A tranquibérnia da regionalização
17 Janeiro, 2016
Como é que isto vai acabar? Qual é o plano de António Costa? Até onde vai entregar os ministérios e as empresas públicas às corporações do sector?…
A resposta a todas essas e outras perguntas tornou-se-me óbvia quando percebi aquilo que anunciou o ministro-adjunto Eduardo Cabrita: a eleição directa dos presidentes das áreas metropolitanas em 2017 ou, por outras palavras, uma regionalização de secretaria.
Ou seja, “isto” não vai acabar pois nós vamos sair deste aparente beco sem saída para onde Costa nos está a empurrar através de uma corrida louca. Para onde? Para algo que não pedimos, não quisemos e rejeitámos em referendo: a tranquibérnia da regionalização.
16 comentários
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Ora, aí está um debate que vale a pena: regionalização. Contra mim falo, já que fui um opositor da medida. Receava que fosse um abrir de portas a mais “jobs” para mais “boys”. Hoje tenho que admitir que não foi necessária regionalização alguma para que o “centrão” continuasse a tratar o aparelho de Estado como um feudo.
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Sousa Franco dizia que tinha visto o pior governo desde o tempo de Dª Maria. Esta cretinice parlamentar com Costa a primeiro ministro em titulo é mil vezes pior. isto vai dar asneira da grossa.
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Só é de esperar que antes de 2017 haja eleições que os ponham na casa do c…… e antes que regionalizem a minha rua.
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Como está a situação económico-financeira só temos garantida a morte. Quem garante que o regime resiste a mais um colapso? Com muita racionalidade e fazendo bem as contas, nas actuais condições, Portugal não é viável como Estado, no meu entendimento, podemos almejar a ser uma região administrativa de qualquer coisa. Os nossos problemas já ultrapassaram a mediocridade dos nossos governantes e vamos ser aquilo que os nossos credores quiserem. Não vamos honrar nem dívida, nem os tratados que assinamos, e os investidores estrangeiros depois da rapinagem feita pelo Banco de Portugal às 5 séries de obrigações seniores do Novo Banco vão secar-nos o financiamento e a partir deste momento a festa (governo dos 4) acaba.
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Portugal terá de ser governado por um conjunto de gestores estrangeiros e independentes, sem partidarites nem interesses instalados.
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“Lasciate ogni speranza”, como se dizia dantes, porque o camarada Sousa (M.R.) quer que o Costa faça a mandato todo.
Isto é, disse que quer. Não presumo conhecer-lhe os estados de alma (nem sei se a têm …)
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Insurgente
Cândido Ferreira desafia Nóvoa a esclarecer percurso académico
Falando na Universidade de Aveiro, onde hoje foi recebido pelo respetivo reitor, Manuel Assunção, Cândido Ferreira disse não estar a fazer acusações, mas sim perguntas, a que o candidato Sampaio da Nóvoa deve responder para que “não fique a suspeita de qualquer mácula sobre o seu currículo académico”
“Faço perguntas, baseado em rumores que têm vindo a surgir desde há dois meses, que não foram respondidos, e perante as dúvidas que suscita o livro que o próprio candidato assinou”, declarou referindo-se ao autobiográfico de Sampaio da Nóvoa intitulado “Política de Vida”.
Hoje mesmo a candidatura de Cândido Ferreira lançou uma “Nova carta aberta a Sampaio da Nóvoa”, em que o confronta com dúvidas sobre a sua carreira, alegando que o curso “Formação de Professores de Educação pela Arte”, que Nóvoa terá frequentado na Escola Superior de Teatro e Cinema, “não confere licenciatura” e que o certificado obtido “apenas o credenciou enquanto professor primário”.
Pergunta ainda como é que, “aparentemente sem qualquer outra licenciatura, terá conseguido obter as equivalências na Suíça, que lhe permitiram frequentar um curso pós-graduado e ascender na carreira universitária”, sendo que “terá tido acesso à cátedra, sem que a sua tese estivesse reconhecida por qualquer universidade”.
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a bruxa velha disse-lhe há uns anos que não merecia o dinheiro nque ganhava
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Tranquibérnia!…
Não conhecia a palavra. Fui ver ao dicionário. É adequada à mensagem.
Tão adequada, tão adequada, que até pode jogar pelos dois lados.
É que, sendo um termo popular, joga bem com a regionalização.
E eu aplaudo, porque jogo do mesmo lado.
Poderia (poderei, se for caso disso) desmontar os argumentos contrários.
Mas, por agora, fico-me pelo princípio:
– Sou pela regionalização, porque sou sempre a favor de tudo o que aproxime o poder do povo e o retire das garras da representatividade, entregue muitas vezes aos piores de nós, obsoleta e perversa, que, num tempo em que tudo se faz através de novas tecnologias, as rejeita liminarmente, quer usando ainda os caquéticos, esclerosados e opacos cadernos eleitorais, quer fugindo como o diabo da cruz das consultas diretas aos cidadãos… só para dar dois exemplos!
Bom domingo!
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que engraçado…entregar as empresas públicas às corporações. depois de terem tentado vender à meia-noite da última noite as empresas públicas a corporations saídas sabe Deus donde.
quanto à regionalização – neste caso, ao que leio, é desconcentração administrativa – já que gosta tanto de funcionários públicos, pois que se passe a capital para viseu ou para a guarda. a parasitagem de lisboa, porque o é, teria de arranjar outro modo de vida. afinal de contas o que é que há na capetal? ministérios, bancos, hotéis e restaurantes.
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Para que o eleitorado aprenda de vez que socialismo é miséria vai ter de voltar a comer o pão que o diabo amassou. Vai ser necessário voltar a ter o país na bancarrota para que a maioria que sustenta este governo se desmanche. Pode durar 2 ou 3 anos mas vai deixar o país de rastos. É preciso ter presente que o país está na mão de delinquentes. Psicopatas dispostos a tudo para se manterem no poder.
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Não é isso. É Maquiael a descarregar o fardo para cima de iludidos o osso porque a carne já foi toda esfolada, no que uns chamam de cavaquismo, outros de soarismo, outros doutra coisa qualquer. Arderam as toneladas de euros que a UE despejou para cá, a carniça que foi esfolada pelos mandantes, pelos intermediadores com uns restos atirados pelo ar da mesa do banquete para gaudio da populaça que adora restos de perna de franguinho, foi feliz.
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Mas não ale a pena chorar sobre o leite de rramado. É a vida. Ou foi a Vida. Depois de 2020 é que a porca torce o rabo, findo o resto que até lá nos mandarão para cá.
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Pois é, emtre tanto candidato, enha o diabo e escolha até lá, o imperador é em 2020.
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Costa é mais um trapaceiro auto denominado espécie de 1º ministro de uma auto-proclamada espécie de governo liderado por comunas e bloquistas. A exemplo dos anteriores governos do PS, este também vai acabar mal. A bancarrota já espreita.
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Vida para além dos partidos é o terror da canalha partidária!
Partidos e jobs e o país que pague impostos.
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E andou o Passos Coelho a acabar com os Governadores-civis para nada…
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Força Costa! A regionalização é própria de países desenvolvidos e não de bantustões.
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