Ainda há pouco estava o Paulo Dentinho na RTP1 a “explicar” demoradamente que a culpa é “da sociedade ocidental”, que além do mais “radicaliza os jovens nas cadeias”. Estamos nisto.
Se é crime em toda a Europa defender o nazismo, o fascismo ou, como em Portugal, é mesmo anticonstitucional defender os regimes similares, porque é que não é crime defender e justificar o terrorismo, que é objetivamente o que fazem estes imbecis?
O que aconteceria a alguém que viesse dizer que os campos de concentração foram culpa da Europa por ter humilhado os alemães com o tratado de Versailles? E que era preciso compreendê-los..
Há uma coisa nas imagens repetidamente mostradas que me chamou a atenção e que não vi referida: o camião está crivado de balas do lado do passageiro (que não existia) e quase nenhuma do lado do condutor. Será que há instruções para a polícia evitar atirar a matar nestes casos??? Será que só são autorizados a dar tiros de intimidação??? Com o politicamente correto tudo é possível: mesmo deixar alguém chacinar sem ofender os seus direitos..
Tudo isto são sintomas, consequências e sequelas do modelo neo-liberal relativista e diabólico que se apossou da Europa, com políticas multiculturalistas estúpidas e desagregação social programada.
No lugar de nós defendermos as nossas populações o grande capital e os governos corruptos andaram a fazer guerras e a importar mão de obra barata.
Feche-se as fronteiras e optemos por desenvolvimentos separados.
Tudo isto é a derrota de quem, aqui, apregoa, a bondade do ser humano e da sua «liberdade».
Ó tristes figuras!
Continuo a ouvir os jornalistas da rádio e da televisão (e, não raro, até vejo nos jornais!) esse erro da “precaridade”. Peço, por isso, de novo a intervenção de quem existe para tirar dúvidas a quem, está visto parece não as ter!…
É como diz o consulente: em vez de “precaridade” deverá dizer-se (e escrever-se) precariedade, pois esta palavra pertence à mesma família do adjectivo precário.
Há outras palavras com esta terminação, a respeito das quais se pode estabelecer a mesma relação, como, por exemplo, contrariedade e contrário, arbitrariedade e arbitrário, impropriedade e impróprio, notoriedade e notório, obrigatoriedade e obrigatório, sobriedade e sóbrio, variedade e vário, solidariedade e solidário…
Algumas destas palavras já estavam formadas no latim (‘contrarietatem, varietatem’), outras formaram-se já no português, com o sufixo -dade, usado na formação de substantivos abstractos a partir de adjectivos, como, por exemplo, precariedade e solidariedade.
Muitos destes, tão lestos a relativizar, serão os mesmos a por a cruzinha na Fronte National da Marie Le Pen nas próximas eleições.
Isto hoje é em dia é assim: o politicamente correcto exige um comportamento público que depois no privado não é correspondido. As “religiões” sofrem deste mal…
O condutor do camião, que por acaso era muçulmano, teve um ataque de ódio porque estava a trabalhar e aquelas pessoas francesas brancas católicas, estavam a gozar um feriado maçónico: a elite a festejar e os escravos neo-colonizados a trabalhar é coisa que não se pode admitir e vai daí carregou no acelerador.
Ainda há pouco estava o Paulo Dentinho na RTP1 a “explicar” demoradamente que a culpa é “da sociedade ocidental”, que além do mais “radicaliza os jovens nas cadeias”. Estamos nisto.
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Se é crime em toda a Europa defender o nazismo, o fascismo ou, como em Portugal, é mesmo anticonstitucional defender os regimes similares, porque é que não é crime defender e justificar o terrorismo, que é objetivamente o que fazem estes imbecis?
O que aconteceria a alguém que viesse dizer que os campos de concentração foram culpa da Europa por ter humilhado os alemães com o tratado de Versailles? E que era preciso compreendê-los..
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olhe,escreva um livro sobre…realismo sordido.
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Há uma coisa nas imagens repetidamente mostradas que me chamou a atenção e que não vi referida: o camião está crivado de balas do lado do passageiro (que não existia) e quase nenhuma do lado do condutor. Será que há instruções para a polícia evitar atirar a matar nestes casos??? Será que só são autorizados a dar tiros de intimidação??? Com o politicamente correto tudo é possível: mesmo deixar alguém chacinar sem ofender os seus direitos..
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Falta de pontaria, mesmo.
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Ou a esperança que seja o tiro do colega do lado a mandar o gajo abaixo…
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Tudo isto são sintomas, consequências e sequelas do modelo neo-liberal relativista e diabólico que se apossou da Europa, com políticas multiculturalistas estúpidas e desagregação social programada.
No lugar de nós defendermos as nossas populações o grande capital e os governos corruptos andaram a fazer guerras e a importar mão de obra barata.
Feche-se as fronteiras e optemos por desenvolvimentos separados.
Tudo isto é a derrota de quem, aqui, apregoa, a bondade do ser humano e da sua «liberdade».
Ó tristes figuras!
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Precariedade e não “precaridade”
Continuo a ouvir os jornalistas da rádio e da televisão (e, não raro, até vejo nos jornais!) esse erro da “precaridade”. Peço, por isso, de novo a intervenção de quem existe para tirar dúvidas a quem, está visto parece não as ter!…
É como diz o consulente: em vez de “precaridade” deverá dizer-se (e escrever-se) precariedade, pois esta palavra pertence à mesma família do adjectivo precário.
Há outras palavras com esta terminação, a respeito das quais se pode estabelecer a mesma relação, como, por exemplo, contrariedade e contrário, arbitrariedade e arbitrário, impropriedade e impróprio, notoriedade e notório, obrigatoriedade e obrigatório, sobriedade e sóbrio, variedade e vário, solidariedade e solidário…
Algumas destas palavras já estavam formadas no latim (‘contrarietatem, varietatem’), outras formaram-se já no português, com o sufixo -dade, usado na formação de substantivos abstractos a partir de adjectivos, como, por exemplo, precariedade e solidariedade.
Não confundir, obviamente, com complementaridade.
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Muitos destes, tão lestos a relativizar, serão os mesmos a por a cruzinha na Fronte National da Marie Le Pen nas próximas eleições.
Isto hoje é em dia é assim: o politicamente correcto exige um comportamento público que depois no privado não é correspondido. As “religiões” sofrem deste mal…
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Meu Deus, Dona Helena, que falta de respeito pelas vítimas. Tenha juízo.
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O Jornalismo já encontrou o culpado para a narrativa:
http://www.infowars.com/media-blames-truck-not-terrorists-or-islam-for-nice-attack/
Foi o camião.
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O condutor do camião, que por acaso era muçulmano, teve um ataque de ódio porque estava a trabalhar e aquelas pessoas francesas brancas católicas, estavam a gozar um feriado maçónico: a elite a festejar e os escravos neo-colonizados a trabalhar é coisa que não se pode admitir e vai daí carregou no acelerador.
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Entretanto o The Guardian jornal de Esquerda Britânica escreve isto:
“Sympathy should be our only response to the Nice terror attack.”
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Com tanta gente a morrer esta atitude da esquerda bem pensante é suicidaria. Espero que continuem….
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Espero que a nossa tropa já tenha apanhado o José Manuel Barroso.
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