ande lá, homem
9 Janeiro, 2016
Enquanto o CDS anda entretido a discutir a sucessão (?) de Portas e a propor projectos-lei sobre a assistência dos progenitores aos partos por cesariana, o governo do PS a desmantelar tudo o que foi feito pelo governo anterior e a dizer de Passos e de Portas o que Maomé não disse do toucinho, Passos Coelho encontra-se desaparecido em parte incerta. Ninguém sabe dele, ninguém o vê ou ouve, a não ser por terceiros que o insultam e insultam o governo que dirigiu e que tirou Portugal da bancarrota. Passos não tinha prometido que seria o líder da oposição? Então, está à espera de quê? Ande lá, homem.
39 comentários
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passos nao muge nem tuge porque foi agarrado pelos tomates. eles têm o sistema, a máquina.
Por exemplo, ontem, os meus vizinhos estrabucharam contra a câmara, hoje tiveram uma brigada pesada da asae.
quem mete-se com o ps leva, essa é a máxima
sem oposição não há democracia
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ze laranja pode contar mais sobre o caso?
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Passos Coelho é mais objectivo do que pensa. Ele sabe dar tempo ao tempo. Não ferve à primeira.
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Passos deve seguir no exemplo do “irrevogável” e sair de cena. Existem vários nomes para secretário geral e refiro alguns: Rui Rio, Paulo Rangel, José Eduardo Martins, Paulo Mota Pinto, etc. Os tempos que virão são negros( a situação vai piorar) e para as políticas que é necessário fazer, é desejável caras não comprometidas com a 1ª fase do ajustamento/empobrecimento. Penso que Passos já percebeu e depois de receber a condecoração da praxe retira-se e dá lugar a outro. Para derrotar PS e amigos vai ser necessário uma maioria absoluta e esta não está ao alcance de Passos, parafraseando o grande pensador “é a vida”.
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Vc. está bem ?
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Penso que sim. E acrescento-lhe outra ideia que está para além de esquerda e direita: vamos ter de sair do euro, em democracia e com os partidos actuais não somos viáveis no euro. A perda de capital pelos grandes investidores decorrentes da passagem das cinco séries de obrigações seniores do Novo Banco para o BES foi a machadada final na nossa economia. Em 2016 precisamos de empréstimos à volta de 20000(vinte mil milhões de euros), quem nos vai emprestar? Quem vai investir neste país? Sem investimento, não há crescimento, consequentemente, a dívida é impagável. O governo de Costa agrava a situação, mas a dupla Passos&Portas também só arrastava a falência e varreu para baixo do tapete
a situação ruinosa do Novo Banco e Banif e o mais que se vai aparecer, como mentirosos imitaram bem o 44
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Os teus candidatos são do “melhor”. Só se aproveita o Rangel, e ainda assim…
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Sair do Euro é abrir a porta à inflacção e a um empobrecimento muito maior.
De qualquer modo, com a excepção dos extremos, ninguém em Portugal quer sair do Euro.
Rui Rio representa a ala mais social-democrata do PSD. Por-se-ia de acordo com o PS para voltar ao modelo économico anterior a 2011.
O pais precisa é de retomar o caminho do rigor orçamental e das reformas.
Passos Coelho ainda é a melhor opção.
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Rui A.,
Calmex ! Não seja tão injusto e apressado a fazer notar a hipotética ausência do PPCoelho. Ontem, à chegada aos Jerónimos foi interrogado por jornalistas e, respondeu sobre vários assuntos.
O tempo do PPC para se impor, chegará.
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Os votos perdidos nas legislativas são facilmente recuperáveis por Passos Coelho. Dêem tempo ao tempo…
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Cada patetice que o governo do AC/DC continuar a fazer reverte mais votos para o P”SD”. O PC e o BE pouco ganharão a médio prazo com os disparates do partner.
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Neste momento o governo está a cumprir o seu programa. Ser contra o anterior governo.
Só daqui a uns meses é que ele (Costa ) cumprirá a segunda parte do programa. Defender-se da coligação do governo.
Só nessa altura se diferenciará os meninos (de trolha na mão ) dos homens portugueses.
Veremos.
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Manuel, 22:06,
Portugal não pode nem deve sair do Euro. Seria um descalabro. E, se tal acontecesse nos próximos 2 anos, surgiria a hecatombe.
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Certíssimo meu caro.
Mas não é isso que pensa a coligação que sustenta o governo e seus respectivos candidatos presidenciais.
Por eles voltávamos aos gloriosos 75 (sozinhos e acompanhados do Oliveira )
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Foi dentro do euro que as ditas indústrias tradicionais e a agricultura mais se modernizaram. Tal como o turismo.
Foi também dentro do euro que a dívida explodiu. Mas aí a culpa foi não dos empresários do sector dos bens transacionáveis ou do turismo mas sim do poder político.
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De acordo com os iluminados de Esquerda já não haveria turismo com o euro por ser uma moeda forte.
