assim não vamos lá
22 Janeiro, 2016
Se o Professor Centeno prevê a redução do défice com o aumento das exportações, aguardam-no más notícias. É que, a exportar imbecilidades deste quilate, ninguém nos comprará coisa nenhuma. «Estados estão sendo atacados pelo neoliberalismo»? Vai-te catar, Boaventura!
29 comentários
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de acordo com a nóvoa versão
‘boaventurados os ricos de espirito’
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Mas o gajo é quê? Suciólugo? Astrólogo? Pantomineiro?
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As três coisa juntas.
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Perdão, cientista social!
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O que ele é, é um belíssimo arrebanhador de fundos, quer nacionais quer estrangeiros.
Os estrangeiros até são bem-vindos, os nacionais saem do meu bolso, e isso aborrece-me. porque só servem para produzir lixo.
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Já era altura de alguém investigar o que se passa no CES, no qual o Boaventura é o Director, ficam aqui os “relatórios e contas”: http://www.ces.uc.pt/ces/relatoriosecontas.php
Recomendo uma vista de olhos, para verem como as coisas funcionam neste ninho de bloquistas.
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“The trend is your friend” para quem se quizer precaver.
A caminho do abismo cantando o ” amanhãs que cantam” , ao mesmo tempo que TODOS os políticos profissionais olham apenas para o seu umbigo e em garantir subvenções , reformas vitalícias pela sua “dedicação” á “causa pública”. Mas que “masquerade”.
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Não o conhecia.
E ainda é cedo para julgar o seu trabalho.
Mas é claro, óbvio, notório e público que ele tem razão.
Caso contrário como se explica e compreende que troikas, ainda por cima estrangeiras, enviadas por instituições exclusivamente financeiras, ditem, aos governos nacionais legitimamente eleitos, as medidas a tomar, acompanhem o processo da aplicação das mesmas e avaliem os seus resultados?!
E fazem conferências de imprensa nas televisões!…
Eu até diria mais que Centeno:
– … os estados são atacados e… humilhados com requintes mediáticos!…
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A verdade é que as intervenções dessas tais troikas têm uma contrapartida que é aquilo que interessa aos governos que as chamam.
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“(…) troikas, ainda por cima estrangeiras,(…)
.
Pois é, João de Brito, a verdade é que os portugueses também são estrangeiros no Mundo em que se vive. Não se esqueça.
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nenhuma troyka foi enviada ou invadiu pais nenhum……foram chamadas, solicitadas, de joelhos rogadas que viessem …..viessem depositar uns milhares de milhões ….já que em mês e meio não haveria dinheiro para os compromissos do estado nomeadamente pensões, reformas.
Por outro lado o dinheiro “estrangeiro” dos fundos comunitários a fundo perdido nunca incomodou nenhum joão
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João de Brito, a troica que refere, no caso, representa os credores, ou seja, as pessoas que emprestaram dinheiro aos nossos governos, para que os nossos políticos enchessem a barriga – é aí onde está a legitimidade da troica, eles representam os que pouparam e os nossos governos os que comeram por conta dos filhos e netos.
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Chega a ser assustador s postura tipo avestruz de senhor João de Brito.
Será que ele não soube do empréstimo?
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Penso que não sabemos nada do orçamento, são simplesmente intenções, o orçamento vai a Bruxelas e depois quando entrar na AR é que vamos ver. O exercício apresentado parece difícil, mas com aumento de impostos(tabaco, álcool, combustíveis,selo…) será possível acomodar algum aumento de despesa. Vamos votar Marcelo no Domingo e depois começamos a luta, Costa dá sinais de não ser tão irresponsável como o 44/33.
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“… Costa dá sinais de não ser tão irresponsável como o 44/33.”
Para afirmar uma coisa dessas, ou é sarcasmo ou deve estar a gozar com a malta.
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Ainda não percebeste que vem aí a receita da dupla Passos&Portas: aumento de impostos. Sinal de que Bruxelas já impôs medidas impopulares e não deixa a demagogia instalar-se no governo. Mantendo o monstro Estado
aos níveis de despesa actual, só resta aos governantes lançar impostos e o nosso futuro é o empobrecimento geral e a emigração.
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A lógica da “receita” é diferente.
Com Passos&Portas o aumento de impostos era para reduzir o déficit orçamental.
Agora, com Costa&Comunas, é para acomodar mais despesa do Estado !
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Dinheiro dos Outros, é Neoliberalismo! Dívida nossa, poupança de outros, é Neoliberalismo! É só Neoimbecilidades!
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Ora aí está, a única solução que eles têm , sejam de esquerda sejam de direita é … aumento de impostos . É esta a tendência em toda a europa socialista . E tal tendência levar-nos-à como disse e bem à escassez de investimentos , ao desemprego , empobrecimento , emigração e finalmente à revolta contra todos aqueles que “persistem nas mesmas ideias que nos trouxeram a esta situação ,esperando insensatamente que desta vez resultem” .
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…”finalmente à revolta contra todos aqueles que “persistem nas mesmas ideias que nos trouxeram a esta situação ,esperando insensatamente que desta vez resultem””
Se essa revolta tivesse consequências práticas, tais como, a prisão!
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Fernando S: quando um governo socialista apresenta um défice de 2,6% é positivo e um bom sinal, havemos de chegar a zero. Tens razão, os impostos são para acomodar as promessas eleitorais, mas temos de reconhecer que está a cumprir as promessas. Quando o orçamento for público e aprovado por Bruxelas, aí poderemos falar com propriedade.
