Nada de confusões nem areia para os olhos
29 Fevereiro, 2016
A propósito deste meu post sobre o saneamento de António Lamas do CCB logo houve quem na caixa de comentários viesse recordar a substituição de Mega Ferreira por Vasco Graça Moura. Pois seria um lindo exemplo se fosse verdadeiro. Mas não é. Mega Ferreira não foi RECONDUZIDO. O que é substancialmente diferente do que aconteceu com António Lamas que foi mais ou menos saneado no meio duma arruaça com frases ministeriais como “Eu acho que o presidente do CCB tem de sair”, “e se não sair, eu, na segunda-feira, seguramente o demitirei, usando os instrumentos legais de que disponho”.
20 comentários
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São irmãos de loja! É só um favorzinho.
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O joaozinho, o puto-imagem do Porto, é um incapaz. Só transportou diamantes e marfim de elefantes. Para bonificar a família. O cagaço foi tanto que sua maezinha inté passou a passar-se por cristã. E os portugas chancelam esta família de gatunos. Oliveira Salazar éra quem conhecia as pessoas e permitiu o colégio (de um ex-padre) e que cunhal fosse lá professor.
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“usando os instrumentos legais de que disponho”.
Usar a Lei e a Justiça para cometer ilegalidades e injustiças.
Onde fica a Ética (Republicana)?
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A ética republicana em Portugal foi morta e enterrada quando um penetra apoiado por uma cretinice parlamentar usurpou o cargo de 1º ministro.
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Normalmente a ética republicana reivindicada pelo P”S” depende se a carteira está vazia, se os correligionários avolumam o desemprego, se o partido perde influência social e se os negócios + negociatas estagnam.
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Oh camarada, parece que nasceu ontem.
Ética republicana é “os fortes fazem o que querem, os fracos aguentam o que podem”, como os atenienses explicaram da justiça há 2400 anos, antes de passar a ilha de Melos a fio de espada (só os homens, as mulheres e crianças foram vendidos como escravos, os democratas atenienses não eram nenhuns bárbaros.)
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E o que é a ética monárquica?
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Oportuno esclarecimento da HMatos.
Quanto ao JSoares foi e será sempre um tarefeiro.
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Um criado para todo o serviço, especialmente
se a única qualidade consiste em cometer baixesas que
os demais não estão dispostos a tal (por prudencia ou
sentido de honra, tanto faz).
“Tarefeiro”, muito bem achado o termo.
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. . . e dizem-se “eles” Democratas, até os unicos, de toda a horda
de pulhíticos.
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ladram muito mas também só mordem em quem podem. Veja-se lá toda a basófia sobre o Dr. Carlos Costa no que deu…
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O Soares filho acha-se, nesta altura, um verdadeiro dono disto tudo. E ninguém o chama à razão. Até parece que anda sempre drogado.
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e que tal privatizar a loja? não se perdia nada. punham o la feria na sala de concertos, arranjavam um museu da ginjinha, um restaurante gourmet e mais loja menos loja, umas a vender camisolas da equipa de todos nós, outras a vender a última obra de um grande romancista qualquer e estava feito. foi pena o abecassis não ter tido tempo de pôr a feira popular ali. sempre podem fazer um centro de interpretação da sardinha assada.
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Ainda não percebi a vossa acrimónia.
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Está difícil perceber… Talvez perceba qualquer coisinha depois de quinze tentativas.
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Não percebe?
É simples:
– Quando fizeram o Centro Comercial era para custar meia dúzia de milhões. Acabou em quase quarenta;
– Quando decoraram a coisa, a Dona Maria não gostou das cadeiras nem dos armários. Foram recambiados e arranjaram outros:
– Fizeram lá uma sala de concertos que serve para metade do que foi feita;
– Não fora a colecção do Joe e aquilo tinha nada.
– Era para ser um grande centro de conferências e afinal é pequenino para grandes coisas.
Aquilo é uma inutilidade, ponto final. Mas como foi feito por quem foi, para os sicofantas é uma espécie de Guggenheim. Não é.
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consulte mensalmente a programação do CCB. Talvez reconsidere a sua avaliação simplista.
Por variadíssimos motivos, o CCB não podia ser nem será um Guggenheim à escala sequer ibérica…
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já agora: encham o armazém com os trezentos quadros do Miró, que não valem um bom Picasso, e a famosa e muito esquecida colecção de arte egípcia do BPN
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Onde está a arte egipcia? Gostava de ver.
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Procura nos gabinetes de ministros e seus adjuntos…
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