Cara Helena, o Tripas pode ter fica em estado-de-coma mas quem anda aí e vai partir a loiça toda é este homem:
Este é o verdadeiro esquerda-radical mas post-marxista. É uma espécie de Jovem Galamba mas com verdadeiro estatuto intelectual e profundo. Este sim, vai partir a loiça.
E toma conta de um partido grande. O PS é hoje o partido dos velhos. Mas quando os bloquistas se apeixonarem por este Corbyn…
Para se entender a diferença entre o Partido Trabalhista e o Partido Socialista, atente-se a estas duas imagens:
O Corbyn reune a juventude inglesa, desprovida de meios e condições de vida, bastante eurocéptica, contra as elites e a alta classe média britânica. Uma espécie de nova luta de classes. O PS reúne os instalados nas tetas da Segurança Social. (E o programa do PS assente precisamente em reengenharia financeira à custa da Segurança Social.) Um é um partido de novos, outro de velhos.
O Corbyn é uma espécie de bloquista britânico. Este em todas. Desde a luta contra a Monarquia até à desmilitarização. Desde a luta pelos direitos civis dos gays ao dos imigrantes, apesar das suas reticências enormes à UE. E este não é um Chico-Anacleto das academias e do caviar no Bairro Alto. Este é mesmo o das ruas e docas britânicas.
Quando a esquerda-caviar Portuguesa descobrir a sério este Corbyn, o verdadeiro Corby e não um cópia caviar como o Ingleses se tentou apoderar da imagem dele, vão cair apaixonados por eles. Mas este, o Corbyn, vai fazer estragos. Mas estragos a sério.
O Tripas é apenas um subproduto da esquerda-caviar. Um utópico de barriga cheia. O Corbyn é mesmo um realista das causas em que acredita. É como água para o vinho. E quando os eventuais ventos de mudança chegarem a Portugal…
Sim, anticomuna! E é por isso mesmo que é necessário destruir o homem, nem que seja com mentiras como as que têm saído diariamente no jornal do senhor Murdoch.
Não vai durar muito.
Desde o momento em que não canta o hino e jura, com perjúrio, fidelidade á Rainha.
Aquilo por lá tem regras de mil anos.
Quebrá-las é perigoso.
anti-comuna,
Que Corbyn vai partir muita loiça é uma certeza matemática. Afinal, quando se leva para uma loja de loiça alguém que está sempre a agitar um cajado e a dizer que vai partir a loiça toda, apenas se pode esperar isso. A questão é que loiça vai partir e parece-me que vai partir mais o Labour que os Tories.
Com Corbyn, o Labour poderá seduzir toda aquela juventude idealista que não sabe fazer contas, não tem experiência de vida para pesar devidamente as consequências de pretender que a realidade se vergue ao idealismo e quer que o Estado a sustente até ao fim das suas vidas. Mas com esse ganho vem inevitavelmente a perda da classe média e daqueles que são forçados a fazer as contas e sabem que, nessa matéria, só podem contar com o Estado para lhes tirar dinheiro para dar a outros.
Imagine um Jerónimo ou uma Catarina a chegar à liderança do PS. Para que limite acha que aquele eleitorado que pode fazer o PS variar entre 25 e 50% dos votos puxaria o PS?
eu percebo que a grécia dê jeito para o hic et nunc. Só que é longe, muito longe, o pessoal gay pela-se por mykonos, os que gostam de cacos pelam-se pelas pedras ou pelas tragédias, os que gostam de praia pensam nas ilhas e ficamos por aí.
Ora é a Grécia ora é a Venezuela, qualquer coisa serve para arremessar. É ridículo.
E já agora estes dois buracos, cada um na sua ponta da Europa, têm uma coisa em comum: receberam milhares e milhares de milhões e não passam de países da divergência. Já foram ultrapassados pela R. Checa, a Eslováquia, a Eslovénia, a Lituânia, a Estónia, a Polónia e a Letónia está quase, sobram os Balcãs e esta gente por cá peleja por saber quem é mais merdoso: se os da outra ponta se os de cá. Talvez que, contrariamente ao que apregoa vasco pulido valente e aquela sua ex que se julga a gloria swanson do marks and spencer, a educação ou a falta dela tenham alguma consequência.
“Além disso, o Corbyn apresenta as mãos cheias de calos, ao contrário do “nosso” monhé.”
Bem visto. Ele é mesmo dos que trabalhou a sério, dos que andou por sindicatos, etc. O gajo veio do chamado bas-fond britânico. O Parolinho é mais um fidalgo. É o problema da esquerda Portuguesa. Poucos subiram a pulso, são todos parte das elites enogamicas.
