E continua a palermice desastrada de jornalistas, comentadores e políticos.
As mortes foram por falta de informação, falta de comunicações do complexo político-jornalista.
Não tem nada que ver com incêndios, fosse um tsunami ou outra catástrofe que dependente de aviso antecipado e seria o mesmo desastre num Estado/Regime completamente politizado, sindicalizado e apenas preocupado com o empregadedorismo político.
Quais os jornalistas, TV’s, Rádios principalmente que estavam a relatar o que se passava a tempo? Nenhum.
Quais a autoestradas, vias rápidas que foram fechadas a tempo de várias pessoas verem um dos lados da estrada ou mesmo dois lados em chamas ?
Pedrogão é o exemplo actual do ordenamento territorial e reflorestação promovida a partir daquele iluminado governo onde o António comprava Kamovs e assinava Siresp.
Maravilhosos, praticamente não há um português que não saiba o que se deve fazer para não haver incêndios, e afinal é tão simples, basta cortar todas as árvores.
Uma maneira de resolver o problema dos fogos florestais é não fazer nada. Ao ritmo daquilo que se passou este ano, o coberto vegetal irá praticamente desaparecer e portanto mais cedo ou mais tarde acabam-se os incêndios. Apenas tem de se ter o cuidado de não replantar as árvores. Em muitos locais a coisa funciona lindamente. Por exemplo, apesar do calor extremo, são raríssimos os incêndios no Saara.
Já o dizia o Augusto Moita de Deus no 31 da Armada
A sua solução é boa, mas ainda dá ocasião a incêndios.
Acho a minha melhor porque mais radical.
Tem é que se começar já, ainda há temperaturas muito altas.
Em 2030 ele conta já ter sido Presidente da República. Com uma grande vantagem para um chico esperto que se preze: fez aquilo que dizia num relatório. Não é nada com ele.
Em 2006…..Pedrogão que sofreu a maior remodelação florestal do milénio com aquela lei de reordenamento do território e a reflorestação……em 2017 também era ficção científica. Por isso é que lá morreram 64. Mas isso para os ar-lindos são peanuts, comparados com os que ele gostaria de reunir no campo pequeno e queimá-los vivos. São habitos mentais que não se perdem
Talvez seja o pacote florestal que contem a gestão do meio rural.
Quem diz gestão do meio rural diz melhor o que disse o tal secretário de Estado. Mas as populações têm que estar envolvidas no essencial dos projectos de vigilância e primeira resposta próxima.
Lembro-me do toque de sino a rebate, já de noite: de cada casa saía um homem…eu era miúdo e fiquei na cama, mas ouvi-os passar a caminho de combater o fogo.
lucklucky aponta para o desconchavo que permite todas as catástrofes no sítio.
Os problemas vão muito mais longe do que parece, o fumo dos incêndios perturbaram mentes já de si fraquinhas.
Saem medidas do tipo: “Sai uma bica para a mesa do canto!”
A incapacidade, a passividade, a javardice, a ignorância de um povo tem sempre custos demasiado elevados. As elites são piores e conduziram ao estado em que estamos.
O celinho diz que está como quem leva uma grande sova, isso era o que ele precisava.
Não está fora dos planos dos “amigos” que proteje desde a primeira hora.
A lavagem cerebral das massas prosseguida com afinco ao longo dos anos não permite mais do que soluções temporárias.
Jg Menos diz mais: “Mas as populações têm que estar envolvidas no essencial dos projectos de vigilância e primeira resposta próxima”. Pois era.
Rezem pelas populações, felicitem os filhos e os netos que emigraram.
soube V. Exa., e soubémos todos recentemente, que o IPMA prevê, para os próximos dias, calor e baixa humidade, e também soubémos todos e também V. Exa. o soube que a Autoridade Nacional de Protecção Civil prevê (nomeadamente aqui: http://www.prociv.pt/pt-pt/paginas/avisos.aspx?detailId=46) aquilo que a referida Autoridade descreve com as seguintes palavras (passo a citar): « SITUAÇÃO Na sequência da informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), verifica-se, previsivelmente, a partir de amanhã, domingo, 22 de outubro, e até ao final da semana, um período de tempo seco e subida de temperatura, para valores acima da média para esta época do ano. EFEITOS EXPECTÁVEIS Estão reunidas condições favoráveis à propagação de incêndios rurais na eventualidade de se verificarem ignições do material lenhoso, não obstante a precipitação registada nos últimos dias, uma vez que o país atravessa um já longo período de seca e, além disso, existe grande quantidade de material combustível acumulado e suscetível de arder rápida e violentamente nos espaços florestais.»
