Ontem já estava um agente-comentador na TV a explicar que tudo se irá resolver pelo crescimento, e que se este não se verificar, será por causa da Europa que não cresce. Ao mesmo tempo, o PM do governo minoritário do PS derrotado nas eleições já avisou que “as previsões são apenas isso, previsões”, o que significa que vai ser um desastre e ele já sabe. Atenção a estas declarações porque elas são pré-cozinhadas para aquecimento na hora no micro-ondas e não nascem por acaso. Mas a melhor parte foi ele a parar na rua para dizer adeus a uma efusiva multidão de cinco ou seis pessoas numa esquina, que é a mesma tática que o sócrates usava, embora esse incluísse jornalistas. O homem tem jeito para o circo, com aquele ar de halterofilista disponível, arqueado para os lados dentro de um fatinho mal aprumado, mas quem vai representar o papel de palhaço vão ser os portugueses aquando do próximo resgate, como aliás já havia há muito avisado o Daniel Bessa, que é outra das figuras que não interessam à monumental peça de teatro que se desenrola. Dizia há minutos na TV o representante do PCP que não tem dúvida nenhuma que o PS está muito empenhado no combate ao capitalismo, o que só vem confirmar as suspeitas que tenho do tipo que governa isto quase tudo, ao mesmo tempo que o Ministro da Economia começa a substituir, lentamente, o amigo, padrinho, e “negociador” do PM. Aliás, “consultor, como [só] agora se diz.”
Sim, o ministro da economia andava fugido, mas, agora que apareceu, parece que não é de cá, pouco sabendo da saúde da nossa economia.
Que saudades do Álvaro!
Bem a propósito. Hoje também as comentadeiras residentes da primeira linha da TSF não cabiam de contentes com a fortissimo semana do poucachinho. O magro quase tinha um orgasmo com o fabuloso plano de reformas “sem sangue” (uma coisa assim ao reverso das morcelas) enquanto o gordo, não se poupou no contorcionismo para disfarçar que é um caga-lérias que não quer “problemas” com o peiesse. O pateta do moderador faz pena… E assim iremos até à vitória final, enquanto po presidente, qual soberano medieval, anda a contar sobreiros no alentejo. Bom fim de semana a todos.
«O secretário de Estado Adjunto, do Tesouro e das Finanças, Ricardo Mourinho Felix, afirmou hoje que o Governo está a acompanhar a “situação no sistema bancário”, mas não o faz em relação a negociações entre acionistas privados.»
Não o faz! Tá certo! Agora só falta o Marcelo comentar 🙂
É com argumentos técnicos e económico/financeiros que tem de ser demonstrada a ilusão de mais uma governação a caminho de novo resgate, parabéns ao jornalista. Da oposição, particularmente o PSD, não sai nada de relevante e como querem ganhar a votação(tem de ser maioria absoluta) com quadros e deputados tão inócuos e incapazes? Por este andar, veremos as sondagens a dar uma boa votação ao CDS/PP(não suficiente para a maioria absoluta) e muitos votos a fugir para as esganiçadas, PAN e NOS.
Isto não é um governo nem é nada! Isto é um governo de incompetentes.
Com Costa a levar no Programa de Estabilidade medidas que não têm nada a ver com a realidade, só pode augurar que a desgraça anunciada está aí, e mais depressa do que se previa.
A esfuziante alegria com que o ministro Centeno nos contagiou, ao dizer que o PE (de atleta cheio de fungos) não ia cortar salários, pensões nem aumentar os impostos directos, mais parecia que a criatura estava a dar os sentimentos ao pagode por não acreditar naquilo que estava a dizer.
Costa a exemplo do que fazia o Sócrates, também vai levar o pacote do PE a Bruxelas sem o dar a conhecer primeiro aos portugueses.
Já lhe está a copiar os tiques…
Costa, esse poço de sabedoria que nunca mais acaba, declarou que “não se combate o défice com impostos ou com cortes na despesa”. Então onde vai ele buscar o dinheiro para aumentar as receitas? Vai assaltar algum banco? Mas qual, se estão todos falidos?
O auto-proclamado 1º ministro comunista português do bloque do PC e dos FP, que até não ganhou as eleições nem nada já se sabe, vai meter com o rabinho entre as pernas.
Porque vai esbarrar com o 1º PE na barreira intransponível de Bruxelas.
Passos Coelho nem precisa de mexer uma palha para daqui a algum tempo tomar conta do lugar a que tem pleno direito.
A geringonça presa por arames do PS, por fita-cola do PC e por alfinetes bebé do BE está por um fio.
E o presidente Marcelo já se pôs a milhas de Lisboa, para não ter de levar com 1º a todas as horas e instantes.
Costa está assim, triste abandonado e só, Sem amparo a depender de si próprio.
O que, diga-se de passagem, gordo e anafado como está, sem muletas,
não irá lá das ganchetas.
Não, sem dizer preto no branco o que vai fazer, Passos não terá o meu voto. Não me esqueço dos cortes no dinheiro do subsídio de desemprego e doença e andar a esconder a roubalheira de toda a banca falida; governar não é dar emprego aos boys e girls e depois aceitar a” reforma” do estado do sr Portas. Passos travou o caminho para o abismo, mas continuamos à beira do precipício, pois é onde estamos ao fim de uma governação de 4 meses a fazer socialismo( gastar o dinheiro dos outros).
