Quem é Passos Coelho?
30 Agosto, 2015
Tema do meu artigo de hoje no Observador: Passos Coelho revelou-se um bom líder de crise. O que não sabemos é se também é um bom político para tempos normais. Aqueles em que se tomam as decisões que nos levam às crises.
124 comentários
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Errado. Passos Coelho revelou-se um péssimo líder de crise.
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PPC nao soube lidar com a crise, nem de perto nem de longe. Foi na treta que era preciso cortar, cortar, sem saber bem o quê. Depois foi preciso aumentar, aumentar impostos para compensar a perda das receitas.
Resumindo: aumentou drasticamente os impostos e nao curtou nada nos desperdicios. Lembrou-se de cortar nos cuidados médicos e nas reformas.
Alguém viu cortar mordomias?
Alguém viu tomar medidas de gestao equilibrada?
Nada, nadinha, e tem a lata de aparecer como o Salvador da Patria.
Por mim, nem 1 voto devia ter, para tomar consciência das burrices que fez.
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Houve alguma vontade. Eram contudo cortes cegos… e a Constituição não deixa…
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Não deixa? E deixa reduzir os generais de 67 para 65 lugares, com menos 10 mil militares que há poucos anos atrás? Reforma “Defesa 2020”, a maior mexida na tropa desde o PREC.
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“Por mim, nem 1 voto devia ter, para tomar consciência das burrices que fez.”
Ó Anti-voto,
tendo o nome que tem, como escreve uma coisa destas?!
Votos?!
Nenhum para ninguém!
Viva a abstenção militante, inteligente e honrada.
Quem não se sente não é filho de boa gente!
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Liderou e governou assim-assim ou se quiserem benzinho.
Melhor do que JSócrates se tivesse continuado. Mais político do que o JS e o ACosta futuro PM — responsabilidade inteira de quem o vai colocar em S.Bento.
PPC governaria adequadamente em “tempos normais” (com algumas decisões menores inadequadas e contestáveis), mas não espatifaria o que (nos) custou a recuperar.
CMartins teve há momentos vastíssimos minutos em directos na SICN e na RTPI por ocasião do encerramento do fórum do BE, partido minoritário. Mais do que o PPCoelho no encerramento da universidade do P”SD”, o partido mais votado. Aprendam com o BE como conquistar a comunicação social ou fazer valer equidade de tratamento editorial.
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“Liderou assim assim ou se quiserem benzinho”
E não tenha dúvidas que só o pode classificar assim porque andou a chicote da troika..
Porque senão teria sido a desgraceira habitual dos últimos 40 anos.
Mesmo assim não foi capaz de fazer o mínimo da reforma do estado, já que a suprema constituição dos direitos não contempla deveres.
E não mexam nele não que há-de ser a cova e o caixão deste esterco.
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Indesculpável que o PPCoelho não tivesse obrigado o PPortas a concretizar a Reforma do Estado.
Incompreensível que não tenha tentado pagar à troika doutro modo para não massacrar tanto os tugas e as empresas.
Liderou e portou-se assim-assim ou se quiserem benzinho.
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Um benzinho menor é sempre melhor que um mauzeco. Excepto para o Mauzeco & Associados, Sociedade de Exploração Político-Popular sem Limites.
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Os portugueses deveriam ter noção que neste preciso momento balançam entre a América Latina e a Europa. Num estudo de valores europeu feito há uns anos Portugal era curiosamente o único país europeu que se enquadrava no grupo de valores da América Latina, estando a Espanha e a Itália no grupo das sociedades europeias católicas.
Ora Portugal tem muita coisa em comum com as sociedades mais atrasadas da América latina. Vejamos a programação. Qual é o produto rei? Telenovelas. Portugal é um dos maiores produtores de telenovelas do mundo, juntamente com o Brasil, México e Argentina. E os nossos telejornais são semelhantes aos do lado de lá, com uma componente de notícia- espectáculo exacerbada. Que se veja um telejornal da TVE… a diferença em relação à RTP é brutal!
Tal como na América Latina, não temos Ordenamento. As nossas cidades são um misto de edifícios degradados, ruínas, mamarrachos, edifícios com qualidade, condomínios privados de luxo. Escasseiam os espaços verdes públicos, os transportes são caros e ineficientes. Em Espanha, aqui mesmo ao lado, o cenário é outro. Não há povoamento disperso, as povoações estão bem delimitadas, e os centros urbanos menos degradados.
Depois, temos a corrupção. Tal como no Brasil, Argentina ou México, os grandes casos de corrupção com figuras políticas são comuns. Exemplos não faltam. BPN, Portucale, Cova da Beira, Freeport, entre outros. E depois há os casos de captura do Estado pelo poder privado, como sucedeu com os casos das PPPs e daTDT.
Quando começou o afastamento em relação à Europa?
Embora não seja fã do Estado Novo, suspeito que foi quando Salazar saiu do poder e entrou Marcelo Caetano. Com o 25 de Abril, a situação piorou ainda muito mais.
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Passos Coelho não é um iluminado de esquerda.
Os iluminados de esquerda servem para pôr o país no buraco fundo, se os deixarem.
Passos Coelho tentou evitar o pior, embora nem sempre o tenha conseguido.
Os iluminados de esquerda prometem o paraíso e logo vem o inferno para os outros.
A Passos Coelho não restava senão assinar o papel redigido pelo gang.
Os iluminados de esquerda nem sequer teriam capacidade para cumprir o que assinaram.
Passos Coelho não é um génio, não previu as dívidas descomunais escondidas pelo gang.
Só entre os iluminados de esquerda se encontram os génios.
Passos Coelho e muitos dos que o rodeiam têm coragem.
Problema para os intrujões, para quem a coragem e o mérito, são palavras malditas.
A apreciação de um político não se faz num instante.
Até para julgar um “inocente” teremos que esperar alguns meses.
Haja calma.
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Olhando para o nosso PIB e IDH, estamos também entre a Europa e a América Latina.
É que parte do nosso PIB é ilusório. Deve-se a dívida que foi contraída e que não trará mais riqueza. Trata-se de endividamento externo para as famílias portuguesas comprarem primeira habitação e para o funcionalismo comprar casa de férias no Algarve. Não foi dinheiro aplicado na agricultura, ciência, investigação, indústria, serviços de cariz tecnológico e científico…
Ora nós temos obrigação de convergir com o PIB da Catalunha, do Norte de Itália, do País Basco… de outras regiões com uma cultura, recursos e clima idênticos ao nosso. Mas para o fazermos em 10 anos teríamos de crescer mais de 5% ao ano. Ora se crescermos mais de 1% ao ano nos próximos dez anos será fantástico. Ou seja, estamos condenados à miséria. Se houver uma crise financeira no Ocidente, e vai haver pois já está a ser cozinhada, corremos graves riscos. Cairemos mais que a Grécia…
Por tudo isto o próximo Governo será um dos mais importantes da nossa História recente. Duvido que tenha coragem de fazer as duras reformas que nos levariam a convergir com as regiões ricas do Sul da Europa. Para tal, seria necessário um choque fiscal, e uma quebra brutal de despesa do Estado, tudo isto aliado a reformas de choque na Justiça, Saúde e Educação, poder local e Segurança Social. Seria necessário também repensarmos a questão do nuclear em Portugal. Mas se voltarmos ao passado, ao padrão de políticas de Guterres e Sócrates, o tombo será maior que o grego.
Queremos ser europeus ou brasileiros?
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“É que parte do nosso PIB é ilusório. Deve-se a dívida que foi contraída e que não trará mais riqueza. Trata-se de endividamento externo para as famílias portuguesas comprarem primeira habitação e para o funcionalismo comprar casa de férias no Algarve. Não foi dinheiro aplicado na agricultura, ciência, investigação, indústria, serviços de cariz tecnológico e científico…”
E o Turismo em Portugal não está a crescer muito acima do ritmo de crescimento mundial? E não se deve a que este mau endividamento está agora a ser corrigido, com as familias a usarem essas habitações para obter rendimentos, com o aluguer de casas aos turistas?
E Portugal não criou um dos melhores sistemas de licenciamento turiticos do mundo? Uma importante reforma estrutural, que nos coloca entre os melhores do mundo?
Depois, grande parte do endividamento Português é feito por multinacionais, Portuguesas, que investiram bastante no exterior. EDP, Petrogal, são exemplos de elevados endividamentos (só a EDP deverá ser responsável por 10% do endividamento corporativo Português) em sectores de actividade com uma elevada intensidade de capital, que acabam por gerar rendimentos no exterior, que ajudam a rentabilizar parte desta dívida.
Parece-me que o meu amigo andar a ler demasiadas sebentas no ZeroHedge. Mas isso cura-se. Com o tempo… 😉
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Luís, estou de acordo na generalidade.
Utiliza o Luís a palavra nós, a primeira pessoa do plural.
No ponto de vista gramatical, nada tenho a objectar.
Só que na realidade, não existe nós, deixou de haver nós, há muito.
A esquerda, por detrás das palavras falsas da demucracia, da solidariedade, da desigualdade para que tanto contribui para a par com a direita acéfala, da justiça social e mais umas tantas tretas na boca deles, implantou o eu e os outros.
Eu sou o maior, os outros são uns cretinos.
Ao longo de décadas a intoxicação pegou no corpo amarfanhado de um país de séculos, à beira da extinção das ideias, da demografia, da transparência e da decência.
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PPC teve muita ‘sorte’. As ‘circunstâncias’, após as suas ilusões de verão na campanha contra JS, obrigaram-no a governar de acordo com os MF do seu governo, tesouraria obriga.
Tivesse ganho as eleições e o andamento da crise parado, teria seguido políticas em tudo semelhantes ás dos anteriores governos do Bloco Central.
O insuspeito sociólogo dos domingos no DN: «Descontado o alívio imediato obtido pelo saque aos contribuintes, a coligação PSD–CDS não deixou uma reforma digna do nome»-Alberto Gonçalves.
«O homem é o homem e as suas circunstâncias» – Ortega Y Gasset.
Fêz o que era obrigado a fazer.
Aliás e quanto aos crimes económicos de JS: algum pp, algum deputado na AR, quis ou tentou combater os mesmos?
Estivesse lá Medina Carreira, talvez.
