São José
27 Dezembro, 2015
Tema do meu artigo de hoje no Observador: Porque não havia equipa de neurocirurgia em São José? Porque são interrompidos tratamentos rigorosos nos feriados? Porque o SNS se organizou em função não dos doentes mas sim das corporações do sector
Também sobre esrte caso no Observador escreveu S. José ou a irresponsabilidade
14 comentários
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para os sovietes dos srs prof drs médicos e enfermeiros
o contribuinte doente serve apenas para pagar o ordenhado
PQP
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Nao sei dos detalhes desta morte (Deus o tenha) nem da historia muito mal contada pelo poucochinho sobre o banif… Mas tenho uma observacao… O poucochinho mais a geringonca do veneno nao deviao ter comecado por fazer um levantamento imediato de tudo em todos os menisterios?
O que interessava era dar adopcao por gays/fufas, nacionalizacoes, rasgar contractos e aumentar despeza
O poucochinho foi apanhado com as calcas na mao
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Não faças figura de urso 🙂
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Governo anterior da Pàf= socialismo corporativista. Puseram Portugal ao nível dum país de pretos.
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Ah! Por isso levámos com a geringonça com pretos e ciganos, sem esquecer a cega e os restantes bandalhos.
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Devo dizer-lhe que tem razão mas apenas até um certo ponto.
É verdade, o SNS funciona tipo repartição de finanças, das nove às cinco, de segunda a sexta. É verdade também: cada um trata do seu, médicos, enfermeiros, administradores e já agora as empresas de análises que medram à volta dos exames e as funerárias da morgue. Doentes há muitos por ali e desconfio que os ganidos deles devem ser uma espécie de música de fundo que nem se dá por ela.
Só que não é só no SNS. Experimente entrar às três da tarde de domingo num dos pouccos hospitais privados de qualidade (no país todo não devem chegar a meia dúzia). Vai ver como está tudo vazio.
E o problema não fica por aqui; é Natal, não é? e no Verão? em Agosto? e experimente arranjar alguém que queira aceitar um emprego para cuidar de um idoso pernoitando com ele. Está quieto! andou por aí a escrever que os acamados devem ficar em casa porque a família é que tem o dever de cuidar deles. Podecrer, nem com dinheiro vai lá.
E já agora falemos das IPSS, o tal sector social. Que hospitais têm? que serviços de urgência têm? que médicos têm em permanência? e os lares de idosos das misericórdias? são mesmo os pobres que vão para lá ou os mais abonados? que diferneça real há entre eles e os que têm como objectivo declarado o lucro?
Já que o blog se afirma “libertário” talvez seja de começar a pensar em defender outra coisa: acabar com sábados e domingos como dias de repouso. Dois dias de gozo semanal que tanto podem ser à terça e quarta como à sexta e sábado. Ah, o Domingo é o dia do Senhor. Mas o Senhor está a ressonar bem alto – só isso explica que os padres levem a vida gozosa que levam. Ah, a família; pelo contrário, até baixa a taxa de divórcios, vêm-se menos mordem-se menos.
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O problema não é dinheiro mas sim organização.Começa por Santarém,S.José e seguintes. Ninguém fala dos antecedentes de vida duma pessoa com 29 anos com aneurisma. Não é normal.Aguardamos os resultados médicos.
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A presunção de inocência defendida durante anos por “grandes jornalistas” entretanto hibernou. Já vamos em notícias tipo “o homem que morreu por causa dos cortes de Paulo Macedo”. Nem chega a ser bem um caso de putedo.
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O problema não é de dinheiro mas sim de organização. Começa pelo Hospital de Santarém depois S.José que esperou 3 dias.Falta ainda investigar o passado da vida do falecido. Aos 29 anos ter um aneurisma não é normal.Esperamos os resultados médicos.
O palerma cínico do Presidente da Ordem dos médicos à falta de argumentos credíveis atira-se a Paulo Macedo.Merecia um pano encharcado de m*****.
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Minha Senhora, não ligue ao nome da caixa postal: é especial para as “corporações” que querem um email…
Sou licenciado em Medicina. Quarenta e cinco anos de trabalho — não foi de emprego — no H. de Santa Maria.
Não fui “criado” como empregado do estado mas como Médico, aquele que pode trazer algum alívio, mesmo nos tempos que antecedem a morte.
Assim não fui “criado” a olhar para o relógio: entrava cedo e saia (tarde se fosse preciso) (cedo se estava tudo seguro).
