar a engonhar e fazer chantagem).
Pode ser ideologia, incompetência, irresponsabilidade e/ou pura estupidez. Mas de uma coisa poucos terão dúvidas: o comportamento do governo grego foi demasiado mau para não ser deliberado. E por isso não merece o mínimo crédito, benefício da dúvida ou boa-vontade.
Será que Alexis Tsipras ainda se ri?
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Claro que sim. Foi sempre a vontade do Syriza (ainda que inconfessa) a saída do Euro.
Agora estão todos apenas num “posturing” para saírem o melhor ossível na foto.. Ninguém quer ficar com a “batata quente”…………mas, friamente, tudo isto foi arquitectado pelo Syriza para sair do Euro a fazer de vítima.
Relembro e reitero: o Syriza sempre quis sair do Euro. Estes meses todos e todas estas “enigmáticas” (e desconcertantes) movimentações foram apenas para issso.
Não subestime o Syriza.
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Só para relembrar_
“A Coligação da Esquerda Radical (em grego: Συνασπισμός Ριζοσπαστικής Αριστεράς, Synaspismós Rizospastikís Aristerás, abreviado SYRIZA)….. ”
link:https://pt.wikipedia.org/wiki/SYRIZA
Para que não esqueça.
Sabem bem de onde vêm, onde estão e o que querem.
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Isso escrevi aqui.
Mas nestas coisas a Razão costuma vencer o Coração.
A Alemanha sai por cima e nós só temos de piar fininho e aguentar tudo como está.
A Grécia vai provar o sabor do PREC, daqui a umas décadas logo recupera… noutra geração. Esta está perdida.
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Luis,
Prec???? Ouve Adriano Moreira, esse terrivel comuna e vais ver o que ele diz sobre o que estão a fazer á Grecia.
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O “outro” é cabeça de lista 🙂
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Viva, viva!
Viva o Chavéz, Viva o Moro
Nas “arrancadas” directas
Tão feroz como um touro
Para gozo dos patetas
É só vesti-los de “Pátria”
Para arranjar uma frátria.
Mas com remuneração
Qu´o mestiço não é tolo
Vai no “baile” em condição
De também comer do “bolo”.
Esse à Pátria todo amor
Em ganância faz supor
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Em ganancia faz supor
São coisa do B P N
Mamaram cheios de furor
Agora vais-te foder…
Nã rima mas é vedade
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O Ministro da Economia da Grécia, Giorgos Stathakis, afirmou, esta noite, que o controlo de capitais vai continuar, pelo menos, durante mais…..dois meses…..mesmo com os bancos abertos…….sendo que não há data para sua reabertura.
Para bom entendedor……
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O Syriza fez vida negra à UE.
Meia Europa está farta.
O Varoufakis deu à sola e vai gozar a vida para os EUA ou para a Austrália.
As universidades americanas, inglesas, francesas ou alemãs andam a parir ideologias destrutivas que só trazem empobrecimento.
Os fracos de espírito vão na cantiga.
No Porto os bairros sociais misturam-se com as zonas da classe média e as zonas mais ricas. Conhecia da rua vendedores de droga e arrumadores. Os vendedores nunca consumiam e tinham boa vida. Os arrumadores, muitos ex-toxicodependentes, diziam que tinham sido «fracos de espírito».
Não vejo o Reino Unido interessado nem no socialismo nem na Esquerda Caviar, e muito menos no comunismo. Mas de Oxford saiu o novo Ministro das Finanças grego.
Enquanto o Sul importar a m*rd* intelectual que o Norte rejeita continuará nesta miséria podre.
Temos uma Tradição e é suficiente. Por cá até foram imitar o Direito alemão com o toque da chico-espertice e do socialismo. O resultado é um dos piores sistema de Justiça do Ocidente.
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O Syriza já tem o que queria.
Sai do euro e vai agora fazer-se de vítima.
A Alemanha é o alvo.
A partir de segunda-feira a comunicação social esquerdóide em Portugal entrará numa crise de histerismo e paranóia contra os alemães.
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O Syriza desaparece eleitoralente, se a Grécia sia do euro.
Não deverá sair, acabará por aceitar um governo-sombra que governará tecnicamente por eles, mas se saísse, o Syriza era pulverizado eleitoralmente.
