e não aprendem nada
7 Dezembro, 2015
«França em choque», escreve o Expresso sobre a vitória de Marine Le Pen nas eleições regionais francesas. Se a França está «em choque», apetece perguntar aos inteligentes do Expresso quem votou, afinal, na dita Marine? Foram os chineses? O pessoal do Nicolas Maduro? Extraterrestres, talvez? É impressionante como o politicamente correcto esquerdista, que andou décadas e décadas a fazer asneiras com um falso cosmopolitismo de portas abertas, sem critério nem as mais elementares precauções, continua sem perceber que a ascensão e agora a vitória de Marine Le Pen lhes é integralmente devida. E tem mais: se o paizinho da dita cuja ainda estivesse à frente do partido também ganharia pela certa.
67 comentários
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Nem falham a adicional referência a “Extrema Direita” quando falam da FN (ou qualquer outra Direita….)
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Fazendo “jornalismo”…
Guidelines for Countering Racial, Ethnic and Religious Profiling
spj.org/divguidelines.asp
https://pbs.twimg.com/media/CVeuTbOWcAAt3c0.jpg:large
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Ora bem. É o “jornalismo” do Expresso.
Ou seja é política de Esquerda muito antes de ser jornalismo. Aliás jornalismo é a ultima coisa que querem fazer.
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ehehehehe São tão imbecis.
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Qual choque?
Choque é ver pessoas assassinadas a frio no metro, metralhadas nas ruas, nos cafés, nos teatros, nos campos da bola.
Choque é ver a inércia dos grandes, corruptos poderes incapazes de fazer face a uma onda que ainda agora começou.
Choque é não perceber que sociedades cobardes, moles como eles apelidam, estão a dar aso a que a carnificina se perpetue.
Choque é ouvir acéfalos dizerem: “Eles não vão fazer maldades no rectângulo!”.
Choque é pensar que algum mussulmano jovem a xuxar em país europeu, ímplio dizem eles, deixa alguma vez de estar ao lado dos facínoras.
Choque é pensar que vão confessar a ignomínia.
“A nação bárbara dos hunos, que habitava na Trácia, chegou a ser tão grande que mais de cem cidades foram capturadas e Constantinopla chegou quase a estar em perigo e a maioria dos homens fugiram dela (…) E houve tantos assassinatos e derramamentos de sangue que não se podiam contar os mortos. Capturaram igrejas e monastérios e degolaram monges e donzelas em grande número!” Calínico, “Vida de São Hipácio”.
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O expresso já vestiu o fato de defunto e de martelo em punho já crava pregos no caixão da sua credibilidade.
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Só fumaça. ehehheheheh
O que dá mais gozo é que esta Le Pen ganha votos junto da… Esquerda desiludida. lol
É só fumaça…
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anti-comuna, goste-se ou não, já deve ter reparado na larga fatia de tipos da pesada, ex sindicalistas que vão por esse caminho.
Vão ser curiosos de ver os próximos capítulos.
De lisboa à Cote de Azur a distância não é muita.
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“anti-comuna, goste-se ou não, já deve ter reparado na larga fatia de tipos da pesada, ex sindicalistas que vão por esse caminho.”
Já. Já há uns anos atrás eu apontei o facto que os gajos da FN ganhavam votos era entre os ex-comunistas e socialistas. O discurso básico e acéfalo apanha sempre este tipo de eleitores. 😉
Mas é fumaça. Se fosse um partido forte não dependia financeiramente do Kremlin, não é?
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Esquerda Francesa em choque, isso sim.
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Francesa e nao só… 😛
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foi exactamente o que pensei quando li ” e agora França ” , olha foram os ets que votaram
🙂 depois , continuando a ler passa para ” o discurso populista ” aumento do salário mínimo e patati , só espero que digam o mesmo do patati igual do costa e companhia.
estes jornalistas , não sei , coisa mais esquisita.