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“… quando um governo socialista apresenta um défice de 2,6% é positivo e um bom sinal, havemos de chegar a zero.”
Outro que acredita no Pai Natal.
Desde quando um governo socialista apresentou défices iguais ou inferiores aos previstos? Vou facilitar-lhe o trabalho de pesquisa: nunca!
O mesmo vale para os restantes governos de “direita”.
Somente antes do 25A havia orçamentos de base zero, em que o controlo da despesa era rigoroso.
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Pedro,
A promessa geral do Partido Socialista era acabar com a austeridade.
Por enquanto, não cumpriu, não acabou com a austeridade, apenas a diminuiu (aumentos de impostos e diminuição de cortes não é ainda o fim da austeridade). O que, de resto, o governo anterior, embora de modo mais prudente, já previra também fazer.
Prometeu ainda que reduziria o déficit orçamental e a divida mais rapidamente do que o previsto pelo governo anterior. Não está a cumprir : o déficit orçametado é maior e a divida em valor absoluto também (diminui em % do Pib … com este a crescer 2,1%, o que está ainda por provar).
De resto, tendo em conta as medidas que o governo actual tem vindo a tomar e prevê no OE para o próximo ano, tendo em conta o irrealismo de varias dos pressuposto, a começar pelo do crescimento do Pib e do emprego, o déficit real nos próximos anos vai certamente ficar acima do que está actualmente previsto.
A não ser que … a não ser que … venha mais austeridade … mas ai lá se vão “as promessas eleitorais” !…
Mais do que a aprovação do OE por Bruxelas a verdadeira prova dos noves vai ser … o confronto com a realidade nos próximos meses !…
Para já, mal o governo aqueceu o lugar, e apesar da politica favorável do BCE, as taxas de juro portuguesas teem vindo a subir e a 10 anos já voltaram de novo a estar acima dos 3% !!… Clap, clap, clap, clap !!!!!
Voltamos a conversar daqui a algum tempo !…
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“No Fórum Social Temático, Boaventura de Sousa Santos aponta crises de representatividade surgidas a partir das intervenções do capitalismo na política”
Com a intervenção do socialismo/comunismo na política deixa de haver crises de representatividade, passa a ser tudo tabelado pelo partido único!
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As Câmaras Municipais há muito tempo que fabricam “orçamentos” com as habilidades e as “chico-espertices” que agora vão ser adoptadas pelo Governo do sr. António Costa. O truque é bem conhecido. Também já foi por ele utilizado na Câmara Municipal de Lisboa.
Primeiro fazem “estimativas” ficcionadas, delirantes, irresponsáveis, das receitas; e depois enchem em conformidade as rubricas das despesas.
Na execução orçamental orientam a escala das despesas, das empreitadas, das compras de bens e serviços, pelas disponibilidades existentes nos valores numéricos registados naquelas rubricas orçamentais das despesas.
Como, na execução orçamental, as receitas não entram na Tesouraria tal como fora delirantemente “estimado” no Orçamento, o resultado é chegar ao fim do ano com uma grande diferença entre a despesa total e a receita total, ou seja com um fatal e grande défice. Que, no caso das Camaras Municipais se costuma traduzir no crescimento da dívida e em calotes feitos aos empreiteiros e aos fornecedores de serviços.
A nível do OGE para 2016, o truque é “estimar” um crescimento do PIB delirante e ficcionado, no caso de 2,1%. Depois, usar uns “multiplicadores” igualmente delirantes e ficcionados. Por fim, fazer umas continhas, se possível numa folha de Exel muito bonitinho, e já está: o défice do Estado será 2,6% do PIB.
Depois, na execução orçamental propriamente dita, logo se vê. Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas do sr.Centeno, do sr.Galamba e, claro, do sr.Costa.
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O orçamento vai a Bruxelas e não é fácil enganar os técnicos. Aguardemos calmamente os desenvolvimentos sem agendas partidárias.
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“Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas do sr.Centeno, do sr.Galamba e, claro, do sr.Costa.”
As costas do Costa deviam ser vergastadas quando isto der o estouro!
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Penso que o nosso futuro presidente falou bem ” o esboço de OE 2016 é uma base de trabalho razoável”.
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O “futuro presidente” (MRS) já disse antes várias vezes que não vetaria qualquer orçamento que respeite os compromissos europeus de Portugal e, sobretudo, que seja aprovado por uma maioria no Parlamento.
Quanto ao respeito pelas metas da UE, “no problem”, temos o Excel do Centeno para acertar as contas ex-ante …
Quanto à maioria no Parlamento, tudo indica que o OE de 2016 não vai ser chumbado pelos PCP e BE.
Estamos na fase do “estado de graça” …
Depois, daqui a uns meses, é que vão ser as coisas sérias …
Quando forem precisos orçamentos rectificativos e o PCP e o BE não estiverem disponiveis é que o “futuro presidente” tem de sair da reserva e mostrar o que vale.
Marcelo Rebelo de Sousa até já começou a dizer que, não havendo apoio do PCP e do BE, tudo fará para que as medidas necessárias sejam viabilizadas através de um acordo entre o PS e o … PSD (e CDS) !…
Ou seja, já vai anunciando o fim possivel do “tempo novo”, da actual “maioria de esquerda”, uma nova maioria ou outras saidas….
Ainda a procissão vai no adro !!
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