Este Corbyn escreveu um artigo que o fez ganhar a disputa interna para o Labour Party. Partido do Trabalho. Este artigo vai partir a loiça por todo o lado:
Este tem bagagem intelectual e sabe o que trabalhar. A esquerda-caviar não passam de fidalgos com pretensões intelectuais. É ver e rirmo-nos da Rui Tavares. Uma Joana Amaral Dias de calças. lol
Já o Parodiante de Lisboa promete tudo a todos. Reformas douradas financiadas por portagens, que por sua vez podem desaparecer que acabarão financiadas por baixas da taxa do IVA e descidas no IRS. lol
“PS admite “eliminar” portagens no interior e Algarve”
A brigada do geriatra, metida em camionetas pelas juntas de freguesia e camaras socialistas, em troca de um farnel ou almocito e toca a abanar a bandeira. lol
Pode um partido como o PS ganhar as eleições com a brigada do reumático? Não, não pode. Um é o discurso dos chavões do passado, outras das dificuldades do presente e dos desafios do futuro.
Mas há ainda quem acredite que eles estão empatados nas sondagens. lol
«Este [Corbyn] tem bagagem intelectual e sabe o que trabalhar.»
Parece mentira: o anti-comuna a gabar um esquerdalha? Deve ser por o Corbyn ser bife…
No link que indicou há uma troca de comentários interessante:
– Falar apenas em flexibilização quantitativa [quantitative easing – QE – basta pesquisar] soa a mais Mais Dívida. Estas ideias [do Corbyn] seriam rejeitadas pela maioria do eleitorado. Lamento.
– Ninguém objectou à QE quando foi usada para o BAILOUT DA BANCA, às dezenas de milhares de milhão.
E é este o cerne da questão. Não é esquerda ou direita, essas pulhitiquices para carneiro ver. A questão é a criação do dinheiro, e a criação de dívida. É a chulice da Banca. É a mama obscena dos “mercados”.
“Parece mentira: o anti-comuna a gabar um esquerdalha? Deve ser por o Corbyn ser bife…”
Eu admiro sempre um homem de esquerda que sabe o que trabalhar no duro. Até o Jerónimo, apesar de ser o que é, merece todo o meu respeito. Pelo menos em novo foi operário. E deu-lhe no duro. O resto da esquerda não passam de novo-ricos.
Quanto às suas teorias monetárias estão todas erradas. Todas. E é por isso que o Corbyn vai partir a loiça.
Mas fica registado que afinal o meu amigo é um esquerdalha. Uma espécie de novo pós-marxista. Eu não me enganei muito logo nas suas ideias.
Já alguma vez teve calos nas mãos? Ou é outro fidalgo? lol
“Sim, anticomuna! E é por isso mesmo que é necessário destruir o homem, nem que seja com mentiras como as que têm saído diariamente no jornal do senhor Murdoch.”
Sim, anticomuna. O The Sun (mas não só) tem feito uma campanha extraordinário de ataques ao Sr. Corbyn, ora com meias verdades, ora com mentiras. Havemos de desgastar a imagem do homem… Os rumores também costumam ser eficazes neste tipo de campanha.
“Com Corbyn, o Labour poderá seduzir toda aquela juventude idealista que não sabe fazer contas, não tem experiência de vida para pesar devidamente as consequências de pretender que a realidade se vergue ao idealismo e quer que o Estado a sustente até ao fim das suas vidas. ”
Aqui é que se engana. Se o banco central pode imprimir para salvar as finanças do país, porque não construir casas, hospitais, auto-estradas, etc.? Vai ver o furacão na Grã-Bretanha. Mas é bem feita para os da direita inglesas. São muito tótós, sabe? É esse o problema. Abriram a caixa-de-pandora:
Mas quem andava errado eram os eurocratas, a Merkel, etc. Pois andavam. Então eles que esperem pelos próximos anos. Deverão sair da UE, ter o país dividido e, se calhar, será tipo Venezuela. Este Corbyn é da velha cepa, cuidado com ele. Não copinho-de-leite com os nossos anacletos. 😉
O caso mais espectacular de como a direita inglesa é mesmo anormal, foi quando eu li isto:
“Britain is well prepared to fight apocalyptic zombie invasion
A zombie invasion is a problem that may seem to belong in a horror film rather than to real life, but, none the less, the British government believes it has worked out the best way to cope with one.”
anti-comuna,
Convém distinguir o título da notícia do conteúdo.
A resposta ao pedido (cretino) de informação sobre se o Reino Unido estava preparado para uma “invasão zombie” foi “In the event of an apocalyptic incident (eg zombies)…”.
Ou seja, não havendo um plano específico para responder a uma “invasão zombie” (de que tipo, “World War Z” ou “The Walking Dead”?), há naturalmente planos para responder a diversos tipos de cenários apocalípticos, em que se incluirão situações semelhantes a uma hipotética “invasão zombie” (“eg zombies”).
Aliás, a probabilidade de haver uma epidemia de propagação rápida em que os afectados desenvolvam algum tipo de demência que os torne extremamente agressivos não é propriamente de zero, por muito que a maioria da população ache isso um disparate. O mesmo para uma invasão alienígena.