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Le Pen não quer ser como Louis XIV mas sim como o polacoJan Sobieski
“1683 About the time a nervous King Louis XIV of France was cutting a deal with Ottoman empire Sultan Mehmet IV, Polish hussars led by King Jan Sobieski led a devastating attack against the Sultan’s superior forces at the gates of Vienna. It was so successful and so shocked the Muslim army that this September 12 battle saw the last Turkish siege of Vienna and the turning point in the thousand year armed expansion of Islam. The Ottoman empire’s northern borders would only shrink from here on.”
Uma mulher de “tomates”, é o que é!!
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Se tivesse tomates era um travesti. lol
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O número de islâmicos na Alemanha será o dobro da da França e por lá não existe uma FN com esta votação. Porque será? ehehhehheh
É só fumaça. 🙂
É a esquerda a mudar de campo, anticapitalista e antieuropeia, pouco mais. Nada de novo em França.
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Fazer “jornalismo” dizem eles:
spj.org/divguidelines.asp
https://pbs.twimg.com/media/CVeuTbOWcAAt3c0.jpg:large
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E em Portugal também existe espaço para um partido patriota e de valores como este.
Há necessidade em Portugal de um partido que chame os bois pelos nomes e que desmascare o politicamente correto.
Portugal precisa de gente de coragem como Marine Le Pen. Precisamos de Patriotas.
É preciso evitar e anular a balbúrdia onde estamos metidos e a anarquia para onde a esquerdalha que nos desgoverna nos vai levar.
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O politicamente incorrecto é chamar à aquele partido: nacional-socialismo. 😉
Eu chamo-o. E basta usar o programa daquele partido para mostrar que é um partido nacional-socialista, que em parte comunga da mesma porcaria ideológica do Chavez, do Putin, etc.
Então esta de querer industrializar-se com mais armas, da Rússia… 🙂
Teriamos na Europa o Putin e a Putinacia. 🙂
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Pelo número de comentários teus a este post pareces aflito, ou em serviço, respira fundo e vai dormir que o teu mal é sono.
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Eu tenho o tempo todo do mundo. Adoro ver os mongos sem capacidade de resposta perante as minhas críticas ao nacional-socialismo. lol
E o Putin não me paga. Mas quando aquilo mudar de líder, quem sabe? ahahhhaahah
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A Marine Le Pen manda-te cumprimentos e deseja-te as melhoras.
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lol
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E se tudo correr com normalidade, ainda vais ter o prazer de ver Donald Trump como presidente dos USA.
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“E se tudo correr com normalidade, ainda vais ter o prazer de ver Donald Trump como presidente dos USA.”
lol
Esse não consegue bater a Hillary. É outro bronco.
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De quem não gostas apelidas de Bronco, de facto uma forma democrática e educada de discordar. Já agora, quem não é bronco na tua superior opinião ?
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Eu quando leio o programa da FN lembro-me logo do nacional-socialismo e do… Putin.
Rearmamento sem dizer onde vai buscar o dinheiro, por exemplo:
“Revenir à un effort de défense suffisant en parvenant progressivement sur cinq ans à 2% du PIB nécessaire à la pérennité des programmes, à la modernisation des matériels et au maintien des effectifs. ”
in http://tinyurl.com/okf4xt9
Parece o Putin. lol
Mas há mais pérolas naquele partido:
“lReconstituer les filières industrielles de la Défense, notamment en coopération avec certains partenaires européens, y compris la Russie. Un tel effort sera bénéfique pour l’économie du pays et les nombreuses entreprises du secteur. ”
lol
Forte intervenção estatal e se possível com a Rússia. lol
Isto não passa de mero nacional-socialismo. Mas há mais:
“1. Une décentralisation non maîtrisée d’abord (lancée en 1981 et accentuée en 2004) a privé l’Etat de compétences stratégiques : transports régionaux, routes nationales, action économique notamment. Beaucoup, parmi lesquels nombre d’élus locaux, jugent que nous sommes allés trop loin dans le transfert de compétences. Cette décentralisation, c’est un creusement des inégalités entre les territoires et les Français, une complexité accrue de la décision publique, une corruption aggravée, et la reconstitution de féodalités locales dépensières au détriment d’un Etat stratège.
