Nem mais . Encontre um Marxista e encontra ódio a quem é capaz de viver sem depender da máquina que o Marxista quer construir.
E quanto mais pobre for essa pessoas mais ódio Marxista encontra.
Um Marxista é um engenheiro frustrado.
Sempre a pensar na máquina, a desenhar a máquina, a construir a máquina, mas a máquina nunca funciona, mata milhões de fome, violência, até mata milhares de outros Marxistas…
Antes fosse o que a D. Helena diz. Os primeiros casos de “gentrificação” foram vividos em Inglaterra nos anos 60 (e é de lá que vem o nome) com péssimos resultados. Inevitavelmente, ou há regulamentação, ou os abusos aparecem. Só isso.
Mas “pobres” entrarem para o bairro e desvalorizarem-no incluindo coisas boas para os serviços sociais como aumento do crime, vandalismo, violência doméstica e desvalorização geral da propriedade já é aumento de riqueza cultural não é?
E quem não aceitar é discriminação, racismo, anti democracia etc etc.
Não deixa de ser interessante que o aparelho de estado não tem nada a ver com democracia, pois não é eleito, é nomeado. É claro que a minoria que controla o aparelho de estado – e as vidas de quem dele depende – quer sempre mais controle e mais aparelho de estado.
– não confundir Estado, que somos todos, com aparelho de estado, que são os privilegiados com os melhores empregos do país.
O Estado é a coutada do ‘camarada dirigente’ e pressupõe uma vasta clientela a ser dirigida.
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Nem mais . Encontre um Marxista e encontra ódio a quem é capaz de viver sem depender da máquina que o Marxista quer construir.
E quanto mais pobre for essa pessoas mais ódio Marxista encontra.
Um Marxista é um engenheiro frustrado.
Sempre a pensar na máquina, a desenhar a máquina, a construir a máquina, mas a máquina nunca funciona, mata milhões de fome, violência, até mata milhares de outros Marxistas…
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Antes fosse o que a D. Helena diz. Os primeiros casos de “gentrificação” foram vividos em Inglaterra nos anos 60 (e é de lá que vem o nome) com péssimos resultados. Inevitavelmente, ou há regulamentação, ou os abusos aparecem. Só isso.
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Mas “pobres” entrarem para o bairro e desvalorizarem-no incluindo coisas boas para os serviços sociais como aumento do crime, vandalismo, violência doméstica e desvalorização geral da propriedade já é aumento de riqueza cultural não é?
E quem não aceitar é discriminação, racismo, anti democracia etc etc.
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Não deixa de ser interessante que o aparelho de estado não tem nada a ver com democracia, pois não é eleito, é nomeado. É claro que a minoria que controla o aparelho de estado – e as vidas de quem dele depende – quer sempre mais controle e mais aparelho de estado.
– não confundir Estado, que somos todos, com aparelho de estado, que são os privilegiados com os melhores empregos do país.
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Velho «ódio marxista»???? O que é isto? O marxismo já faz parte da Psicologia, da Teologia, da Antropologia?
Que giro!
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