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Que fazer?

10 Setembro, 2016

Amira, una niña iraquí de 12 años, se registró en Alemania como solicitante de asilo junto a Sajad, un hombre de 42. En el momento del registro, en el que declarar el estado civil es opcional, las autoridades no se percataron y dedujeron que eran padre e hija. Meses después, durante el trámite de la solicitud, quedó en evidencia que eran un matrimonio. Se habían casado en un campo de refugiados libanés donde la familia de Amira habría dado su consentimiento.

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  1. JC's avatar
    10 Setembro, 2016 10:18

    Alterar a nossa cultura, o nosso modo de vida, acomodarmo-nos a essa nova cultura religião islâmica para não correr o risco de ofender alguém. Além do mais, pelo que se houve dizer a muita gente, a nossa civilização / cultura está ultrapassada. Mente aberta e progressista é o que é preciso para os novos tempos que se aproximam. E não se esqueçam, se na vossa área de residência existir uma escola antiga com um crucifixo por mais pequenino que seja na parede, denunciar imediatamente ao Vera Jardim e às autoridades . O crucifixo está para o estado laico como o toucinho para os seguidores de maomé.

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    • lucklucky's avatar
      lucklucky permalink
      10 Setembro, 2016 11:54

      Ora bem.

      São Esquerdistas multi culturais então não se podem admirar com apredejamentos das mulheres “adulteras”, mulheres condenadas por terem sido violadas etc etc…

      Tudo bué de fixe!

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  2. Manuel's avatar
    Manuel permalink
    10 Setembro, 2016 11:53

    Boa questão. Bem, quando os nossos ciganos fazem desses casamentos a justiça actua, neste caso, ou se submetem às nossa regras ou regressam à origem e pagam a viajem de retorno.

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  3. oscar maximo's avatar
    oscar maximo permalink
    10 Setembro, 2016 11:57

    Se os alemães não perguntam porque não acham importante, que tèm os portugueses a ver com o assunto ?. Quando vou a mijatório público não ando a espreitar o do lado.

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  4. AB's avatar
    10 Setembro, 2016 14:19

    É um problema legal, e como refugiados não gozam de imunidade diplomática, o casamento terá de ser invalidado.
    Há aqui uma clara questão de quid pro quo. Um (ou, mais grave, uma) ocidental num país muçulmano corre risco de vida se desobedecer às regras. Ou os muçulmanos permitem alcoól, minissaias e gays, ou não permitimos casos destes. No mínimo.
    Nunca devemos respeitar os costumes de quem não respeita os nossos costumes. É um erro, uma submissão, e legalmente, um precedente que, neste caso, legaliza a pedofilia.

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    • João Neta's avatar
      12 Setembro, 2016 08:08

      Compreendo o ponto de vista e a argumentação mas só o aceito como figura de retórica. Um libertário ou liberal aceita todos os graus de liberdade individual mas também aceita que a mesma só se aplica em pleno na maioridade. Só por si é ela própria uma regra contraditória com a primeira premissa. Mas um libertário não é um indivíduo sem valores, nem moral. E enquanto não provarem que a menina estava capaz de decidir tal coisa, o que à luz da nossa lei e valores não estava, então o homem tem que ser julgado ainda que possa apresentar atenuantes ou mesmo, no extremo das possibilidades, nem ser condenado. Mas o valor da proteção do menor sobrepôe-se a tudo, é o mais alto dos valores.

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  5. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    10 Setembro, 2016 15:48

    «Que Fazer?». Bem se vê que a Drª Helena não se esqueceu da bibliografia leninista…

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  6. xico's avatar
    10 Setembro, 2016 23:50

    Aplicar a Lei vigente! O direito consuetudinário só faz sentido para os indígenas.

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  7. guna's avatar
  8. Elmano's avatar
    Elmano permalink
    13 Setembro, 2016 13:16

    Ou as elites que nos governam aprendem depressa, ou estamos condenados a desaparecer. Devem saber que há religiões onde o disfarce faz parte do seu código genético.

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