Eu vou
Alguns amigos entretém-se com partidos, tentando descobrir se há uma matriz liberal na Iniciativa Liberal ou se o país é mais socialista ou mais o raio que o parta. Fui perdendo paciência para essas conversas ao perceber que estavam a falar a sério. Poucas coisas faladas a sério me entusiasmam, principalmente na política: estou sempre disposto a depositar a minha confiança e energia a apoiar pessoas, não a apoiar o que parecem ideias mas não passam de toscas recauchutagens do velho conceito “eu é que sei, eu é que tenho os livros”. Apoiei Passos Coelho porque apanhou um país na lama e, contra tudo e todos, resistiu a navegar por onde lhe foi possível nas turvas águas dos instalados, por entre a gritaria dos peões organizada por bispos, cavaleiros e torres de um xadrez que tolera (e incentiva) a triste ideia de haver “cultura de esquerda”.
Assim, surja aí alguém que proponha fazer diferente – ou seja, que não ande a reboque das causas esotéricas de um grupo de azeiteiros que fingem preocupação com as causas alheias (sim, as Câncios, os Daniéis Oliveiras, as Catarinas Martins, os Rui Tavares, os trepadores académicos da doutrina e as filhas da podridão lisboeta que acabam em apresentadoras de “televisão”), alguém que compreenda que o país são pessoas e não “massas” e que saiba que conservadores somos todos, em particular do que possuímos (ainda estou para entender como é que alguém que defende propriedade pode ser não-conservador, mas sei que, a obter resposta, será necessário compartimentar comportamentos, como se toda a economia não fosse comportamentos de pessoas), então terá o meu apoio de todas as formas possíveis.
Até agora não surgiu nada que o mereça, só o pitoresco faduncho da política interna que preenche o espaço mediático com entretenimento rasca, como um hotel de uma estrela em Benidorm e a sua magnífica atracção da noite, a estonteante Soraia, directamente de Las Vegas (Las Vegas como subúrbio de Albacete, não a do Nevada).
Venha ele, não o D. Sebastião, só o gajo ou gaja que me trate como pessoa e não como conceito. Venha ele, que eu vou.

Bem dito.
E falando em Passos Coelho (que também apoiei e apoiarei), convém não esquecer o papel da comunicação social na sua saída, que chegou a uma falta de vergonha sem descrição, e que tornou ainda mais evidente o conluio que há com certas forças políticas.
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Subscrevo.
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Impossível não estar de acordo.
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Concordo!
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Por favor…alguém que comente as “bacoradas” que o AC “declamou” ontem!!! Não ouvi tudo…mas o que ouvi chegou!!!
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Inteireza, sem a qual palavras são treta.
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O Passos Coelho há-de votar e agarrar o que resta disto.
Fora isso; novidades só no Continente.
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Esperemos bem que sim! Deus a ouça.
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É preciso que ele queira voltar. E sujeitar-se de novo a todo o vilipêndio quando estava a salvar o país.
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Então já enjoou do chá com bolachinhas das tertúlias, hein .
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Chã com bolachinhas? Você é maricas?
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Não pode ser maricas. Se viver numa em meio urbano considera-se éle-gê-bê-tê-quê.
As consoantes e as siglas soam melhor aos ouvidos dos maricas.
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Agora já percebi a razão dos mor-mo-nes instalarem as suas igrejas em meio urbano..
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Os hospitais instalam-se onde há doenças.
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“Os hospitais instalam-se onde há doenças.” LOLOLOL

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E eis as doenças.
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Veja lá se leu bem o cartaz que diz assim soletrado:
Mor-mo-nes FOR Mar-ria-ge E-qua-li-ty
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Se eu sou maricas ? Não, não sou “conservador”.
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Optimo, VCunha !
Para atingir qualidade e progressos, Portugal (e praticamente todos os outros paises) teria de ser vivido quotidianamente por pessoas exigentes, inteligentes, descomprometidas com lobbys e indiferentes a lideres sem nivel. Portanto, continuam a prejudicar tudo e todos, porque vegetam alegremente com ‘inhos’-e-chega assim. Falta-lhes conhecer-se, zelar-se, entender os seus e o Mundo !…
Li na net o que esse AC-DC reles prometeu ontem aos tugas. E esse Rio-flop ouviu, sabe e cala-se ?
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Do Rui Rio pode esperar sempre o pior.
Está a fazer a mesma “oposição” que o PCP e o BE estão a fazer. O que faz dele um lixo igual aos outros.
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Espero sinceramente que seja um jogo de paciência do Rio, à espera do momento certo para espetar o estilente na secção entre a junta e a medula.
Se não for isso, o Rio pode ser classificado entre os mais babacos dos últimos cinquenta anos, estando a comparar-se com Dom Duarte Pio, com António José Seguro e com Teixeira dos Santos.
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…estilete..
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O problema é o Rui Rio saber bem o que está fazer. E “babacos” somos todos nós que aturamos esta escumalha.
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FMC,
O RRio eh lider do partido que com PPCoelho a dirigi-lo e em coligacao com o PP mais votos tiveram nas ultimas legislativas. Duvido que em 2019 o PSD tenha identica percentagem e por o que se nota, o PP vai a votos sozinho e colhe votos que seriam para o PSD. RRio ainda se apercebeu do mal que estah a fazer ao PSD — militantes e simpatizantes desmoralizam e desmobilizam-se, rejeitam-no, o eleitorado nao se mobiliza nem ganha com poucas e nada convincentes intervencoes publicas –onde estao ‘os momentos certos’ ?–, e…dispensa estiletes mal afiados. Acresce que o Santana vai colocar pitadas de sal na ferida.