Tem sucedido o contrário.
Portugal vale menos que a Espanha, França ou Itália por ter menos património e por ser menos reconhecido lá fora MAS com arte e engenho pode impor-se com força no sector.
Pelos vistos a comunada tem saudades do turismo dos tempos do escudo, com as barracas na praia a fazer de restaurantes, os parques de campismo sem condições no Algarve, os frangos e as sardinhas assados na rua junto à praia, a proliferação selvagem de moradias nas ilhas da ria Formosa ou na Arrábida…
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Caro lucklucky sobre o caso da asae, ou sobre a geringonça ter agarrado pelos tomates do passo, se este estrabucha apertam-lhes o dito cujo
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O Arnaut já escreveu no seu livrinho a sua visão da coisa, e passa por tirar Portugal do euro.
Há um Ferreira do Amaral que dizia que por esta altura o euro já estaria tão alto, tão alto, que o país não estaria a exportar nada. Mas anda por aí a defender a saída do euro.
O PCP e o BE, bem, já se sabe o que pensam.
Dizem algumas vozes que os soaristas já estão por tudo para manter a quinta em sua posse.
Em Portugal somos manhosos e não dizemos claramente o que pensamos. Há três hipóteses: a Europa, o isolamento total ou um acordo manhoso com os países de língua portuguesa, de resultados muito improváveis, e para o qual Angola e o Brasil não estarão nada virados.
Já sabemos qual é a escolha da Esquerda.
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A tugalhada não gosta de confronto directo. E adora coitadinhos e vítimas.
Passos só tem de se fazer de morto e esperar pacientemente que esta porcaria toda estoire de vez.
Faço figas para que os juros subam o mais depressa possível.
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Estoiro?De certeza: quando os juros e o petróleo subirem, passados uns meses, precisamos de novo resgate. E pergunto? Estarão os países do euro dispostos a tal? E se exigirem perdas internas? Mas isto tem solução? A ressaca cura-se com mais droga? Penso será inevitável uma moeda própria, tipo Zimbabwe.
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Parece que o Zimbabwe agora usa a moeda dos chineses…
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«O governo de Costa agrava a situação, mas a dupla Passos&Portas também só arrastava a falência e varreu para baixo do tapete
a situação ruinosa do Novo Banco e Banif e o mais que se vai aparecer, como mentirosos imitaram bem o 44»
Eu não posso perdoar ao PSD e ao CDS não terem matado o Estado Paralelo das Misericórdias, Fundações e empresas municipais. Matado de vez.
Mas poder-se-ia reformar mais? Não. A Constituição não deixa. Por isso a estratégia da Coligação foi estancar o aumento do défice evitando obras públicas, mantendo cortes cegos e esperar que com crescimento a dívida fosse caindo muito lentamente.
A Coligação bem poderia tentar extinguir municípios, direcções regionais ou institutos. Não poderia despedir ninguém e o grosso da despesa que são os salários manter-se-ia. Como a Constituição está redigida qualquer tentativa de reforma profunda, seja do que for, não passará.
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“Mas poder-se-ia reformar mais? Não. A Constituição não deixa.”
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A Constituição é um papel pintado. Porra, mete assim tanto medo?
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Esta Constituição é um aborto redigido para um país com moeda própria e sem democracia. Ponto. É uma Constituição que permite apenas modelos de Governação de cariz socialista, estatista.
O impasse que esta Constituição gera evoca o impasse que havia no marcelismo. De um lado uma ala que queria uma democratização e a resolução do problema do Ultramar. Do outro os ultra-salazaristas que defendiam teimosamente a manutenção das colónias e um Portugal de costas voltadas para a Europa. Sabemos como acabou. Da pior forma com uma revolução que destruiu irremediavelmente o país durante o PREC. Nunca mais recuperámos desde então.
Estamos de novo num impasse e isso ficará visível dentro de algum tempo quando os juros voltarem a subir.
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Luís: estás a ver bem as coisas. Eu, não quero o escudo, mas sei fazer contas e nós não temos economia, nas condições actuais, para manter um Estado Soberano.
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Portugal pode em dez anos cortar 20 mil milhões de despesa.
É possível com outra Constituição e com alterações do modelo do poder local, SNS e escola pública.
Esses 20 mil milhões permitirão cortes nos impostos e uma redução rápida do endividamento, o que nos livrará de eventos especulativos futuros sobre a dívida soberana.
O esforço fiscal em Portugal está muito acima da média da UE e sem capitais no país isto é um suicídio lento.
Vários economistas de renome aqui e acolá têm dito isto. Até o Bessa já disse baixinho que poderiam ser vendidas escolas nos grandes centros urbanos…
O importante é que as pessoas tenham acesso garantido aos serviços, não interessa se são públicos ou privados.
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Uma Reforma séria aumentará o desemprego nos primeiros anos mas com os cortes de impostos o sector privado acabará por absorver estes desempregados. Mais emigração será também inevitável. Será esse o custo a pagar para voltarmos a convergir com os países ricos da UE.