Ambos os cenários poderão ser extremamente improváveis mas não são de todo impossíveis. O recurso crescente a manipulação genética de vírus e a “naturalidade” com que se faz essa manipulação pode levar a “acidentes” de consequências catastróficas (quantos não terão já sido evitados in extremis?) e a existência de vida extraterrestre inteligente é uma certeza matemática (a dúvida é se alguma civilização extraterrestre terá atingido um nível tecnológico que lhe permita – e tenha interesse em – chegar à Terra nesta pequena “janela temporal”).
Os Governos não têm que preparar resposta a todas as situações que os autores de ficção científica consigam imaginar mas devem preparar planos de resposta para as mais variadas situações de catástrofe, em que a rapidez na resposta é crítica.
Sendo identificada uma situação de catástrofe, enquadra-se essa situação no cenário mais adequado e recorre-se ao plano de resposta correspondente, com os devidos ajustamentos. O que não se pode fazer é esperar que a catástrofe ocorra e apenas então juntar os especialistas mais adequados e fazer um plano de resposta.
E quantos mais graves forem as consequências possíveis do cenário de catástrofe menos provável tem que ser a ameaça para se justificar preparar uma resposta.
A “anormalidade” na notícia que refere é de quem questionou o Governo sobre se tinha planos de resposta para uma “invasão zombie”. A Lei (positiva) que permitiu que essa questão fosse colocada e obrigou a uma resposta ser usada por cretinos para obrigarem quem tem mais que fazer a desperdiçar o seu tempo a responder apenas vai levar a que a Lei seja revogada.
Não estou tão certo sobre isso. Aquilo nas Ilhas não está tão cor-de-rosa como se pinta. E note bem. É a juventude Trabalhista que está por detrás dele. Não o stablishment desse partido. E quando a juventude está com um líder, ele até pode ser substituído mas as suas ideias ficam.
O RU vive uma crise enorme embora escamoteada com a bolha do consumo e do imobiliário. A direita nas Ilhas defende os ricos ou é contra os imigrantes, devido à falta de habitação a preços comportáveis. A juventude está a sofrer uma forte queda no nível de vida, em comparação com as gerações mais velhas.
O Corbyn conquistará fácilmente o poder face a esta direita, um bocado, digamos tótó. E sobreudo, esta direita abriu uma enorme caixa-de-pandora. Se se pode imprimir para salvar as finanças do país, porque não construir casas? Está a ver a coisa?
E com a economia inglesa a entrar num período deflacionistas, quer melhor apelo aos jovens que recordar Roosevelt e os seus programas de obras públicas? Dinheiro? Imprime-se.
O tipo pretende nacionalizar empresas ditas estratégicas. Não há dinheiro? Imprime-se.
Depois é deixar a imaginação tomar conta do resto. Com uma direia copinho-de-leite no poder e outra que é uma espécie de seguidora de ideias antigas xenófobas…
O Corbyn vai recriar os sindicatos através dos jovens. Não apenas do funcionalismo público, como fazia a Terceira-Via. (Ou como faz o PS em Portugal.) O Corbyn vai usar as impressões monetárias para convencer a população, que imprimir é bom e não custa nada. E ele tem um discurso virado para quem é pobre, quem trabalha mas continua pobre, etc.
A direita tem um discurso para os ricos. Lixaram-se. Além de que são imbecis, como essa de estarem preparados para uma guerra zombi. O que mostram que também vivem de bolhas mediáticas e realidades alternativas. Fora da realidade. Tiveram foi sorte em apanhar um Labour em estado-de-coma e usaram bem o medo para meter medo aos Trabalhistas mais à direita.
Mas este Corbyn… Este é velha cepa. Sabe onde chegar para tocar no coração dos pobres ingleses e os mobilizar.
“anti-comuna,
Convém distinguir o título da notícia do conteúdo.”
Desculpe mas eu li. Um governo a sério dizia assim: nós não estamos preparados para combater uma invasão de zombies porque eles não existem. Se um dia existirem, pouco provável, temos um dispositivo montado para qualquer invasão, mesmo as mais improváveis, como uma invasão de alienigenas ou até mesmo os tais zombies.
Sabe qual o problema? Como há bastantes grupos que acreditam em zombies, o governo alinha em realidades alternativas para as agradar. Ou seja, é uma estupidez questionarem se o governo está preparado para uma invasão desse tipo e outra responderem afirmativamente, alinhando na realidade virtual criada pela imprensa.
É o mal da política moderna. Criam narrativas e realidades alternativas nos média e os governos e os partidos também vivem nessa bolha mediática. O mesmo ocorre em Portugal. Os média não conseguem transmitir a realidade. Nem de perto, nem de longe. E mal do partido político que também vive nessa narrativa. Como ocorreu em Portugal, durante a recupeação económica e ainda tinhamos o PS e os média, crentes que estavamos sob uma espiral recessiva. lol
anti-comuna,
“Um governo a sério dizia assim: nós não estamos preparados para combater uma invasão de zombies porque eles não existem. Se um dia existirem, pouco provável, temos um dispositivo montado para qualquer invasão, mesmo as mais improváveis, como uma invasão de alienigenas ou até mesmo os tais zombies.”
