a importância de marcelo
1 Outubro, 2015
O Bloco de Esquerda, que pode chegar muito perto dos dois dígitos, anunciou que quer «ser governo». António Costa, que já terá perdido as ilusões de ganhar as eleições ou, pelo menos, de as ganhar com um resultado expressivo, disse ontem que tem um «plano b» para assegurar o governo, se o «plano a», isto é, a vitória, falhar. Assim, de repente, eleger a coligação de direita já não significa apenas impedir um governo do PS, mas um governo de frente de esquerda em Portugal, que seria o único da União Europeia. E, subitamente também, não eleger António da Nóvoa passou a ser um objectivo de primeira importância.
37 comentários
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Primeiro garantir um governo de direita. Depois ver-se-á. 😉
Se correr mal, reza-se:
Se seu pensasse apenas em jogos políticos, relembrando o que escreveu aqui o MiguelLX, se calhar era bem feita uma frente de esquerda. 😉
O problema é que a conuntura económica externa está pelas ruas da amargura e que pode piorar bastante nos próximos tempos. E aí, os Portugueses poderiam ter de novo um resgate.
Mas se fosse apenas por questões políticas, o ideal era uma vitória da coligação e uma Frente de Esquerda liderada pelos socialistas do Parodiante de Lisboa. Ia ser um gozot total. 🙂
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Eu estive a ver as projecções dos mandatos da Católica e a coligação poderá chegar à maioria absoluta mesmo com resultados na casa dos 38%. lol
Interessante…
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Vale a pena meditar nestes números:
“A coligação de Direita Portugal à Frente deverá conseguir, na próxima legislatura, entre 99 e 114 deputados (para uma maioria absoluta seriam necessários 116).
De acordo com a distribuição de deputados elaborada pela Universidade Católica, a partir das projeções de resultados eleitorais, o PS conseguirá entre 78 e 99 parlamentares.
Apesar do empate no resultado (9%), a CDU leva vantagem sobre o BE no que diz respeito ao número de deputados: 15 a 20 para a bancada comunista, 12 a 17 para a bloquista.
Apertando um pouco mais as estimativas e calculando a mediana para cada intervalo, o resultado seria o seguinte: PSD/CDS com 106/107 deputados; PS com 86/87 deputados; CDU com 17/18 deputados; e BE com 14/15 deputados.”
in http://tinyurl.com/ntrd5mz
Ora, esta sondagem está a ser projectada com base nos dados nacionais para os mandatos. E só com base em eleitores do Continente. Não havendo sondagens por circulos eleitorais, olhando para estes números, mesmo com uns eventuais 38% da coligação, é possível haver uma maioria absoluta, ao incluirmos os mandatos das Ilhas e dos Emigrantes. Interessante. 🙂
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Então o partido dos animais elege 86 deputados?
Ah, espera!, é o PS.
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Essa fotografia não é do Sermão de Santo António aos asnos?
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Não. É do Santo Asnão aos Tones. 😉
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O Nóvoa nunca teria hipóteses.
O Rui Rio ou o Prof. Marcelo ganham facilmente as Presidenciais.
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Vou votar para PR pela 1ra vez: RUI RIO
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Cuidado…
Este já se prepara atirar ao cuco. 😉
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É isto que vai substituir a G3?
Raio de cortes militares!
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Somos, para já, dois.
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O Marcello já não será o candidato do P”SD”. RRio está lançado oficiosamente.
Marcello venceria de caras, porque popularucho. Rio terá tarefa mais difícil, mas certamente vencerá SNóvoa.
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Como é que sabe que o Marcelo se pôs de lado? Eu acho que o gajo se vai candidatar.
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Sem apoio do P”SD” ?? Só se for para alimentar o ego e a ilimitada vaidade
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Ah! Mas o PSD ainda não decidiu. Nem decide já. Vc. ainda deverá ver o Durão Barroso na estrada. Pelo menos é o meu desejo. 🙂
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O AC/DC convidou antigos secretários gerais e presidentes do P”S” para amanhã desfilarem na Baixa. Devia ser hilariante que uma insensata Lei judicial permitisse que o JSócrates surgisse guardado por polícias lado a lado com Parodiante.
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O andor vai passar pela Rua Abade Faria. lol
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E parece que convidou o Seguro! :O
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O marcelo só se for para pôr a judite no altar.