2. L’Union européenne ensuite, cheval de Troie de la mondialisation ultralibérale : les Traités européens imposent depuis le Traité de Maastricht le dogme de la concurrence libre et non faussée, interdisent par idéologie les aides d’Etat à nos entreprises, ainsi que toute forme de protection aux frontières internes de l’UE, mais aussi externes. En bref, toute forme de patriotisme économique”.
Mais nacional-socialismo. lol
É um partido que colhe apoios junto dos acéfalos. Socialismo, forte intervenção do Estado, mais gastos militares, blá, blá, blá.
Nunca diz como vai arrancar recursos para pagar este socialismo nacionalista. lol
Em suma, um partido dependente e pago pelo Putin. 🙂
É só prérolas este programa dos gajos. Um mera actualização do antigo nazismo alemão e quase uma cópia do que já anda a fazer o Putin, na Rússia.
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Mais socialismo, este até o PCP defende em Portugal e um bocado o BE:
“lL’exigence d’une concurrence loyale face aux pratiques abusives de la grande distribution, des banques et des très grands groupes..”
lol
Bloco! Bloco! Bloco!, Perdão, Le Penis! Le Penis! Le Penis!
E há gajos por aqui no Blasfémias que se queixam dos comunas Portugueses mas apoiam as mesmas ideias defendidas em França. Ah! Nacional-socialismo… lol
E há por gajos que pensam que por trocarem de alcunhas 10 vezes lhes faz parecer muitos. Dá-se! É cada aventesma mental…
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Mais nacional-socialismo:
“lMise en place d’une Planification Stratégique de la Réindustralisation directement rattachée au Premier ministre, associant établissements universitaires et grandes écoles, filières industrielles et représentants de l’Etat. Elle organisera la réindustralisation de la France. Cette politique se fera parallèlement à la mise en place de protections raisonnables aux frontières face à la concurrence internationale déloyale (droits de douane ciblés et quotas d’importation).”
ahahahaha
Proteccionismo á Putin. Vão passar a usar máquinas-de-escrever Minitel… 🙂
É um achado, este partido francês. O Hitler morreu mas continua a deixar indigentes mentais como herdeiros dos seus sonhos arianos. lol
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Mas o mais espectacular está numa coisa que está a ser ultrapassada pela actual revolução tecnológica: tentativa de se aliar à Russia para gamar os potenciais recursos energéticos no Ártico. ehehhehheh
Sem falar na crença no nuclear como forma de manter a sua “segurança nacional energética”. Outra falta de visão estratégica.
Mas seria porreiro ver a França com a Rússia em guerra contra o resto do mundo, pelo petróleo no Ártico. A França a aliar-se ao Putin, logo agora que se aproxima do fim da era do petróleo e da energia nuclear.
E quer-se reindustrializar usando o proteccionismo e talvez produzindo ladas e vodka com os russos. ahahhhah
O pior é que depois usavam máquinas-de-escrever para navegar no Minitel. 🙂
E eles acreditam piamente que o nacional-socialismo pode combater e ganhar a guerra tecnológica contra o capitalismo liberal. lol
É só artistas da arte da utopia política. É por isso que uma parte dos socialistas franceses se passam para a FN. Pouco muda, excepto o ódio ao estrangeiro. lol
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O problema da França é o excesso de socialismo e intervencionismo estatal. A solução dos nacional-socialistas? Mais socialismo e mais intervenção estatal. lol
E pode-se pensar. Mas há cada vez mais imigrantes em França de fora da Europa. Haverá?
Não, não há muitos. Há muitos imigrantes, então Portugueses…
Se este tipos ganhassem o poder implodiam com a economia francesa e expulsavam, primeiro os imigrantes de fora da Europa. Como não são tantos como se pensa, logo a seguir seriam os Portugueses. Tal como o Le Pen Pére advogava há uns anos atrás. eehhheheeh
A França sofre com socialismo a mais mas… A solução é mais socialismo? protecionista? Nacionalista? lol
É só artolas naquele partido. Pffff
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Es um burro do caralho … vai a meca fdp
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Um dia destes, Vc. é escorraçado do seu país de acolhimento. E era bem feita. Provava o fel que deseja aos outros. 🙂
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Olhei para o mapa.
