o centralismo democrático
Na boa lógica da planificação central soviética e estalinista, que o Partido Comunista Português implantou no Ministério da Educação em 1975 e que nunca mais de lá saiu, o benjamim do governo de António Costa, o ministro Tiago Brandão Rodrigues, acabou de reafirmar a sua sanha contra tudo o que possa ainda existir de autonomia do sistema educativo face ao mostrengo da 5 de Outubro. Assim, o Público online anuncia que as «Escolas deixam de poder definir critérios para contratar professores», por decisão do ministro. perdendo, deste modo, a última sombra da reduzida autonomia que ainda lhes restava. Reparem: não é do poder de contratar professores, competência que obviamente lhes deveria caber dentro de uma dotação orçamental superiormente aprovada, mas apenas e só de definir os critérios para que eles venham a ser contratados que estamos a falar. A comunidade escolar, que a escola agrega e representa, perderá agora, graças ao ministro Tiago, essa ínfima competência em favor dos burocratas da 5 de Outubro, capitaneados pelo seu iluminado príncipe. A isto chamava Álvaro Cunhal o “centralismo democrático”. A direita, quando voltar ao governo, que se não queixe se não mandar fechar imediatamente a tasca da 5 de Outubro.

A direita no protetorado não existe.
Direita é a arma dos pistoleiros contra quem paga impostos.
No meio do estardalhaço que aí vem poderá formar-se uma força capaz.
Não será de direita nem de esquerda.
Vai ser preciso encontrar as prateleiras do hipers meio vazias.
Esperar pelo salário de há 2 meses e pela reforma de há quatro.
Conhecer as ameaças de bloqueio às contas bancárias.
E sobretudo,
Não haver dinheiro para pagar aos jogadores e aos árbitros.
Aí a coisa esquenta.
Ainda falta sofrer um mau bocado.
E fique sabendo, não olhe para o lado :
A culpa é sua!
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Procópio, a coisa esquenta mas não rebenta.
A coisa só rebenta quando não houver dinheiro para pagar aos políticos.
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O PCP alheou-se da vanguarda revolucionária do proletariado.
Adquiriu as taras do que Lenine chamava um “partido pequeno-burguês para operários”.
Distingue-se pelo controleirismo rotulado de “centralismo democrático”, pela estreiteza ideológica, pelo dogmatismo a toda a prova.
No protetorado ainda há muito desdentado que vota neles.
Sabem tanto da tal constituição com o meu gato siamês.
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A direitalha queria o direito de escolher os professores com base nos critérios do amiguismo, quais zeinais do ensino.
Ah ah ah!
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sendo os hábitos do indigenato o que são lá se vai uma fonte de cunhas. outra fonte surgirá.
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‘até cagas folhelho!’
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inscrição obrigatória dos profs na fenprof
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A famosa “Bolsa” era o instrumento para os “GIRENTES” colocar os profs amigos, dos amigos e familiares dos primos dos amigos. O que era preciso era o “carton”
Pelos vistos a teta vai secar.
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A teta secará quando as pessoas puderem escolher a escola para onde querem mandar os miúdos. O mesmo quanto ao sns. Aí os controleiros do regime amaldiçoado estacam.
Quanto à troika, ela não precisa de ajudas. Que eu saiba nunca a troika insistiu ou pediu para entrar fosse onde fosse. É o contrário.
A Albânia nunca pediu coisa nenhuma. De facto temos um exemplo a seguir. Se não se parar a vertigem lá chegaremos. Querem ter uma ideia. Vejam bem.
http://lutacontraosquilos.blogspot.pt/2007/09/albnia-enfim-o-pas-onde-no-se-avistam.html
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Não querendo comparar Portugal com Albânia o que eu tenho por certo é que essas fotos do link poderiam ser de Portugal. As cabras, as vacas os porcos atravessando a rua, tudo isso é o possível ver neste cantinho. Para ver casas inacabadas, não precisa arriscar a vida na Albânia, faça ferias cá dentro. Caixotes do lixo, embora mais novos, mas com mais lixo por fora…não é preciso sair de Lisboa. Só há uma imagem que possivelmente não a veríamos em Portugal, dois miúdos abraçados caminhando calmamente.
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Os professores do ensino público amam o centralismo democrático. São grandes adversários da autonomia. Estão-se cagando para os alunos. Olham apenas para o umbigo. São mais de 100 mil mais famílias, uma tropa de choque do social comunismo. E cada vez sabem menos. Entram nos cursos de formação de professores com média de 10 valores e chumbados a matemática. O herói e chefe deles é o Mário Nogueira.
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Não discordando das tuas afirmações, tenho a dizer-te que os concursos descentralizados nos agrupamentos e nas escolas TEIP estavam a criar” tiranetes” e muita pouca transparência, como em tudo, existem excepções. Infelizmente tive de fazer a via sacra de andar pelas escolas em concursos e do que vi, não gostei, se descentralizar é provocar mais compadrio e plutocracia que os concursos regressem ao monstro da 5 de Outubro e que seja uma máquina a colocar as pessoas.
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Ainda bem que se tirou poder aos padrinhos de retirarem alguns para porem lá os afilhados.
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Olha, o piscaqualquercoisa ainda mexe! Significa que o bando socretino voltou a ter meios para pagar aos lacaios. É desta que a mulher do amigo Silva vai botar a boca no trombone. Ai vai, vai!
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