Chega de marcelismos, já tivemos o suficiente.
O da nóvoa, só no júlio de matos.
Para pior já basto eu!
Entre nós há sempre a legítima esperança:
Que vençam os piores.
Entre 2005, anos de chumbo, já foi assim.
Será que os dois milhões e tal ganharam juízo?
Se arranjarem maneira de termos novas eleições daqui a uns meses, tudo bem.
Para muitos é sempre bom ter alguma forma de passar o tempo.
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A sua candidatura sempre arranca no Dia de Páscoa no Procópio, conforme anunciaram as principais agências de notícias ?
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Pelos resultados divulgados, dir-se-ia que estas sondagens são feitas para desmobilizar os PaF (já ganhámos; o meu voto não faz diferença) e mobilizar as esquerdas (ainda podemos impedir a maioria absoluta). De qualquer modo, se se concretizarem as previsões, como é que o Parodiante se atreve a falar de “plano B”, quando a razão de ser candidato era a de 38% “saber a pouco”. Com menos que isso e uma derrota, o gajo não fica lá nem 5 minutos. Entretanto já terá começado a guerra civil…
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Tenho seguido com atenção os comentários, especialmente os que profetizam uma vitória da coligação.
Há um pormenor que estão a esquecer, domingo o tempo está muito incerto com chuva quase por todo o lado.
Não é bom.
Normalmente as pessoas de centro e direita tendem a não sair de casa.
Pensem nisto.
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Pode acontecer mas estas eleições serão mais concorridos do que supomos. Só se estiver mesmo muito mau tempo é que os eleitores ficarão em casa.
E aposto numa surpresa eleitoral enorme. 🙂
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As sondagens costumam sobrevalorizar a esquerda e subvalorizar a direita. Os resultados a sério poderão dar para a maioria absoluta.
Note outra coisa. A coligação poderá ter bastantes ganhos de mandatos apesar de em termos de votos, os ganhos sejam menores, se indo separados. Isto é, coligados, as suas forças políticas desperdiçam menos votos. Que se traduz em mandatos.
A própria esquerda chegou a lançar a boutada de, uma maioria no Parlamento que não tem a mesma em termos de votos. 😉
Julgo que a coligação nunca terá menos de 40% dos votos e, em mandatos, pode mesmo ter a maioria absoluta.
Por outro lado, esta subida do BE, que eu achava que iria acontecer, será às custas do PS e do PCP. Se o PCP subir, como dizem as sondagens, então o PS virá para a casa dos 28% ou menos. O que lhes impede sequer de dizer que podem formar um governo de coligação com o PCP ou com o BE, a sós. Teriam mesmo que fazer um governo apoiado pelo PS + PCP + BE.
Domingo veremos.
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Outra simulação da composição do Parlamento, mas usando as sondagens que o Sol acha mais crediveis.
http://cdn4.sol.pt/fotos//2015/10/1/490373.jpg?type=XL
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O Parodiante de Lisboa já está mesmo em desespero. lol
Terá acordado para a realidade dos factos? Se perder as eleições, a sua “grandiosa” carreira política morreu? Pelo menos, para altos cargos?
“António Costa só joga (em público, pelo menos) no tabuleiro do cenário de vitória e na cabeça já tem o plano que quer pôr em prática a seguir: “Formar governo” e aprovar o Orçamento até ao final do ano. Sim, mas como? Se vencer sem maioria absoluta, a fórmula de Governo passa por negociações à esquerda e à direita com “acordos pontuais”, diz ao Observador. E não por uma solução permanente: “Coligação não se coloca”.”
in http://tinyurl.com/nlt8wf9
É desespero e o desnorte completo. 🙂
Acaso ele se esquece que será o segundo partido mais votado? Não, não se esquece. Mas está a lutar pela sua sobrevivência política como líder socialista. Já está nos discursos para dentro do partido. Um murcãozola, como se diz na minha santa terra. Ou um granda panão. ehehhheheehe
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Caro anti,
Durão ? Ele tem outros objectivos que o pântano não lhe proporciona.
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Ganhar dinheiro? Só se for. Mas eu ainda espero por ele. Se vier, óptimo. Senão…
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Está agora o Coelhone a dizer que o PS será o maior partido e o único capaz de individualmente fazer acordos para uma maioria. Se margem PaF for curta até pode vir a ter razão em função dos lugares alocados ao PSD e CDS… vai ser esta a argumentação dos socialistas.
