Questões jurídicas, incluindo essa Lei 4, percebe a Fraga. Portanto, passam a ser tratadas e explicadas pela Fraga, que não se importa de receber alvíssaras.
Quando leio coisas destas, só me apetece esmurrar aqueles criadores de palha legislativa.
O artigo 4º é um mimo: “A avaliação de impacto de género deve igualmente analisar a utilização de linguagem não discriminatória na redação de normas através da neutralização ou minimização da especificação do género, do emprego de formas inclusivas ou neutras, designadamente por via do recurso a genéricos verdadeiros ou à utilização de pronomes invariáveis.”
Hoje a confusão de género é um género de confusão que não se desata. Ontem tolerada, hoje incentivada. Fujamos deste pardieiro antes que se torne compulsória.
Questões jurídicas, incluindo essa Lei 4, percebe a Fraga. Portanto, passam a ser tratadas e explicadas pela Fraga, que não se importa de receber alvíssaras.
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pspercebi que foi uma lésbica a redactar as cenas. ou um lésbico .ou lésbice. não sei como acabar a palavra. posso ficar fora da lei com o a.
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Quando leio coisas destas, só me apetece esmurrar aqueles criadores de palha legislativa.
O artigo 4º é um mimo: “A avaliação de impacto de género deve igualmente analisar a utilização de linguagem não discriminatória na redação de normas através da neutralização ou minimização da especificação do género, do emprego de formas inclusivas ou neutras, designadamente por via do recurso a genéricos verdadeiros ou à utilização de pronomes invariáveis.”
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Teremos então tratamento de cancros da próstata para mulheres e maternidades para homens.
Os únicos pronomes em Portugal que são invariáveis são os relativos e os possessivos. Haja quem possa com esta relatividade.
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Com grande apoio de Passos Coelho.
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Fiquei meio atordoado ao ler aquilo. Eu pago para isto? O louco sou eu.
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Chama-se controlo da linguagem e, em consequência, controlo do pensamento. Não é difícil perceber…
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Hoje a confusão de género é um género de confusão que não se desata. Ontem tolerada, hoje incentivada. Fujamos deste pardieiro antes que se torne compulsória.
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O Raghnar tocou na tecla certa.
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Francisco Miguel Colaço PERMALINK
19 Fevereiro, 2018 11:23
Os possessivos. F. M. Colaço ???
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Queria dizer reflexivos, mas o engano não reflecte a pressa com que escrevo.
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Procuram-se técnicos avaliadores do impacto de género nos actos administrativos.
Os interessados devem contactar imediatamente o Partido da sua preferência e entregar, o mais breve possível, a competente candidatura.
Serviço calmo e bem remunerado. Espera-se grande afluência de pretendentes.
Têm preferência os candidatos que se digam de esquerda.
Aconselha-se a aproveitar a maré, enquanto ela não muda.
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Homens brancos, cristãos e heterossexuais escusam de concorrer.
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Eu substitui o “e” por “ou”, ficava mais abrangente.
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Deve ser mais uma coisa do «marxismo cultural» ou das «esquerdas unidas»… 🙂 Só pode!
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Qual será a posição de um qualquer “indígena” apodado de CHATO por um qualquer interlocutor televisivo ou escriturário jornalístico”?
Será que a linguística portuguesa já adotou a antiga e célebre expressão “fui às putas e apanhei uma camada de CHATOS”? (chatos reais, entenda-se)
Não será uma descriminação de género?
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É o sexo dos anjos
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A Isabel Moreira deve estar exultante, até podia ter um orgasmo se fosse uma orgasma
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