Aliás, o governo é capaz de não se aguentar e deverá haver novas eleições. 😉
Se a Grécia for corrida do euro, o Tripas em vez de um heroi passa a traidor.
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Se a Alemanha é o alvo que morra a Alemanha e quem a apoia. Na História mundial não país mais bárbaro e colectivista do que a Alemanha. Desaparecer do mapa é cool.
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Luís PERMALINK
12 Julho, 2015 03:00
O Syriza já tem o que queria.
Sai do euro e vai agora fazer-se de vítima.
A Alemanha é o alvo.
A partir de segunda-feira a comunicação social esquerdóide em Portugal entrará numa crise de histerismo e paranóia contra os alemães.
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Já começou: veja Diogo Câmara 12 Julho, 2015 04:10
que parou no nazismo dos anos 20 do século XX.
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Não percebo as suas críticas à Alemanha. É a Alemanha que quer obrigar o Syriza a cumprir o Não do Referendo. lol
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Concordo em absoluto.
Mas afinal o povo grego votou não e a Alemanha mais a Finlândia são os únicos que os defendem?
Ao dizer não queriam o quê afinal?
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Nas ultimas decadas a Grecia sempre tive nos momentos mais dificeis um salvador. (salvador que nao messias) E ele ainda nao morreu…Este, este um tal Draghi.
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Adivinhem quem disse isto:
” So, Greece’s priority must be the re-negotiation of its agreement with the EU, accepting in the meantime tumult in the money markets as the price we need to pay for escaping from the ‘extend and pretend’ phase to a phase of genuine stabilization and growth. If this also means that, during our negotiations, Portuguese, Spanish and Italian yields rise, so much the better.
For it may mean that Lisbon, Madrid and Rome will be forced to participate creatively in this negotiation, forming a Peripheral front, so as to forge a new Eurozone architecture that stops the asphyxiation of proud nations in the name of inane, unenforceable, misanthropic rules.”
🙂
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Continua a maralha a pensar como se seguissem meras ideologias. E patati, patatá, isto e aqueloutro. E depois analisam a reacção dos gregos como se fossem de outros países.
Se eu quero defender Portugal, penso em Portugal e como Português. Se eu quero analisar como eventualmente reagirão os alemães, os gregos, os marcianos, tenho que tentar pensar como eles e com os olhos deles. Não posso projectar nos gregos as minhas ideias nem as minhas vontades.
Se eu quero defender Portugal, tenho que pensar como Português. E não ser seguidista. Se eu quero analisar os demais jogadores, tenho que tentar pensar como eles. E não projectar nas jogadas deles aquilo que eu desejo ou penso. Tenho que me Põr no lugar do outro, e tentar pensar como ele pensa, para chegar a determinadas conclusões. E tentar prever como eles se comportarão.
É engraçado que eu até li que foi graças ao Putin e ao Obama que haveria acordo. E, afinal, ainda não há acordo e ninguém na europa cede a pressões exteriores. Nem interiores, quanto mais exteriores.
Não confundam desejos com a realidade senão, continuarão a falhar constantemente nas vossas previsões. Já pensaram em aprender jogar xadrez? 😉
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Qual a próxima jogada previsivel dos gregos ou de alguém por eles?
Aceitarem um governo de unidade nacional, liderado talvez pelo Governador do Banco Central da Grécia, e com o Parlamento unido a aprovar as leis deste executivo.
É isto que está em cima da mesa. Um governo-sombra ou tecnocrata que governe a Grécia pelos artistas do Syriza. Se eles aceitarem, talvez o acordo seja conseguido. Se eles rejeitarem e o Tripas fizer questão de se manter como Primeiro Ministro, a Grécia é corrida do euro.
Eles ainda estão a casar-se, a definirem os termos do casamento, as clausulas do contrato, que títulos e bens serão acoplados à cópula marital, etc. E Vcs. começam logo a delirar com os vossos desejos ou preconceitos. 😉
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o problema não é a grécia nem as contas gregas…
a ideia é aniquilar o syriza, só!
(se o incompetente do samaras não tivesse provocado eleições a grécia estaria na mesma situação mas os “credores” continuariam a alimentar a dívida)
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“a ideia é aniquilar o syriza, só!”
