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Digam te-rro-ris-ta. Repitam terrorista.Vá lá não custa assim tanto

17 Fevereiro, 2016

A evocação do assassínio de Gaspar Castelo-Branco tem mostrado como as FP-25 são descritas em várias redacções  não como terroristas mas sim muito eufemisticamente como «rede armada» ou mais espantosamente ainda como «organização clandestina armada».

O que nos leva a perguntar que organizações legais armadas à excepção das polícias e das forças armadas conhecerão os jornalistas em Portugal?

14 comentários leave one →
  1. JC's avatar
    17 Fevereiro, 2016 19:12

    de malta que passou a vida com t shirts do Che assassino Guevara e do Coma Andante Fidel, é melhor esperar sentado.

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  2. Baptista da Silva's avatar
    Baptista da Silva permalink
    17 Fevereiro, 2016 19:27

    O termo mudou desde que o Mario Soares indultou os envolvidos, nem sei como o Otelo ainda está vivo.

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  3. Francisco Miguel Colaço's avatar
    17 Fevereiro, 2016 19:31

    «O que nos leva a perguntar que organizações legais armadas à excepção das polícias e das forças armadas conhecerão os jornalistas em Portugal?»

    A Associação de Caça e Pesca de uma vila qualquer. 😉

    O o PS, sempre armado em parvo.

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  4. A. R's avatar
    A. R permalink
    17 Fevereiro, 2016 22:48

    Há sempre um problema da esquerda em lidar com as realidades que cria

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  5. M.C.'s avatar
    M.C. permalink
    17 Fevereiro, 2016 22:54

    “No hospital perguntaram-lhe o que se passara. Ele respondeu:
    – Colocaram-me uma bomba no carro e agora está a arder, mas não faz mal. É esta a democracia portuguesa.
    De seguida, entrou em coma. Faleceu às seis horas e vinte minutos do dia 3 de Abril de 1976. Tinha 32 anos e dizia que não chegaria à idade de Cristo.
    O atentado contra o Padre Maximino Barbosa de Sousa (Padre Max) e a sua aluna Maria de Lurdes Correia deu-se no dia anterior, ainda antes da meia-noite, em Vila Real, na estrada que liga esta cidade à freguesia da Cumieira. Uma bomba sofisticada, comandada à distância, pôs fim à liberdade de expressão de um sacerdote que, com toda a legitimidade, acreditava que um outro mundo seria possível, menos cruel com os pobres, na linha da sua interpretação que fazia do Evangelho. Maria de Lurdes teve morte imediata à explosão.”

    Este pobre de Cristo morreu às mãos do MDLP !

    Será que a autora muito eufemisticamente, a reconhece como «rede armada» ou mais espantosamente ainda como «organização clandestina armada». ?

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    • Duarte de Aviz's avatar
      Duarte de Aviz permalink
      18 Fevereiro, 2016 15:13

      O MDLP sem duvida que praticou ou apoiou (o que é o mesmo para mim) atos terroristas. Agora sobre as FB25, ETA, IRA, Hamas, Fatah, Brigadas Vermelhas, Badder Meinhof PAIGC, MPLA, UNITA, FNLA, Frelimo e outros que tal, já tenho algumas dúvidas.

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    • Fássista's avatar
      20 Fevereiro, 2016 06:26

      Ayy, com a “aluna”. Pois.

      AYY

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  6. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    18 Fevereiro, 2016 02:06

    E os terroristas da PIDE, do ELP e do MDLP????

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  7. João Pimentel Ferreira's avatar
    19 Fevereiro, 2016 10:38

    E o que foi isto Helena?
    http://en.wikipedia.org/wiki/King_David_Hotel_bombing
    Vá, seja coerente, vc consegue!

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    • Fássista's avatar
      20 Fevereiro, 2016 06:29

      Só cá faltava a esquerda anti-semita. Qualquer dia dizem-se socialistas-nacionais! Ó camarada, nós por acaso vivemos em Israel? Para mencionar alguma coisa que seja o ELP…

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        21 Fevereiro, 2016 16:38

        Não tenho problemas que chamem terroristas às FP25 de abril, mas deixemo-nos de demagogia direitola de tasca. Terrorista é aquele que dissemina o terror, de forma desumana e bárbara, e tal tanto pode vir de um estado – o que foi Hiroshima ou Dresden? – ou de uma fação armada. Mas de acordo com a Lena, os terroristas, por definição, ou são vermelhos ou são muçulmanos. Já lançar Napalm sobre aldeias locais, como fez o tio Sam e a Força Aérea Portuguesa, são metodologias convencionais de combate. Eu não sou anti-semita, sou anti-terrorista. E o estado de Israel, legitimamente ou não, já demonstrou que também é um estado terrorista.

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