Quer dizer que na pior das hipóteses há 90% de franceses em cada departamento?
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Vai pra meca … go home mouro do caralho
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O Anti-Comuna é um berbere ou mouro. Claramente anti-ocidental. O melhor é expulsá-lo para Fez ou Arzila!
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O Expresso acabou como um jornal de província.
Aqui não chove: Em Portugal não chove.
O círculo de amigos estão chocados: o mundo está em choque,
Nós gostamos do Tripas: ele deve ser o presidente da europa.
O meu presidente da Câmara é fiche: dá um bom presidente/ PM para Portugal.
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Quanto à extrema-direita, ela vai sair directamente da extrema-esquerda.
Só posteriormente se alargará aos outros partidos.
Foi assim e será.
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Será que agora vão dizer: “Vitória da FN é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha”?
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Bardamerda ( pardon my french…) para o rIdiculamente correcto, para o terrorismo semântico (“extrema” direita) , para a subserviência das redacções face a “livres de estilo” importados e impostos : em França venceu a dignidade, a coragem e a decência.
Venceu Trenet , da “Douce France, cher Pays de mon enfance”.
Grande Marine Bleu…e Blonde.
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Sao só eleições regionais .E uma primeira volta .Era previsivel.Mas é a tendencia de muitos anos a lidar com problemas por resolver .A Europa Ocidental , e a França dentro dela , tentaram dentro de uma ideia de superioridade moral ignorar o problema que foram criando .Anos a fio sobre protecção norte americana de um falso wellfare state que jorrava dinheiro para afastar problemas..Agora que o choque foi maior e se veem com a inevitabilidade de enfrentar um inimigo milenar estão com uma dor de cabeça para saber que caminho tomar .Outros sabem …
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Verdade se diga que é o Espesso e a maioria da merda de jornais que por cá se publicam
Eu só não sei é quem continua a gastar dinheiro para comprar isto, exceto os sócios/amigos que ainda os usam para embrulhar robalos.
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E por cá só não acontece outro tanto porque a nossa Segurança Social não é apetecível aos migrantes. Aportassem por cá os migrantes e o fenómeno surgiria naturalmente por falta de resposta adequada dos partidos tradicionais que têm medo de chamar os bois e os porcos pelos nomes.
Depois de passarem nas TVs as reportagens sobre os apartamentos em Penela para alojamento dos sírios era ouvir os telefonemas unanimes dos telespectadores a reclamar -“eu estou desempregada com 3 filhos e ninguém me ajuda, etc”. E eram telefonemas da Quinta do Conde, do Seixal, de zonas que se sabe onde costumam votar.
Que isto quando toca à injustiça concreta, ao pão que vai para aquele que ninguém conhece em vez de vir para a boca do meu filho…. chama-se nacional-socialismo, fascismo, xenofobia, aquilo que lhe queiram chamar. Eu chamo-lhe lutar pela sobrevivencia e apoiar aqueles que melhor a podem garantir aos nossos filhos.
Esta aferição só se pode fazer em concreto por quem passa fome. Não é por quem está “no conforto dos gabinetes dos bancos dos portugais”-como dizia o outro. É muito fácil ser altruista com a barriga cheia e os pés nas pantufas.
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A Frente Nacional (FN) é uma força populista de direita.
É populista porque defende soluções radicais que soam bem aos ouvidos dos menos avisados mas que, a serem aplicadas, levariam a uma grande desestabilizaçã e a um evidente retrocesso da sociedade francesa.
Convém recordar que, tal como a extrema esquerda, a FN defende uma ainda maior intervenção do Estado na economia e a saida da França do Euro e da UE.
É de direita sobretudo pela sua forte oposição à imigração, em particular de populações não europeias e muçulmanas.
Este cocktail de nacionalismo economico e de oposição radical à imigração tem sido a chave do relativo sucesso da FN.
A demagogia e a irresponsabilidade da esquerda e as concessões envergonhadas da direita moderada ao politicamente correcto são a principal causa da subida da FN.
Mas a FN não é uma solução de governo desejavel para a França e, felizmente, tem poucas possibilidade de alguma vez chegar ao poder.
