Não, Toda a gente sabe que as crianças em acolhimento são todas mortas e incineradas a cada 31 de Dezembro e substituídas por um número mais ou menos igual a 1 de Janeiro do ano seguinte. É a única forma de esta análise fazer sentido. Ou isso ou este tal vitorcunha não ter andado na escola. Estou indeciso…
Qual análise? Viu alguma análise? Como é que isso costuma acontecer? É quando dorme ou também vê análises acordado? As análises falam consigo? Que dizem?
OK. Assim sendo reformulo: sugiro que volte para a escola. Para a escola ou para qualquer outro sítio onde lhe ensinem: 1) a não somar metros com kilogramas; 2) que relacionar factos com os seus efeitos constitui uma análise.
Só que há tanta burocracia, tantas exigências , tão grande escrutínio social. tanta demora, que muitos candidatos desistem e ficam com a ideia que uma forma das instituições se preservarem é dificultar e adopção| A uma mulher viúva, com 48 anos com 2 filhos adultos e já independentes não foi possível obter informações sobre a possibilidade de adoptar uma criança com idade entre os 2 e os 10 anos de qualquer cor, mesmo com deficiência
excepto mental ou cegueira total Foi há 20 anos ! eu assisti
crianças em acolhimento nao eh o mesmo que crianças para adopçao. ele ha casos , tipo as familias de acolhimento ou algumas casas de ipss , em que o acolhimento eh temporario , ah espera que as familias biologicas se as possam acolhe novamenter ( diga-se que ha crianças que ficam eternamente nas familias de acolhimento ). nao que concorde em substituir o caniches por crianças , mas fica a ressalva 🙂
Eu sei. O gráfico mostra duas coisas: há muitas crianças em acolhimento; há poucos casamentos gay. Talvez a problemática da adopção seja irrelevante em relação ao problema: porque é que há tantas crianças em acolhimento?
bom , porque eh que ficam sem adoptar ? porque dificultam muito a adopçao , porqiue os adoptantes tambem sao selectivos e nao querem qualquer criança ,, porque muitas sao retiradas tardiamente as familias abusadoras e jah ninguem os adopta de velhos , porque as familias biologicas nao largam mao das crianças quando percebem que podem vir a ganhar qualquer coisa ( ha familias de acolhimento que dao tudo as crianças..) , mil e uma razao que a adopçao gay nao resolve , la isso eh verdade.
Outra análise que seria interessante fazer… mas não sei se existem dados disponíveis para tal.. é saber, por género, o nº de crianças que são/foram adoptadas e/ou co-adoptadas por casal (e aqui diferenciar o tipo de casal)… só por mera curiosidade…
Está a confundir liberais com okupas. Mas, se não está, deixe a morada que mando-lhe um liberal para conversar. Não lhe feche a porta: seria iliberal. E não me refiro a senhoras entre os 55 e os 70.
Não foi censura, foi simplesmente amuar por não ter razão.
Não ter razão por ter conjugado dados com bases temporais heterogéneas numa análise subordinada à base temporal de um subconjunto desses dados (por má formação ou má fé) insinuando uma correlação decorrente de uma base temporal idêntica. Não ter razão por apresentar dados factuais num gráfico e, após sugerir-se que o tópico do post constitui a emissão de opinião sobre a correlação desses dados, transformar-se num adolescente e fazer 30 perguntinhas a falar de vozes e o car*alho dizendo que não fez nenhuma análise… É típico de gente que tem baixa auto-estima e/ou pila pequena e que passa o tempo em casa a masturbar-se.
Por acaso conheço duas pessoas que adoptaram e tiveram ziliões de problemas.
Uma delas inclusive, começou a receber a visita da avó que suponha vir a conseguir uma qualquer compensação. Teve que chamar a polícia.
Entretanto li uma resposta de Maria Filomena Mónica a quem chegou ao conhecimento que um miúdo filho de uma que era violada continuamente pelos habitantes da aldeia.
Telefonou para uma assistente social, para a Comissão de Menores, para o IAC e Misericórdia de Lisboa e o resultado (quando conseguiu resposta) foi temos pena.
A conselho de Zita Seabra telefonou para a Casa do Gaiato e o problema foi resolvido no dia seguinte.
São três apontamentos, valem o que valem.
O que eu vejo:
1) famílias ricas com 2/3 filhos porque podem;
2) famílias de classe média com 1 filho porque conseguem;
3) famílias pobres com 2/3 filhos porque precisam (dos subsídios).
O que resulta:
As famílias
1) são poucas, logo, pouco contribuem para a taxa de natalidade;
2) são prejudicadas pela política oficiosa do filho único;
3) são as que contribuem para a taxa de natalidade, aumentando a população Portuguesa com pessoas pobres, pouco educadas, com baixa instrução. Também enchem os centros de acolhimento e adopção!
A coluna dos casamentos gay deveria estar em acumulado.
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Não, Toda a gente sabe que as crianças em acolhimento são todas mortas e incineradas a cada 31 de Dezembro e substituídas por um número mais ou menos igual a 1 de Janeiro do ano seguinte. É a única forma de esta análise fazer sentido. Ou isso ou este tal vitorcunha não ter andado na escola. Estou indeciso…
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Qual análise? Viu alguma análise? Como é que isso costuma acontecer? É quando dorme ou também vê análises acordado? As análises falam consigo? Que dizem?
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Volte para a escola.
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Vamos fazer assim: não me dê ordens.
