No meu corpo mando eu… mas só às vezes
10 Julho, 2018
Escolher como e quando alguém do SNS porá fim à nossa vida tornou-se a maior liberdade já escolher que se quer fazer uma “terapia de reorientação sexual” deve ser criminalizado. Não está em causa o que se pensa ou deixa de pensar sobre estas “terapias de reorientação sexual” ou sobre a eutanásia mas tão só como vivemos no totalitarismo do absurdo
5 comentários
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“…tão só como vivemos no totalitarismo do absurdo”. Caminhamos para lá a grande velocidade. Muitos parecem estar a gostar, ainda não chegou o tempo das vacas magras.
Os hospitais as pessoas ainda assistem as pessoas, embora a coisa comece a falhar em toda a linha. O politicamente correto chama-lhe alarmismo. Estar a chegar o dia em que o politicamente correto ficará alarmado.
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/10-jul-2018/interior/sao-jose-deixou-de-garantir-urgencia-de-cirurgia-vascular-todos-os-dias-9569009.html?target=conteudo_fechado
Enquanto muitos continuarem a acreditar no bilhete premiado da lotaria, tudo bem.
A percentagem dos que entendem o que se vai passa na caverna do alibábá será 1%.
Enquanto assim for tudo é possível.
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Proezas na caverna do alibábá.
https://observador.pt/2018/07/09/manuel-pinho-volta-a-ser-arguido-no-dciap-apos-ida-ao-parlamento/
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A cada notícia é preciso olhar para o lado para verificar de qual nos estão a tentar distrair.
Ontem a SIC fez um refogado do assunto Lula do dia anterior para o tudologista Tavares comentar do andor, o que não espanta porque a notícia do dia era que o juiz do feito tinha sido gravemente acusado por colegas de profissão. Aliás, fiz o sacrifício de ver aquilo com prazer porque já desconfiava que ia sair fumo. Pobre coitado do Noronha, que logo a seguir teve de levar com a crítica de que no Brasil havia um malandro de um juiz que tratava de processos durante as férias. Ainda pensei que ele fosse falar do sócrates, da casa no Douro e das escutas, mas o silêncio sobre o publicado foi total, talvez para o real não estragar o virtual:
“E aquilo era tão pouco que eu disse ao meu gabinete: mandem-me um carro com segurança, porque tenho de ler os volumes todos. Peguei em tudo e fui para o Douro, para uma casa que tenho sobre o rio.” (como diria o Santana Lopes, os processos vamos andar por aí)
Se aparecerem umas regueifas secas com manteiga no lixo dá logo um directo-escândalo, que antes havia fome em Portugal!
Se calhar perdi a parte em que o Noronha na altura foi desancado pelo monolito.
E ficámos a saber que o pobre homem que queria implementarum sistema “popular” vermelhor no Brasil foi parar à cadeia pela mão de um só homem, sem mais juízes ou procuradores a corroborar a decisão.
Se calhar sou eu que estou mal da tola.
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pois é , mas alguém votou neles , ou não ?
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