Não se perca de vista que cerca de 70% dos votantes não escolheram a FN.
O sistema eleitoral frances, que grosso modo preve duas voltas, não favorece uma força como o FN, extremista e contra tudo e contra todos.
As sondagens mostram que, na segunda volta, no conjunto das regiões em que a direita moderada se confrontaria apenas com a FN ganharia com cerca de 60% contra 40%, e que nas regiões onde existissem triangulares entre as 3 principais forças, tanto a direita (35%) como a esquerda (34%) teriam mais probabilidades de ganhar à frente da FN (31%).
A direita moderada, que sozinha até suplanta o PS e os seus aliados, deve agora tirar todas as lições que se impõem e tentar convencer um maior numero de franceses, em particular daqueles que se absteem ou passaram a votar FN, de que o caminho que a França deve percorrer pode e deve romper com alguns dos impasses do modelo “centrista” adoptado até agora sem no entanto ceder à tentação das aventuras extremistas, sejam elas de esquerda ou de direita.
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Cá está, o PSF ganhou as eleições que rejeitam políticas populistas de direita. Nunca falha.
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Quem é que disse que o PSF ganhou as eleições ?!…
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ò estúpido, larga a k7 e pensa simples- isto foram eleições regionais- as pessoas não votaram para sair do euro. Votaram porque têm problemas de imigração nas regiões em que vivem.
E mais ninguém promete resolvê-las. O problema tem um nome- imigração. O atentado ajudou para que se percebesse melhor esse problema.
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zazie : “ò estúpido”
É o teu melhor argumento “simples” ?…
Zazie : “Votaram porque têm problemas de imigração nas regiões em que vivem. E mais ninguém promete resolvê-las. O problema tem um nome- imigração. O atentado ajudou para que se percebesse melhor esse problema.”
Eu disse alguma coisa em contrario ?…
Dito isto, cerca de 70% dos votantes também teem “problemas de imigração” e não votaram na FN. Por alguma razão deve ser, não ?…
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Sim- acho que basta chamar-te estúpido para estar tudo dito.
Só escreveste imbecilidades. Também há gente sem problemas de dinheiro que vota PCP.
Topas? a FN ganhou por uma bruta percentagem. A única explicação nada tem a ver com saídas do euro, como andaste para aí a dizer, porque são eleições regionais
Sempre que o poder central quer impingir imigrantes quem tem a última palavra são as câmaras regionais.
Está a acontecer o mesmo na Alemanha, nos EUA e em toda a parte onde o politicamente correcto acéfalo insista na bestialidade.
Eu não defendo saída do euro. Tal como não considero positivo a Inglaterra sair da UE. Mas se fosse francesa tinha votado na FN até que os outros se apercebam.
Em Inglaterra é mais complicado porque o UKIP é o único a fazer frente às mesmas políticas suicidas de porta-aberta.
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zazie,
Trata-te !
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Estás a ver como nos entendemos na argumentação
😛
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zazie : “A única explicação nada tem a ver com saídas do euro, como andaste para aí a dizer, porque são eleições regionais”
A imigração é uma parte importante da explicação. Foi uma das “imbecilidades” que eu disse… 🙂
Mas não é a UNICA explicação.
A questão do Euro e outros aspectos populistas do discurso e das propostas da FN também explicam o sentido de voto de muitos eleitores. Dos que votaram pela FN e dos que não votaram pela FN.
Claro, nem todos os eleitores que votam FN querem sair do Euro. Eu também estou convencido de que a maioria não quer. Mas, tal como muitos dos eleitores gregos do Syriza, acreditam que o radicalismo pode fazer o milagre de ter as vantagens do Euro sem ter as obrigações e os inconvenientes .
E é por não concordarem e recearem outros aspectos das posições defendidas pela FN, incluindo a parte economica e a questão da UE e do Euro, que muitos mais eleitores, apesar de também terem “problemas de imigração”, não votam pela FN.
Não é “simples” ?…
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Pois não é a única- por exemplo a tua há-de ser tribalismo.
