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O óbvio que já só vemos quando alguém vindo de fora nos atira com ele à cara

23 Abril, 2016

Com os espanhóis amarrados na teia dos nacionalismos foi preciso vir um escritor do México dizer o que em Espanha já ninguém ousa afirmar.

 

 

E fê-lo com uma gravata representando a bandeira de Espanha. Se fosse espanhol e não mexicano Fernando del Paso era hoje um proscrito

Screenshot (136).png

 

 

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24 comentários leave one →
  1. Manuel permalink
    23 Abril, 2016 20:37

    Excelente discurso. Gostaria de ouvir algo semelhante, em língua portuguesa, num prémio Camões.

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    • Carlos Alberto Ilharco permalink
      23 Abril, 2016 21:34

      Até onde sei todos os premiados discursaram em português e têm orgulho na sua língua..
      O que é que o senhor realmente quer?

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      • Manuel permalink
        23 Abril, 2016 21:41

        Quero ouvir um discurso eloquente como este, de um escritor do antigo império português.

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  2. licas permalink
    23 Abril, 2016 21:40

    O Governo Bolivariano é mesmo Fascista: Vejam o plano de instituir um símil da Mocidade Portuguesa (do diário Nacional, Caracas)

    “A través de poemas, canciones, ensayos y obras teatrales, la Fuerza Armada Nacional Bolivariana tratará de adoctrinar a la nueva generación de venezolanos. ¿Cómo lo ejecutarán? El Ministerio de la Defensa y el Comando Estratégico Operacional de la FANB enviaron a toda la estructura militar el instructivo N.º Ceofanb 001-16, contentivo de 20 páginas, en el que se les ordena realizar la campaña motivacional El Valiente Soldado Bolivariano 2016.
    La resolución, con fecha de 7 de marzo, señala que la campaña debe efectuarse en los institutos de educación básica, media y diversificada pública y en la FANB en 7 meses; desde marzo hasta octubre de este año.
    El Valiente Soldado tiene como fin: uno, incentivar en niños y jóvenes “la creatividad, la identidad nacional y la conciencia de servir a la patria”; dos, “preservar en lo más íntimo de los niños, niñas y jóvenes el amor a los libertadores y hombres en armas”, indica el documento al que tuvo acceso El Nacional.
    ¿Quiénes son los libertadores y hombres de armas que serán amados? Desde el 5 de marzo de 2014, junto a Simón Bolívar, Hugo Chávez forma parte de los símbolos de la FANB cuando se creó un estandarte en conmemoración de un año de su muerte, así como aparece de primero en la línea de mando con el cargo de Comandante Supremo.”

    Desta vez nem comentários são necessários, limpinho sem osso.

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  3. licas permalink
    23 Abril, 2016 22:05

    Nos anos 50, quando miudo, ouvi
    ________Quem manda? (pelo C. de Castelo)
    ________Salazar, Salazar, Salazar! (esganiçavam-se os Lusitos)
    Lá, na Venezuela passa a ser
    ________ Quem Comanda?
    ________ Chávez, Chávez, Chávez
    ________ Comandante Maduro, Maduro, Maduro!

    É o Social-Fascismo no seu melhor

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    • 23 Abril, 2016 22:42

      Oh Lambao esta noticia parece Q vem da Venezuela mas nao vem não

      “Dois milhões em notas “esquecidos” num cofre do Grupo Espírito Santo”

      Mais um par d’anitos e ….. ( Os panamapapers dao zelo à obra….)

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  4. licas permalink
    23 Abril, 2016 23:11

    Segundo todos os sintomas, aqui, quem toca no Salazarismo, LEVA !
    (coitados dos saudosistas atrasados mentais . . .)

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  5. licas permalink
    24 Abril, 2016 00:58

    ói?

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  6. Arlindo da Costa permalink
    24 Abril, 2016 01:21

    Espanha não existe!
    É uma utopia como foi a URSS.
    E ainda bem, para os portugueses.

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  7. licas permalink
    24 Abril, 2016 04:49

    Tempos virão em que na Europa as nacionalidades
    constituirão apenas e só reminiscência caduca.

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    • 24 Abril, 2016 10:17

      Não é esse o mesmo desejo dos internacionalistas totalitários ?

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      • licas permalink
        24 Abril, 2016 11:04

        Se não vê a diferença, actualize as dioptrias . . .
        (não estou para aturar maduros, nem Maduros)

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    • Manuel permalink
      24 Abril, 2016 11:24

      Estás muito enganado: a Europa das nações existe e vai acentuar-se à medida que a decadência económico-financeira se agrava. Não discordo que certos Estados, como Espanha, tem no seu interior Nações (Catalunha e País Basco).

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  8. licas permalink
    24 Abril, 2016 11:47

    Ó Manel! Nação?
    Farrapos cada vez mais interdependentes dos outros
    para que sobrevivam . . .
    O “orgulhosamente sós” morreu com o seu inventor, ORA ESSA!

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    • Manuel permalink
      24 Abril, 2016 13:26

      A alternativa à Europa das Nações é um califado. Felizmente que os cristãos ortodoxos na Europa já percepcionaram a situação.

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  9. lucklucky permalink
    24 Abril, 2016 16:18

    “Com os espanhóis amarrados na teia dos nacionalismos”

    ?? Então defender Espanha não é nacionalismo também?

    Ou por magia não é uma nação?

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    • lucklucky permalink
      24 Abril, 2016 16:19

      Ainda mais estranho é um Português a lamentar os “nacionalismos” espanhoís…

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  10. licas permalink
    24 Abril, 2016 19:55

    A Europa das Nações apenas deu guerras entre elas desde 800 em
    que Carlos Magno conseguiu um momento de coesão logo desfeito
    pelos seus filhos (deram França, Alemanha e Itália) que se guerrearam
    ferozmente____________até à II Guerra Mundial_________ e depois .

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  11. licas permalink
    24 Abril, 2016 22:57

    A brutalidade e o número de intervenientes mortos
    multiplicou-se exponencialmente com a Europa das Nações.

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    • lucklucky permalink
      25 Abril, 2016 00:25

      “A brutalidade e o número de intervenientes mortos
      multiplicou-se exponencialmente com a Europa das Nações.”

      Brutalidade foi sempre a mesma. Ser morto por um machado ou por um disparo de um mosquete não difere muito. Se vamos à tortura que usa violência então métodos mais refinados são antes do Estado Nação.

      Sobre a quantidade tem mais que ver com tecnologia e mais população
      Com maior população que permite mais comunicação.
      Sem ela e sem maior mobilidade e produção de cavalos não há uma guerra com tantos intervenientes.
      Obviamente que também se pode argumentar que o Estado Nação só nasceu dessas duas razões: tecnologia e mais população.

      Se queres poucos mortos é só voltar à idade do bronze onde as guerras são entre tribo A e tribo B e ninguém é capaz de mover uma força centenas de quilómetros.

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      • licas permalink
        26 Abril, 2016 00:02

        O Estado-Nação incute-nos desde miudos
        de que a nossa Pátria obriga a que a defendamos
        até com risco da nossa vida.
        De Guerras Injustas temos um exemplo recente, aqui, lembras-te?

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  12. Arlindo da Costa permalink
    24 Abril, 2016 23:57

    Espanhol bom, é espanhol morto, já dizia o meu bisavô.

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