E foi isso mesmo que responderam, sem necessidade de tantas palavras, com “In the event of an apocalyptic incident (EG ZOMBIES)…”.
Quanto ao “não existem”, acha mesmo que o Governo deve fazer uma tal declaração de facto? É que, como o anti-comuna refere, “há bastantes grupos que acreditam em zombies”.
Em vez de uma afirmação de facto que não pode ser provada (o mesmo com “Deus não existe” ou “os extraterrestres não existem”) e que faria com que a discussão passasse a ser sobre essa declaração e esses “bastantes grupos que acreditam em zombies” se sentissem “feridos” e lhe começassem a fazer a vida negra com sucessivos pedidos cretinos de informação, o Governo respondeu ao perguntado (como a Lei o obriga), não deu ao disparate mais atenção do que tinha que dar e passou à frente.
Ao contrário do que o anti-comuna pretende, não reconheceram a existência de zombies nem admitiram ter gasto qualquer tempo ou recursos a preparar a resposta a uma “invasão zombie”.
A arte da política também é a de saber com o que se deve ou não perder tempo.
Aceito que pense assim. Eu não penso que seja assim. Um governo quando vive do spin e do mundo mediático perde a ligação á realidade.
Nesse aspecto sou um bocado radical. Não existem zombies. Ponto final. 😉
Mas esse episódio é só mais um dos erros da direita inglesa. O pior deles todos? Assumir a luta de classes. Defesa dos ricos em vez de um sistema. E quando assim é surgem as respostas a este radicalismo. Veja isto:
“Despite Farron’s comments, peer and former Lib Dem MP Lady Tonge told the Sunday Times that she was considering defecting to Labour because Corbyn’s honest politics were “a breath of fresh air”, claiming that lots of Lib Dems were thinking of doing the same.”
E depois, ainda mais importante, o renascer do marxismo:
“But in an hour-long interview, in which he names Karl Marx’s Das Kapital as a key influence on his thinking, he makes clear that he wants an overhaul of the way government works, and a leftwing programme of renationalisation that will take the railways and Royal Mail back under public ownership as soon as possible – burying the legacy of New Labour.”
Num país em que a austeridade a sério ao Estado não chegou mas apenas a alguns grupos sociais (os mais pobres, os jovens, etc), numa transferência de recursos dos pobres para os ricos, não é de admirar o renascimento do marxismo nas Ilhas. Era apenas uma questão de tempo.
Quando este Corbyn se apanhar com as rotativas do banco central, ele poderá prometer tudo a todos e tem dinheiro para isso. Manda-o imprimir. Este erro da direita inglesa mostra o quão estúpidos são. Mas pronto, é a minha sanha contra eles. Mais parecem neo-keynesianos. 😉
Por acaso, em relação ao Tsipras não vejo assim e nem vejo nele apenas um personagem ideológico.
Creio que o JMF57 tirou um retrato mais aproximado.
Ele tem um sentido de Estado, que vai mais longe que isso.
O resto, é claro que não se recomenda, mas também se entende e, para isso, a Bismerka com esta agora dos “refugiados” e a mandar para trás, cobrando ao Sul, estando eles com uma ilha a abarrotar de ilegais- sempre o disseram- ilegais- nunca andaram com a treta da moda de serem os refugiados- é natural que o povo vote.
Cara Helena, o Tripas pode ter fica em estado-de-coma mas quem anda aí e vai partir a loiça toda é este homem:
Este é o verdadeiro esquerda-radical mas post-marxista. É uma espécie de Jovem Galamba mas com verdadeiro estatuto intelectual e profundo. Este sim, vai partir a loiça.
E toma conta de um partido grande. O PS é hoje o partido dos velhos. Mas quando os bloquistas se apeixonarem por este Corbyn…
GostarGostar
Para se entender a diferença entre o Partido Trabalhista e o Partido Socialista, atente-se a estas duas imagens:
O Corbyn reune a juventude inglesa, desprovida de meios e condições de vida, bastante eurocéptica, contra as elites e a alta classe média britânica. Uma espécie de nova luta de classes. O PS reúne os instalados nas tetas da Segurança Social. (E o programa do PS assente precisamente em reengenharia financeira à custa da Segurança Social.) Um é um partido de novos, outro de velhos.
O Corbyn é uma espécie de bloquista britânico. Este em todas. Desde a luta contra a Monarquia até à desmilitarização. Desde a luta pelos direitos civis dos gays ao dos imigrantes, apesar das suas reticências enormes à UE. E este não é um Chico-Anacleto das academias e do caviar no Bairro Alto. Este é mesmo o das ruas e docas britânicas.
Quando a esquerda-caviar Portuguesa descobrir a sério este Corbyn, o verdadeiro Corby e não um cópia caviar como o Ingleses se tentou apoderar da imagem dele, vão cair apaixonados por eles. Mas este, o Corbyn, vai fazer estragos. Mas estragos a sério.