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É engraçado que os países ditos PIGS foram os que mais reformas fizeram em todo o mundo, Portugal em especial, e há sempre os treinadores de bancada que dizem que pouco foi feito.
Então olhem para os demais países e tirem as vossas conclusões. lol
É evidente que são precisas mais reformas. Disso não haja dúvidas nenhumas. Mas se Portugal está a subir patamares nos indicadores de competitividade, isso deve-se a quê? Aos ricos olhinhos dos nosso treinadores de bancada? 😉
Confundem ideal com o bom e dá em resmungões que nem sequer são capazes de ver o que de bom foi feito em Portugal. Mas ao mesmo tempo, em questões como a corrupção, ou ate tráfico de cocaína nos clubes da bola, são amorfos. Comem e calam. E fecham os olhos.
Vá-se lá entender alguns Portugueses. Repito. Portugal fez mais reformas em quatro anos que a generalidade do mundo em 20 anos. lol
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Para os treinadores de bancada salivarem de contentamento:
“Portugal, peaceful haven for wealthy European retirees”
in http://www.businessinsider.com/afp-portugal-peaceful-haven-for-wealthy-european-retirees-2015-4?IR=T
Este governo conseguiu transformar Portugal num paraíso fiscal num nicho de mercado. Nicho esse que é importante e cada vez maior em todo o mundo. De tal forma o fez, que até na imprensa francesa elogiam Portugal, e até já surgem noticias que não haverá residências disponíveis para vender aos pensionistas franceses.
Ainda recentemente a imprensa internacional elogiava a nova onda do empreendorismo Português, e especial a francesa, que dava conta do menor peso fiscal em Portugal face a França. E na facilidade burocrática de criar empresas novas em Portugal, em que se atingiu as melhores práticas do mundo.
Por todo o mundo, Portugal começa a emergir como um caso de sucesso e a imitar. Em Portugal, os nosso treinadores de bancada, fechados no seu mundo idedológico, pensam que no resto do mundo é que existe o paraíso e Portugal o pesadelo.
E, das duas, uma. Ou nunca tentaram fazer nada no exterior ou vivem das sebentas ideológicas. Tentem abrir uma empresa na Alemanha ou nos USA e depois comparem com Portugal. Ou tentem fazer uma declaração de Impostos no UK ou na Suécia e depois comparem com Portugal. lol
Tantas sebentas no mundo da utopia. Os comunas são utópicas mas há outros que são como eles utópicos. Se possível até acabavam com o Estado, tal a utopia radical deles. 🙂
Portugal começa a aproximar-se das melhores práticas mundiais, desde o combate à evasão fiscal, lavagem de capitais, criação de empresas e até a nível de fiscalidade para as empresas. Das melhores práticas mundiais. E em Portugal devem pensar que no resto do mundo é que é o paraiso e Portugal o pesadelo. Ou conhecem muito mal o mundo ou só olham para o que vos interessa.
Portugal fez mais reformas em quatro anos que o resto do mundo em vinte anos. De tal forma que o fez, os mesmos que nos “exigiam” reformas, como os Finlandeses, não querem tomar a mesma medicação que nos acusavam de não a tomar. lol
Tantos treinadores de bancada a dormir com os olhos abertos… 😉
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That is the economy…Ou a necessidade de sobreviver. De empresas e particulares.
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Está a dizer que é normal as empresas resmungarem com as leis que os possam criar problemas? Mesmo leis que ajudem os mercados a funcionar de forma diferente? 😉
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Eis o perfil que registei para o homem de quem se fala:
– Liberal radical, de uma insensibilidade social robótica, capataz dos seus eleitores ao serviço bajulador dos interesses alemães, incapaz de um rasgo de inteligência e de coragem que o afastasse da odiosa função de mero cobrador de impostos.
Nos antípodas de Tsipras…
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Então emigre para a Grécia. 😉
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Um publicano?
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João de Brito,
Suponho que o Troca-Tintas 44, o que nos deixou de rastos, era melhor. Queixe-se do carrasco, não do médico, por obviamente lhe terem separado o cérebro dos resgantes órgãos vitais.
Passos Coelho não foi brilhante, mas não é a ele que o João de Brito deve o mau momento por que passámos.
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Acredito que Passos aja por convicção.
O Troca-Tintas 44 é muito pior!
E de perfil mais simples:
– Um vigarista fortemente suspeito!
Que só não será um vulgar vigarista porque foi primeiro ministro!
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Não sei se percebeu, mas estamos a crescer. Finalmente.
A economia portuguesa tem um tempo de reacção de aproximadamente trinta meses (contas que fiz no Remoques). A esses trinta meses (dois anos e meio), coloque-os após tomada de posse de Junho de 2011. Quando é que começámos a crescer?
Temos muito a agradecer a Pedro Passos Coelho. Se é verdade que pouco bem fez, não repetiu as maleitas do precedente. E bem melhor é burro que me carregue que alazão que me derrube — vá ver quem é que supostamente disse esta frase e aprenderá qualquer coisa.
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Colaço,
Finalmente a crescer???? Vou chamar-lhe Fernando,,,O meu amigo Fernando trabalhou numa empresa de distribuição um quarto de seculo , por ai…e ganhava na ordem dos 1.300 a empresa pifou e foi para o desemprego com 900 por ai, a empresa foi recuperada ele é novamente chamado a desempenhar a mesma função a ganhar 750€.
Despe a camisola e responde. Isto é crescer????
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Bolota,
O que so prova que a empresa em causa não tinha condições para pagar os 1.300 euros ao teu amigo Fernando.
Por essas e por outras do género é que a empresa deve ter “pifado” !
Agora sim, depois de ajustada e recuperada, nomeadamente pagando 750 euros ao Fernando e a outros que tal, é que a empresa voltou a ser viavel.
Para o bem do Fernando, que de outro modo poderia ter ficado desempregado demasiado tempo e perdido direitos.
Para o bem de outros trabalhadores da empresa, que assim teem trabalho.
Para o bem dos clientes da empresa, que assim podem comprar os seus produtos a preços competitivos.
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O que os bolotas deste mundo não percebem é que as empresas pagavam 1.300 porque “no mercado” havia dinheiro para suportar tais contas. Só não sabiam que era dinheiro emprestado( ou fazem por não saber) e que não havendo mais empréstimos e a cobrança do já pedido, caiu a realidade em cima destas “cabecinhas pensadoras”.
Aliás. eles, os bolotas acham que os outros, (os outros são sempre os que tem mais na perspectiva deles, nunca eles) tem a obrigação moral e física de os suportar material e financeiramente “os outros” mesmo que os primeiros produzam para o ter e os que recebem não façam por isso.
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Fernando S e Tiradentes,
Vejam bem a palha que vocês debitaram para tentar responder a uma pergunta tão simples a que fiz e que foi esta: ” se o que conto é CRESCER…” É ou não é???
Dispam as camisolas porque o Fernando não é um numero é uma pessoa REAL.
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Bolota,
Admitindo que o tal “Fernando” seja mesmo uma pessoa real, a resposta à tua pergunta é …. sim, é algo que pode perfeitamente estar a acontecer numa economia que está a crescer globalmente.
Ou seja, uma economia onde muitos “Fernandos” voltam a ter empregos e a ter rendimentos que correspondem às possibilidades reais dessa economia e que são por isso sustentáveis !
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E esperemos que, ao contrario do que desejam os Bolotas, a economia continue a ser reformada e ajustada de modo a que a produtividade e a competitividade continuem a aumentar permitindo a criação de mais empregos para os “Fernandos” e aumentos nos salarios dos “Fernandos”.
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Fernando S,
Não consigo perceber como é que a economia cresce quando muitossssssssss Fernandos ficam sem metade dos salarios. Salarios que ganhavam porque o mereciam, acho eu.
A se como dizes, porque se tira aos Fernados e aos Catrogas, bem pelo contrario???….
https://scontent-lhr3-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/11947519_10153632731973987_1877188269470035364_n.jpg?oh=a5a6b4ed022769d2a784a24944ceaaee&oe=5677D47B
Dai, achar que continuas a não responder á questão que coloquei.
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Bolota,
Antes de mais, é sempre bom começar por recordar que os muitosssssss “Fernandos” que até 2013 ficaram sem empregos e sem a totalidade ou uma parte dos salarios devem-no às politicas despesistas e intervencionistas que nos anos anteriores a 2011 degradaram a competitividade das nossas empresas e levaram o pais à falencia.
São as politicas que os Bolotas defenderam e defendem. Ou melhor, os Bolotas defendiam e defendem ainda mais despesa e ainda mais estatalismo. Com eles nos governos teria sido ainda pior, muito pior (sabemos o que aconteceu e acontece nos paises onde os comunistas tomaram conta do poder).
Dito isto, não faço ideia se o teu “Fernando”, pessoa real, merecia ou não o salario que ganhava antes. Não o conheço nem conheço a realidade da empresa onde trabalhava. Não é sequer uma questão de merecer ou deixar de merecer. Se fosse bom profissional e boa pessoa poderia até “merecer” muito mais. A questão é de economia. Sim, economia, que é algo que para os Bolotas não existe. Pelos vistos, o tal “Fernando” e outros tantos estavam a ganhar mais do que era compativel com as condições de actividade da empresa. Por isso é que ela “pifou”. O Tiradentes ja explicou aqui em cima, e muito bem, que o que o muitos “Fernandos” ganhavam a mais não vinha do valor real efectivamente produzido pela empresa mas antes de facturações e preços empolados por procuras artificiais vindas de empréstimos sem cobertura efectiva. Obviamente que quando esses empréstimos deixaram de existir, muitas das empresas que tinham as suas actividades em sectores artificialmente empolados por aquele endividamento tiveram de rever os respectivos planos de negocio, fechar e/ou reestruturar, ajustar as suas condições de actividade, incluindo os salarios do pessoal, às novas realidades.
Estes e muitos outros ajustamentos implicaram reduções significativas nas respectivas actividades, dispensa de pessoal, diminuição de remunerações.
Este processo de ajustamento ainda não é suficiente e deve ser ainda continuado. Mas, felizmente, em diversos sectores de actividade e em muitas empresas, ja esta relativamente avançado e muitas empresas recomeçaram a investir e a empregar pessoal. Por serem muitas é que, globalmente, o desemprego tem vindo a baixar e a produção a aumentar. Mas isto é economia e para os Bolotas a economia não existe !!
