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descubra as 7 diferenças

15 Julho, 2015
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2235 2015-07-10-11-julho-2015-alexis-tsipras-capa-revista-2228-

20 comentários leave one →
  1. Diogo Câmara's avatar
    Diogo Câmara permalink
    15 Julho, 2015 04:16

    Eu sempre disse que o Sr. Alexis Tsipras e o Syriza não passavam dum pacífico e moderado movimento social-democrata de esquerda. Burguês e urbano.
    Se fosse com o KKE-Partido Comunista Grego ou com a «Aurora Dourada», a esta hora Berlim estava cercada e o porco do ministro das finanças alemão, estaria assado no espeto.
    Tenho dito.

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    • holonist's avatar
      holonist permalink
      15 Julho, 2015 05:37

      Se nao fosses estupido, gostavas de ter sido o que ?

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      • Diogo Câmara's avatar
        Diogo Câmara permalink
        15 Julho, 2015 15:03

        Gostava de ser holonist, ó badameco!

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  2. Luís's avatar
    Luís permalink
    15 Julho, 2015 05:43

    Estamos em 2015 e vamos a caminho da segunda década perdida. Já parecem as décadas que antecederam a ditadura.

    Portugal não se safa com impostos altos nesta Europa.

    Ora vejamos. Somos um país de salários baixos, impostos altos, esforço fiscal quase o dobro da média da UE, custo de vida europeu, bens e serviços mais caros que em países bem mais ricos. O que resulta de tudo isto? Uma emigração maciça para o cerne industrial da zona euro, ou seja, Norte de Itália, França, Áustria, Benelux, Alemanha. Ou então para o Reino Unido, e também para a Irlanda. É isto que está a suceder em Portugal. E não saem apenas licenciados. Saem os melhores trolhas, pintores, carpinteiros, electricistas. E saem os jovens que não sendo nada disto, têm pelo menos a iniciativa de abandonar o conforto da terra natal.

    Como o índice de fertilidade não vai provavelmente subir acima de 1.50 nos próximos anos, se a isto juntarmos a emigração de jovens, que continuará a ser intensa, quais serão as consequências? Bem, já estão à vista. Faltam trabalhadores portugueses em algumas áreas, não há gente a descontar, os empregadores têm de buscar trabalhadores de países que não precisam da zona euro. A população diminui, ficamos um país de velhos, sem futuro.

    Dentro da zona euro, como se resolve este problema? Uma vez que somos um país periférico, eu proporia estas medidas:

    1) O renascimento do comércio nas cidades próximas da fronteira, como Vila Real de Santo António, Elvas, Valença. Para isso temos de ter preços mais baixos que os praticados em Espanha. Temos de facto salários mais baixos, mas os impostos são mais altos. Portanto, teríamos de ter, por um exemplo, um IVA inferior ao espanhol. Mas isso não seria suficiente.

    2) Sendo assim, deveria haver o compromisso de voltarmos à taxa máxima de 17% e à taxa mínima de 5%. Mas com estes níveis de despesa e défice será possível? É, se houver uma profunda reforma do Estado. Há alternativas.

    3) Baixando o IRC para um valor irlandês, como queria Álvaro dos Santos Pereira, se fosse complementado com a criação de áreas empresariais internacionais, perto da fronteira, por exemplo em Elvas ou Vila Real de Santo António, poderia ajudar à captação de investimento espanhol ou de outros países europeus. Algumas destas cidades até têm parques empresariais semi-abandonados, com lotes por vender, seria uma maneira de rentabilizar este investimento público.

    4) Devem ser tomadas medidas para um maior dinamismo do mercado de arrendamento e do mercado fundiário. As rendas continuam excessivamente altas em várias cidades, atendendo aos rendimentos médios dos jovens. Algumas medidas podem passar pela redução do IVA no arrendamento a jovens ou a idosos com pensões mais baixas, IMIs mais reduzidos para imóveis situados nos centros urbanos em bom estado e no mercado de arrendamento, IMIs pesados para imóveis devolutos ou abandonados em centros urbanos. Tolerância zero para congelamentos de rendas e mecanismos legais que obriguem herdeiros a tomar decisões céleres sobres as divisões de heranças. O mercado terá de ser inundado com imóveis para arrendar para os preços baixares.