O Tripas é apenas um subproduto da esquerda-caviar. Um utópico de barriga cheia. O Corbyn é mesmo um realista das causas em que acredita. É como água para o vinho. E quando os eventuais ventos de mudança chegarem a Portugal…
GostarGostar
Além disso, o Corbyn apresenta as mãos cheias de calos, ao contrário do “nosso” monhé.
GostarGostar
Sim, anticomuna! E é por isso mesmo que é necessário destruir o homem, nem que seja com mentiras como as que têm saído diariamente no jornal do senhor Murdoch.
GostarGostar
Não vai durar muito.
Desde o momento em que não canta o hino e jura, com perjúrio, fidelidade á Rainha.
Aquilo por lá tem regras de mil anos.
Quebrá-las é perigoso.
GostarGostar
Acha que vai durar pouco? Pois eu digo-lhe que não. Pelo menos as suas ideias farão escola no Labour Party. É mesmo o fim da “terceira-via”.
A Teceira-Via só sobreviverá no continente e no norte e centro da europa. Até o PS caminha para a radicalização e encosto ao BE.
O tipo vai partir a loiça toda. Porque tem aquilo que conta em termos políticos: a juventude.
GostarGostar
anti-comuna,
Que Corbyn vai partir muita loiça é uma certeza matemática. Afinal, quando se leva para uma loja de loiça alguém que está sempre a agitar um cajado e a dizer que vai partir a loiça toda, apenas se pode esperar isso. A questão é que loiça vai partir e parece-me que vai partir mais o Labour que os Tories.
Com Corbyn, o Labour poderá seduzir toda aquela juventude idealista que não sabe fazer contas, não tem experiência de vida para pesar devidamente as consequências de pretender que a realidade se vergue ao idealismo e quer que o Estado a sustente até ao fim das suas vidas. Mas com esse ganho vem inevitavelmente a perda da classe média e daqueles que são forçados a fazer as contas e sabem que, nessa matéria, só podem contar com o Estado para lhes tirar dinheiro para dar a outros.
Imagine um Jerónimo ou uma Catarina a chegar à liderança do PS. Para que limite acha que aquele eleitorado que pode fazer o PS variar entre 25 e 50% dos votos puxaria o PS?
GostarGostar
eu percebo que a grécia dê jeito para o hic et nunc. Só que é longe, muito longe, o pessoal gay pela-se por mykonos, os que gostam de cacos pelam-se pelas pedras ou pelas tragédias, os que gostam de praia pensam nas ilhas e ficamos por aí.
Ora é a Grécia ora é a Venezuela, qualquer coisa serve para arremessar. É ridículo.
E já agora estes dois buracos, cada um na sua ponta da Europa, têm uma coisa em comum: receberam milhares e milhares de milhões e não passam de países da divergência. Já foram ultrapassados pela R. Checa, a Eslováquia, a Eslovénia, a Lituânia, a Estónia, a Polónia e a Letónia está quase, sobram os Balcãs e esta gente por cá peleja por saber quem é mais merdoso: se os da outra ponta se os de cá. Talvez que, contrariamente ao que apregoa vasco pulido valente e aquela sua ex que se julga a gloria swanson do marks and spencer, a educação ou a falta dela tenham alguma consequência.
GostarGostar
“Além disso, o Corbyn apresenta as mãos cheias de calos, ao contrário do “nosso” monhé.”
Bem visto. Ele é mesmo dos que trabalhou a sério, dos que andou por sindicatos, etc. O gajo veio do chamado bas-fond britânico. O Parolinho é mais um fidalgo. É o problema da esquerda Portuguesa. Poucos subiram a pulso, são todos parte das elites enogamicas.
Este Corbyn escreveu um artigo que o fez ganhar a disputa interna para o Labour Party. Partido do Trabalho. Este artigo vai partir a loiça por todo o lado:
“Invest in Our Future”
http://tinyurl.com/qfxtly5
Este tem bagagem intelectual e sabe o que trabalhar. A esquerda-caviar não passam de fidalgos com pretensões intelectuais. É ver e rirmo-nos da Rui Tavares. Uma Joana Amaral Dias de calças. lol
GostarGostar
Já o Parodiante de Lisboa promete tudo a todos. Reformas douradas financiadas por portagens, que por sua vez podem desaparecer que acabarão financiadas por baixas da taxa do IVA e descidas no IRS. lol
“PS admite “eliminar” portagens no interior e Algarve”
in http://tinyurl.com/na86b2d
A Segurança Social, como bem diz a bloquista, é o novo mealheiro dos socialistas. lol
http://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/5537c3750cf2e8308bfff32a/800
GostarGostar
Compare-se quem vai aos comicios do PS:
http://images-cdn.impresa.pt/expresso/2015-09-20-RDS_CostaPSPortalegre_08.jpg/3×2/mw-1600
A brigada do geriatra, metida em camionetas pelas juntas de freguesia e camaras socialistas, em troca de um farnel ou almocito e toca a abanar a bandeira. lol
O Corbyn:
A nossa esquerda-caviar:
http://imagens4.publico.pt/imagens.aspx/841494?tp=UH&db=IMAGENS
GostarGostar
Compare-se o Passos Coelho versus Parodiante de Lisboa:
http://images-cdn.impresa.pt/expresso/2015-09-20-RDS_CostaPSAlvalade_10.jpg/3×2/mw-1600
Pode um partido como o PS ganhar as eleições com a brigada do reumático? Não, não pode. Um é o discurso dos chavões do passado, outras das dificuldades do presente e dos desafios do futuro.