Não sei quanto é que ganha o Catroga, nem me interessa concretamente.
Naquilo em que é pago pela empresa privada que o emprega é um assunto estritamente privado, entre ele e a respectiva empresa.
Naquilo em que recebe valores elevados do Estado na forma de pensões apenas reforça a minha convicção de que o actual sistema de pensões publico é defeituoso e deve ser profundamente reformado
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O Bolota além de analfabeto só pode ser atrasado mental..
A simples pergunta sobre o crescimento, com o exemplo que VC deu não percebeu a resposta?
Então não percebeu que o tal seu amigo ganhava os 1.300 euros dos quais 550 eram resultado da economia ser suportada com dinheiro emprestado?
Que no momento em que se acabaram os empréstimos o suposto “poder de compra” se reajustou e fez falir a empresa do Fernando?
O Fernando desceu dos 1.300 para 0
E o mesmo Fernando que já estava a zeros ainda conseguiu se reintegrar a ganhar 750 tendo crescido de 0»»»»»»750?
O bolota anda com notas falsas no bolso e acha que é rico por isso?
Ou é mesmo dinheiro dos outros emprestado que tendo-o cravado aos amigos (ou bancos) acha que já é seu sem ter de os pagar?
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Tiradentes,
O Bolota pode ser analfabeto e atrasado mental… mas há-os por ai politicamente míopes que não lhe conseguem explicar como é que um pais cresce empobrecendo os cidadãos, mais, o meu amigo Fernando, que existe mesmo, na tal restruturação recebeu a tempos e horas enquanto o processo está valido, acabou o validade começou a receber quando lhes apetece. Claro que isto é crescer …Vão-se foder mais ao vossas teoria de merda.
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Bolota,
O hipotético caso do teu amigo “Fernando”, admitindo que seja real, é pontual e não representa a situação do conjunto dos “cidadãos” portugueses.
Por isso é que a “bota” (o “Fernando” está cada vez pior) não bate certo com a “perdigota” (a economia portuguesa está a crescer).
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Fernando,
Crescemos e a olhos vistos…Novo Banco com prejuízo de 251,9 milhões no semestre.
Sabes para quem vai sobrar??? Vai sobrar para os Fernandos a quem lhe sacaram metade do papel.
http://www.jornaldenegocios.pt/
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Bolota,
Mesmo em periodos de forte crescimento economico, que não é ainda o caso, ha empresas com prejuizo e até a fechar. É proprio de economias de mercado livres e descentralizadas.
Eu sei que em economias comunistas completamente centralizadas e controladas pelo Partido dos Trabalhadores as empresas não teem prejuizos nem vão à falencia… Mesmo quando o crescimento é negativo … Perdão, nestes paraizos na terra o crescimento é sempre positivo !… 🙂
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ó bolotinha.
O país rico (dos 1.300 euros do Fernando) não existe bolota. Esse país era o da dívida do empréstimo.
Por vc conseguir pedir emprestado mil paus todos os meses vc não é rico. Pode continuar a viver nessa ilusão que não lhe sai da cabeça até ao dia em que lhe quiserem cobrar os mil paus que lhe emprestavam todos os meses.
Vc é burro porque quer. Não é que o seja , é intencional porque é politicamente com palas (não é míope)
Só faz as contas que lhe interessa, quando lhe interessa e para tirar as conclusões que lhe interessa.
Vc não é burro é um canalha mal intencionado.
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ó tiradentinho,
O país rico (dos 1.300 euros do Fernando) não existe , em contra partida o pais pobre dos Catrogas…
https://scontent-lhr3-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/11947519_10153632731973987_1877188269470035364_n.jpg?oh=a5a6b4ed022769d2a784a24944ceaaee&oe=5677D47B
Vai bugiar meu,…
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Eu não digo que vc é mesmo mal intencionado?
Atão bossa excelência põe o Catroga a ganhar esse rio de dinheiro como contraponto ao seu amigo Fernando?
É na EDP? De quem é a EDP? Quem comprou a EDP convidou o Catroga e não convidou a si nem o seu amigo Fernando?
Vá perguntar ao Comité Central do Partido COMUNISTA Chinês que é o dono das “três gargantas”
Porque se “esquece” de fazer essa referência?
Bem que eu digo que vc não é burro nem atrasado mental como eu supunha, é mesmo um canalha mal intencionado.
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a parte o liberal radical ( acho q eh o q lhe der mais jeito na altura ) , chapeau , belo retrato , sim senhor 😃
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Não se atrase, já lá devia estar.
Há lá muito bom pão e azeitonas.
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Se ele levar dinheiro de Portugal. Senão vai trabalhar para o “negro” e cantar loas ao Syriza.
Quando este Tripas perde as eleições eles vão voltar a dizer mal da Grécia. É só o novo pacote começar a doer de novo que as eleições deixam de ser um passeio pelo parque e poderão mostrar a direita de novo no poder. 😉
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Para os sebentas lerem. E depois retirem as vossas conclusões.
“Neste momento, há cerca de 26.700 alojamentos portugueses inscritos no portal da Airbnb, a maior rede mundial de reservas em casas particulares sediada em São Francisco, nos Estados Unidos. O destaque vai para Lisboa, com 10.200 habitações disponíveis para fins turísticos neste portal, ou para o Porto, com 2600. “Queremos ter ainda mais alojamentos em Portugal, por haver tantas pessoas interessadas em conhecer o país vivendo como os locais”, diz Andreu Castellano, diretor de comunicação da Airbnb a nível ibérico, adiantando que o volume de alojamentos portugueses neste portal evidenciou este ano, até agora, um crescimento de 65%, o que foi “superior ao dos maiores mercados da Europa””
in http://expresso.sapo.pt/economia/2015-08-29-Casas-particulares-ja-tem-mais-de-metade-das-camas-dos-hoteis
O endividamento das familias Portuguesas até nem é dos piores do mundo. Basta comparar com o Canadá ou a Suécia. Mas grande parte deste endividamento ocorreu numa altura em que as leis do arrendamento em Portugal eram do tempo da Maria Caxuxa. De tal forma as leias eram tão arcaicas que as residências em Portugal, de antes do 25 de Abril, mais parecem museus do estilo de Havana. Em Lisboa os prédios caiam como tordos, quando chovia mais do que o habitual. As leis mudaram e foi feita uma das mais importantes reformas estruturais em Portugal. Ninguém reparou?
Agora basta ver noticias como esta. Quem está endividado ou é proprietário de residências em mau estado pode voltar a revitalizar este importante segmento de mercado. Na mesma noticia pode-se ler que, Portugal é dos mercados que mais cresce no mundo. E na mesma noticia pode-se ler:
“Mas a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) contesta a “explosão do alojamento local” e o carácter “ultraliberal” do decreto-lei que entrou em vigor em novembro de 2014 e veio regular a atividade, apenas na preocupação de “tirar estes alojamentos da economia subterrânea e pô-los a pagar impostos”. Desde que saiu a lei, tem havido um “aumento galopante” nos alojamentos locais registados a nível nacional, atingindo 18.200 no início de agosto.
“E todos os dias estão a cair mais, a capacidade instalada não para de crescer”, sublinha Luís Veiga, presidente da AHP, chamando a atenção para o facto de portais como o Airbnb terem bastante mais alojamentos do que os ‘oficializados’.
“Só o alojamento local que está registado ultrapassa em muito as 100 mil camas”, refere. “Comparando com as 200 mil camas que há na hotelaria classificada, de uma a cinco estrelas, caminhamos para uma situação em que rapidamente irá haver paridade em número de camas”, afirma Luís Veiga, lembrando que “essa paridade de camas já existe, por exemplo, no Algarve”.”
Já há queixas por Portugal tem uma das melhores regulações do mundo, que permite, tanto a luta contra a evasão fiscal como a melhoria dos rendimentos dos detentores deste tipo de prédios e residências. O crescimento e sucesso deste novo nicho de mercado mundial Português é evidente.
Os sebentas, como é costume, devem ter um benchmark em Marte. Ou devem ter os seus próprios benchmarks e exigem que a legislação em Portugal seja feita à vontade do freguês. O hoteleiro não quer pagar impostos nem mais concorrência; os taxistas não querem tuk tuks nem pagar impostos ou o aluguer de viaturas particulares; os proprietários dos restaurantes querem cobrar bem as refeições e ficarem eles com o IVA; etc.
Conhecem aquela anedota, do caçador que ia a Africa e levava sapatilhas? Se conhecem a anedota já sabem que só é comido quem se atrasa, não quem sonha em conduzir um Ferrari à frentes do leões, mas que corre descalço 😉
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Agora comparem com o que ocorre no exterior, em concorrentes directos aos Portugueses. Os sebentas ou não sabem o que se passa no resto do mundo ou devem pensar que no resto do mundo se vive no paraíso e Portugal, no pesadelo
“Barcelona suspende concessão de licenças para estudar oferta turística
Nova autarca, Ada Colau, assinou uma moratória de um ano, para estudar e regular a pressão turística na cidade. Com mais de sete milhões de visitantes estrangeiros por ano, população começa a revoltar-se contra os turistas.”
in http://www.publico.pt/mundo/noticia/barcelona-suspende-concessao-de-licencas-para-estudar-oferta-turistica-1701123
E se fosse apenas Barcelona, até nem seria mau. Mas ao passo que Portugal agilizou processos e prepara-se para se tornar num dos principais países competitivos do mundo no Turismo, os concorrentes directos dos Portugueses, em especial os pseudo-intelectuais, querem reduzir o número de turistas. Em Lisboa queriam fazer o mesmo e tivemos um Parodiante de Lisboa a criar uma taxinha, para esfolar ainda mais o porquinho, que está crescer bastante.
