em portugal, o terrorismo não é necessário: o estado trata disso
Portugal é um país seguro, um dos mais seguros do mundo, afirma a propaganda governamental. A alusão indirecta é, nesta afirmação, ao terrorismo e à violência urbana dos assaltos, sequestros, etc.. Essas não são, todavia, as únicas formas violentas de se morrer.
Em Portugal, nos últimos quatro meses, morreram mais de 65 pessoas em incêndios, pelo menos 13 na derrocada de uma árvore centenária, algumas dezenas em acidentes de viação e não sabemos quantas morrerão, em Portugal ou noutras paragens, com as armas furtadas em Tancos, que certamente não terão destino humanitário.
Em todos estes episódios existem alguns traços comuns.
O primeiro, que todos estes mortos têm um responsável directo e objectivo: o estado português, que deveria cuidar da segurança civil – nas aldeias, nas estradas, nos espaços públicos e nos quartéis – e não o faz ou fá-lo deficientemente. Tão deficientemente que os elevados números de vítimas e as circunstâncias aberrantes em que morreram são absolutamente horríveis.
O segundo, que em nenhum deles o estado e os titulares de órgãos de soberania assumem responsabilidades pelos acontecimentos. O máximo que fazem é pedir inquéritos e mais inquéritos, à espera que o tempo passe e a memória cumpra a função de os salvar politicamente. No caso dos incêndios e de Tancos todo o governo cerrou fileiras em defesa dos seus ministros, demonstrando estar mais preocupado com as possíveis vítimas políticas do que com as que já tinham falecido. E, hoje mesmo, Miguel Albuquerque anunciou que estaria a ponderar abrir um inquérito sobre as causa da tragédia que já matou treze pessoas, como se não fosse uma obrigação sua fazê-lo.
O terceiro, que, mais uma vez, a culpa morrerá solteira em todos estes casos. Com uma nuance nunca antes vista. É que, nestes casos, nem sequer responsáveis políticos haverá. Não se pode descer moralmente mais baixo.

Eu odeio responsáveis politicos, porque acho que demitirem-se é fugir, podem assumir a responsabilidade de 65 mortos, e???? Isso vale o quê?
Eu digo o que vale, vale assumir a falência do estado, as falhas do Siresp, dos comandantes nomeados em Abril, um é jurista e outro massagista, percebem da poda.
Faliu o Estado, morreu.
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“Faliu o Estado, morreu.”
Seria bom que isso fosse verdade, mas os políticos estão bem vivinhos, com as carteiras gordas e anafados. Parecem o Kim Jong Un.
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São assim os pseudoestados de direito, governados por políticos pseudohonestos, que pseudoganharam eleições, que só querem saber deles e dos miseráveis que votam neles para perpetuar o poder, o servilismo e os clientes.
Esta pocilga mete nojo.
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Palavras adequadas. O nosso problema é que andamos por aí.
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Post oportuno. Sou obrigado a constatar que o PR é o único que tem algum discernimento e disfarça o melhor que sabe a falência do Estado.
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O P”R” só quer chegar ao segundo mandato sem se chatear muito…
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O gajo parece o tontinho da aldeia.
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Nacionalizem-se as árvores! Todas!
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E a Quinta da Atalaia também! Já! Agora!!
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Não, a Quinta da Atalaia há-de ser a última coisa a nacionalizar.
Quando já tudo tenha sido colectivizado, nacionaliza-se a Quinta da Atalaia, Amora, Seixal, mas com um estatuto especial. Museu da Resistência em nome de um colectivo de resistentes. Não vá o Diabo tecê-las.
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Quando alguma desgraça, feita por um ‘imigrante’ entrado no país com uma “promessa de trabalho”, acontecer, também não vão ser responsáveis…
A culpa vai ser de outros. Deles? Nunca!!
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Enquanto não alcançam o poder, o terrorismo fez sempre parte dos planos de vários políticos que aparecem regularmente na televisão, ora com ar sonso. ora com carrancas ameaçadoras. Queimassem os lábios ao pronunciar os termos “democracia” e o “nosso povo”, sentiríamos o cheiro a esturro ao longe.
No século XX escreveram a história com sangue. No século XXI, vivemos outra fase,
Utilizam outros para fazerem o trabalho. Esperam não sujar as mãos e guardar os votos.
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00h14, na TVI24: estou a ver o secretário de Estado com elementos da Protecção em acção de figurantes para a objectiva, com postura claramente estudada para o momento da captação das imagens. Uma verdadeira equipa treinada para a propaganda. Inacreditável.
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Também reparei nessa postura salvífica. Isso é que é oportunismo servindo-se duma tragédia !
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Desce-se moralmente mais baixo na TV, que faz da morte um reality show para inserir publicidade.
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Perdemos o Colégio de São Fiel.
Filhos da puta.
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Rui Albuquerque, óptimo post.
…E o AC-DC tem a distinta lata de culpar o PPCoelho quando coloca em causa a eficácia do governo…
Portugal é um país problematizado e problematizante. “É o destino”…até quando ?
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A manchete de hoje do Público, com aquele destaque, é porque há de facto algo muito grave com aquelas criaturas.
Oxalá não haja uma mão negra e outra amarela (marionetes de poderes vários..) a entravar processos em investigação.
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Quem mandava? Quem mandava?
Deu uma branca aos comparsas da rota da seda que agora mal sentados sacodem o cagueiro?
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“Número de incêndios em Portugal volta a diminuir”.
Incompetência e descaramento, como se apenas depois de tudo praticamente ardido é que pudesse diminuir.
