«“Governo cria incentivos para senhorios terem estatuto de “cariz social”. Ministério quer convencer privados a praticar rendas acessíveis às classes média e média baixa, mais atingidas pela crise, revela o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.»
Suponha que alguns proprietários se sentem convencidos ou envolvidos pelas suas palavras e resolvem tornar-se “senhorios de cariz social”, tanto mais que o cariz social liberta os senhorios do odioso de serem senhorios. Quem garante, senhor secretário de Estado, a esses senhorios que daqui a uns meses o Governo perante, por exemplo, a saída de pessoas dos bairros sociais ou municipais para estes arrendamentos, não rompe o que assinou com eles? Afinal foi isso mesmo que aconteceu aos colégios que tinham celebrado acordos com o Ministério da Educação e que, de um dia para o outro, precisamente por causa do seu sucesso, viram esses acordos atirados para o caixote do lixo e os seus alunos coagidos a seguir para as escolas da rede pública.
que os proprietarios(privados,portanto) se preocupassem em recuperar casas que neste momento estão ao abandano nos chamados centros historicos de vilas/cidades deste pais já não era mau.mas não,enquanto não resolvem os problemas privados de heranças e/ou partilhas as casas vão-se enchento de ratos/pombos,um problema de saude publica(e como se sabe,problemas publicos ou de todos é coisa que o privado não quer saber)
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Esqueceste as baratas, gasto montes de bisnagas. Coisas que os esquerdopatas não entendem.
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O xorrilho de legislação comunista deste governo, não vai transformar Portugal numa Cuba mas está, coerentemente, a tentar.
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Neste momento tenho a impressão que são mais as aparições públicas da Catarina do que as do Costa 🙂
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Isso caro Anónino é ser optimista 😛
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com mais uns vendidos …
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A lei previa que o Estado fizesse tais contratos com os senhorios com inquilinos sem posses a partir de 2017.
O que fizeram?
Congelaram rendas por mais CINCO anos.
É seita canalha, quem lhes for na conversa f…!
É comunada!
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Mais uns centros de cidade vazios.
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Não me parece que a palavra seja um problema.
Por exemplo, o secretário de estado vai hoje mesmo para a rua:
«Costa: “Demitia qualquer membro do Governo que fosse investigado por corrupção” (Observador, Junho 2015)»
«O Ministério Público confirmou que a Galp e uma agência de viagens foram alvo de buscas no âmbito da investigação às deslocações ao Euro 2016 pagas pela empresa a três membros do Governo.»
(Observador, Hoje)
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É preocupante a intenção do governo de destruir as reformas do governo anterior nesta área. Espero que o Adolfo Mesquita Nunes(autor das reformas) tão lesto a desautorizar o incontinente do Hélder Amaral seja ruidoso a denunciar a catástrofe na habitação, no arrendamento e no alojamento local que é preparada pelo PS+PCP+PEV+BE.
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Manuel,
Portugal pobre e dependente do Estado não é erro algum deste governo. É intenção.
Se as pessoas fossem livres e, após o período de ajustamento, recomeçassem a crescer, isso seria o fim do Parretido Xupialista e da sua cangaçada.
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O que o governo se prepara fazer é terrorismo sobre o arrendamento e vai prejudicar os senhorios e os inquilinos. O governo quer fazer acção social com o meu dinheiro.
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Já vimos este tipo de confusão conveniente cheia de inimigos públicos no início do sec.XX, ali para os lados da URSS, com os resultados conhecidos.
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Não agora, mas lá chegará.
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Já chegámos à Venezuela?
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Falta muito pouco.
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E Venezuela de hoje não foi construída de um dia para o outro. Começo com coisas deste género há não muitos anos atrás, também à custa de ódios contra partes da população ditas ricas ou remediadas. Dizem que o Costa é um homem muito inteligente e que é do PS.
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Já chegámos à Venezuela?
Não, a Venezuela é que chegou cá!
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Ainda falta um bocado. Primeiro temos de nos sentir gregos.
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Era previsível .
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A palermice levada muito a sério por mais um palerma do carrocel em oito. Os palermas nem sabem gozar.
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Felizmente há muitos senhorios que fazem e que estão dispostos a fazer solidariedade.
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Fazem solidariedade … à força, enquanto não se conseguem ver livres dos inquilinos.
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Deviam congelar a subida de preços, salários e reformas – não só a renda dos senhorios, na generalidade, pobres ou modestos.
O senhorio que pague a crise dos outros.
Propriedade privada ao serviço do socialismo.
Bolivarianos unidos, estragarão – cá como lá.
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“Solidariedade” à força.
Viva o socialismo “real”, que não ousa dizer o seu nome: cinismo.
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O custo de vida aumenta.
O senhorio de pequeno ou médio rendimento, não aguenta.
Deve pagar as suas próprias contas com “solidariedade” alheia: sem aumento de preços em: água, luz, gás, gasolina (ou gasóleo), alimentação, saúde, vestuário, mobilidade, portagens, lazer, etc, etc…
A “solidariedade” deve ser estrada de 2 sentidos, não?
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