Exmo. Sr. Ministro: é seu dever jurídico (também político, mas desde logo jurídico) cumprir e fazer com que a lei seja cumprida. Neste momento está por cumprir, em incontáveis quilómetros de terreno lateral às faixas de rodagem, a norma que determina que as árvores (e outro tipo de vegetação), até x metros de distância a partir da referida faixa, devem ser eliminadas.
Esta norma tem como finalidade a protecção da vida humana. Recordemos as dezenas de pessoas que morreram, umas sufocadas por falta de oxigénio, outras devido aos ferimentos internos (irreversíveis e determinantes da morte) causados pela inalação de ar extremamente quente, na estrada nacional 236-1. Curvemo-nos perante o seu sofrimento e aquilo que poderia – e deveria! – ser, hoje, a vida de cada uma dessas vítimas mortais.
Excelência:
A omissão da realização de uma acção pode ser causa da morte de outrem, como é sobejamente conhecido.
Nos termos do art. 10º do Código Penal: «1 – Quando um tipo legal de crime compreender um certo resultado, o facto abrange não só a acção adequada a produzi-lo como a omissão da acção adequada a evitá-lo, salvo se outra for a intenção da lei.
2 – A comissão de um resultado por omissão só é punível quando sobre o omitente recair um dever jurídico que pessoalmente o obrigue a evitar esse resultado. »
Sobre V. Exa., o Sr. Ministro da Administração Interna, recai o dever de mandar cumprir a(s) lei(s) sobre a distância mínima das árvores e outra vegetação junto a estradas (nacionais, auto-estradas, etc.) e ainda junto a outras infra-estruturas.
Havendo omissão e nexo de causalidade entre essa omissão e o resultado morte há responsabilidade criminal: homicídio por omissão (art. 131º do Código Penal + art. 10º mesmo Código).
Não havendo nexo (por não haver, de todo, nexo; ou por não se lograr fazer prova da sua existência) ou não havendo resultado criminoso há também responsabildiade criminal, embora por outra via: é que quem, sabendo que é seu dever rezalizar certa acção, a omitir, conformando-se com o resultado “morte de outrem”, pratica o crime de homicídio (por omissão – cfr. referido art. 10º Código Penal) na forma tentada.
É evidente que, após duas tragédias como as que ocorreram, só se pode entender que, se um Ministro omite o dever de mandar cumprir uma lei cuja finalidade é evitar a ocorrência de mortes, é porque se conforma com o resultado. Já ninguém pode falar em negligência. Nesta altura já todos estamos muito conscientes dos riscos e da sua probabilidade, pelo que, se omitimos os deveres que podem salvar vidas, omitimo-los já no estado de dolo eventual (pelo menos…).
Certo de que o Sr. Ministro é incapaz de, na forma tentada e por omissão, matar outrem – por não mandar cumprir uma simples lei sobre a distância do arvoredo a quaisquer infra-estruturas – ou de, forma consumada, matar quem quer que seja,
fica este cidadão à espera de que o Sr. Ministro comunique ao soberano Povo, nomeadamente fazendo uso dos órgãos de comunicação social, das ordens de corte de árvores ou de desbaste de vegetação que, certamente, vai começar a dar já hoje.
E continua a palermice desastrada de jornalistas, comentadores e políticos.
As mortes foram por falta de informação, falta de comunicações do complexo político-jornalista.
Não tem nada que ver com incêndios, fosse um tsunami ou outra catástrofe que dependente de aviso antecipado e seria o mesmo desastre num Estado/Regime completamente politizado, sindicalizado e apenas preocupado com o empregadedorismo político.
Quais os jornalistas, TV’s, Rádios principalmente que estavam a relatar o que se passava a tempo? Nenhum.