Por quanto tempo mais é que se vão permitir as patranhas do chefe Costa com a cobertura de peões que abrem a boca à medida do que ele manda cantar?
Não se pode acreditar que um Pás arda e adormeça enquanto poupa o carregador da tocha.
PENSAMENTO LATEJANTE
É preciso e é urgente exercer o direito cortante à indignação, quando altas figuras do Estado, e seus servidores em função, como os de noticia e opinião, praticam a rastejar o mais alto grau da indignidade.
LATEJANTE A FERVER
Só um pantomineiro da pior espécie pode vir alegar “aproveitamento político” perante as posições criticas assumidas por vastos setores, tanto das oposições como até dos aliados arregimentados e bem pagos, ou mesmo da sociedade tendencialmente medrosa em relação à tragédia que incessantemente se abate sobre o nosso país em calendário sem fim.
Ele como responsável de proa não faz mais do que sacudir-se.
Isto vindo de um fulano que tem toda uma vida dedicada não só a aproveitamentos matreiros, mas em escala avantajada e de forma descarada a golpadas politicas de caserna que raramente alguém ousa pôr a descoberto.
Uma de duas, ou ele merece ser abatido, ou nós não merecemos melhor que um declarado e reconhecido impostor.
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Este país vale menos que a Coreia do Norte.
Mas muito menos.
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Bem verdade.
Por enquanto a insegurança não vem de fora, salvo as quadrilhas organizadas de argentinos, romenos, ucranianos, etc.
A insegurança está instalada cá dentro e no somicílio de quem tinha a obrigação de nos proteger.
Para isso os cidadãos honrados pgam
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OK OK. Em face da hecatombe de mortos devido ao terrorismo do estado, o governo devia ter-se demitido para dar lugar ao PCoelho, para que os incêndios e as quedas de árvores acabassem.
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Estás doido, Pisco? E quem dava de comer à família do César? E para onde iam os meninos que foram mimados com postos de comando na ANPC? E quando é que o Mário Nogueira voltava a ter um ano de vacaciones? E como se iriam aumentar as pensões em 60 cêntimos a dois meses de eleições? Vai de retro, pá.
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E em relação aos mortos na estrada? Há alguma razão para que, num ano tão seco como este, praticamente sem chuva, tenha havido tantas mortes adicionais nas estradas? Quando custa colocar uma brigada a patrulhar as estradas? Houve cortes na prevenção rodoviária?
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Portugal, país de m…. !
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Que as árvores ardem e caiem, já se sabia que era incompetência dos deputados (e deputadas, senão ainda corro o risco de me apelidarem de sexista, racista, xenófo, ginefóbico ou misógino…), em cujas mãos se encontra o poder legislativo. Que se saiba, nunca se produziram leis a proibir terminantemente os incêndios, com pesadas penas para os ditos que circulassem por essas florestas a velocidades superiores a 1 m/h (leia-se 1 metro por hora), a exemplo do que acontece na Finlândia onde, apesar da extensa floresta, poucos ou nenhuns incêndios haverá. Do mesmo modo, tanto quanto é do meu conhecimento, não existe legislação a proibir a queda das árvores, com punição exemplar para aquelas que se abatem sobre multidões, no contexto de uma moldura penal que contemple todos os ramos e também as raízes, sempre cúmplices nestes casos paradigmáticos.
No que se refere à queda de andores, tratando-se de um estado laico, não pode, contudo, a responsabilidade ser atribuída à incompetência do poder legislativo, por maioria de razão, devendo a questão remeter-se para o direito canónico. A haver terrorismo, neste caso, não será de estado. Não obstante, ainda antes de aplicada a conviniente placa TIR ao andor, já deveria a lei da gravitação universal ter sido declarada inconstitucional.
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No tempo do Estado Novo, os Governantes não precisavam de votos e mais votos para assumirem as suas responsabilidades. Assumiam-nas como pessoas competentes para os lugares que ocupavam depois de prestar provas públicas (gerais ou específicas) da sua competência. Haja alguém que me desminta!
Por esse motivo os Governantes eram exigentes, não transigiam com prevaricações, fiscalizavam e puniam quem o merecesse.
Hoje, com as “democracias”, com a necessidade de votos para se manterem nos lugares, os Governantes, os amigos dos Governantes e os familiares dos Governantes e dos amigos, (competentes ou nem por isso), tendem para o deixa-andar, fazem vista grossa a muitas infracções e os fiscais são uma raça quase extinta.
Porque fiscalizar é abrir caminho à punição e isso dói e mata votos.
Assim, cá vamos carpindo as mágoas, os Governantes sacudindo as responsabilidades para cima dos inimputáveis ou para as forças da mãe Natureza, de modo a que o cancro continue a fazer o seu caminho de destruição sistemática da Nação Portuguesa por obra e graça dos Internacionalistas; repito: dos internacionalistas.
O Povo (novos e velhos) que não se queixe.
Está a caminho da ruína final porque não se cultiva, não se informa, não se queixa em massa, ocupa-se apenas com os festivais, os futebóis, os centros comerciais e o santuário de Fátima e afins; encolhe os ombros e vai avalizando com os seus votos a gangrena de que faz parte.
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Passos Coelho e a sua trupe fazem o trabalho. Todos os dias aterrorizando os indígenas. às tantas deve acender algum graveto…
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Isto só se resolve quando deitarmos a estátua daquele cruzado cristão assassino em Guimarães, abaixo…por ter andado a matar os coitadinhos dos muçulmanos
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Olha um incendiário disfarçado.
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