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Leiam pf

22 Outubro, 2017

Especialistas: novas medidas são “o primeiro passo concreto para o fogo absolutamente desastroso de 2030”

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13 comentários leave one →
  1. lucklucky permalink
    22 Outubro, 2017 20:03

    E continua a palermice desastrada de jornalistas, comentadores e políticos.

    As mortes foram por falta de informação, falta de comunicações do complexo político-jornalista.

    Não tem nada que ver com incêndios, fosse um tsunami ou outra catástrofe que dependente de aviso antecipado e seria o mesmo desastre num Estado/Regime completamente politizado, sindicalizado e apenas preocupado com o empregadedorismo político.

    Quais os jornalistas, TV’s, Rádios principalmente que estavam a relatar o que se passava a tempo? Nenhum.

    Quais a autoestradas, vias rápidas que foram fechadas a tempo de várias pessoas verem um dos lados da estrada ou mesmo dois lados em chamas ?

    Note-se que nem refiro as estradas.

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  2. Leunam permalink
    22 Outubro, 2017 20:32

    Ele insiste em gastar mais 8 milhões num sistema que falha sistematicamente.

    PORQUÊ?, PORQUÊ?, PORQUÊ?

    https://www.dinheirovivo.pt/economia/estado-entra-como-acionista-no-siresp-vai-investir-8-milhoes-no-sistema/

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  3. Tiradentes permalink
    22 Outubro, 2017 20:37

    Pedrogão é o exemplo actual do ordenamento territorial e reflorestação promovida a partir daquele iluminado governo onde o António comprava Kamovs e assinava Siresp.

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  4. carlos alberto ilharco permalink
    22 Outubro, 2017 20:53

    Maravilhosos, praticamente não há um português que não saiba o que se deve fazer para não haver incêndios, e afinal é tão simples, basta cortar todas as árvores.

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    • 23 Outubro, 2017 08:22

      Uma maneira de resolver o problema dos fogos florestais é não fazer nada. Ao ritmo daquilo que se passou este ano, o coberto vegetal irá praticamente desaparecer e portanto mais cedo ou mais tarde acabam-se os incêndios. Apenas tem de se ter o cuidado de não replantar as árvores. Em muitos locais a coisa funciona lindamente. Por exemplo, apesar do calor extremo, são raríssimos os incêndios no Saara.

      Já o dizia o Augusto Moita de Deus no 31 da Armada

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      • carlos alberto ilharco permalink
        23 Outubro, 2017 09:08

        A sua solução é boa, mas ainda dá ocasião a incêndios.
        Acho a minha melhor porque mais radical.
        Tem é que se começar já, ainda há temperaturas muito altas.

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  5. LTR permalink
    22 Outubro, 2017 21:05

    Em 2030 ele conta já ter sido Presidente da República. Com uma grande vantagem para um chico esperto que se preze: fez aquilo que dizia num relatório. Não é nada com ele.

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  6. Arlindo da Costa permalink
    22 Outubro, 2017 21:29

    Não tenho nenhuma apetência para ler ficção científica…

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    • Tiradentes permalink
      22 Outubro, 2017 22:07

      Em 2006…..Pedrogão que sofreu a maior remodelação florestal do milénio com aquela lei de reordenamento do território e a reflorestação……em 2017 também era ficção científica. Por isso é que lá morreram 64. Mas isso para os ar-lindos são peanuts, comparados com os que ele gostaria de reunir no campo pequeno e queimá-los vivos. São habitos mentais que não se perdem

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  7. JgMenos permalink
    22 Outubro, 2017 22:39

    Talvez seja o pacote florestal que contem a gestão do meio rural.
    Quem diz gestão do meio rural diz melhor o que disse o tal secretário de Estado. Mas as populações têm que estar envolvidas no essencial dos projectos de vigilância e primeira resposta próxima.

    Lembro-me do toque de sino a rebate, já de noite: de cada casa saía um homem…eu era miúdo e fiquei na cama, mas ouvi-os passar a caminho de combater o fogo.

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  8. Procópio permalink
    23 Outubro, 2017 10:00

    lucklucky aponta para o desconchavo que permite todas as catástrofes no sítio.
    Os problemas vão muito mais longe do que parece, o fumo dos incêndios perturbaram mentes já de si fraquinhas.
    Saem medidas do tipo: “Sai uma bica para a mesa do canto!”
    A incapacidade, a passividade, a javardice, a ignorância de um povo tem sempre custos demasiado elevados. As elites são piores e conduziram ao estado em que estamos.
    O celinho diz que está como quem leva uma grande sova, isso era o que ele precisava.
    Não está fora dos planos dos “amigos” que proteje desde a primeira hora.
    A lavagem cerebral das massas prosseguida com afinco ao longo dos anos não permite mais do que soluções temporárias.
    Jg Menos diz mais: “Mas as populações têm que estar envolvidas no essencial dos projectos de vigilância e primeira resposta próxima”. Pois era.
    Rezem pelas populações, felicitem os filhos e os netos que emigraram.