Enfiam na cornadura que Direita é uma coisa má porque rouba os pobres e depois apanham com roubos dos outros e alombam com eles até aprenderem.
Esta treta do voto e dos partidos é assim- nunca há o ideal mas uns obrigam os outros a mudar.
Eleições regionais dizem mesmo respeito a questões próximas do eleitorado. A principal é a insegurança. Quem defende arranjar-lhes ainda mais problemas em nome de belos ideais, acaba por levar para trás.
Porque esta malta que fala de boca cheia acerca da bondade de receber tudo, não os recebe em casa nem os tem no bairro.
Aquela cretina do 2 Dedos de Conversa- uma comuna cínica de água benta, também passa o tempo a mandar os outros adoptarem um sírio. Mas no bairro chiquérrimo dela em Berlim, é que nem um à porta.
E foi ela que contou que esta retardada mental da Bismerka que ela idolatram, conseguiu enviar 2500 imigrantes muçulmanos para uma aldeia que tinha 2400 habitantes.
Dá para imaginar o resultado e as reacções. E é assim a multiplicar por toda a Europa.
Só quem não conhece Marselha pode falar de cor e dizer que é melhor votar-se em “moderados”.
Os moderados não se moderam nas imbecilidades que repetem há décadas.
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zazie,
A direita “moderada” cometeu certamente erros no modo como foi tratando a questão da imigração.
O exemplo mais recente é precisamente o dos “refugiados”.
Estes erros explicam em parte a subida de forças de uma direita mais “radical”, como a FN em França.
Estou à vontade a este respeito.
Embora seja um eleitor e apoiante fiel da direita “moderada” não concordei muitas vezes com a falta de lucidez e de coragem desta área politica nestas matérias. Disse-o e escrevi-o muitas vezes, desde há muito, inclusivé aqui neste blog. Mas, claro, ninguém, tu incluida, é suposto reparar e lembrar-se disso.
E, como eu, há muitas outras pessoas de direita, e até de esquerda, que pensam o mesmo.
A direita “radical” teve a inteligencia e a habilidade de aproveitar esta situação para captar votos.
Uma boa parte destes votos são principalmente de protesto. Muitos dos eleitores, racional ou intuitivamente, não o fazem a contar que esta área politica venha a chegar à governação e a poder aplicar as medidas mais radicais que defendem. Além de que, não partilham nem desejam as medidas economicas defendidas pela FN, nacionalismo, mais Estado, anti-UE e anti-Euro.
No fim de contas, é tanto mais fácil votar FN em eleições locais e intercalares quanto se sabe que com o actual sistema a probabilidade da FN vir um dia a ganhar eleições legislativas e presidenciais e a governar é muito pequena.
Mas não é nula. Se a FN conseguir ultrapassar a nivel nacional um certo patamar (talvez entre 40 e 50%) e/ou se conseguir deslocar para uma aliança politica uma parte da actual direita tradicional, esse risco torna-se real.
Esta eventualidade seria preocupante.
Por serem nacionalistas e extremas, as propostas da FN criariam muitos mais problemas do que aqueles que resolveriam.
A historia ensina que as vias “radicais”, à direita como à esquerda, nunca foram boa coisa.
O que pessoas como eu desejam e esperam é que o “choque” da subida da direita “radical” desperte a direita “moderada” para a necessidade de levar mais em conta as reais e legitimas preocupações de tantas pessoas. Em particular no plano da segurança e da imigração.
E se a direita “moderada” for capaz de fazer este tipo de “agiornamento” e contiver a ascensão da direita “radical” então até fica aberta a possibilidade desta evoluir para posições menos extremas e aventureiras e possa até no futuro vir a aliar-se naturalmente com os partidos da direita tradicional para fazer bloco às esquerdas, as quais, por sua vez, desde há muito que não teem pejo em juntar forças para constituir “frentes de esquerda”.
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Moderada, extremista, merdas de etiquetas que não servem para dizer nada.
Imigração- uma única palavra que explica o resultado eleitoral. E é bom que assim seja porque atrás de uns vão os outros. A esquerda tem de ser corrida de toda a parte se queremos defender alguma coisa.