Em Portugal fez-me bastante, muito mesmo, com das melhores reformas do sector em todo o mundo, mas em Portugal queixam-se que não se fez nada. lol
Devem viver fechados numa bolha, sem acesso ao exterior. 😉
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Depois temos a luta contra o endivdamento. E, mais uma vez, Portugal até nem se portou muito mal. Vejamos esta interessante imagem, publicada no estrangeiro:
in http://www.libremercado.com/2015-08-30/espana-lidera-la-reduccion-de-deuda-privada-durante-la-crisis-1276555509/
Portugal, a par da Espanha, foi dos que mais reduziu o seu endividamento familiar. E os USA e o RU reduziram esse endvidamento mas muito graças à inflação, pois sem as elevadas inflações, muito acima da Portuguesa, teriam ficado em pior situação.
A única anormalidade que ocorreu foi o endividmento corporativo, em que o alto investimento no exterior de empresas como a Galp e a EDP, em sectores de actividade que sempre tiveram uma grau de alavancagem financeira elevado, exigiu o recurso a capitais de terceiros. Um outro sector, bastante endividado, que tem a ver com a natureza das suas actividades é o sector da construção civil, que exige altos níveis de endividamento. Para onde é canalizado esses capitais? Rumo ao exterior, em que as multinacionais da construção civil já geram mais de 4/5 das suas actividades no estrangeiro.
Quem faz análise ao endividamento não pode atentar ao tipo e especifidade do endividamento Português. Uma empresa como a Galp, quando participa na extracção de petróleo no Brasil ou Angola, pode ter um elevado endividamento mas porque é uma multinacional e opera em várias economias. Pese embora o endividamento seja atrobuido todo a Portugal e á economia Portuguesa. E a EDP? Responsável por quase 1/10 do endividamento corporativo Português mas que é uma das maiores multinacionais nas novas energias? Que opera em larga escala em economias grandes, como a espanhola, a brasileira ou até mesmo a americana?
Não basta agregar números e debitar cantigas. É preciso compreender que tipo de endividento existe, que sectores de actividade operam estas empresas e em que mercados. Uma exportadora quando está endividada tem um risco diferente de uma empresa do mesmo sector que vive sobretudo do mercado doméstico.
Infelizmente não escrevem destas coisas nos blogues da moda, tipo Zerohedge. Mas deviam. Mesmo que seja um Português a o escrever. Em vez de ser uma Maria Vai Com as Outras e limita-se a debitar tretas como um normal treinador de bancada. lol
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Bom líder!?
Preservou o Socialismo e os monopólios Publicos e Privados.
Aumentou o Estatismo com ainda mais Poder do Estado sobre as pessoas.
Que diga que é menos mau que a esquerda idiotaque temos ainda vá, agora dizer que foi alguma coisa positiva…
Será o Pai da próxima crise.
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“Preservou o Socialismo e os monopólios Publicos e Privados.”
Ora desenvolva lá a sua teoria.
Os socialistas que os gajos estão a privatizar tudo e a dar dinheiro aos privados.
Uns berram que o gajo é um pirata neoliberal, outros acusam-no de ser um perigoso socialista.
Mas explique lá de sua justiça, que eu gosto de aprender com quem sabe.
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ANA Aeroportos de Portugal diz-lhe alguma coisa?
Só o título “Aeroportos de Portugal” arrepia. Um Monopólio.
Um monopólio deixado continuar por este Governo Socialista contra o Mercado Livre que tão bem tem feito a Portugal.
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Antes de baixarem impostos, pensem em acabar com a burocracia, é impensável esperar 3 anos ara licenciar um lagar de azeite. Anda tudo louco e eu não percebo porque é preciso negociar com 5 entidades diferentes para fazer a mer… de um lagar de azeite.
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Não, que o façam em simultaneo. Que baixem a carga fiscal e reduzam a burocracia e sobretudo as fricções do mercado. Mas muito já foi feito. Disso não tenha dúvidas.
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“Quem é Passos Coelho?”
.
É o chefe do governo que vai aumentar o preço do leite porque a procura diminuiu.
Está tudo dito.
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“É o chefe do governo que vai aumentar o preço do leite porque a procura diminuiu.”
E como é que ele vai aumentar o preço do leite? Explique lá de sua justiça. lol
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como qualquer vulgar especulador, o coelho quer retirar leite do mercado para fazer subir os preços…
(com um subsidiozinho da europa, claro)
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Eu não dou explicações a quem sabe tudo… Mas já alguém explicou.
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Então não sabe? lol
Acha que basta a ministra pedir para que surja uma espécie de directorio europeu, que irá tentar suavizar as oscilações preços no mercado europeu?
Ou não estaremos em campanha eleitoral? 😉
Para que conste. Foi graças ao Durão Barroso que estas importantes reformas da PAC foram feitas. Pessoas como o PiErre nunca admitirão que foi graças a um Português, que a Comissão Europeia mais fez reformas nos mercados europeus, no sentido de os liberalizar. O Durão Barrroso, Português e nunca reconhecido em Portugal, foi o mais Liberal líder europeu, desde que há instituições comunitárias. Durão Barroso foi o melhor Presidente de sempre da CE. Nunca em Portugal o será reconhecido, mesmo porque quem jura bastante defender o tal Liberalismo, como o PiErre. lol
O PiErre também nunca reconhecerá que é em Bruxelas que mora (ou morava) a instituição internacional mais liberal de sempre.
Assim como o PiErre nunca admitirá que o Passos Coelho é o mais liberal Primeiro Ministro que tivemos. E temos.
E acha que por causa das posições da ministra, o Passos Coelho não é o mais liberal Primeiro Ministro Português, desde ha dezenas de anos.
Ponha-se o PiErre a Primeiro Ministro. lol
E o preço do leite nunca subirá. Também irá intervir no mercado, para obrigar a cair os preços. eheheheheh
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Está a falar da EURSS?
Anti-Comuna, discordo em absoluto. A União Europeia é tão elitista que nunca respeitou os referendos na França, na Irlanda e na Holanda. Bem dizia o Demora que nunca iriam deixar o voto democrático atrasar o processo de integração europeu.
Eu gosto da ideia de uma UE de nações. Sou contra a existência de um parlamento europeu e, pior, de legislação que os estados têm de adoptar à força e à marra. Sou contra a burocracia bruxelesca que até os livros dos Cinco (que eu lia avidamente) quer banir, na ara do politicamente correcto. Gosto da ideia de comércio livre e de liberdade alfandegária e de movimento de pessoas. Nada mais.
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anti-comuna,
Concordo com o que diz sobre o Durão Barroso.
Ja se ve a diferença para o Junker …
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Juncker é uma excrescência controlada. Durão Barroso era um estadista influenciado.
Entre um e outro vai um abismo do tamanho do Grande Canyon.
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“como qualquer vulgar especulador, o coelho quer retirar leite do mercado para fazer subir os preços…”
Isso é o que a ministra o diz. Mas que nunca o concretizará. Mas deve servir em termos diplomáticos, para alguma coisa. 🙂
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“Eu não dou explicações a quem sabe tudo… Mas já alguém explicou.”
Ninguém explicou nada. Vc. é que se arma no mais liberal de todos.
Já agora, acha que o liberalismo impede a intervenção nos preços? Diga sim, ou não? Mas diga Vc. Se souber…
Vc. acha que só Vc. é que é liberal, debita às vezes as sebentas que lê nalgum lado, que os outros nunca são liberais. Sobretudo se o tipo for Português.
Nós tivemos o mais liberal Presidente da CE de sempre e muitos tótós em Portugal, que se acham os verdadeiros liberais nunca repararam. lol
E continuam a dsconhecer esse facto e, o mais certo, seguem as sebentas de Londres. Não é caro Pierre? 🙂
Portugal está é cheio de liberais de pacotilha que nem sequer conseguem reconhecer um, sobretudo de for Português, mas são sempre os maiores. 🙂 🙂 🙂
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🙂
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Se a coligação não travar já os Paulo Rangel destacados para falarem no caso JSócrates (PPC e PP obvia e convenientemente não falarão do caso), virar-se-á o feitiço contra o feiticeiro.
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Porquê? Obrigou a campanha socialista a colar-se ao Sócrates. 😉
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A famosa super cola 44. É pior que pastilha elástica nos sapatos.
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E pôs os socialistas em modo de virgem ofendida, embora eu quisesse dizer virgem bem f…
Nem os seiscentos virgos postiços e as três arcas de feitiços da Brízida Vaz lhes valem nestes dias. Os virgos não disfarçam as machicadelas por relações por onde o socialista fala, que é o buraco oposto àquele por donde come.
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anti
e
FColaço,
Partilho a opinião do PRangel. Mas o político PR não é um cidadão vulgar e não pode entrar publicamente no caso assim à bruta. Colocou em causa não só a justiça, toda ela, mas também os bastidores dos partidos (P”SD” e PP incluídos) quando estão no governo.
A 1 semana de um juiz decidir se mantém ou não JSócrates na prisão (coincidindo com o debate) e a pouco mais de 1 mês das legislativas, colocou na opinião pública atenta ao caso desconfianças e reanálises.
O P”S” (é certo, sempre com super-cola 44) encerrou bem a provocação.
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Mais vale que se diga tudo do que se fique por dizer. Costa é um apêndice do 44 (o pequeno corno da imagem bíblica), e a sua acção pode variar entre emperrar e empurrar a justiça até ao papel encerado e encenado de candidato manchúrio — no caso dele, mais para os lados de Ulan Bator.
Convinha que a nossa descomunicação social veramente socialista falasse nas ajudinhas do governo central à câmara de Lisboa através da compra dos terrenos do Aeroporto — e esta, tendo sido a maior longe está de ter sido a única. E das alienações #sempre suspeitas# suspeitas de património. Assim qualquer meia besta consegue diminuir dívida, mas apenas uma besta inteira com o carácter de um gato e o odor de um cão vai falar nisso como se fosse um feito.
Mas sabemos que isso não vai acontecer. Mesmo assim, o PS pasoka-se. A tal modo que o PSD socialista subterrâneo está a espumar indignação.
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“Indesculpável que o PPCoelho não tivesse obrigado o PPortas a concretizar a Reforma do Estado.”
O erro não foi esse. Foi nunca ter tentado reformar o Estado contra o PS. O Paulo Portas passou ser secundário.
Parte das reformas foi feita. O problema é que todos falam em reformas mas depois ninguém as aceita. Em especial a esquerda e o TC.
O Paulo Portas é acessório.
