A nojeira
1 Outubro, 2018
Alguém consegue explicar como é possível que as paredes do Tribunal de Vila Franca estejam todas esborratadas com umas alegadas pinchagens?

Durante o caso Maddie tínhamos aquela vergonha diária do edifício da PJ de Portimão a ser mostrado ao mundo. Recordo que a PJ de Portimão funcionava num minúsculo edifício de habitação (a ocupação de andares destinados a habitação por clínicas, centros de saúde, polícias, conservatórias, notários, caixas de previdência… não causou nem um milésimo das preocupações e do alarido gerado pelo alegado excesso de alojamento para turistas!) Agora o caso da morte de Luís Grilo leva-nos àquela espantosa fachada do Tribunal de Vila Franca Xira, coberta de gatafunhos. Os edifícios dos tribunais não têm segurança?
15 comentários
leave one →

A explicação é simples D. Helena, é a imagem do povo português!
GostarLiked by 1 person
É arte de rua. Há Câmaras a promovê-la, até com velhinhos a sujarem lindas aldeias alentejanas a spray.
GostarLiked by 1 person
Homessa Zazie, é arte da mais pura. Só igualada pelas fotos do outro de Serralves.
Continuo, entretanto, a considerar dos expoentes máximos da expressão artística a peça na qual os actores defecavam e urinavam rodeados de público ávido de estética e experiências interactivas com cheiro. Concluo que os adereços e a maquilhagen destes »actores« tenham sido substituídos por Microlax e uma qualquer furosemida.
GostarLiked by 1 person
Como os links não passam, é ir ao Google e escrever: “Lata 65”.
GostarLiked by 1 person
Se não visse, não acreditaria! Que vergonha… Passamos da imundice pura e simples, para a imundice urban-chic.
GostarLiked by 1 person
Uma nojeira por todo o País .
Pessoas que andam de propósito a sujar o espaço público não deviam ser punidas ?
Passem no túnel da estação de Alcântara mar um sítio por onde vão imensos estrangeiros para as docas e vejam a nojeira que por lá vai .
A câmara anda entretida a fazer ciclovias e não tem quem tome conta de nada .
Uma vergonha 😩
GostarLiked by 2 people
Ah a preocupação é só pelos estrangeiros?? Os tugas que lá passam, que sao muitos mais e que têm que levar com aquela javardice, que se lixem?
É por esta mentalidade para inglês ver que não saimos da cepa torta! O Português não tem amor próprio?! Não deve ter, já que leva 40 anos a aguentar pauladas…
GostarGostar
Concordo com a crítica, vi na televisão. É revelador do que vai na cabeça de quem deveria cuidar do que está diante de nós nos edifícios públicos, sejam paredes, jardins, estado das vias públicas… Neste aspeto, não é a imagem do povo português, porque antes de 1974 não havia isto, nem pinchagens (aqui na vila já chegaram umas bem urbanas numa rua onde há 30 anos passavam carros de bois e não conheço ninguém capaz de fazer aquilo), nem incêndios… Deve ter havido desistência de apagar estas coisas por exaustão na reincidência. A rua foi invadida pelas manifestações e pinchagens, estas, no entanto, na sua maioria, incompreensíveis.
GostarGostar
Não percebo, fiquei confuso. Ainda agora lá em cima noutro artigo, ouvi dizer por um vosso camarada, que estas atividades fazem parte da Direita, no exercicio da “liberdade”, da “autonomia individuais” e da “livre-vontade” …
GostarGostar
É realmente espantoso o estado do nosso estado! Roubam-se à vontade armas de um quartel porque tem buracos na vedação e não tem rondas! Um quartel de elite note-se! Roubam-se pistolas do Comando Geral da PSP , pintam-se fachadas de tribunais sem problema nenhum! Pois se até se agridem policias nas esquadras sem consequencias de maior! É o estado do nosso estado!
GostarGostar
Há uns tempos atrás, consta que o rebento do senhor engenheiro 44 ficou em apuros, por andar a grafitar umas paredes.