Se fosse só isso, mesmo assim, já seria uma excelente acção. A vacina. 😉
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É ver os do leste- só ficam vacinados depois de provarem. Por lá ainda não provaram tudo. Só os acepipes.
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O Insider tem razão quanto ao Samarras, ele já se devia ter demitido há muito tempo e não agora que “perdeu” o referendo.
Não tem razão nenhuma, e só a sua cegueira é que o leva a dizer isso, é quando diz que, se o Samarra ainda estivesse no governo, a Grécia estava na mesma situação que está hoje. Quem assim fala andou a dormir.
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Começa tudo a ficar mais claro e entendo a aritmética do PR, 19-1= 18!.A Grécia já estava fora do euro, o Varoufakis levou as negociações demasiado longe e houve a rutura, por isso o referendo e a sua posterior demissão. Entra então em campo a França e lá manda uma equipa redigir o pedido de resgate e surgem as pressões do Obama, mas pode ser tarde. Existem profundas divisões na europa do euro, fundamentalmente Norte/SUL, que coincide com Protestantes/Católicos e Ricos/Pobres, os anglicanos assistem. Pensa que é a prova do algodão do euro e da UE, a Grécia deve receber ordem de saída e o euro estoira, mas o que tem de ser tem muita força. O euro só funcionará com uma transferência de riqueza do Norte para o Sul, como os povos do Norte não querem pagar e como os povos do Sul(incluindo Portugal) não fizeram, nem querem fazer, as transformações nas suas economias só lhes resta saírem do euro.
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“O euro só funcionará com uma transferência de riqueza do Norte para o Sul, como os povos do Norte não querem pagar e como os povos do Sul(incluindo Portugal) não fizeram, nem querem fazer, as transformações nas suas economias só lhes resta saírem do euro.”
Mais um disparate. Vc. só escreve disparates. Segue demasiado enlatados ideológicos de fora.
Sabe quanto transfere anualmente os USA para o Porto Rico? lol
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A semana passada a Alemanha financiou-se no mercado de dívida a dois anos a juros de -0,26%, que competitividade é possível entre economias do Norte e do Sul? Para já não falar das ineficiências das nossa empresas, da qualidade dos gestores e dos trabalhadores, o euro agrava as diferenças numa europa assimétrica. Os dinheiros vieram da europa, algum a fundo perdido e a maior parte foi consumido a fazer rotundas, piscinas no deserto, formação em técnicos de aeródromos e outra vigarices para receber “luvas”, agora têm o retorno do capital, ajoelha, vai ter de rezar e olho da rua!
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manuel,
Exactamente, quais são as limitações das economias do Sul que estas nunca conseguirão ultrapassar e fazem com que não possam vir a competir com as do Norte?
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Juntaram-se com os Gregos Independentes para piscar o olho à Rússia.
Agora estão a braços com os Finlandeses Independentes.
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E não só. O resgate tem de ir a votos em 6 parlamentos e nada está garantido. Espero o pior.
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Aceita finalmente aquilo que o Governo grego tem andado a fazer por tornar inevitável e que todos os com dois dedos de testa e um mínimo sentido da realidade já há 5 meses viam que ia acontecer?
Que ninguém diga que o Manuel se precipita em aceitar a realidade.
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Pois é
“:O))
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“A semana passada a Alemanha financiou-se no mercado de dívida a dois anos a juros de -0,26%, que competitividade é possível entre economias do Norte e do Sul? ”
Estimado Manuel, o meu amigo é um alienado mental. Está colonizado mentalmente. Vive de entalados mentais.
Se o meu amigo acha que os juros são o mais importante, quer dizer que é impossível haver livre concorrência sem haver juros iguais para todos os agentes económicos. Ou seja, levando à letra os seus completos disparates e alienações mirabolantes, o estado teria que acabar com os mercados monetários e impôr à banca, taxas de juro iguais para todos.
Infelizmente o meu amigo vive de sebentas, que lê lagures por aí. Mas pensa pouco. É apenas um papagaio: “Olá! Olá! Olá.”
Repete apenas aquilo que ouve algures.