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Todos tinham razão. Mas Portugal sem colónias ficou como um frango sem penas. Só serve para churrasco. Já lhe estão a pôr gindungo e alho.
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É verdade, mas temos a língua e 500 anos de história comum. Apesar de estarmos na Europa a nossa ligação ao atlântico é fundamental e devemos investir na nossa ligação aos continentes Americano e Africano. A história não pára, já fomos colonizados, colonizadores e agora estamos a caminho de ser novamente de colonizados; Angola, China e o Brasil terão o maior quinhão, quem quer viver à custa do dinheiro dos outros acaba com grandes dependências e aliena a sua independência.
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Passos sofre do síndrome de Sócrates. A cela 45, está disponível…
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A única forma de Passos se manter à tona, é fingir de morto, Se ousar entrar no debate sobre as medidas que estão a ser revertidas, tem que assumir que foi o governo dele que as tomou e cair no ridículo.
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Passos anda desaparecido em combate porque a comunicação social (que é toda de esquerda) assim o quer. Andam mais entretidos a dar mais visibilidade ao fanhoso…
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Tinha razão o Cavaco
Andam os quatro à bulha
Eu ia jurar, por Baco,
Que cáfila trafulha
Espetáculo vão dar
Cheiinhos até fartar.
Foi o que deu ir aos restos
Dos que o Povo não confia
Por serem altos molestos
À solene Democracia:
Dizem-se eles os Eleitos
Mas só se lhes vê defeitos.
Suas hediondas crenças
Deram mortes aos milhões
Qual será a parecença
Com as nossas pretensões?
Fora com eles sem tardança
Porque aturá-los já cansa.
licas fecit
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“Apaziguamento – é uma manobra estratégica, causada por pragmatismo, temor da guerra ou convicção moral, pela qual um Estado-nação aceita condições impostas por outro ou outros, ao invés de resistir pela força das armas.
Desde a Segunda Guerra Mundial, o termo adquiriu uma conotação negativa, de fraqueza, covardia e auto-ilusão, devido ao fracasso da política de apaziguamento de Neville Chamberlain para com Adolf Hitler.”
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passos desaparecido? nem tanto, enquanto durar a campanha para as presidenciais. ressuscita para o congresso do psd. até ver.
desaparecidos estão Miguel relvas, morais sarmento, José luís arnaut, José pedro aguiar branco. eles lá sabem porquê.
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O PSD é parte da solução, porém, Passos Coelho parte do problema. Deixem o PSD arrumar a casa.
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‘SOCIÓMETRO” até hoje sem criticas partidárias ou a alguém,
(medidor dos gastos de mais Euros das politicas sobre a Sociedade):
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– 2,5 €/mês vezes cerca 1 milhão de PENSÕES gastam mais 30 milhões de Euros por ano;
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– tanto como 30 anos por cada mil milhões de Euros gastos a mais na BANCA (Banif, BPN, BPP etc, fala-se em 87 mil Milhões no total)
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– Alterações em procas de EXAMES e/ou AFERIÇÕES na Educação gastam irrelevantes mais Euros.
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– Reposição de FERIADOS gastam praticamente zero mais Euros.
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A recuperação dos VENCIMENTOS DA FUNÇÃO PUBLICAS é a seguir à Banca, a 2ª batelada de mais Euros, criticável mas justa, contribuindo para mais PIB mas de forma insustentada e gongórica.
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De aumento universal de todos os ordenados e vencimentos sem gastar mais Euros em toda a Sociedade Portuguesa pelo corte transversal em todos os Impostos é que zero:
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proibidas as tools ‘DESVALORIZAÇÃO da moeda’ e/ou ‘imposto oculto-INFLAÇÃO’ para disparar o Crescimento, o Emprego e o PIB sustentado só resta ou pedir mais dinheiro emprestado ao Estrangeiro ou o corte transversal em todos os Impostos, sucessiva e programadamente,
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ou em alternativa, coletar todos eles apenas num único sobre o Consumo.
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Na pesagem doaté agora,
um prato da balança está muitíssimo mais pesado (Banca, Reposição de vencimentos) que o outro (Pensões, Educação e Feriados).
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Naturalmente quem pode na Politica lá saberá as razões porque escolhe e aprova umas politicas em prejuízo doutras, o porquê, para quê e para quem;
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o que a Sociedade bem sabe é que a Politica não acolhe ingénuos ‘não sabem ou não sabiam’ nem ‘somos ou fomos obrigados’ nem desculpas ou argumentações culturanistas,
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porque a Politica e respetiva Informação privilegiada e Analise de Dados completa, é hoje praticamente uma Ciência Exata ou de Precisão.
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“porque a Politica e respetiva Informação privilegiada e Analise de Dados completa, é hoje praticamente uma Ciência Exata ou de Precisão.”…
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…Que só existe na imaginação dos respectivos crentes.
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