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O Passos já lhes cortou as vazas. Mas vai depender do Cavaco.
“Passos, de todo o modo, levará a sua opção até ao fim. Reclamará vitória, vai a Belém com a intenção de formar Governo – esperando que só depois, na Assembleia, a esquerda defina se o quer chumbar ou não (assumindo um pesado ónus político). E conta também que Cavaco Silva pressione um acordo ao centro – deixando de fora a esquerda que “tem um pé fora do euro”. Seguindo até um exemplo particular: o que Mário Soares fez em 1987, quando Vítor Constâncio levou um governo com o PRD e CDU a Belém, depois de derrubar Cavaco, não aceitando essa proposta.”
in http://tinyurl.com/oky5hu8
O Cavaco, se não houver maioria, deverá forçar um acordo ao centro. Não o conseguindo poderá pedir ao Passos que tente formar governo e o aprovar na AR. E atira o ónus da instabilidade para o PS. lol
Se bem que eu penso que, se for para jogar mesmo xadrez político, era capaz de não fazer assim. Deixava o PS governar se conseguisse um acordo de incidência parlamentar. E depois cavalgava a instabilidade política. Neste cenário haveria mais jogadas a fazer. Mas veremos o que para aí vem.
Continuo convencido que a colgação terá maioria absoluta.
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Se este país não fosse o que é, em vez de parvas a discursar em comícios acerca de festas de casamentos alguém com dois dedos de testa estaria a avisar que muito maus tempos se avizinham.
E não muito longe.
Este ataque americano à indústria automóvel europeia ( que só agora está no princípio) poderá levar à derrocada de muitas fábricas ligadas a essa indústria (e não só).
Para aqueles que estão contentes com o que irá acontecer à Volkswagen, deverão estar mais contentes com a fábrica portuguesa que mais comparticipa para o PIB português.
Costa, não sabes no que te metes.
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Basta pesquisarem no Google para terem uma leve ideia.
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Nada me dá mais prazer, que ver os apoiantes do aldrabão da coligação governamental, a comemorar a sua vitória. Fazem bem, pois como já afirmei noutro local, aproveitem pois no domingo os 28% a 30% será o máximo que obterão. Acreditem, felizmente tal como eu, muita gente tem vergonha, de ser conotados com semelhantes pessoas.
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o minha egua 😛
http://sol.pt/noticia/414541/A-1-pagina-do-SOL
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No Canadá matam-se a rir, à tua custa.
A tua alcunha é o lixívia.
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A filha-da-putice do “plano B”
Escreve assim um “esperto” na net:
Pelas minhas contas, esta supersondagem dá nisto:
PàF – 38%
PS – 32%
CDU – 9%
BE – 9%
LIVRE -1%
PS+CDU+BE+LIVRE = 51%
Com 32% dos votos, o PS teria o maior grupo parlamentar, dado que a coligação PàF desfaz-se no dia das eleições, e PSD e CDS teriam o seu respectivo grupo parlamentar.
A direita ganharia com 38% dos votos, mas a esquerda teria 51%.
E agora digo eu: quer dizer, a coligação da direita ganha mas desfaz-se para perder e a da esquerda perde mas junta-se para ter 51% e ganhar?
Vai ser como no referendo do aborto (não vinculativo, devido à abstenção, mas passou á mesma)?
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Ó Rui a: Quando você se “atira” à agit-prop, é cada tiro, cada melro. Em vez de agitar fantasmas tipo padre de aldeia, diga lá quando é que o PS preferiu uniões de esquerda às uniões de direita? Com quem é que, ao longo da sua história, fez alianças de poder?
A coligação vai beneficiar de erros inacreditáveis do PS e do facto de nos estarmos a “esquecer” que soma votos de dois partidos. Com isso, o CDS consegue manter-se junto às “solas do poder” (devem andar abaixo do Partido dos Animais) e garantir um grupo parlamentar, mas, na hora de formar governo, leva um chuto “a bem do interesse nacional” (a observação mais imbecil da democracia) e vamos gramar mais uma voltinha do “centrão” que é e sempre foi, que tem a chave do cofre em Portugal.
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