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  3. Luís's avatar
    Luís permalink
    15 Julho, 2015 06:05

    5) A ADSE deve ser estendida a todos os portugueses. Os centros de saúde devem ser vendidos a médicos. Cada médico só poderá ficar com x centros de saúde, como sucede na posse das farmácias. O dinheiro da venda dos centros de saúde deve passar para um fundo para pagamento da dívida do Estado. Os médicos que permanecerem a trabalhar nos Hospitais do SNS terão de fazê-lo em regime de exclusividade. Alguns serviços como as consultas externas devem ter taxas moderadoras mais altas para aqueles que têm rendimentos mais elevados, princípio do utilizador-pagador. Nos próximos anos aumentará a despesa do SNS devido ao aparecimento de novos fármacos inovadores contra o cancro, HIV, doenças raras, etc. É preciso portanto garantir que todos terão acesso a tratamento quando precisarem, e ao tratamento que precisam, e ao mesmo tempo levar a cabo uma reforma que reduza o impacto do SNS no Orçamento de Estado. E isto implicará uma privatização parcial do sistema e o recurso a um sistema de seguros de saúde.

    6) Na Educação sugiro que se encerrem algumas escolas de ensino básico, que nunca deveriam ter sido construídas. A rede escolar tem discrepâncias territoriais gritantes. O financiamento ao Ensino Privado deve ter um termo. Deve ser instituída uma rede de empréstimos de livros nas escolas com penalizações severas para os alunos que destruam ou não devolvam os livros. O GAVE deverá emitir todos os anos um Guia de Exame com todos os conteúdos avaliados, ou seja, um manual de estudo, gratuito, lançado em PDF no seu site. Na certificação e educação de adultos, o Ministério poderá recorrer às novas tecnologias e lançar um sistema de educação online, com aulas em stream, uma versão moderna da antiga telescola. Os alunos depois deslocar-se-iam à escola apenas para serem avaliados e esclarecer dúvidas.

    7) No Superior, os alunos que reprovem sem justificação plausível (doença, gravidez, trabalhador) devem pagar propinas mais elevadas e ter um prazo para conclusão do curso a partir do qual passarão a pagar o custo real da sua frequência. Os alunos que reprovem mais de uma vez à mesma disciplina devem pagar o custo real da frequência da disciplina pela terceira vez. Deve voltar a haver época de Setembro para todos os alunos com o limite de inscrição de uma a duas cadeiras por semestre e com taxa moderadora equivalente ao custo real de realização e correcção do exame. A propina máxima deve ser adequada à realidade económica das nossas famílias e à media europeia. Sendo assim, deve ser reduzida para menos de 500 euros. Por outro lado, o Estado terá de fazer poupanças avultadas: extinguir os ciclos básicos de Medicina dos Açores e Madeira, optar pela redução do número de cursos (por exemplo, 3 do curso A com 150 vagas em vez de 10 cursos do curso A com 40 vagas cada), fechar cursos com desemprego elevados (devem encerrar algumas escolas de enfermagem, os cursos de Ciências Farmacêuticas de Faro e Covilhã, devem ser reduzidas as vagas em Direito, etc.).

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    • Libertas's avatar
      Libertas permalink
      15 Julho, 2015 22:20

      Revela-se muito mais eficaz e barato financiar escolas não-estatais do enterrar dinheiro em escolas em que os seus trabalhadores passam mais tempo a murmurar sobre a sua entidade patronal do que a trabalhar

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  4. Luís's avatar
    Luís permalink
    15 Julho, 2015 06:13

    8) Deve ser nomeada uma comissão técnica com Geógrafos ou Engenheiros do Território, para que de forma totalmente independente defina um novo mapa do poder local. O número de municípios será reduzido muito especialmente na região Centro. Serão criadas duas áreas urbanas, Porto e Lisboa, que absorverão a área urbana actual contínua e constituirão um único município. As freguesias nas novas áreas urbanas de Lisboa e Porto terão mais competências. O concelho piloto para a nova reforma poderá ser o novo concelho do Baixo Guadiana, constituído pela junção dos concelhos de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    E agora vou trabalhar. Ficam aqui algumas sugestões para uma Reforma do Estado.

    Pelas contas que já fiz por alto é possível reduzir a despesa para 50 mil milhões de euros reduzir o IRC e o IVA, e tirar as portagens de 2 ou 3 auto-estradas.

    Sem redução dos impostos e sem redução dos preços das rendas, electricidade, comunicações e de alguns bens (a lei da cópia privada foi um tiro no pé) Portugal entrará numa lenta decadência… e no passado sabemos o que aconteceu.

    Ou isto ou saímos do euro com todas as consequências imprevisíveis que surgirão dessa opção.