Que reforma do estado querem em Portugal? Nunca niguém é capaz de o dizer. E há tanto para reformar…
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Posso estar aqui o dia inteiro a dizer…
Mas veja só, é o próprio PS que as propõe na oposição. Não foi há muitos anos, ainda Sócrates era PM, que vi o Costa na TV a defender a extinção de municípios… e foi o PS de VRSA que defendeu em Assembleia Municipal a fusão com os concelhos de Castro Marim e de Alcoutim para fundar o concelho do Baixo Guadiana…
Com as novas tecnologias já não se justificam muitos dos gastos do Estado. Podem fundir-se concelhos, podem ser lançados os livros em PDF em vez do Estado estar a pagá-los às editoras, as universidades podem colocar as aulas teóricas em stream na plataforma Moodle…
É treta que vai aumentar o desemprego, à medida que a tecnologia extingue uns empregos cria outros… mas o Estado pode aproveitar a maré, reduzir o funcionalismo e baixar os impostos.
Devido à sua posição geográfica e cultura Portugal deverá ter no futuro impostos muito mais baixos que a generalidade dos países europeus.
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“Mas veja só, é o próprio PS que as propõe na oposição. ”
O Parodiante de Lisboa diz que fez essas reformas em Lisboa. Mas fê-las mesmo?
Num dos debates contra o Seguro, ele negou querer fazer essas reformas, que o próprio líder socialista então queria.
Vc. tem razão que as novas tecnologias ajudam imenso a reduzir os processos burocráticos e tal. Mas é permitido pelo TC? Não.
O governo fez uma tal lei dos disponiveis. Teve que a adaptar á tal Constituição. Funcionou?
O que os gajos fizeram ( o tal gajo das gravatas) reduzir parte do peso do Estado (e para mim, reduzir o pessoal eleito é mesmo das coisas mais importantes que deve haver) serviu de teste, na tentativa de baixo para cima, mas nunca funcionará sem que os principais partidos o aceitem.
E aqui volta-se ao problema central da coisa. Consegue fazer Liberalismo contra as pessoas? Já sabemos que é mais fácil ser treinador de bancada e dizer que é fácil e depois nos esquecermos que o próprio Liberalismo tenta concliliar a vontade dos cidadãos com a boa governação. Como é que se pode pedir determinadas reformas do Estado sem a anuência das populações, acicatadas pelos caciques locais e pelos partidos da Esquerda?
O que se passou a dada altura em Portugal foi caricato. O governo podia extinguir serviços do Estado mas não podia mandar embora as pessoas nem as reconverter noutros serviços. Até porque, em muitos casos é mesmo impossível.
Diga-me Vc. de uma forma honesta e esqueça os idealismos. Como é que Vc. reforma uma metaorganização como o Estado sem tocar nos seus principais activos, os funcionários? Ia-os manter em casa e contratar mais funcionários, na prática duplicando o número de funcionários, ao mesmo tempo activos e custos da Administração Pública?
Eu gostava de ver uma resposta a esta questão. Mas ninguém, no seu perfeito juízo, me explica como se pode fazer isso. Gulp
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«O que se passou a dada altura em Portugal foi caricato. O governo podia extinguir serviços do Estado mas não podia mandar embora as pessoas nem as reconverter noutros serviços. Até porque, em muitos casos é mesmo impossível.
Diga-me Vc. de uma forma honesta e esqueça os idealismos. Como é que Vc. reforma uma metaorganização como o Estado sem tocar nos seus principais activos, os funcionários? Ia-os manter em casa e contratar mais funcionários, na prática duplicando o número de funcionários, ao mesmo tempo activos e custos da Administração Pública?»
A ministra Maria Luís falou deste problema há alguns meses.
Solução?
Imediata não existe. Mas existe. O Estado tem de ter um punho de ferro no controlo do funcionalismo. Mesmo no poder local ou nas universidades. Por cada x que se reformem, entram y. Seguindo esta regra, ao longo de uma a duas décadas reduz-se o funcionalismo sem despedir ninguém. Mas isto não será possível sem um acordo de Regime com o PS. E o Costa-syriza não quer.
Um dos mecanismos do Regime para aumentar o funcionalismo tem sido a utilização da chico-espertice do Estado paralelo. Empresas municipais, fundações, IPSSs. Aí ainda existe um longo trabalho pela frente.
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Anti-Comuna,
Sabemos que a expressão “reforma do estado” (talvez devesse ter usado maiúsculas) nas bocas fétidas do PS e da imprensa é apenas um mantra vago, sinónimo de fare niente, per tutti quanti rimanisceri in stesso. Fazendo disso pouco caso, temos que dizer que, fora a área do turismo, o estado continua essencialmente na mesma. Hoje é apenas obeso quando ontem era cetácico.
Bem sei que o Jaquim do Pirete, honorável magistrado com agenda aberta e insondável talento, não deixou fazer a maior parte do que foi proposto. Ora, soe dizer-se que o que foi proposto foi pouco logo à partida. Pedro Passos Coelho nem é o responsável da crise nem a agravou. Em boa verdade, conseguiu endireitar o barco. Mas o Estado continua pervasivo, panóptico e regulador das minudências. Talvez até mais do que antes. Não foi ele que iniciou o processo, mas não deixou de meter as patas e apertar a forca sobre as famílias, para um estado que essencialmente ficou inalterado.
Acabar com 600 empregos no Estado (ainda para mais com o critério de menor antiguidade, independentemente do desempenho) como se fosse grande coisa não é reforma. É chiste sobre os contribuintes. Aceito que Passos Coelho foi o primeiro a baixar a despesa do Estado de um ano para o outro em valor absoluto. Mas o Estado continua o mesmo, apenas mais controleiro e voraz. Mais socialista, em suma.
Felizmente temos mais quatro anos de Passos Coelho. Bem pior seria se fosse dos outros.
Bem melhor seria se fosse eu — mesmo sabendo que resolveria os problemas no prazo de seis meses e seria assassinado no sétimo. Convidada-o a si para ministro da economia e ao Procópio para a chancelaria. O Luís para as finanças e o MJRB para os assuntos internos.
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Este governo prometeu uma Reforma do Estado. Anunciou que seria PPortas a elaborá-la.
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FMColaço,
Eu aceitaria o seu convite se me cedesse um palacete exclusivamente para o meu ministério, com assessoras (não só para equilibrar as cotas), 70 bons charutos/mês + bebidas num bar privado +, +
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a reforma do estado é inconstitucional…….vc pode “reformar” tudo na aparência mas a constituição não permite que se reforme os “direitos civilizacionais adquiridos”……
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“E pôs os socialistas em modo de virgem ofendida, embora eu quisesse dizer virgem bem f…”
E trouxe para o debate público um assunto incómodo para os socialistas, até porque todos se lembram de como a PGR tudo fez para safar o Sócrates. 😉
Lá se foi o guião da campanha para o galheiro e a mensagem principal socialista foi de queixarem-se que era injusto falar-se no caso do Presso 44. lol
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Sun Tsu (leitura obrigatória em idos tempos) aconselhava a que se fizesse a guerra no território do inimigo. Paulo Rangel, inadvertidamente ou não, conseguiu esse feito. Até o arauto (ou o muezim) da oposição, o Marques Mendes, estava indignado.
Desconfio que estão a PASOKar o PS. Está a desfazer-se de tal modo que teremos eventualmente de o arrancar do chão com uma espátula.
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Está a ver como acaba por dar razão ao Passos Coelho?
“Imediata não existe. Mas existe. O Estado tem de ter um punho de ferro no controlo do funcionalismo. Mesmo no poder local ou nas universidades. Por cada x que se reformem, entram y. Seguindo esta regra, ao longo de uma a duas décadas reduz-se o funcionalismo sem despedir ninguém. Mas isto não será possível sem um acordo de Regime com o PS. E o Costa-syriza não quer.”
Imediata não existe. E depois se já temos um estado demasiado centralista e pesado, tentar impôr de cima para baixo não dará resultado.
Confesso que não vou a ministra sobre esse assunto. Ouvi foi o gajo das gravatas, o Relvas, quando apresentou um livro sobre as reformas do gajo. Eu concordo com ele. Mas não deverá funcionar em Portugal.
Noutros países estão a fazer como Vc. sugere mas está a centralizar o Estado e a criar futuros problemas. Um exemplo destes é a Dinamarca. Um país bastante descentralizado mas que está a centralizar-se em nome da reforma do Estado e a criar problemas futuros. Está a seguir no caminho de Portugal e da França. Organizações demasiado gigantescas que depois exigem mais camadas burocráticas para o controlo dos serviços públicos.
Se se deixar descentralizar demasiado, os caciques aumentam os gastos públicos e lixam a competitividade com o aumento dos impostos locais. É o que se passa na Escandinávia.
É fácil berrar contra o tamanho do Estado, mas ele tem como custos principais os salários do funcionalismo público. Como é que se pode reduzir o peso o tamanho do Estado se depois não se pode diminuir os custos salariais? Se não se pode fazer uma modrna gestão dos recursos humanos? É preciso entender que há serviços do Estado que deviam ter mais funcionários e há outros que têm excesso de pessoas. Como o fazer, sem ferir a tal Constituição? Sem a anuência dos partidos da esquerda, em especial o PS?
Quer outro exemplo? Os pilares da Segurança Social foram prometidos por sucessivos governos. Incluindo do PS, neste caso do Sócrates. O que fizeram? Determinaram que as pensões futuras dos novos trabalhadores serão drásticamente cortadas mas esqueceram-se do segundo e sobretudo terceiro pilar sa Seg. Social. E o que diz agora o Parodiante de Lisboa mais o jovem turco Galamba? Não se pode “privatizar” a Seg. Social nem meter a massa no casino da bolsa. Os mesmo asnos que querem pegar no dinheiro das pensões dos trabalhadores e a usar na especulação imobiliária. Isto depois de terem metido fundos da Seg. Social na bolsa, em especial em acções da Portugal Telecom e obrigações do Estado.
Vc. acha isto normal num país moderno da Europa? Não. É o Syriza em Portugal.