Quando passei a chefiar outros Colegas (v.g., ensinar, orientar, decidir, mandar e aprender mais) só uma vez tropecei com um parvo: levou uma rabecada em público, mandei-o para outra equipa e ficámos amigos para sempre; fez-se um bom profissional.
“Curar às vezes, aliviar amiúde e confortar sempre”. Atribuído desde Hipócrates a Edward Livingston Trudeau.
“One of the first duties of the physician is to educate the masses not to take medicine”. William Osler.
Os problemas actuais existem porque:
não há chefias, nem responsáveis; todos são funcionários públicos;
os chefes não ensinam (por medo, por inveja, o habitual);
eu não nasci ensinado, mas tive chefes que ensinavam e corrigiam; sempre me deram a liberdade que se tem ao assumir responsabilidades.
como eu (o chefe na altura) fazia tudo — incluindo o trabalho de enfermagem, que é a melhor maneira de lhes dizer “não preciso de vocês” — os meus tutelados também faziam tudo;
excelentes tempos, quando nem se sonhava ser funcionário público. Tratava-se quem não estivesse bem.
Aliás isto deveria ser chamado SND (Serviço Nacional para as Doenças) e não SNS. Quem está saudável não precisa de mordomias. As bestas é que escolhem (Arn que é burro).
A ordem dos médicos é um grupo mafioso que agora é controlado por comunistas (de caca, como costumam ser).
O Paulo Macedo é odiado porque tentou, e conseguiu muitas vezes, ir tapando um buraco de mais de 1,3 milhões de €, criado por médicos. Em todas as profissões há canalhas.
Cumprimenta
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Querida Maria,
Com votos para que 2016 lhe traga um aneurisma cerebral que a despache em duas horas, aqui tem alguma informação saída da net, sem deduções capciosas sobre um desgraçado a quem um hospital público não fez o que devia ter feito:
Fatores de risco para aneurisma cerebral
Os aneurismas surgem por uma fraqueza na parede das artérias. O paciente não costuma nascer com um aneurisma, ele o desenvolve ao longo da vida. Geralmente são precisos mais de um fator agindo concomitantemente para que um aneurisma seja formado. Entre os fatores de risco mais comuns estão:
•Tabagismo (leia: DOENÇAS DO CIGARRO | Como parar de fumar).
•Hipertensão (leia: HIPERTENSÃO ARTERIAL | Sintomas e tratamento).
•Anormalidades congênitas da parede da artéria.
•Endocardite infecciosa (leia: ENDOCARDITE | Sintomas e tratamento).
•História familiar de aneurismas cerebrais.
•Idade acima de 40 anos.
•Presença de uma malformação arteriovenosa (MAV).
•Uso de drogas, especialmente cocaína (leia: COCAÍNA | CRACK | Efeitos e complicações).
•Excesso de álcool (leia: EFEITOS DO ÁLCOOL | Tratamento do alcoolismo).
•Tumores cerebrais.
•Trauma cranioencefálico.
Algumas doenças genéticas estão associadas a um maior risco de formação de aneurismas cerebrais. Os pacientes que possuem qualquer uma das doenças abaixo apresentam uma chance bem maior de terem aneurismas do que a população geral:
– Rins policísticos (leia: RINS POLICÍSTICOS | Doença policística renal).
– Displasia fibromuscular.
– Síndrome de Osler-Weber-Rendu.
– Coarctação da aorta.
– Síndrome de Moyamoya.
– Síndrome de Marfan.
– Síndrome de Ehlers-Danlos.
– Pseudoxantoma elástico.
– Deficiência de Alfa1-antitripsina.
– Lúpus eritematoso sistêmico (leia: SINTOMAS DO LÚPUS).
– Anemia falciforme (leia: ANEMIA FALCIFORME | TRAÇO FALCIFORME).
– Neurofibromatose tipo 1.- Esclerose tuberosa.
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MANUEL BRANCO, apresenta aqui um simpósio ou bula bem esclarecedora. Já agora diga-me sff o que disse eu que espicou a sua raiva?Leia sem intenções.
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Não faça caso. O Manuel Branco é um Burro Preto.
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Devia regressar-se ao conceito romano: cada cidadão pagava ao médico para o manter de saúde, mal a pessoa ficava doente, o médico não recebia até o pôr bom de novo.Talvez seja um caso a considerar……
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