Orçamento de 2016,5
21 Janeiro, 2016
Grande ideia. Como baixar o défice? Calendarizar medidas caras para entrarem em vigor só na segunda parte do ano. Para o ano logo se vê.
9 comentários
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Grande ideia. Como baixar o défice? Calendarizar medidas caras para entrarem em vigor só na segunda parte do ano. Para o ano logo se vê.
Conhecendo a situação das nossas finanças, só tenho de considerar positivo que o governo dos 4 meta travões. Eu, vejo uma nova bancarrota já aí e espero que Costa não seja tão irresponsável como foi o 44/33. Em breve, o governo actual vai necessitar dos votos do PSD para sobreviver e não ficarei escandalizado, mas muitos que julgam que a desgraça do país é uma vitória certa de Passos, estão enganados. Ainda me lembro do conselho de ministros no mosteiro de Alcobaça e do anúncio de que o sr Passos ficaria responsável pela reforma do estado, é bom termos memória.
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Está a mentir. Quem ficou com a reforma do Estado foi o sr. Portas!
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Tens razão, eu queria escrever Paulo Portas e escrevi Passos.
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Quando chegarmos a Junho já estamos em eleições. Eu até prometia subir o SMN para 1000 euros em 2017.
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o ministro a recibos verdes conhecido por excel
teve excelente monhézice
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Sinal de eleições!
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Insurgente
«Nem o dinheiro do BCE consegue afastar as preocupações dos investidores com Portugal…», titula esta manhã a Bloomberg. E há mais: «Portugal e a Grécia são os únicos países na união monetária de 19 membros que perderam o dinheiro dos investidores neste últimos 3 meses…». E há mais: «Para os investidores manterem títulos portugueses precisam de ver que o novo governo está a seguir um caminho de responsabilidade fiscal…». O que estarão eles a ver? O caminho da irresponsabilidade fiscal? E assim sucessivamente. Autênticas salvas de canhão.
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«O Royal Bank of Scotland, hoje uma divisão do Santander, emitiu um alerta nos termos mais catastrofistas: vendam tudo, 2016 é para a desgraça. (…) Uma nova crise financeira não é uma possibilidade. É uma certeza. E essa certeza tem consequências para o euro, para a Europa, para as economias emergentes, para as relações internacionais de poder. Como terá para o Orçamento do Estado português para 2016.»
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Heranças do anterior governo que servem para matar a fome á geringonça.
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