Vá, descanse a moleirinha e dedique-se antes à pesca, que assuntos económicos não são para si. 😉
Diga-me. A saída da Grécia é boa ou má para Portugal? Se me responder, com lógica e sustentado em termos de raciocinio lógico e sustentado em factos, eu terie todo o gosto em debater o assunto consigo. Senão, como uma vez já lhe disse. Vc. parece apenas o Camarada Jerónimo. “Olá! Olá! Olá!” 🙂
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Quem é que disse isto?
“Renegociação da dívida é incontornável”
a) Comentador Manuel do Blasfémias
b) Jerónimo de Sousa, líder do PCP
c) Nenhum dos dois
d) ambos
e) Presunto Serrano
Resposta in http://tinyurl.com/plk8np7 lol
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Para quem anda sempre com um martelo na mão só vê cabeças de pregos.
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Manuel,
Foi precisamente isso que o anti-comuna escreveu: o Manuel devia arranjar mais ferramentas.
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” Por lá ainda não provaram tudo. Só os acepipes.”
Pois não. Na guerra civil, os democratas derotaram os comunas e nem chegaram a provar a sério o comunismo. Se calhar precisariam mesmo de os provar a sério.
Mas não deverá acontecer, se eles se manterem no euro. 😉
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Se saírem provam.
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Eu, digo mais, para Portugal continuar no euro, a dívida tem de ser renegociada e o tratado orçamental tem de ser revisto. Se nada for feito, seguiremos o caminho da Grécia e não precisei de estudar pelas sebentas ou livros dos economistas marxistas.
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“Se nada for feito, seguiremos o caminho da Grécia e não precisei de estudar pelas sebentas ou livros dos economistas marxistas.”
Ainda bem que admite seguir os livrinhos marxistas. Já o tinha percebido. 😉
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A dívida paga-se. Não é muito difícil ter excedentes se alguém der um murro na mesa. Reformar o Estado não é nada do outro mundo e mais uns anos vai acontecer, deixe só que desapareça a geração dos «amanhãs que cantam», que sonhou com o comunismo em 1974. O Estado tem de dar um valente corte nas pensões do funcionalismo, matar o Estado paralelo, reduzir o número de municípios, reduzir o número de funcionários em diferente áreas, e mudar radicalmente o sistema do SNS para um sistema de seguros, e a Escola e Universidades para um sistema de cheque-ensino com tempo limitado (se um curso é 3 anos, o estudante só recebe dinheiro durante 3 e ponto final).
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Luís: concordo em algumas das reformas que expressou.. Mas eu pergunto-lhe? Este governo não reformou quase nada, limitou-se aumentar impostos e cortar salários e pensões, já prometeu a reposição dos salários e a devolução de algum imposto da tributação adicional. O PS vai ser governo, é inexorável.Acredita que o PS, com o programa que apresentou vai reformar alguma coisa? Estamos condenados.
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Luís,
O que acha reformar o Estado é uma dieta leve e facilmente reversível. Seria apenas um io-io, mal a esquerda voltasse a chegar ao poder.
O que Portugal precisa é de uma IV República, onde o Estado é outro, completamente diferente. E de tal forma diferente que, mesmo apanhando o poder, a esquerda demore décadas a chegar de novo à situação presente.
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Eles vão fazer o que sempre fizeram. Fazem remendos de última hora, até agora têm aumentados impostos ou vendido activos, e tentam esconder despesas e dívidas debaixo do tapete. Como o IVA, IRC ou IRS já estão altos, desta vez devem pegar em taxas como a taxa turística ou em impostos como o IMI ou novos impostos sobre heranças e propriedade.
É um adiar do inevitável.
Portugal pode ter um modelo mais social-democrata ou mais liberal mas sem excedentes não se livrará do fardo do dívida nem poderá respirar. Eles acham que com crescimento acima do crescimento da dívida a coisa irá ficar composta.
Ora eu acho que vamos crescer pouco, quase nada, por várias razões. O petróleo barato acabou, temos uma electricidade cara, o esforço fiscal está muito acima da média da UE, a globalização e a transferência de recursos dos países ricos para os pobres veio para ficar, o crescimento do Turismo está condenado no longo prazo (basta o mundo árabe estabilizar), e a população irá diminuir.
