Digam te-rro-ris-ta. Repitam terrorista.Vá lá não custa assim tanto
17 Fevereiro, 2016
A evocação do assassínio de Gaspar Castelo-Branco tem mostrado como as FP-25 são descritas em várias redacções não como terroristas mas sim muito eufemisticamente como «rede armada» ou mais espantosamente ainda como «organização clandestina armada».
O que nos leva a perguntar que organizações legais armadas à excepção das polícias e das forças armadas conhecerão os jornalistas em Portugal?
14 comentários
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de malta que passou a vida com t shirts do Che assassino Guevara e do Coma Andante Fidel, é melhor esperar sentado.
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esperar pela bala na nuca?
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O termo mudou desde que o Mario Soares indultou os envolvidos, nem sei como o Otelo ainda está vivo.
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«O que nos leva a perguntar que organizações legais armadas à excepção das polícias e das forças armadas conhecerão os jornalistas em Portugal?»
A Associação de Caça e Pesca de uma vila qualquer. 😉
O o PS, sempre armado em parvo.
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Há sempre um problema da esquerda em lidar com as realidades que cria
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“No hospital perguntaram-lhe o que se passara. Ele respondeu:
– Colocaram-me uma bomba no carro e agora está a arder, mas não faz mal. É esta a democracia portuguesa.
De seguida, entrou em coma. Faleceu às seis horas e vinte minutos do dia 3 de Abril de 1976. Tinha 32 anos e dizia que não chegaria à idade de Cristo.
O atentado contra o Padre Maximino Barbosa de Sousa (Padre Max) e a sua aluna Maria de Lurdes Correia deu-se no dia anterior, ainda antes da meia-noite, em Vila Real, na estrada que liga esta cidade à freguesia da Cumieira. Uma bomba sofisticada, comandada à distância, pôs fim à liberdade de expressão de um sacerdote que, com toda a legitimidade, acreditava que um outro mundo seria possível, menos cruel com os pobres, na linha da sua interpretação que fazia do Evangelho. Maria de Lurdes teve morte imediata à explosão.”
Este pobre de Cristo morreu às mãos do MDLP !
Será que a autora muito eufemisticamente, a reconhece como «rede armada» ou mais espantosamente ainda como «organização clandestina armada». ?
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O MDLP sem duvida que praticou ou apoiou (o que é o mesmo para mim) atos terroristas. Agora sobre as FB25, ETA, IRA, Hamas, Fatah, Brigadas Vermelhas, Badder Meinhof PAIGC, MPLA, UNITA, FNLA, Frelimo e outros que tal, já tenho algumas dúvidas.
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Ayy, com a “aluna”. Pois.
AYY
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E os terroristas da PIDE, do ELP e do MDLP????
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Ò Ar-lindo e se fosses levar na peida?
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Papaxuxas,
Sendo o Arlindo um pujante defensor do Costa, e provavelmente seu votante, mais certo que não é que a sua sugestão venha umas décadas muito tarde.
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E o que foi isto Helena?
http://en.wikipedia.org/wiki/King_David_Hotel_bombing
Vá, seja coerente, vc consegue!
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Só cá faltava a esquerda anti-semita. Qualquer dia dizem-se socialistas-nacionais! Ó camarada, nós por acaso vivemos em Israel? Para mencionar alguma coisa que seja o ELP…
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Não tenho problemas que chamem terroristas às FP25 de abril, mas deixemo-nos de demagogia direitola de tasca. Terrorista é aquele que dissemina o terror, de forma desumana e bárbara, e tal tanto pode vir de um estado – o que foi Hiroshima ou Dresden? – ou de uma fação armada. Mas de acordo com a Lena, os terroristas, por definição, ou são vermelhos ou são muçulmanos. Já lançar Napalm sobre aldeias locais, como fez o tio Sam e a Força Aérea Portuguesa, são metodologias convencionais de combate. Eu não sou anti-semita, sou anti-terrorista. E o estado de Israel, legitimamente ou não, já demonstrou que também é um estado terrorista.
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