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O homem da vermelhinha

24 Abril, 2016

Tema do meu artigo de hoje no Observador: Portugal, em Abril de 2016, é um jogo da vermelhinha. Todos sabemos que estamos a assistir a um logro, um logro que vai terminar algures quando um dos jogadores gritar “Vem aí…” pode ser a UE, o BCE ou a inviabilização de uma medida convenientemente atirada para a frente. Por agora, ainda ninguém grita. Joga-se. (…) Mas o jogo vai acabar. Como? Exactamente como no jogo da vermelhinha: alguém – o dono do jogo e os cúmplices ou apenas um deles – vai gritar “Fujam! Vem aí a polícia!”. Ou seja a UE e os credores. Ao primeiro grito, o jogador e os seus cúmplices põem-se a milhas. Fazem contas ao ganho e depois voltam como se não se conhecessem de parte alguma: Quem? Eles, parceiros de Governo? Até nem se podem ver! O quando e o porquê são neste momento as incógnitas. Ou talvez não. Na página 12 do Plano Nacional de Reformas (ou 40 do Anexo) pode estar a solução.

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11 comentários leave one →
  1. ali kath permalink
    24 Abril, 2016 09:57

    será monhé-entertainer
    que tal como o impotente sexual
    passou a vida a gritar
    ”É AGORA!”

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  2. PiErre permalink
    24 Abril, 2016 10:38

    Arraial ó lusa gente!
    Arraial, arraial, arraial!
    Arraial que alerta está
    Quem por bem salvará Portugal!
    .
    Viva Marcelo!

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  3. bintoito permalink
    24 Abril, 2016 10:43

    Para meu espanto agora não gritam que o presidente anda com Costa ao colo. Era vê-los bolsando indignações porque Cavaco Silva, diziam, andava alinhado com o governo de Passos. Que é feito dessa gente que num estalar de dedos passa de sem papas na lingua para as línguas na papa? Ou na caca! Não é de excluir contudo uma jogada maquiavélica de Marcelo que adivinhando o que isto vai dar anda a fazer jogo de faz de conta para quando lhe convier chutar com Costa alegando que tudo fez para o sustentar. Entretanto vai deixando estragar mas a ter consciência do eminente descalabro deve puxar desde já pela própria consciência. Cartas na mesa já!

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    • Manuel permalink
      24 Abril, 2016 11:32

      Reconheço que tens razão na questão do “colinho”. O PR deve estar equidistante e não repetir os erros de Cavaco, que sabia a natureza do 44, mas deixou-o conduzir o país para a bancarrota para ter o 2º mandato e escrever roteiros que ninguém leu ou lerá.

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      • Chopin permalink
        25 Abril, 2016 04:29

        Manuel, um PR não pode desrespeitar os resultados eleitorais. Não foi o prof. Cavaco que deixou o 44 no 33 conduzir o país à bancarrota. foram os partidos na AR e os eleitores que hoje deram a maioria à esquerda validaram as posições do PR. A demissão do governo socretino daria lugar a uma maioria absoluta pelo que se pode depreender.
        Cavaco terá muitos defeitos, mas decerto bem menos do que os que lhe apontam.
        Afinal, antes dele quem fez melhor?

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  4. 24 Abril, 2016 11:01

    Helena,

    Não encontro no “Plano” a expressão “eleição directa” (ou direta) dos órgãos das CCDR. Suspeito que o estará em causa não é uma eleição por voto universal, mas antes uma eleição indirecta, em que apenas votam as Câmaras ou as Assembleias Municipais (daí prever-se que as eleições se realização após as autárquicas e em função dos resultados destas). Mas posso estar enganado.

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  5. JgMenos permalink
    24 Abril, 2016 11:11

    Um verdadeiro hino à clarividência!
    Deus tenha misericórdia do Povo Português !

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  6. Manuel permalink
    24 Abril, 2016 11:38

    Dra Helena : o seu artigo está brilhante, não concordo com a sua visão da reabilitação urbana e da dita “regionalização” encoberta. Quero relevar que ontem, no programa da rtp3, esteve igualmente inspirada na análise ao Salazarismo. Até gostei do Soromenho Marques e, pasme-se, da historiadora Irene Pimental.

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  7. Colono permalink
    24 Abril, 2016 20:02

    Catarina Martins (BE) disse que o trabalho de voluntariado é uma treta….

    Para cumulo da desfaçatez , ontem andou a dar pãezinhos aos sem abrigo…

    Que gente falsa….

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  8. Carlos permalink
    24 Abril, 2016 23:32

    Oh Helena, você sabe muita da poda, ou seja, da vermelhinha… se calhar quando era mais nova também batia umas cartas…

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