É fácil um gajo de fora dizer: faz-se isto, assim, assado. Quando se faz, não se é reconhecido. Como as diversas reformas que foram feitas em Portugal. Quando não se faz, atira-se que não se fez reformas nenhumas, sem atentar ao que aconteceu nestes quatro anos em que todos se opunham às reformas estruturais e que ainda muitos se queixam que falta fazer. Gulp
Mas afinal que reformas querem fazer em Portugal? Ninguém sabe. Casa cabeça a sua sentença e quando é assim, não se faz nada. Atira-se com os problemas para o futuro. Empurra-se os problemas com a barriga.
Eu voltou a repetir. A grande maioria dos custos do Estado são salariais. Alguém me explica o que se faz quando se extingue serviços e não se pode sequer mudar as pessoas, de um local para o outro? Ninguém me consegue explicar estas coisas simples. E eu penso que sou nabo mas ta,bém acho que pragmático, para entender as respostas quando são praticáveis. Porque, de utopias só vivem os intelectuais, não quem quer mesmo resolver os problemas do país e das pessoas.
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“Acabar com 600 empregos no Estado (ainda para mais com o critério de menor antiguidade, independentemente do desempenho) como se fosse grande coisa não é reforma. É chiste sobre os contribuintes. Aceito que Passos Coelho foi o primeiro a baixar a despesa do Estado de um ano para o outro em valor absoluto. Mas o Estado continua o mesmo, apenas mais controleiro e voraz. Mais socialista, em suma.”
Vc. tem ideia de quanto caiu o número de professores em Portugal? Não foram apenas 600, como Vc. aponta.
E que reforma do Estado Vc. preconiza? E não me venha com utopias, porque o sistema americano é muito mais caro que o Português e menos eficiente. O se isto, o se aquilo, o se aqueloutro é para utópicos e radicais. Não para gente pragmática que deseja ver os problemas resolvidos. E se não todos resolvidos, pelo em parte deixarem de ser um estorvo tão grande.
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Os sindicrápulas ainda lá continuam todos, na nobre tarefa do não ensino.
O Estado faz demais e justifica-se porque ainda não faz o suficiente. Toca o burro para a frente fazendo novas leis, que justificam mais palha para burros, palha essa que vai tirar ao campo dos burros que ainda puxam arado.
A reforma do Estado que preconizo é esta: o Estado existe para proteger direitos e não para criar deveres. Mantendo a actual estrutura militar e de segurança essencialmente na mesma, tudo o resto levava razia.
Escolas transformadas em cooperativas de funcionários ih, se eles não pegassem nisso, em sociedades anónimas. Propinas em cheque-ensino para os pais — e livros escolares pertencentes às escolas desta vez como livre opção, e pode crer que pertenceriam. Idem para os hospitais, com o financiamento por doente, que usaria qualquer serviço público ou privado.
Subsídio de desemprego decrescente, para que as pessoas se habituassem à ideia de que têm de procurar emprego. Diminuição do número de funcionários autárquicos, com financiamento exclusivamente local. Inversão da aplicação dos impostos: tudo excepto militares e forças de segurança e chancelaria é financiado localmente. Círculos uninominais, em duas câmaras, sendo a segunda constituída por um representante por concelho. É claro que os concelhos teriam de ter no mínimo 50.000 habitantes e 1000 km2, o que faria com que tivéssemos no máximo uns 50 no país.
Poderia continuar mas acho que deve ter percebido que não vou para um debate sem pelo menos ter uma ideia clara do que faria e com que calendários.
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Fracisco, não seja tão radical. Dê-me lá um exemplo de um país como isso está a ser bem praticado. Onde está mais aproximado a isso que preconiza e com verdadeira eficácia é na Europa. Incluindo aqui a Suiça.
Vc. pensa que os mercados de produtos e serviços são iguais, qualquer que seja a natureza deles. Não o são. Basta pensar na diferença entre um medicamento e um telemóvel. Pode haver líricos que pensam que é tudo a mesma coisa. Na verdade e na prática não o são.
Sem falar no mundo complexo dos serviços, que vai desde cirurgias até aos desenhos técnicos dos arquitectos e engenheiros civis. Hoje as sociedades são muito mais complexas. E com elas, as economias. 😉
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“Anti-Comuna, discordo em absoluto. A União Europeia é tão elitista que nunca respeitou os referendos na França, na Irlanda e na Holanda. Bem dizia o Demora que nunca iriam deixar o voto democrático atrasar o processo de integração europeu.”
E Vc. quer impor reformas estruturais contra a população. Hello! Acorde! Deixe os lirismos utópicos para outros. Não para mim.
A UE é hoje das mais Liberais instituições internacionais que existem em todo o mundo. O Parodiante de Lisboa até escreveu uma série de dislates no Observador sobre o funcionamento do Euro. E na prática preconiza o fim da UE.
Entalados propagandisticos de Londres comigo não pegam, caro Francisco. Vc. queixa-se de elitismo da UE e depois quer impôr reformas estruturais contra a população. Está a ver o problema?
“Eu gosto da ideia de uma UE de nações. Sou contra a existência de um parlamento europeu e, pior, de legislação que os estados têm de adoptar à força e à marra”
Eu também sou a favor de uma UE das Nações. Mas é isso que ela está a transformar-se. Veja lá quem é contra. No Continente, os socialistas fora dela, o UK. Está a ver bem a coisa?
Eu não vou em cantigas de quem, neste caso ingleses, que querem liberdade de movimentos de capitais, bens e serviços mas não dos trabalhadores e nem sequer regulação que permita uma criação minima de standards que permita precisamente a competidção dentro da Europa. Há aqui algo de errado, não acha?
Nós tivemos a CE mais Liberal de sempre. Nem em Portugal os Liberais conseguiram aperceber-se. Estão agora a berrar contra quem pede intervenções no mercado do leite mas nunca se aperceberam quem determinou essas mudanças. Os “socialistas” de Bruxelas, liderados pelo Durão Barroso.
Com liberalistas destes, para não ser tão mal-educado, prefiro dormir com social-democratas, que pelo menos são mais consistentes, na defesa das suas ideias. E reconhecimento público delas. 😉
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Tem que ouvir mais há episódios do Ici Londres, do Daniel Hannan. A sério, fazia-lhe bem! 😉
Quanto à dita Europa de Nações, qualquer pessoa percebe que não é nisso em absoluto que se está a tornar. A UE está a todo o vapor a tornar-se numa ditadura supranacional, perfeitamente de acordo com o plano que foi divisado por uns socialistas gramchiescos. Um dos quais Delors.
Nunca notou que de vez em quando se experimenta na imprensa a ideia de Imposto Europeu? Essa dita experiência, sempre por uma pessoa de segunda linha, faz parte dos escritos de Gramsci, digo a propósito. A UE é tudo menos liberal. É um projecto socialista, feito à revelia das nações, e que se justifica a si própria como qualquer socialista: pelo bem comum, aliás, pelo bem comuna. O qual consiste essencialmente em acangalhar-nos com impostos e alimentar-nos com cicuta dizendo que é remédio natural.
Um dia, quando a estupidez ocidental das sançõezinhas tiver redundado na restauração da URSS, a UE pode ser tomada de um golpe. O plano não é coisa que eu tenha inventado. Foi contado por um famoso desertor russo, ainda no tempo do Andropov. Há dez anos eu considerava-o uma loucura, mas agora está próximo da fruição e de louco tem pouco.
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Os professores que saíram das escolas não trabalhavam para o Estado. Trabalhavam numa escola (e se calhar eram os melhores), mas não eram efectivamente efectivos. Deixá-los ir não é reformar o Estado. Reformar o Estado é pôr o Maricas Nogueira, o profissional do não-ensino, a ensinar.
Veja quanto caiu a despesa do estado nestes anos. Foi 50%? 20%? 10%? Menos de 10%! E quanto é que subiu a receita? Quase 20%. Houve reformas? Sim. Poucas e parcas. E a prova disso é que houve onde houvessas boas e muitas, no turismo, a mais que excelente excepção que prova a regra. O resto é gestão corrente, tutti stesso, arranhando aqui e ali com a ponta de um canivete de limpar unhas. Reconheço boas coisas na saúde, reconhecendo outrossim que o Macedo está num campo de minas de elevada densidade, e que muito faz para aquilo que pode.
O meu desejo para o próximo governo é a elevação do Adolfo Mesquita Nunes à pasta da economia. Ou isso ou vão buscar de novo o Álvaro.
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Meu caro Bolota, faça o favor de ir à Suiça e compare com os dislates que aí vem.
Não há reformas de luxo do Estado mas depois há as privadas.
Olhe, meu amigo, é aquilo que o Passos Coelho quer fazer em Portugal e dizem que é roubar as reformas aos trabalhadores. lol
Vê-se cada disparate na imprensa Portuguesa…
A semana passada era que na Dinamarca todos eram felizes ao pagar impostos. lol
É cada dislate, de quem acha que descobre as coisas em rápidas viagens com alguns tipos de “guias”. 🙂
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Pois é isso a imprensa Portuguesa…podia ser noticia no Avante , mas não é, é uma grande reportagem da RTP1
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Da Ação Socialista, portanto.
Fer-ran-ca-mente! Sandra “a minha mãe é impolhta e até tem uma mala castanha” Felgueiras?
Ah, nunca vi referendos em Cuba nem na URSS. Mas há aquela anedota soviética, genuína e contada como me contaram:
P: Quando é que implantaremos o comunismo na Suíça?
R: Que mal é que nos fizeram eles?
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Colaço,
Deixa-me fazer só mais uma pergunta: ser parvo não doi??? É que tu respondes tudo ao lado. O que tem a ver Cuba e a URSS com a discussão???
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dar exemplos de países capitalistas neoliberais fascistas e usurários também serve ?
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porque não comparar com a reformas de 7 euros dos cubanos que ganham 20 na vida activa? Na Suiça também há senha de racionamento para produtos alimentares?
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O que tem a ver Cuba com a discussão? Tem tanto a ver como a Suiça ora bolas. Ainda mais porque a Suiça é um país capitalista neoliberal “fássista” explorador do pobre povo, e ainda são usurários (banqueiros) e “nós” não queremos esse tipo de sociedade. Pugnamos por justiça social, por verdadeiras politicas de esquerda e por isso devemos usar os bons exemplos revolucionários como é o caso de Cuba.