Os fidalgos que comem do Orçamento serão muito difíceis de combater, as regras do jogo estão armadilhadas por todos os lados. Com o PS havia a mama das obras públicas, com o PSD e o CDS tem sido inflacionada a mama do negócio da «caridadezinha» e das IPSSs.
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Aí está um ditado popular muito sábio. Aplica-se como uma luva a Portugal… E quem votou neles, que não votasse!
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Em quem? No Syriza?
Daqui a duas semanas poucos gregos confessarão ter votado no Syriza. Daqui a poucos meses poucos portugueses quererão votar «na mesma linha» do António Costa.
A Grécia é a montra do comunismo.
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A nossa esquerda [traída por Tsipras e pelo Syriza] está a ver uns cornos de metro a crescer na cabeça e está agora muito aflita de serrote na mão a ver se disfarça a imagem. A começar pelo Messias, que já se está a colocar num papel supra-partidário europeu. O Guterres também tinha assim umas manias de mudar a Europa e o mundo a partir do Terreiro do Paço. Ainda por cima os hollandizos foram lá dar uma ajuda e diziam que aquilo estava muito bem. Vai dar barraca.
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Façam Sopa de Corno. http://www.dailymotion.com/video/x2p5kvp
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«O que Portugal precisa é de uma IV República, onde o Estado é outro, completamente diferente. E de tal forma diferente que, mesmo apanhando o poder, a esquerda demore décadas a chegar de novo à situação presente.»
Mas tem de ser tudo muito bem desenhado em termos Constitucionais e de arquitectura das instituições, e bem blindado em termos de despesa, com limites ao endividamento, proibição total da existência de um Estado Paralelo, etc.
Mesmo com IV República se as coisas não forem feitas os velhos hábitos instalar-se-ão rapidamente e isso sucederá porque o problema é cultural. O povo e as elites não passaram pela alteração de estado mental que a Reforma provocou no Norte.
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Há os syrizas e muitos outros palermas, um pouco por toda a Europa, mas há algo que se aprende relativamente a qualquer negociação, e não é preciso ser diplomata de carreira.
Não se fazem acordos quando as partes não se respeitam, e desde o principio que vejo o Tsipras e o Varofuck a ofender indecentemente os parceiros, desde a Merkl até ao Passos Coelho.
Como é que esperam simpatia quando todos os dias fazem isto?
Não é à toa que ninguém suporta o robin dos bosques que acabou por se demitir das finanças gregas, todos os outros deviam ter nojo do gajo.
Mas para acabar de vez com este impasse, eu gostava mesmo era de ver referendos pelos outros 18 a perguntar ao povo se concorda com aumentar os seus impostos para pagar as dividas gregas.
Gostava até de ouvir o Jerónimo e a Catarina a explicar aos desempregados portugueses que a obrigação do governo do Passos é de resolver os problemas gregos. E que estando com uma austeridade brutal em cima, ainda deviamos carregar mais para aliviar os irmãos gregos.
Gostava mesmo!
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Churchill,
O Jerónimo e a Catarina não teriam qualquer pejo “a explicar aos desempregados portugueses que a obrigação do governo do Passos é de resolver os problemas gregos” porque, para eles, o Governo português tem o direito de decidir sobre o dinheiro dos alemães e finlandeses e só não o faz por maldade.
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Sondando
São as sondagens, Senhores,
Cabeças p´ra formatar
A tortura, os horrores
Que nos querem aplicar.
Jerónimo assim diz
Fê-lo porque assin quis.
Ninguém lhes nega saber
Nessa do formatação,
Falta só se conhecer
Qualquer um d´adopção,
P´ra se topar num instante
Mais um tolo petulante.
São grávidos de certezas,
É que se em dúvida puseres
Não usam delicadezas,
Nem que sejam mulheres:
De fascista é-se apodado
De escárneo acompanhado.
Licas fecit
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Com a entrada na dança dos marretas finlandeses a coisa fica ainda mais grega para os gregos.
Aqueles primitivos da neve, da floresta e da merda de alguns lagos ( são tão atrasados que os deixam gelar no Inverno…), pouco inteligentes e nada flexíveis ( nos antípodas dos brilhantes e intelegentíssimos franceses,por exemplo, ou portugueses, já agora…) só se regem pelo “sisu” , devidamente servido pelo “puukko”.