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OK. Assim sendo reformulo: sugiro que volte para a escola. Para a escola ou para qualquer outro sítio onde lhe ensinem: 1) a não somar metros com kilogramas; 2) que relacionar factos com os seus efeitos constitui uma análise.
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Viu alguém a relacionar factos com os seus efeitos? Só a dormir ou também enquanto está acordado? Também falam? As vozes, que dizem?
Fui ver o histórico de todos os seus comentários e decidi que nos separaríamos neste ponto. Não vale chorar: não é não. Adeus.
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Nos anos da Troika e do Passos diminuiu o nº de crianças em acolhimento.
Emigraram?
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os filhos dos paneleiros não foram paridos, foram cagados
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hussein, hollande, merkel, Putin
os 4 cavalheiros do após calipse
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Uma informação pelos vistos necessária: os casais heterossexuais, podem candidatar-se a serem família de adopção.
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Só que há tanta burocracia, tantas exigências , tão grande escrutínio social. tanta demora, que muitos candidatos desistem e ficam com a ideia que uma forma das instituições se preservarem é dificultar e adopção| A uma mulher viúva, com 48 anos com 2 filhos adultos e já independentes não foi possível obter informações sobre a possibilidade de adoptar uma criança com idade entre os 2 e os 10 anos de qualquer cor, mesmo com deficiência
excepto mental ou cegueira total Foi há 20 anos ! eu assisti
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crianças em acolhimento nao eh o mesmo que crianças para adopçao. ele ha casos , tipo as familias de acolhimento ou algumas casas de ipss , em que o acolhimento eh temporario , ah espera que as familias biologicas se as possam acolhe novamenter ( diga-se que ha crianças que ficam eternamente nas familias de acolhimento ). nao que concorde em substituir o caniches por crianças , mas fica a ressalva 🙂
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Eu sei. O gráfico mostra duas coisas: há muitas crianças em acolhimento; há poucos casamentos gay. Talvez a problemática da adopção seja irrelevante em relação ao problema: porque é que há tantas crianças em acolhimento?
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porque ha muita toxicodependente , muito alcooloco/a , muita gente que deveria ser esterilizada a parir
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A maioria tem mais de 10 anos.
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bom , porque eh que ficam sem adoptar ? porque dificultam muito a adopçao , porqiue os adoptantes tambem sao selectivos e nao querem qualquer criança ,, porque muitas sao retiradas tardiamente as familias abusadoras e jah ninguem os adopta de velhos , porque as familias biologicas nao largam mao das crianças quando percebem que podem vir a ganhar qualquer coisa ( ha familias de acolhimento que dao tudo as crianças..) , mil e uma razao que a adopçao gay nao resolve , la isso eh verdade.
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Outra análise que seria interessante fazer… mas não sei se existem dados disponíveis para tal.. é saber, por género, o nº de crianças que são/foram adoptadas e/ou co-adoptadas por casal (e aqui diferenciar o tipo de casal)… só por mera curiosidade…
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“Fui ver o histórico de todos os seus comentários e decidi que nos separaríamos neste ponto. Não vale chorar: não é não. Adeus.”
O Liberalismo e a Liberdade e tal sempre me comoveram….e mais os seus grandes defensores….
Brilhante.
PS: pensei que a censura era iliberal, mas enfim.
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Está a confundir liberais com okupas. Mas, se não está, deixe a morada que mando-lhe um liberal para conversar. Não lhe feche a porta: seria iliberal. E não me refiro a senhoras entre os 55 e os 70.
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Não foi censura, foi simplesmente amuar por não ter razão.
Não ter razão por ter conjugado dados com bases temporais heterogéneas numa análise subordinada à base temporal de um subconjunto desses dados (por má formação ou má fé) insinuando uma correlação decorrente de uma base temporal idêntica. Não ter razão por apresentar dados factuais num gráfico e, após sugerir-se que o tópico do post constitui a emissão de opinião sobre a correlação desses dados, transformar-se num adolescente e fazer 30 perguntinhas a falar de vozes e o car*alho dizendo que não fez nenhuma análise… É típico de gente que tem baixa auto-estima e/ou pila pequena e que passa o tempo em casa a masturbar-se.
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Por acaso conheço duas pessoas que adoptaram e tiveram ziliões de problemas.
Uma delas inclusive, começou a receber a visita da avó que suponha vir a conseguir uma qualquer compensação. Teve que chamar a polícia.
Entretanto li uma resposta de Maria Filomena Mónica a quem chegou ao conhecimento que um miúdo filho de uma que era violada continuamente pelos habitantes da aldeia.
Telefonou para uma assistente social, para a Comissão de Menores, para o IAC e Misericórdia de Lisboa e o resultado (quando conseguiu resposta) foi temos pena.
A conselho de Zita Seabra telefonou para a Casa do Gaiato e o problema foi resolvido no dia seguinte.
São três apontamentos, valem o que valem.
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O que eu vejo:
1) famílias ricas com 2/3 filhos porque podem;
2) famílias de classe média com 1 filho porque conseguem;
3) famílias pobres com 2/3 filhos porque precisam (dos subsídios).
O que resulta:
As famílias
1) são poucas, logo, pouco contribuem para a taxa de natalidade;
2) são prejudicadas pela política oficiosa do filho único;
3) são as que contribuem para a taxa de natalidade, aumentando a população Portuguesa com pessoas pobres, pouco educadas, com baixa instrução. Também enchem os centros de acolhimento e adopção!
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