Mas há ainda quem acredite que eles estão empatados nas sondagens. lol
GostarGostar
Esta malta jovem da fotografia da coligação veio toda admirar os calos das mãos do Pedro Passos Coelho.
GostarGostar
Ele não precisa. Trabalham outros por ele. lol
GostarGostar
«Este [Corbyn] tem bagagem intelectual e sabe o que trabalhar.»
Parece mentira: o anti-comuna a gabar um esquerdalha? Deve ser por o Corbyn ser bife…
No link que indicou há uma troca de comentários interessante:
– Falar apenas em flexibilização quantitativa [quantitative easing – QE – basta pesquisar] soa a mais Mais Dívida. Estas ideias [do Corbyn] seriam rejeitadas pela maioria do eleitorado. Lamento.
– Ninguém objectou à QE quando foi usada para o BAILOUT DA BANCA, às dezenas de milhares de milhão.
– O dinheiro NÃO TEM de ser criado como dívida. Vejam http://www.positivemoney.org .
E é este o cerne da questão. Não é esquerda ou direita, essas pulhitiquices para carneiro ver. A questão é a criação do dinheiro, e a criação de dívida. É a chulice da Banca. É a mama obscena dos “mercados”.
Como disse o fulano acima: http://www.positivemoney.org
GostarGostar
“Parece mentira: o anti-comuna a gabar um esquerdalha? Deve ser por o Corbyn ser bife…”
Eu admiro sempre um homem de esquerda que sabe o que trabalhar no duro. Até o Jerónimo, apesar de ser o que é, merece todo o meu respeito. Pelo menos em novo foi operário. E deu-lhe no duro. O resto da esquerda não passam de novo-ricos.
Quanto às suas teorias monetárias estão todas erradas. Todas. E é por isso que o Corbyn vai partir a loiça.
Mas fica registado que afinal o meu amigo é um esquerdalha. Uma espécie de novo pós-marxista. Eu não me enganei muito logo nas suas ideias.
Já alguma vez teve calos nas mãos? Ou é outro fidalgo? lol
GostarGostar
“. Até o Jerónimo, apesar de ser o que é, merece todo o meu respeito.”
O Carvalho da Silva tb merece o teu respeito?
As vezes sai merda certos dos comentarios teus
Tu e o Filipe podem ler isto (Olavo de Carvalho)
vejam as vossas posições a,b ou c
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/16063-em-louvor-de-lula.html
GostarGostar
“Sim, anticomuna! E é por isso mesmo que é necessário destruir o homem, nem que seja com mentiras como as que têm saído diariamente no jornal do senhor Murdoch.”
Não percebi nada. Mas deve ter toda a razão.
GostarGostar
Sim, anticomuna. O The Sun (mas não só) tem feito uma campanha extraordinário de ataques ao Sr. Corbyn, ora com meias verdades, ora com mentiras. Havemos de desgastar a imagem do homem… Os rumores também costumam ser eficazes neste tipo de campanha.
GostarGostar
Que rumores? Escreva Português que se entenda. Eu cada vez o percebo menos. É por eu ser um gajo do campo? Só se for… 😉
GostarGostar
e o homem invisível lá ganhou… outra vez…
GostarGostar
“Com Corbyn, o Labour poderá seduzir toda aquela juventude idealista que não sabe fazer contas, não tem experiência de vida para pesar devidamente as consequências de pretender que a realidade se vergue ao idealismo e quer que o Estado a sustente até ao fim das suas vidas. ”
Aqui é que se engana. Se o banco central pode imprimir para salvar as finanças do país, porque não construir casas, hospitais, auto-estradas, etc.? Vai ver o furacão na Grã-Bretanha. Mas é bem feita para os da direita inglesas. São muito tótós, sabe? É esse o problema. Abriram a caixa-de-pandora:
Mas quem andava errado eram os eurocratas, a Merkel, etc. Pois andavam. Então eles que esperem pelos próximos anos. Deverão sair da UE, ter o país dividido e, se calhar, será tipo Venezuela. Este Corbyn é da velha cepa, cuidado com ele. Não copinho-de-leite com os nossos anacletos. 😉
GostarGostar
O caso mais espectacular de como a direita inglesa é mesmo anormal, foi quando eu li isto:
“Britain is well prepared to fight apocalyptic zombie invasion
A zombie invasion is a problem that may seem to belong in a horror film rather than to real life, but, none the less, the British government believes it has worked out the best way to cope with one.”
in http://tinyurl.com/corxlvg
Desde então perdi a fé naquela direita. Completamente imbecil. lol
Com uma direita daquelas, um Corbyn vence-os com uma perna às costas.