O RRio nao cria empatia.
Reitero a opiniao de que o flop RRio nao se importarah de ser vice do AC-DC, assim quer o MCThomaz.
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Então se não há um cunning plan, o homem tem mesmo a inteligência do Baldrick.
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é o vítor cunha e o Marcelo à espera que apareça alguém haha.
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podia ter escolhido uma referência melhorzinha a nível político. Um líder que deixa tirem 300-400 mil pessoas em idade ativa de Portugal ser considerado como referência enfim.
Obviamente que havia dificuldades mas era possível ter minimizado muito esse número. claramente se houve pessoa que diminuiu a sustentabilidade de Portugal a longo prazo foi ele.
Escolheu uma boa procuradora geral da republica, liberalizou o alojamento local e criou alguns incentivos fiscais mas de resto deixou tudo na mesma…
Estão todos a criticar o Rio ainda não percebi muito bem porquê. Ele não controla a bancada queriam que fizesse o quê? Ainda não se percebeu muito bem ao que vem mas já teve intervenções importantes como por exemplo inviabilizar a entrada da Misericórdia no Montepio que não tinha jeito nenhum…
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No que respeita a tirar, julgo eu, 300-400 mil pessoas do país em 4 anos no governo da troika, nos últimos 3 anos desta espécie de governo que temos, continuam a sair 100 mil pessoas por ano. Não há é choradeira à frente de câmaras de televisão. Está tudo bem e não se passa nada.
A próxima derrota eleitoral do PSD só a podem assacar a Rui Rio e aos 23.000 totós que votaram nele. Tal como António Costa queria.
País de atrasados mentais.
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Quanto ao Montepio, não houve bom senso. Houve medo de perder as eleições. Por parte do vigarista, perdão, habilidoso Costa. Rui Rio não teve nada a ver com isso.
Se o caro FMC ainda come, viaja, passa férias descansado e faz a sua vida normal, pode agradecer às exportações e ao turismo que estão a sustentar esta coisa a que chama de país. Curiosamente, culpa do governo Passos e, porque não, culpa do Trump também (cai sempre bem, em Portugal, dizer mal do Passos e do Trump).
Já agora, se o Passos não fez nada, agradeça ao Tribunal Constitucional ter-nos redirecionado para uma nova bancarrota. Com a preciosa ajuda da Geringonça.
Para acabar, e como me parece que tem problemas de memória, aconselho-o a tomar “Memofante”. A si e à maior parte dos portugueses.
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“Caro Vitor” e não “Caro FMC”.
😑
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Foi dos assuntos em que vi Rio criticar o governo e efetivamente não teve seguimento.
Olha fui verificar os dados da emigração e efetivamente relativamente à emigração. 2017 saíram 83 mil pessoas. Em 2013 no pico da crise saíram 120 mil. Mas realmente para um ano de suposto crescimento saírem 83 mil continuam a ser muitos mais do que aqueles que uma pessoa se apercebe pela leitura dos jornais.
O Tribunal Constitucional era um dos dados do problema, cabia a Passos ter competência para lidar com ele e não teve.Se não soube munir-se do apoio jurídico para que as propostas dele fossem implementadas era só o que faltava vir agora desculpar-se de o TC funcionar mal.
A um Primeiro Ministro exigem-se resultados e não desculpas e avaliando objetivamente na minha opinião Passos não foi nada de especial. Deixar o país com menos 350 mil trabalhadores ativos nunca pode ser visto como um sucesso.
O crescimento das exportações deve-se à política expansionista do BCE, também não percebo onde está o mérito do Passos aí sinceramente.
Soube escolher uma Procuradora isenta e pouco mais. Não fez nenhuma reforma por isso deixem-se de tratas. Era sério, mas isso não chega.
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Poucas coisas faladas a sério me entusiasmam, principalmente na política: estou sempre disposto a depositar a minha confiança e energia a apoiar pessoas, não a apoiar o que parecem ideias mas não passam de toscas recauchutagens do velho conceito “eu é que sei, eu é que tenho os livros”
Ó Vitor, você vai ter que começar a elaborar melhor estas suas ideias. Estes sentimentos que não são sentimentos, estes frases estranhas e sem qualquer significado como apoiar pessoas e não ideias (porque vamos mesmo é começar a apoiar pessoas sem ideias), ou esta sua declarada fartura das coisas enquanto não pára de se mostrar interessado nelas.
O que você escreve faz pouco sentido e resume-se a declarações de intenções em busca de resposta. Assim do género de quem diz a toda a gente que se vai embora à espera que alguém lhe diga que vão sentir a sua falta.
O Vitor não quer saber de explicar nada. Apenas informar-nos que está farto. Está farto da comunicação social, está farto das ideias, está farto da politica ou politiquice e só quer saber das coisas que considera dignas do seu superior intelecto. Diz que não há paciência para quem leva estas coisas a sério. Ficamos é sem saber se você leva realmente alguma coisa a sério. E fica também a pergunta: então em anos de paz e sossego, sem os níveis de excitação que lhe levam a apoiar candidatos que se sacrificam pessoalmente para ajudar o pais, como é que você, um confesso estou-me-nas-tintas, decide alguma coisa? Ariscasse a votar na próxima bancarrota ou simplesmente nem participa?
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Respostas não é comigo. Eu tenho mais perguntas do que respostas, vai daí, comigo não se aprende nada.
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Ehehehe :))
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Assino por baixo (se permitir).
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