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Fundamental

31 Agosto, 2015

este texto de António Araújo sobre essa PPP chamada livros escolares  Às razões do António Araújo eu junto uma outra: em algumas disciplinas o manual não serve para nada. E noutras, caso do Português, a partir do 9º é francamente prejudicial.

9 comentários leave one →
  1. Monti's avatar
    Monti permalink
    31 Agosto, 2015 09:51

    O resultado do assalto ao ‘pote’, expressão de Mr Passos em campanha eleitoral.
    Este do livro e editora em apreço, vem de duas três décadas de empreendorismo de ministros, secretários e directores do ministério do sector.
    Sob capa de apoio à educação, medidas de apoio a empresas e amigos do ramo.
    Inconvenientes de tempos de vacas gordas – ‘rendas’ garantidas, como tem dito o perigoso Medina Carreira sobre as da energia.
    Ao tempo de dois governos anteriores e nouto campo, um MAI à solta, andou a financiar formações de técnicos de aeródromos no ineior profundo? da província.
    Qto ao livro em apreço, que medidas teve o ministro Crato, para ‘liberalizar’ o mercado?
    ‘Aprovado’ pelo ministro, por incapacidade dos directores das escolas?
    Big Brother is watching us.

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  2. Almeida's avatar
    Almeida permalink
    31 Agosto, 2015 12:41

    Pois é… Mas o “centrão” que nos tem (tristemente) dominado, nunca mexeu na coisa… Investigar as causas, isso sim, teria interesse.

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    • Francisco Miguel Colaço's avatar
      1 Setembro, 2015 16:43

      Nem a esquerda iria mexer. Basta ver as declarações de cuidado e panos quentes dos principais da esquerda quanto a este assunto, a começar pelo dono, senhor e chefe da Confap (a bestialidade chamada confederação das associações de pais), que chega ao ponto de dizer que reutilizar livros é mau para o ambiente — para o dele, acredito.

      O Crato bem tentou, mas enquanto teve isso na cabeça todos os dias acontecia algo no Mentistério da Inculcação, devidamente exagerado na imprensa. Ora eram os programas informáticos dos professores que não funcionavam, ora algum caso na Parque Escolar, ora sindicatos de professores a ameaçar greves sem fim.

      Deixou-se disso de querer livros das escolas. Os problemas deixaram de acontecer. Os sindicrápulas não levantam tanto a crista.

      Quer a minha opinião? Isto não vai lá até que TODOS os pais decidam, no próximo ano, não comprar mais nenhum manual escolar e exigam a demissão dos professores que levantarem a crista contra isso.

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  3. Ali Kath's avatar
    Ali Kath permalink
    31 Agosto, 2015 17:15

    o alemão Círculo dos Leitors aqdquiriu a Bertrand
    a culpa é da Merquel

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  4. Euro2cent's avatar
    Euro2cent permalink
    31 Agosto, 2015 21:05

    Faltou o gráfico do peso de papel que os burros de carga – perdão, as crianças – têm de carregar para que todos os envolvidos recebam os seus bónus.

    Depois admiram-se que haja saudades dos dias do livro único. Malditos fassistas que davam ensino bom e barato.

    Morriam pobres, era o que era. Agora somos ricos. Não todos, mas pronto.

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    • Francisco Miguel Colaço's avatar
      1 Setembro, 2015 16:48

      Como disse acima, o Crato veio com boas ideias, mas fizeram-lhe a cama. Infelizmente o tipo é demasiado pusilânime e não sabe aguentar uma crise verdadeira e chamar os bois pelos nomes perante a comunicação social.

      O melhor de tudo é ver as declarações do tipo da CONFAP. Um escarralhado, para mais.

      Isto tem solução, mas do lado do consumidor. No próximo ano faremos campanha para que NINGUÉM compre livros escolares novos. E se os professores fizerem farinha contra isso, faremos com que eles sejam despedidos ou afogados em papel (está estranhamente mais no poder dos pais que no poder dos seus supervisores pela lei que temos).

      Eles são o problema. Não esperemos deles soluções. A solução (passe a má construção da frase) somos nós.

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  5. Vladomiro, o Conspirador's avatar
    1 Setembro, 2015 02:08

    O que nos vale é que a Constituição Portuguesa garante o direito ao ensino gratuito!

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  6. Francisco Miguel Colaço's avatar
    1 Setembro, 2015 16:52

    A Constituição diz que o Estado deve estabelecer a progressiva gratuitidade de todos os graus de ensino. Não diz se a progressão tem de ser positiva.

    Mas, para os nossos governantes, aplique-se o 74º, alínea g).

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