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A florescente indústria dos “ismos” e das fobias

16 Janeiro, 2017

Sem darmos por isso os activismos de combate a isto e àquilo tornaram-se em polícias e juízes em causa própria. As mais neutras e sensatas declarações podem desencadear a sua corrida para os tribunais. Como aquelas polícias que ficam com os proventos das multas também os activistas e as inúmeras ONGs, plataformas e associações em que se multiplicam para parecerem mais tornaram a caça a quem não pensa como eles numa actividade económica e politicamente rentável.

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9 comentários leave one →
  1. lucklucky permalink
    16 Janeiro, 2017 12:53

    Muito bom.

    Ainda falta incluir a Politização descarada da Justiça quando os juízes obrigam condenados a contribuir para ONG e outros grupos.

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  2. Juromenha permalink
    16 Janeiro, 2017 14:14

    “justiça”, com a sua permissão.

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    • 16 Janeiro, 2017 16:05

      Oh Helena , senhora é muito retrograda, aqui ainda se penaliza por aquilo que se diz, agora em paises realmente avançados e progressistas. Já não só se é penalizado pelo que se diz mas sim por aquilo que se deve ser dito e não se diz. Lá o estado não só criminaliza quem fala, mas tambem quer criminalizar e mandar para cadeia, quem não falar, tudo em nome dos direitos humanos e “anti-discriminação” . Assim como treinos de re-educação anti-discriminação, a pessoas odiosas que não têm consciência de o serem. Os que nasceram já racistas homofobicas e todas essas doenças malignas, que só parecem surgie em pessoas com pele “branca”. E cursos nas melhores universidades humanas eruditas sobre ” o privilegio dos brancos”.

      Este caso é muito elucidativo do que se anda a fazer por lá.

      “Today Peterson is laser-focused on fighting the cultural cancer of political correctness. He is alarmed at how quickly it is metastasizing into laws that seek to punish any and all self-expression. Such legislation—in his case, Canada’s bill C-16, which would amend the Canadian Human Rights Code and Criminal Code to add “gender identity and expression” as a special category for anti-discrimination—is tailor-made to program people into conformity of thought. As with all things politically correct, such legislation always comes disguised in the language of “equality.” ”

      http://thefederalist.com/2016/10/17/canadian-professor-ignites-protests-refusing-use-transgender-pronouns/

      http://www.dailywire.com/news/11584/oxford-university-students-use-gender-neutral-hank-berrien

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    • 16 Janeiro, 2017 16:06

      formais desculpas, enganei-me , na caixa de correio

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  3. Arlindo da Costa permalink
    16 Janeiro, 2017 16:02

    A indústria dos «ismos» é a especialidade dos orfãos de antigos «ismos» : maoismo, trotsquismo, esquerdismos, etc.

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  4. 16 Janeiro, 2017 16:05

    Oh Helena , senhora é muito retrograda, aqui ainda se penaliza por aquilo que se diz, agora em paises realmente avançados e progressistas. Já não só se é penalizado pelo que se diz mas sim por aquilo que se deve ser dito e não se diz. Lá o estado não só criminaliza quem fala, mas tambem quer criminalizar e mandar para cadeia, quem não falar, tudo em nome dos direitos humanos e “anti-discriminação” . Assim como treinos de re-educação anti-discriminação, a pessoas odiosas que não têm consciência de o serem. Os que nasceram já racistas homofobicas e todas essas doenças malignas, que só parecem surgie em pessoas com pele “branca”. E cursos nas melhores universidades humanas eruditas sobre ” o privilegio dos brancos”.

    Este caso é muito elucidativo do que se anda a fazer por lá.

    “Today Peterson is laser-focused on fighting the cultural cancer of political correctness. He is alarmed at how quickly it is metastasizing into laws that seek to punish any and all self-expression. Such legislation—in his case, Canada’s bill C-16, which would amend the Canadian Human Rights Code and Criminal Code to add “gender identity and expression” as a special category for anti-discrimination—is tailor-made to program people into conformity of thought. As with all things politically correct, such legislation always comes disguised in the language of “equality.” ”

    http://thefederalist.com/2016/10/17/canadian-professor-ignites-protests-refusing-use-transgender-pronouns/

    http://www.dailywire.com/news/11584/oxford-university-students-use-gender-neutral-hank-berrien

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