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    • António Costa é o salvador's avatar
      António Costa é o salvador permalink
      15 Julho, 2015 10:59

      Subscrevo Luís. Ainda ontem estava a debater com amigos isso com amigos. Se a ADSE passou de há 2 anos para cá a ser auto sustentável e é muito mais eficiente que o SNS. Vale mais acabar com o SNS e alargar a ADSE a toda a população. Menos 8000 milhões de euros de despesa do Estado e com isso menos défice e menos impostos

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    • Francisco Miguel Colaço's avatar
      15 Julho, 2015 15:41

      Luís,

      Se simplesmente fizer com que os novos contratos de arrendamento sejam livres e tenham resolução rápida em caso de incumprimento do inquilino (60 dias no máximo até ao despejo) em breve terá os centros das cidades arrendados. Não é preciso mexer em impostos.

      Na educação, basta financiar o aluno e tornar as diversas escolas cooperativas com fins lucrativos ou privadas, avaliadas por exames nacionais anuais. Em dois anos deixa de ter más escolas.

      Não ponha estado, peço-lhe, onde o estado faz trampa.

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  5. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Julho, 2015 07:29

    O Rui admira-se com as promoções do Expesso? Então não foi o director do pasquim que promoveu este tipo?

    Mas o que lhwes deve estar a estragar a campanha negativa promovida pela imprensa contra o Passos Coelho é a realidade:

    “Hotéis esgotam mesmo com preços a duplicar

    Começa na segunda quinzena de julho e termina no final de agosto a grande migração dos portugueses que elegem o Algarve como destino de férias.”

    in http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4680908

    Imaginem os patetas a queixarem-se que ainda estamos em recessão e um crescimento ténue (palavras da Clarinha Lisboeta de Sousa) e ao mesmo tempo os hoteis esgotam mesmo com preços a duplicar. lol

    É por isso que a mensagem do Parodiante de Lisboa não cola. Porquê? O tipo insulta e chama mentiroso ao Passos Coelhos mas o gajo é que tem um discurso que não cola com a realidade. E até mente sempre que pode, como acusar o governo de ser o pior algoz contra os gregos.

    Vão levar uma banhada monumental. 🙂

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  6. Luís Marques's avatar
    Luís Marques permalink
    15 Julho, 2015 07:35

    A Clara de Sousa não é de Lisboa, é de Rio de Mouro e isso faz toda a diferença. Qualquer lisboeta sabe que a malta de Rio de Mouro/Rinchoa/Mercês/Mem Martins é bimba!

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  7. Ali Kath's avatar
    Ali Kath permalink
    15 Julho, 2015 08:31

    internacional do gamanço
    nunca dispensarão o meu guito

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  8. insider's avatar
    insider permalink
    15 Julho, 2015 10:04

    também podiam fazer uma capa assim:

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    • holonist's avatar
      holonist permalink
      15 Julho, 2015 10:35

      Pastilhas renie , se nao tiveres podes usar sais de fruto ou kompensan , se nada disso funcionar podes tambem ir para Mykonos conviver com os locais.

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    • Francisco Miguel Colaço's avatar
      15 Julho, 2015 15:43

      Insider,

      Já viu o novo número do crescimento esperado este ano? Melhor impostores destes do que impostores genuinamente impostores.

      Estes não são brilhantes. Os outros são, enfim!, buracos negros.

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  9. Jorge's avatar
    Jorge permalink
    15 Julho, 2015 16:40

    O Tsipras conseguiu uma quebra do pib de cerca de 10 mil milhões face ao previsto para o ano de 2015.
    Está de parabéns. Um homem só conseguir em 6 meses tal proeza é de facto algo fora de série.
    Será interessante sabe se o Costa o consegue superar. O que é que voçês acham? Acham que consegue?

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  10. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    15 Julho, 2015 20:10

    Não é surpreendente, o Expresso é um jornal da Extrema Esquerda.

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  11. Diogo Câmara's avatar
    Diogo Câmara permalink
    15 Julho, 2015 20:13

    O Expresso, o jornal do regime, propriedade do maior mamão do 25 de Abril e do Estado?
    Este Lucky é um ponto.

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  12. von's avatar
    von permalink
    15 Julho, 2015 23:26

    No meio de tanto paleio, a turba esquece-se de algo fundamental: Até ver, o Tsipras é o único governante grego que não está envolvido em corrupção. Ou já se esqueceram de todos os outros???

    ps: Até Junckers e Lagarde, já viram o seu nome envolvido em assuntos, “menos”, nítidos…

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