1ª república
10 Janeiro, 2018
Golpe de Estado republicano em Angola: família real integralmente destituída do poder.
7 comentários
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Golpe de Estado republicano em Angola: família real integralmente destituída do poder.
Quem conhece o que se passa em Angola e não se fia nas aparências, percebe que o golpe ou a maka foi de outro tipo. Consistiu em salvar uma famíla com largos proventos, antes de acontecer alguma coisa má. Pode-se ter bandeira, presidente, governo, não são os angolanos que governam a sua terra. Não terão sequer consciência disso e ainda bem.
Já no caso de Portugal, com 900 anos de história tinham obrigação de ter aprendido alguma coisa. Não aprendem, ou melhor os que aprendem saem fora.
As oligarquias comandam os destinos de gente ileterada, inocente, ingénua, sofredora sempre. Das oligarquias gostam de calma, de continuidade, mas à sucapa medem os descontentamentos e às vezes atá os provocam. Antes do caldo turvar fazem soprar ventos de mudança. Se não resultar podem mesmo soprar tempestades.
Já aconteceu muitas vezes em África…
No caso de Angola o vento tem sido suave, o figurão deposto fez muitos favores, arranjem lá maneira de não partir a louça! A menos que ele levante cabelo, já tem pouco. Não levantou.
Os oligarcas vão seguindo ao longe pelas imagens dos repórteres como vão as suas propriedades. Não gostam de ver sangue, incomoda as suas esposas preocupadas com a toilette do próximo jantar de gala. Se tudo puder ser arranjado a preceito, tanto melhor.
Se tiver que ser tanto pior…
E assim chineses e americanos poderão continuarão a chupar os recursos com avidez, em silêncio e o orgulho intato dos nacionalistas pode espraiar-se nos campos de futebol.
O silêncio é de ouro, nunca ouviram dizer?
https://jornalf8.net/2018/angola-nossa-pensam-os-chineses-terao-razao/
https://www.makaangola.org/2017/04/o-erro-da-china-em-angola/
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Obrigado.
Shh. Somos todos livres e iguais, há eleições, a culpa é de quem (não) vota, etc.
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Os cínicos, tal como os cultores ge teorias da conspiração, têm o “tique” característico de se acharem definitivamente mais espertos do que a maioria das pessoas: a eleles ninguém os “enrola”. Topas?
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Olhó passarão! António Costa Monhé.
Fernão?
Mentes?
Minto.
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Algumas notas
Lisboa – O Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos solicitou recentemente às autoridades competentes a interrupção ao processo de investigação criminal contra às irregularidades detectadas na gestão da sua filha Isabel dos Santos enquanto Presidente do Conselho de Administração da Sonangol. Fonte: Club-k.net
Comentários
Domingos Amândio · Unicesumar Ead Joinville
“É este o país que temos, com os líderes que merecemos. Ao serem detetadas falcatruas eles mandam o resultado da Inspenção realizada ao principal suspeito de ser o mandante, a fim deste tomar conhecimento. Coisa de países do oitavo mundo, onde as instituições se confundem com o partido no poder há 42 anos. Não há moral alguma para se falar em combate contra a corrupção, isso é conversa pra bois dormirem ou para inglês ver. Estes dinheiros desviados jamais serão recuperados”.
O VII Congresso Ordinário do MPLA, que decorre em Luanda, mostrou a todos o que todos já sabiam: Os políticos portugueses adoram estar de cócoras perante sua majestade o rei de Angola, José Eduardo dos Santos. 18 Agosto 2016
O nº 2, tal como Jerónimo de Sousa, é que uma reedição dos anteriores amigalhaços de José Eduardo dos Santos. São, de facto, fuba do mesmo saco. O “querido líder” sabe disso e goza à brava. Faz bem. Se eles se ajoelham… têm de rezar. Quando precisa de uma ajudinha no branqueamento dos seus crimes pode sempre contar, é claro, com os camaradas do PCP. Pode ele, como pode Kim Jong-un.
Tal como o nº 1, também o nº 2 encostado ao PCP, não está interessado em que o MPLA alguma vez deixe de ser dono de Angola. Os comunistas assinam por baixo. O processo de bajulação continua, uma diplomacia económica que se está nas tintas para os portugueses e para os angolanos.
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das teorias da conspiração
a eles, ninguém os “enrola”
(so sorry)
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Os fanáticos em política estão incapacitados por natureza de irem além da obtusidade
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