Nova tentativa de assalto
1 Março, 2018

Parece que se prepara uma nova tentativa de assalto.
Eu já aqui tinha comentado a ladroagem piolhosa dos partidos. Mas como aprendemos todos das séries e livros policiais, o criminoso volta sempre ao local do crime.
Os nossos políticos sabem bem que imposto é roubo. Por isso estão tão empenhados em conseguir isenções ficais para as suas agremiações.
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8 comentários
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A notícia em destaque no Negócios é ainda mais esclarecedora – um regime avenezuelado em que o líder de um grande grupo económico diz o que diz sobre quem está no poder, assente no acreditar na pessoa do doutor Costa (um falante já retornado ao “porque não fizeram os senhores quando cá estiveram” dos velhos tempos de sócrates) e numa economia que é função do PM. Continuemos a assobiar como vem sendo habitual.
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O assalto é perpretado pelos partidos da central de negócios, aos negócios se dedicam a maior parte do tempo. Até os partidos ditos de direita enfiaram nos cornos que crimes como esse ultrapassam a definição da lei das democracias constitucionais. Trata-se apenas de ação política “esclarecida” utilizada quando lhes convém, sempre a bem do povo que neles vota para lhes encher as algibeiras e os ajudar a despejar a vergonha na primeira sarjeta.
A última foi planeada algures. Flutua à vista no rio traiçoeiro, na lancha do celinho.
À espera do moliço que verte dos sapais, o kosta sorri deleitosamente.
“Hello, boys, you´re dooing so well!”
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Diga-me alguma coisa de direita que esses partidos de direita defendam…
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Só há um partido no Regime Socialista em Portugal . Tem é muitas siglas.
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Foda-se . Redução da merda do parlamento em pelo menos 50%.+somos um País adiado.
Qualquer dia isto é um País de velhos.
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Temos todos nós ouvido recriminações angustiosas, coléricas, histéricas, de que “não existe um Partido de Direita em Portugal”. Porém não se revela qual a razão do fenómeno. Mas sabe-se. É simples. Já praticamente ninguém prescinde do que se chama “Estado Social”, aquelas incitações à população: século das luzes (França, Capitalismo) em que esta exigência não era feita plos eleitores, como sejam as garantias de Habitação, Alimento, Saúde.
Uma completa reviravolta da Organização do Estado: agora exigências imprescritíveis… “c´est la vie”
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É natural.
Quando o assaltante, também é o polícia e o juiz, não há nada a fazer.
Pague-se.
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apoiado. Triste é ver que quem pensa diferente não aparece com propostas disruptivas. Onde está a gremiação a propor redução número deputados para um terço, ou da redução das autarquias em número e com gestão profissional, mudando apenas os eleitos ?
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