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  9. Gabriel Orfao Goncalves permalink
    23 Outubro, 2017 11:23

    Mandado há cerca de uma hora:

    «Exmo. Sr. Ministro da Administração Interna,

    soube V. Exa., e soubémos todos recentemente, que o IPMA prevê, para os próximos dias, calor e baixa humidade, e também soubémos todos e também V. Exa. o soube que a Autoridade Nacional de Protecção Civil prevê (nomeadamente aqui: http://www.prociv.pt/pt-pt/paginas/avisos.aspx?detailId=46) aquilo que a referida Autoridade descreve com as seguintes palavras (passo a citar): « SITUAÇÃO Na sequência da informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), verifica-se, previsivelmente, a partir de amanhã, domingo, 22 de outubro, e até ao final da semana, um período de tempo seco e subida de temperatura, para valores acima da média para esta época do ano. EFEITOS EXPECTÁVEIS Estão reunidas condições favoráveis à propagação de incêndios rurais na eventualidade de se verificarem ignições do material lenhoso, não obstante a precipitação registada nos últimos dias, uma vez que o país atravessa um já longo período de seca e, além disso, existe grande quantidade de material combustível acumulado e suscetível de arder rápida e violentamente nos espaços florestais.»

    Exmo. Sr. Ministro: é seu dever jurídico (também político, mas desde logo jurídico) cumprir e fazer com que a lei seja cumprida. Neste momento está por cumprir, em incontáveis quilómetros de terreno lateral às faixas de rodagem, a norma que determina que as árvores (e outro tipo de vegetação), até x metros de distância a partir da referida faixa, devem ser eliminadas.

    Esta norma tem como finalidade a protecção da vida humana. Recordemos as dezenas de pessoas que morreram, umas sufocadas por falta de oxigénio, outras devido aos ferimentos internos (irreversíveis e determinantes da morte) causados pela inalação de ar extremamente quente, na estrada nacional 236-1. Curvemo-nos perante o seu sofrimento e aquilo que poderia – e deveria! – ser, hoje, a vida de cada uma dessas vítimas mortais.

    Excelência:

    A omissão da realização de uma acção pode ser causa da morte de outrem, como é sobejamente conhecido.
    Nos termos do art. 10º do Código Penal: «1 – Quando um tipo legal de crime compreender um certo resultado, o facto abrange não só a acção adequada a produzi-lo como a omissão da acção adequada a evitá-lo, salvo se outra for a intenção da lei.
    2 – A comissão de um resultado por omissão só é punível quando sobre o omitente recair um dever jurídico que pessoalmente o obrigue a evitar esse resultado. »

    Sobre V. Exa., o Sr. Ministro da Administração Interna, recai o dever de mandar cumprir a(s) lei(s) sobre a distância mínima das árvores e outra vegetação junto a estradas (nacionais, auto-estradas, etc.) e ainda junto a outras infra-estruturas.

    Havendo omissão e nexo de causalidade entre essa omissão e o resultado morte há responsabilidade criminal: homicídio por omissão (art. 131º do Código Penal + art. 10º mesmo Código).

    Não havendo nexo (por não haver, de todo, nexo; ou por não se lograr fazer prova da sua existência) ou não havendo resultado criminoso há também responsabildiade criminal, embora por outra via: é que quem, sabendo que é seu dever rezalizar certa acção, a omitir, conformando-se com o resultado “morte de outrem”, pratica o crime de homicídio (por omissão – cfr. referido art. 10º Código Penal) na forma tentada.

    É evidente que, após duas tragédias como as que ocorreram, só se pode entender que, se um Ministro omite o dever de mandar cumprir uma lei cuja finalidade é evitar a ocorrência de mortes, é porque se conforma com o resultado. Já ninguém pode falar em negligência. Nesta altura já todos estamos muito conscientes dos riscos e da sua probabilidade, pelo que, se omitimos os deveres que podem salvar vidas, omitimo-los já no estado de dolo eventual (pelo menos…).

    Certo de que o Sr. Ministro é incapaz de, na forma tentada e por omissão, matar outrem – por não mandar cumprir uma simples lei sobre a distância do arvoredo a quaisquer infra-estruturas – ou de, forma consumada, matar quem quer que seja,

    fica este cidadão à espera de que o Sr. Ministro comunique ao soberano Povo, nomeadamente fazendo uso dos órgãos de comunicação social, das ordens de corte de árvores ou de desbaste de vegetação que, certamente, vai começar a dar já hoje.

    Com os mais respeitosos cumprimentos,

    Gabriel Órfão Gonçalves
    »

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  10. 23 Outubro, 2017 19:19

    Tudo o que este especialista diz foi feito no governo de Passos? não foi pois não? ah pois é ! virå se o feitiço contra o feiticeiro

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