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“Moderada, extremista, merdas de etiquetas que não servem para dizer nada.”
Serviriam se os jornalistas fossem honestos
Não são como os jornalistas do Expresso bem o demonstram.
Por exemplo a política extremista de imigração
Por exemplo a Política extremista de endividamento
Por exemplo a politica extremista de inflação
Por exemplo a politica extremista do aborto a pedido.
Por exemplo a politica extremista do record de impostos
Por exermplo a política extremista contra a privacidade
Por exemplo a política extremista a favor das rendas e subsídios empresariais
Por exemplo a política extremista de subsidiar as artes e os artistas.
Por exemplo a política extremista energética.
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zazie : “Moderada, extremista, merdas de etiquetas que não servem para dizer nada.”
Pois … “pensar simples” !!…
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ehehe Moderado devias ser tu quando bebes
😛
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Não bebo, sou muçulmano ! 😉
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Os muçulmanos também bebem, só não o fazem em público.
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Pois não é a única- por exemplo a tua há-de ser tribalismo.
Enfiam na cornadura que Direita é uma coisa má porque rouba os pobres e depois apanham com roubos dos outros e alombam com eles até aprenderem.
Esta treta do voto e dos partidos é assim- nunca há o ideal mas uns obrigam os outros a mudar.
Eleições regionais dizem mesmo respeito a questões próximas do eleitorado. A principal é a insegurança. Quem defende arranjar-lhes ainda mais problemas em nome de belos ideais, acaba por levar para trás.
Porque esta malta que fala de boca cheia acerca da bondade de receber tudo, não os recebe em casa nem os tem no bairro.
Aquela cretina do 2 Dedos de Conversa- uma comuna cínica de água benta, também passa o tempo a mandar os outros adoptarem um sírio. Mas no bairro chiquérrimo dela em Berlim, é que nem um à porta.
E foi ela que contou que esta retardada mental da Bismerka que ela idolatram, conseguiu enviar 2500 imigrantes muçulmanos para uma aldeia que tinha 2400 habitantes.
Dá para imaginar o resultado e as reacções. E é assim a multiplicar por toda a Europa.
Só quem não conhece Marselha pode falar de cor e dizer que é melhor votar-se em “moderados”.
Os moderados não se moderam nas imbecilidades que repetem há décadas.
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Esquerda tem zero (0) Deputados na Polónia
Estrema Direita ganha eleições em França
Bloco de Esquerda perde eleições na Venezuela
Bloco de Esquerda aumenta impostos e baixa pensões na Grécia
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Pode acrescentar Bloco de Esquerda em Portugal quer um lugar no Conselho de Estado.
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O problema com este jornalismo é ser hegemónico.
Em estado de choque ficaram os portugueses com a formação de um governo que saiu de um partido que perdeu as eleições. Mas neste caso, o jornalismo ficou eufórico, em êxtase.
Este jornalismo é sempre meia vitória para os partidos da esquerda.
Em Portugal até os comunistas são vistos como democratas.
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Veja os comentários à peça do Expresso.
Para este “jornalismo” que segue à letra a frase de Goebbels já deixou de funcionar.
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! A França em Choque ! ?????????????????
Em choque está o Asno do Daniel mais uma parte da equipa do Expresso que titula um acontecimento eleitoral dos franceses desta maneira.
Em choque estamos nós (mas a gente tem paciência e aguenta) por termos um governo derrotado nas eleições de 4 de Outubro, tendo para o efeito desenhado uma manigância reles e simplesmente asquerosa.
Mas já não falta muito para pagarem a traição que fizeram aos eleitores portugueses.
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Na mouche!
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Já nem o Observador se safa no panorama do jornalismo nacional. No outro dia um articulista lá da sua tropa desconjuntada escrevia “mais que” em vez de mais do que e “haverão” em vez da 3ª pessoa do plural “haverá”. Enfim, são já 2 décadas de escola pública, metade dela “inclusiva” (que aboliu a gramática para o meninos não ficarem traumatizados — e agora temos uns arrogantes de esquerda perfeitamente ignorantes). Isto estava condenado desde o início.
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