Os russki podem esclarecer e explicar – saber de experiência feito…
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A Grécia já que foi: algumas das exigências dos ministros das finanças:
Alterar a legislação de 2015 que contraria as diretivas da troika;
Implementar as medidas do anterior programa cessado em 2014;
Privatização da ADMEI (edp lá do sítio);
Cumprir o tratado orçamental;
Reforma das pensões;
Excedente primário de 3,5% em 2018;
Abertura do comércio ao Domingo e outras.
Algumas destas exigências nós nunca as cumpriremos, logo, 19-2= 17!
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Parece que, para o Manuel, as exigências dos credores são as mesmas para todos os países, independentemente da situação financeira de cada Estado, da actuação dos respectivos Governos e da confiança que mereçam em termos de cumprirem aquilo com que se comprometem.
Mas, sendo assim, não se compreendem os elogios ao Governo grego nem as críticas ao Governo português. Afinal, se o resultado é o mesmo independentemente do que façam…
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É a economia, um país para ser sustentável tem de gerar crescimentos que paguem a sua dívida pública. A Grécia devia ficar no euro, mas seriam necessárias duas premissas: os credores aliviarem a dívida e a Grécia fazer uma reforma na despesa do Estado que gerasse os tais saldos primários(3,5%), mas se a reforma for o modelo Passos( corte de salários e pensões e aumento de impostos), os credores perderiam o dinheiro todo e mais o que emprestarem no 3º resgate. Como um governo marxista nunca poderá aplicar as medidas liberais hoje exigidas, resta a saída do euro. Em alternativa, um milagre dos deuses do Olimpo: o Tsipras a governar com um programa mais liberal que o Passos e aí, as Catarinas, Marizas e as Mortáguas atiravam-se ao Tejo.
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Os dois ministros que tentaram reformar, o Vítor Gaspar e o Álvaro Santos Pereira, foram «corridos».
Se tentar reformar encalha no Tribunal Constitucional, máquinas partidárias, sindicatos, Santa Casa da Misericórdia, PSI 20…
Cavaco, Guterres e Sócrates criaram um monstro que agora está insaciável.
Enquanto tivermos por aí um Bagão Félix, um Cavaco Silva, um António Costa ou um Mário Soares será difícil.
O Regime está desenhado para sustentar uma corte e rendeiros de diversas categorias. O Estado Social e a «caridadezinha» são as migalhas que calam a ralé.
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Manuel,
O “alívio da dívida” tem necessariamente que ser o ponto de chegada, não o ponto de partida. Foi isso que o EuroGrupo andou a tentar explicar a Tsipras e Varoufakis.
Quem deve dinheiro e precisa que lhe emprestem mais não pode começar por dizer que não paga o que já deve. Que confiança terão os credores para lhe emprestarem mais dinheiro?
Primeiro, o devedor tem que mostrar que merece confiança e que vai fazer o que fôr necessário para poder vir a pagar o que deve e o que está a pedir. Com tempo e a boa-vontade assim conquistada, poderá negociar juros mais baixos e maturidades mais longas. Eventualmente, até um perdão parcial da dívida. Mas sempre de forma discreta, como todas as negociações sensíveis devem ser feitas.
O governo grego fez precisamente o oposto: exigiu logo à partida um perdão da dívida, recusou as condições que os credores lhe pediam, insultou os credores e fez chantagem com as consequências de um Grexit, incluíndo virar-se para a Rússia. Um dos ministros ameaçou até facilitar o acesso de terroristas à União Europeia.
O resultado? Depois de lançar o caos na Grécia, levar a banca grega à beira da falência, desperdiçar o que que tinha atingido com os sacrifícios dos últimos anos e destruír a confiança e boa-vontade dos parceiros europeus, acabou a aceitar “pior” do que lhe era pedido (muito provavelmente para não cumprir e voltar a engonhar e fazer chantagem).
Pode ser ideologia, incompetência, irresponsabilidade e/ou pura estupidez. Mas de uma coisa poucos terão dúvidas: o comportamento do governo grego foi demasiado mau para não ser deliberado. E por isso não merece o mínimo crédito, benefício da dúvida ou boa-vontade.
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