Usar exemplos de “fássismo neoliberal” como bons no dia em que a revolução for implantada ainda vai levar o bolota para um goulag. se se safar do paredon
Saíste-me um bom agente da CIA, agente do imperialismo capitalista.
Aqui no Comité Central já te topamos, estás marcado.
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ehehehe … bem apanhada 🙂
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Valeu a pena regressar de férias da Venezuela.
Fico feliz por por o F. Miguel Colaço se lembrar de mim. Fina observação a dele:
“… Convidada-o a si (anti-comuna) para ministro da economia e ao Procópio para a chancelaria. O Luís para as finanças e o MJRB para os assuntos internos”.
Chanceler, é isso mesmo. Firme, resoluto, sempre a amar o “nosso povo”. Aí o maduro disse-me como se fazia, não me vou esquecer.
Assim como não me esqueço daquele procurador castiço que não dava andamento aos processos, daquela amiga que os metia na gaveta e no barbichas que recomendava a arte da tesoura. Nem que as virgens ofendidas se f…
Enquanto o politicamente correto ameaçar a verdade das coisas não vamos lá. Não descansaremos enquanto não os pusermos de cuecas as mostrar as enxúndias.
A Zazie que me corrija, se não tiver razão.
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“Veja quanto caiu a despesa do estado nestes anos. Foi 50%? 20%? 10%? Menos de 10%! E quanto é que subiu a receita? Quase 20%. Houve reformas? Sim. Poucas e parcas. ”
Dê-me lá um exemplo onde estejam a fazer melhor que em Portugal. 😉
No mundo, só houve um país que o fez da forma como Vc. preconiza. E foi um péssimo serviço ao Liberalismo. No Chile do Pinochet. E os anos que andaram para recuperar a sua economia, após o colapso do Estado.
Sabe? Isto em Democracia não é tão fácil de fazer como se pensa. Quado existe uma sociedade alerta e quase unida nessas reformas, funciona. Contra as populações não funciona. E Vc. queia-se do pretenso elitismo da UE? Hello! Em que mundo vive. 😉
Mas aqui concordo consigo. Quase totalmente:
“O meu desejo para o próximo governo é a elevação do Adolfo Mesquita Nunes à pasta da economia. Ou isso ou vão buscar de novo o Álvaro.”
🙂
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Existe uma diferença entre a república e a democracia. Diz bem a velha anedota russa, já do tempo dos czares: o Camarada Lobo sabe quem vai comer.
Tem a certeza de que se fizesse um referendo na Europa pela transformação da UE num simples tratado de livre comércio e de união aduaneira, com o fim da burocracia bruxelesca, esse não seria votado em maioria esmagadora?
Quando as sondagens em Portugal não agradam ao PS, não saem. Quando o resultado de possíveis referendos não agradam à UE, estes não se fazem. Quando o resultado de referendos na UE e no Brasil não agradam aos respectivos foros, estes não se cumprem. — no Brasileiro o referendo de 2006, em Portugal o da regionalização, tantas vezes tentada à socapa.
Democracia na UE? Ou sont les français, les hollandais et les irlandais por nous dire de ses raisons?
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“Tem a certeza de que se fizesse um referendo na Europa pela transformação da UE num simples tratado de livre comércio e de união aduaneira, com o fim da burocracia bruxelesca, esse não seria votado em maioria esmagadora?”
Vc. acha que a burocracia de Bruxelas é muito maior que a de Londres? Olhe que não, olhe que não.
Deixe lá os chavões contra a UE. Ás tantas o meu amigo começa a parecer os Galambas Portugueses. 😉
“Democracia na UE? Ou sont les français, les hollandais et les irlandais por nous dire de ses raisons?”
Então o meu amigo é contra o PE e quer uma Europa das Nações e cola-se à propaganda dos ingleses, o país em que tudo fazem para impedir a secessão da Escócia. Ó meu caro Colaço, quantas moedas existem no UK? E Constituições, existe alguma? 😉
Como é que o meu amigo pode ser a favor da Europa das Nações e ao mesmo tempo dizer que não é democrática porque as maiores decisões são tomadas em Conselhos Europeus, com representantes dos governos eleitos?
Eu sei que é dificil compreender esta UE, que tem bastantes defeitos. Mas a UE não é uma Federação e liderada por um tipo não eleito. É uma instituição supranacional e com representantes eleitos a decidir as principais decisões.
Olhe, o meu amigo parece o Galamba e aquelas miudas do BE, a queixarem da ditadura europeia, porque 17 democracias estavam contra 1. 😉
Vá, vá descansar. O meu amigo está a delirar. 🙂
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Colaço,
Finalmente a crescer???? Vou chamar-lhe Fernando,,,O meu amigo Fernando trabalhou numa empresa de distribuição um quarto de seculo , por ai…e ganhava na ordem dos 1.300 a empresa pifou e foi para o desemprego com 900 por ai, a empresa foi recuperada ele é novamente chamado a desempenhar a mesma função a ganhar 750€.
Despe a camisola e responde. Isto é crescer????
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Foi na empresa do Bolota, não foi?
Como é que se chamava: Miséria e Grilhetas, sem Limites, com sede na São Caetano à Lapa, não era?
Ouvi dizer que eles andam em crise. Julgavam que martelavam, mas foi-se.
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Colaço,
és uma merda, nem a uma situação verídica és capaz de responder, dizes apenas BANALIDADES
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Anti-Comuna,
Porque é que precisa de um parlamento europeu? Vá às bases.
Que eu saiba, temos um tratado com a Inglaterra (ainda nem havia Reino Unido) desde 1406 e, que me lembre, nunca precisámos de um parlamento supranacional.. Veja lá que até nos damos ao luxo de o rever de tempos em tempos sem um parlamento supranacional!
Ainda não me respondeu se a sua sanita é de medida europeia, agora obrigatória. E se deixa os seus filhos ler livros dos Cinco, apesar de estarem banidos na União desde 2013, por apresentarem mulheres em papeis tradicionais.
Para a UE, digo eu em bom latim AD REM, que é o meio educado de mandar a dita besta europeida àquela coisa por inversão de letras.
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Colaço,
Crescer????
Mais de 550 mil portugueses ganham menos de 419 euros
O número foi calculado pela mesma publicação a partir de estatísticas do INE e resulta da soma dos trabalhadores que ganham menos de 310 euros mensais e da parte dos que estão entre 310 e 600 euros que fica abaixo do IAS.
Esta não percebi mas tuas explicarás já que não paras de crescer
http://www.noticiasaominuto.com/economia/442457/mais-de-550-mil-portugueses-ganham-menos-de-419-euros
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A burocracia de Londres ou de Cuba não pretende fazer leis que se imponham ao povo português. Tenham a burocracia que tiverem, são escolhas deles.
E quanto aos representantes eleitos, quando é que foi a eleição que meteu o maior admirador do Whisky escocês à frente dos destinos da União? Ora bolas, não notei e esqueci-me de votar!
Noto que o próprio Parlamento Europeu se queixa do papel diminuído que tem em relação à Comissão. Eu concordo totalmente, e as provas estão à vista. Um órgão é mau que baste, o outro não basta no mal que faz.
Anti-Comuna, Portugal é membro da EFTA desde os anos 60. Não creio que possa clamar raivas e queixas contra os danados suecos, e o acordo de comércio livre ia funcionando muito bem.
Pode não gostar dos ingleses, e sabemos que são uns verdadeiros filhos da mãe, mas pelo menos por três vezes temos de lhes agradecer ainda ter um país. Sem eles nós, a Norte do Tejo, parlions français e a Sul hablaríamos español.
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Bolota,
99% dos cubanos ganham menos de 500 euros. Poucos alemães ganham menos de 500 euros, mesmo pesando não haver salário mínimo nacional.
Aproxime-nos da liberal Alemanha, não da socialista Cuba ou da antiga URSS.
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Bolota,
Agradeça ao Pedro Passos Coelho neste momento estar a ser pago acima das suas capacidades. Se fosse com o Sócrates estaria neste momento a partir dentes a especuladores por 20 euros por mês, a la habañera.
Se fosse com o Tio Gerónimo estaria num GULAG.
Quanto ao duvidosamente existente Fernando, se ele não vista do que faz ou do que lhe pagam, ou muda de emprego ou cria-o através dos apoios e meios ao financiamento. se ele não é pago mais do que 750 é porque vale tudo aquilo que lhe pagam, para o bem e para o mal.
Ele cresceu? Não. O país, com mais talentos e vontade que o etéreo Fernando, cresce. O país é feito de muitas árvores. O Fernando talvez seja um arbusto condenado a evoluir ou a morrer. Esperemos que despreze a pena que o Bolota tem do Fernando, que lhe cresça um par de gónadas e que o surpreenda a si, marchista fatalista.
Quanto a chamar-me merda, guarde dentro da sua boca aquilo que come em casa.
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Também gostaria muito de ver o A. Mesquita Nunes como Ministro da Economia. Ainda tenho essa esperança. O Álvaro não tem hipótese, a comunicação social queimou-o.
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Luís, não se preocupe com o queimado do imprensadês. O leite-creme também é queimado, e a maçarico, e fica melhor assim.
Insulto de esbirro é elogio. Ainda estou para conhecer alguém que não tivesse gostado do Álvaro e que não milite no PeiÉsse ou nos partidos neo-totalitários vermilhóides ou calhaus ou unipessoais.
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“Quanto à dita Europa de Nações, qualquer pessoa percebe que não é nisso em absoluto que se está a tornar. A UE está a todo o vapor a tornar-se numa ditadura supranacional, perfeitamente de acordo com o plano que foi divisado por uns socialistas gramchiescos. Um dos quais Delors.”
Vc. parece o João Galamba. Os meus parabéns. Não se esqueça de votar nele. 🙂
“Nunca notou que de vez em quando se experimenta na imprensa a ideia de Imposto Europeu? Essa dita experiência, sempre por uma pessoa de segunda linha, faz parte dos escritos de Gramsci, digo a propósito. ”
Mas já existe um imposto europeu e há anos. Vc. anda a ler esse tal Gramsci mas está-lhe a fazer mal. Não sabia que já temos um imposto europeu? Já se deu ao trabalho de ler uma execução orçamental? Leia em vez desse Gramsci e dos entalados ingleses. Para onde eles vão, já de lá vim há muito. 🙂
Vc. parece um daqueles britânicos a ganir contra o “federalismo europeu” mas é contra a secessão da Escócia. lol
“Um dia, quando a estupidez ocidental das sançõezinhas tiver redundado na restauração da URSS, a UE pode ser tomada de um golpe. O plano não é coisa que eu tenha inventado. Foi contado por um famoso desertor russo, ainda no tempo do Andropov. Há dez anos eu considerava-o uma loucura, mas agora está próximo da fruição e de louco tem pouco.”