GostarGostar
anti-comuna,
Convém distinguir o título da notícia do conteúdo.
A resposta ao pedido (cretino) de informação sobre se o Reino Unido estava preparado para uma “invasão zombie” foi “In the event of an apocalyptic incident (eg zombies)…”.
Ou seja, não havendo um plano específico para responder a uma “invasão zombie” (de que tipo, “World War Z” ou “The Walking Dead”?), há naturalmente planos para responder a diversos tipos de cenários apocalípticos, em que se incluirão situações semelhantes a uma hipotética “invasão zombie” (“eg zombies”).
Aliás, a probabilidade de haver uma epidemia de propagação rápida em que os afectados desenvolvam algum tipo de demência que os torne extremamente agressivos não é propriamente de zero, por muito que a maioria da população ache isso um disparate. O mesmo para uma invasão alienígena.
Ambos os cenários poderão ser extremamente improváveis mas não são de todo impossíveis. O recurso crescente a manipulação genética de vírus e a “naturalidade” com que se faz essa manipulação pode levar a “acidentes” de consequências catastróficas (quantos não terão já sido evitados in extremis?) e a existência de vida extraterrestre inteligente é uma certeza matemática (a dúvida é se alguma civilização extraterrestre terá atingido um nível tecnológico que lhe permita – e tenha interesse em – chegar à Terra nesta pequena “janela temporal”).
Os Governos não têm que preparar resposta a todas as situações que os autores de ficção científica consigam imaginar mas devem preparar planos de resposta para as mais variadas situações de catástrofe, em que a rapidez na resposta é crítica.
Sendo identificada uma situação de catástrofe, enquadra-se essa situação no cenário mais adequado e recorre-se ao plano de resposta correspondente, com os devidos ajustamentos. O que não se pode fazer é esperar que a catástrofe ocorra e apenas então juntar os especialistas mais adequados e fazer um plano de resposta.
E quantos mais graves forem as consequências possíveis do cenário de catástrofe menos provável tem que ser a ameaça para se justificar preparar uma resposta.
A “anormalidade” na notícia que refere é de quem questionou o Governo sobre se tinha planos de resposta para uma “invasão zombie”. A Lei (positiva) que permitiu que essa questão fosse colocada e obrigou a uma resposta ser usada por cretinos para obrigarem quem tem mais que fazer a desperdiçar o seu tempo a responder apenas vai levar a que a Lei seja revogada.
GostarGostar
anti-comuna,
Para tal será necessário que o Labour chegue ao poder com Corbyn, o que me parece muito pouco provável.
GostarGostar
Não estou tão certo sobre isso. Aquilo nas Ilhas não está tão cor-de-rosa como se pinta. E note bem. É a juventude Trabalhista que está por detrás dele. Não o stablishment desse partido. E quando a juventude está com um líder, ele até pode ser substituído mas as suas ideias ficam.
O RU vive uma crise enorme embora escamoteada com a bolha do consumo e do imobiliário. A direita nas Ilhas defende os ricos ou é contra os imigrantes, devido à falta de habitação a preços comportáveis. A juventude está a sofrer uma forte queda no nível de vida, em comparação com as gerações mais velhas.
O Corbyn conquistará fácilmente o poder face a esta direita, um bocado, digamos tótó. E sobreudo, esta direita abriu uma enorme caixa-de-pandora. Se se pode imprimir para salvar as finanças do país, porque não construir casas? Está a ver a coisa?
E com a economia inglesa a entrar num período deflacionistas, quer melhor apelo aos jovens que recordar Roosevelt e os seus programas de obras públicas? Dinheiro? Imprime-se.
O tipo pretende nacionalizar empresas ditas estratégicas. Não há dinheiro? Imprime-se.
Depois é deixar a imaginação tomar conta do resto. Com uma direia copinho-de-leite no poder e outra que é uma espécie de seguidora de ideias antigas xenófobas…
O Corbyn vai recriar os sindicatos através dos jovens. Não apenas do funcionalismo público, como fazia a Terceira-Via. (Ou como faz o PS em Portugal.) O Corbyn vai usar as impressões monetárias para convencer a população, que imprimir é bom e não custa nada. E ele tem um discurso virado para quem é pobre, quem trabalha mas continua pobre, etc.
A direita tem um discurso para os ricos. Lixaram-se. Além de que são imbecis, como essa de estarem preparados para uma guerra zombi. O que mostram que também vivem de bolhas mediáticas e realidades alternativas. Fora da realidade. Tiveram foi sorte em apanhar um Labour em estado-de-coma e usaram bem o medo para meter medo aos Trabalhistas mais à direita.
Mas este Corbyn… Este é velha cepa. Sabe onde chegar para tocar no coração dos pobres ingleses e os mobilizar.