Quais a autoestradas, vias rápidas que foram fechadas a tempo de várias pessoas verem um dos lados da estrada ou mesmo dois lados em chamas ?
Note-se que nem refiro as estradas.
GostarLiked by 3 people
Ele insiste em gastar mais 8 milhões num sistema que falha sistematicamente.
PORQUÊ?, PORQUÊ?, PORQUÊ?
https://www.dinheirovivo.pt/economia/estado-entra-como-acionista-no-siresp-vai-investir-8-milhoes-no-sistema/
GostarLiked by 1 person
Pedrogão é o exemplo actual do ordenamento territorial e reflorestação promovida a partir daquele iluminado governo onde o António comprava Kamovs e assinava Siresp.
GostarGostar
Maravilhosos, praticamente não há um português que não saiba o que se deve fazer para não haver incêndios, e afinal é tão simples, basta cortar todas as árvores.
GostarGostar
Uma maneira de resolver o problema dos fogos florestais é não fazer nada. Ao ritmo daquilo que se passou este ano, o coberto vegetal irá praticamente desaparecer e portanto mais cedo ou mais tarde acabam-se os incêndios. Apenas tem de se ter o cuidado de não replantar as árvores. Em muitos locais a coisa funciona lindamente. Por exemplo, apesar do calor extremo, são raríssimos os incêndios no Saara.
Já o dizia o Augusto Moita de Deus no 31 da Armada
GostarLiked by 1 person
A sua solução é boa, mas ainda dá ocasião a incêndios.
Acho a minha melhor porque mais radical.
Tem é que se começar já, ainda há temperaturas muito altas.
GostarGostar
Em 2030 ele conta já ter sido Presidente da República. Com uma grande vantagem para um chico esperto que se preze: fez aquilo que dizia num relatório. Não é nada com ele.
GostarGostar
Não tenho nenhuma apetência para ler ficção científica…
GostarGostar
Em 2006…..Pedrogão que sofreu a maior remodelação florestal do milénio com aquela lei de reordenamento do território e a reflorestação……em 2017 também era ficção científica. Por isso é que lá morreram 64. Mas isso para os ar-lindos são peanuts, comparados com os que ele gostaria de reunir no campo pequeno e queimá-los vivos. São habitos mentais que não se perdem
GostarLiked by 1 person
Talvez seja o pacote florestal que contem a gestão do meio rural.
Quem diz gestão do meio rural diz melhor o que disse o tal secretário de Estado. Mas as populações têm que estar envolvidas no essencial dos projectos de vigilância e primeira resposta próxima.
Lembro-me do toque de sino a rebate, já de noite: de cada casa saía um homem…eu era miúdo e fiquei na cama, mas ouvi-os passar a caminho de combater o fogo.
GostarGostar
lucklucky aponta para o desconchavo que permite todas as catástrofes no sítio.
Os problemas vão muito mais longe do que parece, o fumo dos incêndios perturbaram mentes já de si fraquinhas.
Saem medidas do tipo: “Sai uma bica para a mesa do canto!”
A incapacidade, a passividade, a javardice, a ignorância de um povo tem sempre custos demasiado elevados. As elites são piores e conduziram ao estado em que estamos.
O celinho diz que está como quem leva uma grande sova, isso era o que ele precisava.
Não está fora dos planos dos “amigos” que proteje desde a primeira hora.
A lavagem cerebral das massas prosseguida com afinco ao longo dos anos não permite mais do que soluções temporárias.
Jg Menos diz mais: “Mas as populações têm que estar envolvidas no essencial dos projectos de vigilância e primeira resposta próxima”. Pois era.
Rezem pelas populações, felicitem os filhos e os netos que emigraram.