Vc. prefere uma guerra militar? Olhe que eu não sou o Bolota e não medito naquilo que leio… 😉
Vá. Vá descansar, que o meu amigo está apenas a replicar a propaganda dos eurocépticos ingleses. E esses são demasiado fraquinhos para dizerem mal da UE. 😉
Só falta mesmo o meu amigo entoar loas ao Putin. 😉
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Muito antes de haver eurocépticos reais em Portugal, eu já era, Anti-Comuna. E até sou dos que é pelo euro e pelo comércio livre. Apenas e só.
Não é preciso grande burocracia para termos uma comunidade do carvão e do aço de novo. O tratado pode apenas dizer: não haverá lugar a pautas aduaneiras entre dois estados membros da União Europeia e não haverá qualquer entrave à circulação ou residência de pessoas naturais de países da UE sem processos judiciais pendentes ou transitados nesse espaço.
É preciso regular a altura das sanitas e os livros infantis que se podem ler?
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“Não é preciso grande burocracia para termos uma comunidade do carvão e do aço de novo.”
Isso é que era democrata? E liberal? lol
A sério, caro Francisco. Não vá por aí. Se havia um orgão dito socialista eram essas organizações comerciais. Que determinavam a produção e quem a devia produzir. 🙂
De mercados-livres nada tinha. Nada, nadinha. Claro que aquilo foi construído para garantir a paz na Europa, não para criar mercados abertos, livres e concorrenciais. Que é isso que os Ingleses não querem. Porquê? São dos maiores exportadores mundiais de… Serviços. 😉
Agora ir invocar instituições criadas após o fim da guerra para louvinhar o Liberalismo… Ó Fancisco. Isso não vale. Vc. tem obrigação de o saber, mais que ninguém. É bastante inteligente para o saber.
Francisco, eu queria era o meu amigo defender a liberdade de circulação de pessoas, bens e serviços na UE. A começar no UK e os seus serviços. 😉
“O tratado pode apenas dizer: não haverá lugar a pautas aduaneiras entre dois estados membros da União Europeia e não haverá qualquer entrave à circulação ou residência de pessoas naturais de países da UE sem processos judiciais pendentes ou transitados nesse espaço.”
Correcto. E como Vc. permite uma mairo competição sem um minimo de regulações que permita a livre concorrência? Sabe o que aconteceu quando se tentou ir por esse caminho sem o minimo de regras acordadas entre todos? Sabe? Uma guerra mundial após fortissimas guerras comerciais. Parece mentira, não parece? Mas se ler a História da Década de 20 e 30…
Está a ver agora a crise na Ásia e as guerras comerciais e cambiais? Daqui a ua guerra militar é apenas uma questão de tempo, se não corrigirem caminho.
Vá. Agora é que vou mesmo desligar. O meu amigo não me pode vir com chavões dos Ingleses. Conheço também a propaganda deles…. lol
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Regulações protegem a competição? É o mesmo que dizer que grilhetas protegem o próprio preso de poder cometer suicídio ou consumir demasiadas calorias.
Isso é coisa de socialistas. Eles é que adoram regular quanto sal pode ter o pão que uma padaria vende (16g/Kg no máximo, mas menos de 8g/Kg), quantas sardinhas deve ter uma lata ou quantos milímetros deve ter a circunferência de um preservativo (54mm), quantos iões de potássio PIDE ter a água mineral ou quanta gordura pode ter uma salsicha alemã. E qual a cor dos azulejos da casa de banho dos empregados — esta eu Desconfio não ser de todo uma originalidade lusitana.
Livre mercado? Regule-se a minudência. Competição? Só dentro de certos parâmetros que os incumbentes cumprem e os concorrentes não podem cumprir.
Tem uma ideia estranha de liberdade, Anti-Comuna. 🙂
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Não seria possível publicar as suas crónicas aqui tb no Blasfémias? Eu vou deixar de visitar o site do Observador mas gostaria de continuar a ler os seus artigos. O Observador está demasiado acordista e eu não pactuo com quem a adopta.
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A altura das sanitas não precisa de ser regulada, mas para ter papel higiénico vale a pena. Enquanto estive na venezuela fartei-me de reflectir sobre o assunto até porque tive uma diarreia de todo o tamanho depois de comer aquela porcarias que lá fazem na rua.
Sim porque o maduro não me convidou para a messe, onde se come lagosta com maionese.
Disseram-me para ouvir o passarinho. Não ouvi nada.
Restabeleci-me a custo.
Aqui, alguns desabrigados cacarejam: “Ouça o costa, o ferro e o galamba!”.
“Eles vão salvar-nos!”.
Fazem lembrar os desgraçados que ajoelham frente aos carrascos do isis.
Não arrisco, o desarranjo pode voltar a qualquer momento.
Como é que eu posso amar o “nosso povo” todo borrado?
Nem o geróimo me perdoaria e eu vou precisar dos votos dele.
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Francisco, isto assim dito até parece uma coisa fantástica.
“Que eu saiba, temos um tratado com a Inglaterra (ainda nem havia Reino Unido) desde 1406 e, que me lembre, nunca precisámos de um parlamento supranacional.. ”
Vc. sabe que eu adoro Portugal. Por vezes sou mesmo fanático. Tão fanático que não me esqueço que em 1890/1 fomos levados à falência pelos nossos “amigos” Ingleses, logo após os tipos terem feito um Ultimato a Portugal.
Hello? Francisco, um aliado que nos ameaça com o uso da força militar? E quem então nos ajudou e amparou? A Rússia? Os USA?
Vá, o meu amigo devia aprender uma coisa em relação ao UK. É bom termos como aliados, mas não confie a sua vida neles. Nem nas suas amizades. O UK é um país a caminho do fim e esqueça esse país. Pense primeiro em Portugal e nos Portugueses. E defenda-os. Já basta os próprios subditos da Rainha para nos lixar a vida, quando lhes convém. Não precisamos em Portugal de Portugueses com mentalidade Inglesa. 😉
Até amanhã. Mas lembre-se quem nos ameçou na altura em que o Rhodes mandava no UK e depois no estoiro financeiro monumental que sofremos, por causa dos ataques especulativos dos Ingleses, da City. Há guerras militares que se começam a ganhar após uma vitória de uma guerra financeira. Medite nisto e defenda as cores de Portugal, não as de Westminster. Olhe, eu tenho muito orgulho em ser Português. E quando morrer quero ser enterrado ou queimado em Portugal. Minha santa terrinha, que um dia os meus olhos há-de comer. 🙂
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As Penínsulas Ibérica e Itálica e a Grécia são a melhor parte da Europa. 😉
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E no entanto as pessoas emigram para as piores partes, como o Reino Unido e a Alemanha.
Que pessoas tão estúpidas!
Luís, os fluxos migratórios dizem onde estão as melhores partes. Uma pessoa qualquer pode até querer migrar para Cuba, mas terá de ter cuidado para não ser pisoteado pelo estampilho da multidão que quer sair da ilha.
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Se realmente te preocupas tanto com Portugal e com os portugueses, não defendias a organização mafiosa que é o psd e o cds. Também andas a mamar do tacho bandido!
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Ando sim senhor. Mamo no tacho nas tetas, é onde calhar. lol
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O Reino Unido bem anda a fazer populismo contra os imigrantes da UE mas sem eles a economia pára. Os ingleses não têm jeitinho nenhum para serviços de trolha, jardinagem, canalização, limpeza, restauração. Se não fossem os italianos, portugueses, espanhóis ou polacos… devem pensar que se safam com a maltinha da Commonwealth, tudo gente com menos formação e capacidade que os trabalhadores da Europa Continental.
Se saírem da UE e expulsarem os polacos, italianos, espanhóis ou portugueses ainda vão chorar rios e rios de lágrimas com saudades destes trabalhadores.
E se saírem da UE vão perder a Escócia.
Mas eu tenho um passarinho que fala comigo, tal como o Maduro, que me disse que vai haver uma encenação do Cameron para o Sim à UE vencer. E vencerá.
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“E no entanto as pessoas emigram para as piores partes, como o Reino Unido e a Alemanha.
Que pessoas tão estúpidas!”
Vc. tem ideia de quantos Ingleses vivem fora do UK, no Continente?
Deixe a Europa do Sul fazer as suas reformazinhas e, dentro de anos, se verá quem é quem na Europa. Olhe que o Norte tem bastante a perder.
Vamos ver. 🙂
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Também para qualquer coisa era utilissimo se o Blasfemias tiver unhas entrarmos noutra abordagem sobre os nomes supracitados a proprosito de Primeiros, Presidentes, Secretarios Gerais, Liberalismos, Comunismos, Marxismos, Centrismos, Trotkismos, Economias, Finanças, Liberdades, Tribunais, Regionalizaçõs, Fiscalidades, Desertificações, Migrantes e Cª Lda
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e se o Blasfemias tiver unhas para poôr e se agunetar na discussão que tal entrarmos nos essenciais, quais dos nomes em palco amplamente supra citadas terão alguma coisa a ver com isto ?
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How to spot a psychopath
… and what to do if you know one
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They can also be very charming, at least superficially, and are very good at mimicking emotions – so they can often fool you into thinking they are showing pity, remorse, guilt, or empathy, when in fact they are not capable of feeling any of these emotions.
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This is not a choice. Their brains work differently from everyone else’s, meaning that they do not have the capacity to feel these emotions (see an interesting article on how suffers of various levels of psychopathy assess emotions in others).
http://www.independent.co.uk/life-style/health-and-families/features/how-to-spot-a-psychopathand-what-to-do-if-you-know-one-10472442.html
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Não é obrigatório mas seria uma ‘ganda caxa’ para animar a malta tão longe e tão mortiça para meter o papelinho nas urnas
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