Vai daí o grafiti passou a ser “arte” devidamente legalizada.
Não digam que o governo não vos dá arte urbana, é só olhar para as composições da CP.
Cambada de ingratos…eheheh
GostarGostar
Paredes borradas há em todo o lado, já ninguém liga.
Aqui parece ser um bocadinho mais triste por ser num Palácio da Justiça.
Porque que é que isto existe?
Porque ninguém que lá trabalhe considera aquilo como a sua casa, é um sítio de passagem, tanto se lhes dá que esteja assim ou assado.
Como também ninguém manda, o resultado é este
GostarGostar
Ouvi dizer a alguém que: “Em Portugal, o que é público não tem dono”.
E meu pai dizia que: “Tudo se parece com o dono até a tranca da porta” e “De casa vai a roupa lavada”.
Desde o momento (25A) em que se confundiu a Liberdade com a libertinagem, não há volta a dar às novas gerações.
Os jovens portugueses têm recebido um tipo de educação que é perfeitamente contrário ao desenvolvimento equilibrado da pessoa humana.
50% deles, têm os pais separados, comem em três mesas e dormem em duas camas, pelo menos. São mimados em excesso pelos progenitores e avós, porque estes, inconscientemente, sentem necessidade de dar à criança uma ilusão de que as coisas estão bem assim e que nada lhes falta para serem felizes.
Ora qualquer adulto esclarecido sabe que não se pode compensar o espiritual (segurança e tranquilidade familiar resultante da presença diária do pai e da mãe que são as pessoas essenciais no mundo infantil), com o excesso do material em brinquedos, roupas, passeios, guloseimas e hipertolerância aos caprichos das crianças e jovens.
Os 50% que têm a felicidade de ter os pais juntos, estes passam o dia fora da sua presença porque pai e mãe, ambos têm necessidade de trabalhar fora, longe da criança por todo o dia, deixando-a, as mais das vezes entregues a estranhos à família ou aos Avós.
Eu entendo que a ausência da Mãe junto da criança, por longos períodos, não lhe é nada benéfico pelo menos até aos 7 anos de idade.
Também as escolas, com sucessivas mudanças (como seja a aglomeração excessiva de alunos), alterações nos sistemas de ensino com sucessivas experiências pedagógicas, diminuição da importância dada aos professores e politização destes, criaram um caldo de cultura propício ao comportamento que se caracteriza pelo desrespeito dos adolescentes por tudo, por todos incluindo-se a si próprios.
Vemos, assim, grande parte dos adolescente chegarem à idade adulta contaminados dos mais variados e incorrigíveis vícios que os marcarão, negativamente, para o resto das suas vidas.
Leiam o artigo no “Corvo” de hoje, sobre a Escola António Arroio (junto às Olaias, em Lisboa) e, se puderem passem por lá à hora do almoço.
Por isto que exponho, não me admiro nada com as porcarias que se vêm por todas as superfícies públicas, fixas e móveis porque a ninguém parece incomodar “estes pequenos delitos” da juventude.
Eu digo que atrás destes “pequenos delitos” virão outros maiores e aí já nada se pode fazer.
Os portugueses têm o que merecem porque, não se cultivam, não querem ter maçadas, acreditam piamente em todas as patranhas que superiormente lhes impingem e tudo toleram.
Por isso “Tudo se parece com o dono até a tranca da porta”.
GostarGostar
Perfeito.
Sábado, no ginásio reparei que alguém tinha deixado todo o equipamento de natação no banheiro.,
É o dia dos garotos.
Anunciei o facto e à segunda vez um garoto levantou-se passou por mim foi direito ao chuveiro recolheu as peças e foi-se embora.
Nem obrigado nem nada.
O pai que estava presente recebeu a sua estimada criança e não foi capaz, ele também, de dizer obrigado.
Saíram satisfeitos rumo ao almoço.
É isto que agora temos.
GostarGostar
É verdade! Onde está os tribunais e as polícias? Onde esteve e está o Ministério Público para investigar e punir os «artistas»????????
GostarGostar