GostarGostar
Mandado há cerca de uma hora:
«Exmo. Sr. Ministro da Administração Interna,
soube V. Exa., e soubémos todos recentemente, que o IPMA prevê, para os próximos dias, calor e baixa humidade, e também soubémos todos e também V. Exa. o soube que a Autoridade Nacional de Protecção Civil prevê (nomeadamente aqui: http://www.prociv.pt/pt-pt/paginas/avisos.aspx?detailId=46) aquilo que a referida Autoridade descreve com as seguintes palavras (passo a citar): « SITUAÇÃO Na sequência da informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), verifica-se, previsivelmente, a partir de amanhã, domingo, 22 de outubro, e até ao final da semana, um período de tempo seco e subida de temperatura, para valores acima da média para esta época do ano. EFEITOS EXPECTÁVEIS Estão reunidas condições favoráveis à propagação de incêndios rurais na eventualidade de se verificarem ignições do material lenhoso, não obstante a precipitação registada nos últimos dias, uma vez que o país atravessa um já longo período de seca e, além disso, existe grande quantidade de material combustível acumulado e suscetível de arder rápida e violentamente nos espaços florestais.»
Exmo. Sr. Ministro: é seu dever jurídico (também político, mas desde logo jurídico) cumprir e fazer com que a lei seja cumprida. Neste momento está por cumprir, em incontáveis quilómetros de terreno lateral às faixas de rodagem, a norma que determina que as árvores (e outro tipo de vegetação), até x metros de distância a partir da referida faixa, devem ser eliminadas.
Esta norma tem como finalidade a protecção da vida humana. Recordemos as dezenas de pessoas que morreram, umas sufocadas por falta de oxigénio, outras devido aos ferimentos internos (irreversíveis e determinantes da morte) causados pela inalação de ar extremamente quente, na estrada nacional 236-1. Curvemo-nos perante o seu sofrimento e aquilo que poderia – e deveria! – ser, hoje, a vida de cada uma dessas vítimas mortais.
Excelência:
A omissão da realização de uma acção pode ser causa da morte de outrem, como é sobejamente conhecido.
Nos termos do art. 10º do Código Penal: «1 – Quando um tipo legal de crime compreender um certo resultado, o facto abrange não só a acção adequada a produzi-lo como a omissão da acção adequada a evitá-lo, salvo se outra for a intenção da lei.
2 – A comissão de um resultado por omissão só é punível quando sobre o omitente recair um dever jurídico que pessoalmente o obrigue a evitar esse resultado. »
Sobre V. Exa., o Sr. Ministro da Administração Interna, recai o dever de mandar cumprir a(s) lei(s) sobre a distância mínima das árvores e outra vegetação junto a estradas (nacionais, auto-estradas, etc.) e ainda junto a outras infra-estruturas.
Havendo omissão e nexo de causalidade entre essa omissão e o resultado morte há responsabilidade criminal: homicídio por omissão (art. 131º do Código Penal + art. 10º mesmo Código).
Não havendo nexo (por não haver, de todo, nexo; ou por não se lograr fazer prova da sua existência) ou não havendo resultado criminoso há também responsabildiade criminal, embora por outra via: é que quem, sabendo que é seu dever rezalizar certa acção, a omitir, conformando-se com o resultado “morte de outrem”, pratica o crime de homicídio (por omissão – cfr. referido art. 10º Código Penal) na forma tentada.
É evidente que, após duas tragédias como as que ocorreram, só se pode entender que, se um Ministro omite o dever de mandar cumprir uma lei cuja finalidade é evitar a ocorrência de mortes, é porque se conforma com o resultado. Já ninguém pode falar em negligência. Nesta altura já todos estamos muito conscientes dos riscos e da sua probabilidade, pelo que, se omitimos os deveres que podem salvar vidas, omitimo-los já no estado de dolo eventual (pelo menos…).
Certo de que o Sr. Ministro é incapaz de, na forma tentada e por omissão, matar outrem – por não mandar cumprir uma simples lei sobre a distância do arvoredo a quaisquer infra-estruturas – ou de, forma consumada, matar quem quer que seja,
fica este cidadão à espera de que o Sr. Ministro comunique ao soberano Povo, nomeadamente fazendo uso dos órgãos de comunicação social, das ordens de corte de árvores ou de desbaste de vegetação que, certamente, vai começar a dar já hoje.
Com os mais respeitosos cumprimentos,
Gabriel Órfão Gonçalves
»
GostarLiked by 1 person
Tudo o que este especialista diz foi feito no governo de Passos? não foi pois não? ah pois é ! virå se o feitiço contra o feiticeiro
GostarGostar