GostarGostar
“anti-comuna,
Convém distinguir o título da notícia do conteúdo.”
Desculpe mas eu li. Um governo a sério dizia assim: nós não estamos preparados para combater uma invasão de zombies porque eles não existem. Se um dia existirem, pouco provável, temos um dispositivo montado para qualquer invasão, mesmo as mais improváveis, como uma invasão de alienigenas ou até mesmo os tais zombies.
Sabe qual o problema? Como há bastantes grupos que acreditam em zombies, o governo alinha em realidades alternativas para as agradar. Ou seja, é uma estupidez questionarem se o governo está preparado para uma invasão desse tipo e outra responderem afirmativamente, alinhando na realidade virtual criada pela imprensa.
É o mal da política moderna. Criam narrativas e realidades alternativas nos média e os governos e os partidos também vivem nessa bolha mediática. O mesmo ocorre em Portugal. Os média não conseguem transmitir a realidade. Nem de perto, nem de longe. E mal do partido político que também vive nessa narrativa. Como ocorreu em Portugal, durante a recupeação económica e ainda tinhamos o PS e os média, crentes que estavamos sob uma espiral recessiva. lol
GostarGostar
anti-comuna,
“Um governo a sério dizia assim: nós não estamos preparados para combater uma invasão de zombies porque eles não existem. Se um dia existirem, pouco provável, temos um dispositivo montado para qualquer invasão, mesmo as mais improváveis, como uma invasão de alienigenas ou até mesmo os tais zombies.”
E foi isso mesmo que responderam, sem necessidade de tantas palavras, com “In the event of an apocalyptic incident (EG ZOMBIES)…”.
Quanto ao “não existem”, acha mesmo que o Governo deve fazer uma tal declaração de facto? É que, como o anti-comuna refere, “há bastantes grupos que acreditam em zombies”.
Em vez de uma afirmação de facto que não pode ser provada (o mesmo com “Deus não existe” ou “os extraterrestres não existem”) e que faria com que a discussão passasse a ser sobre essa declaração e esses “bastantes grupos que acreditam em zombies” se sentissem “feridos” e lhe começassem a fazer a vida negra com sucessivos pedidos cretinos de informação, o Governo respondeu ao perguntado (como a Lei o obriga), não deu ao disparate mais atenção do que tinha que dar e passou à frente.
Ao contrário do que o anti-comuna pretende, não reconheceram a existência de zombies nem admitiram ter gasto qualquer tempo ou recursos a preparar a resposta a uma “invasão zombie”.
A arte da política também é a de saber com o que se deve ou não perder tempo.
GostarGostar
Aceito que pense assim. Eu não penso que seja assim. Um governo quando vive do spin e do mundo mediático perde a ligação á realidade.
Nesse aspecto sou um bocado radical. Não existem zombies. Ponto final. 😉
Mas esse episódio é só mais um dos erros da direita inglesa. O pior deles todos? Assumir a luta de classes. Defesa dos ricos em vez de um sistema. E quando assim é surgem as respostas a este radicalismo. Veja isto:
“Despite Farron’s comments, peer and former Lib Dem MP Lady Tonge told the Sunday Times that she was considering defecting to Labour because Corbyn’s honest politics were “a breath of fresh air”, claiming that lots of Lib Dems were thinking of doing the same.”
in http://tinyurl.com/os44xdw
E depois, ainda mais importante, o renascer do marxismo:
“But in an hour-long interview, in which he names Karl Marx’s Das Kapital as a key influence on his thinking, he makes clear that he wants an overhaul of the way government works, and a leftwing programme of renationalisation that will take the railways and Royal Mail back under public ownership as soon as possible – burying the legacy of New Labour.”
in http://tinyurl.com/p3vmalp
Num país em que a austeridade a sério ao Estado não chegou mas apenas a alguns grupos sociais (os mais pobres, os jovens, etc), numa transferência de recursos dos pobres para os ricos, não é de admirar o renascimento do marxismo nas Ilhas. Era apenas uma questão de tempo.
Quando este Corbyn se apanhar com as rotativas do banco central, ele poderá prometer tudo a todos e tem dinheiro para isso. Manda-o imprimir. Este erro da direita inglesa mostra o quão estúpidos são. Mas pronto, é a minha sanha contra eles. Mais parecem neo-keynesianos. 😉
GostarGostar
Por acaso, em relação ao Tsipras não vejo assim e nem vejo nele apenas um personagem ideológico.
Creio que o JMF57 tirou um retrato mais aproximado.
Ele tem um sentido de Estado, que vai mais longe que isso.
O resto, é claro que não se recomenda, mas também se entende e, para isso, a Bismerka com esta agora dos “refugiados” e a mandar para trás, cobrando ao Sul, estando eles com uma ilha a abarrotar de ilegais- sempre o disseram- ilegais- nunca andaram com a treta da moda de serem os refugiados- é natural que o povo vote.
GostarGostar