Ontem já estava um agente-comentador na TV a explicar que tudo se irá resolver pelo crescimento, e que se este não se verificar, será por causa da Europa que não cresce. Ao mesmo tempo, o PM do governo minoritário do PS derrotado nas eleições já avisou que “as previsões são apenas isso, previsões”, o que significa que vai ser um desastre e ele já sabe. Atenção a estas declarações porque elas são pré-cozinhadas para aquecimento na hora no micro-ondas e não nascem por acaso. Mas a melhor parte foi ele a parar na rua para dizer adeus a uma efusiva multidão de cinco ou seis pessoas numa esquina, que é a mesma tática que o sócrates usava, embora esse incluísse jornalistas. O homem tem jeito para o circo, com aquele ar de halterofilista disponível, arqueado para os lados dentro de um fatinho mal aprumado, mas quem vai representar o papel de palhaço vão ser os portugueses aquando do próximo resgate, como aliás já havia há muito avisado o Daniel Bessa, que é outra das figuras que não interessam à monumental peça de teatro que se desenrola. Dizia há minutos na TV o representante do PCP que não tem dúvida nenhuma que o PS está muito empenhado no combate ao capitalismo, o que só vem confirmar as suspeitas que tenho do tipo que governa isto quase tudo, ao mesmo tempo que o Ministro da Economia começa a substituir, lentamente, o amigo, padrinho, e “negociador” do PM. Aliás, “consultor, como [só] agora se diz.”
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Sim, o ministro da economia andava fugido, mas, agora que apareceu, parece que não é de cá, pouco sabendo da saúde da nossa economia.
Que saudades do Álvaro!
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Bem a propósito. Hoje também as comentadeiras residentes da primeira linha da TSF não cabiam de contentes com a fortissimo semana do poucachinho. O magro quase tinha um orgasmo com o fabuloso plano de reformas “sem sangue” (uma coisa assim ao reverso das morcelas) enquanto o gordo, não se poupou no contorcionismo para disfarçar que é um caga-lérias que não quer “problemas” com o peiesse. O pateta do moderador faz pena… E assim iremos até à vitória final, enquanto po presidente, qual soberano medieval, anda a contar sobreiros no alentejo. Bom fim de semana a todos.
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«O secretário de Estado Adjunto, do Tesouro e das Finanças, Ricardo Mourinho Felix, afirmou hoje que o Governo está a acompanhar a “situação no sistema bancário”, mas não o faz em relação a negociações entre acionistas privados.»
Não o faz! Tá certo! Agora só falta o Marcelo comentar 🙂
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É com argumentos técnicos e económico/financeiros que tem de ser demonstrada a ilusão de mais uma governação a caminho de novo resgate, parabéns ao jornalista. Da oposição, particularmente o PSD, não sai nada de relevante e como querem ganhar a votação(tem de ser maioria absoluta) com quadros e deputados tão inócuos e incapazes? Por este andar, veremos as sondagens a dar uma boa votação ao CDS/PP(não suficiente para a maioria absoluta) e muitos votos a fugir para as esganiçadas, PAN e NOS.
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Sobra o que interessa.
O resto era lixo e utopia.
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Isto não é um governo nem é nada! Isto é um governo de incompetentes.
Com Costa a levar no Programa de Estabilidade medidas que não têm nada a ver com a realidade, só pode augurar que a desgraça anunciada está aí, e mais depressa do que se previa.
A esfuziante alegria com que o ministro Centeno nos contagiou, ao dizer que o PE (de atleta cheio de fungos) não ia cortar salários, pensões nem aumentar os impostos directos, mais parecia que a criatura estava a dar os sentimentos ao pagode por não acreditar naquilo que estava a dizer.
Costa a exemplo do que fazia o Sócrates, também vai levar o pacote do PE a Bruxelas sem o dar a conhecer primeiro aos portugueses.
Já lhe está a copiar os tiques…
Costa, esse poço de sabedoria que nunca mais acaba, declarou que “não se combate o défice com impostos ou com cortes na despesa”. Então onde vai ele buscar o dinheiro para aumentar as receitas? Vai assaltar algum banco? Mas qual, se estão todos falidos?
O auto-proclamado 1º ministro comunista português do bloque do PC e dos FP, que até não ganhou as eleições nem nada já se sabe, vai meter com o rabinho entre as pernas.
Porque vai esbarrar com o 1º PE na barreira intransponível de Bruxelas.
Passos Coelho nem precisa de mexer uma palha para daqui a algum tempo tomar conta do lugar a que tem pleno direito.
A geringonça presa por arames do PS, por fita-cola do PC e por alfinetes bebé do BE está por um fio.
E o presidente Marcelo já se pôs a milhas de Lisboa, para não ter de levar com 1º a todas as horas e instantes.
Costa está assim, triste abandonado e só, Sem amparo a depender de si próprio.
O que, diga-se de passagem, gordo e anafado como está, sem muletas,
não irá lá das ganchetas.
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Não, sem dizer preto no branco o que vai fazer, Passos não terá o meu voto. Não me esqueço dos cortes no dinheiro do subsídio de desemprego e doença e andar a esconder a roubalheira de toda a banca falida; governar não é dar emprego aos boys e girls e depois aceitar a” reforma” do estado do sr Portas. Passos travou o caminho para o abismo, mas continuamos à beira do precipício, pois é onde estamos ao fim de uma governação de 4 meses a fazer socialismo( gastar o dinheiro dos outros).
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