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O monstro da Educação para a Cidadania

19 Outubro, 2018

O que está a acontecer no ensino básico  é ainda mais grave e silenciado  que os dislates de  um professor universitário por muito amalucado que o dito seja. Se lermos o comunicado da APAIS EB Francisco Torrinha a propósito da ficha sobre o namoro de crianças de 9 anos constatamos que a disciplina de Educação para a Cidadania se tornou de tal forma o palco de uma doutrinação nas teorias do género e similares que nem sequer é leccionada pelos professores da escola. No caso da Francisco Torrinha foi a “Associação Plano i a contratada para leccionar essa disciplina.

Este franchising da Educação para a Cidadania não só é legal como incentivado: segundo se lê no comunicado da APAIS EB Francisco Torrinha: “na “Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, na página 16 é afirmado “É desejável que as escolas, para o desenvolvimento da sua estratégia de Educação para a Cidadania, estabeleçam parcerias com entidades externas a escola”.

E assim numa disciplina que lida com conteúdos tão sensíveis as aulas não são de facto responsabilidade da escola. O que leva a que a sua frequência devesse ser opcional. Acrescento ainda que apenas se soube do despropósito daquela ficha porque uma mãe que manifestara previamente reservas em relação àquela aula foi convidada a assistir à mesma e acabou a ser confrontada com a ficha e a fotografá-la.

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7 comentários leave one →
  1. Expatriado permalink
    19 Outubro, 2018 18:32

    Esse vergonhoso programa já está a ser aplicado no Brasil onde até distribuem “kits gay” a crianças do ensino primário.

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  2. Cláudia permalink
    19 Outubro, 2018 18:43

    Há já muito tempo que essas associações, fundações e quejandos vivem à custa do erário público. Salvo erro, desde 2009 com a introdução da obrigatoriedade da educação sexual nas escolas. Também há médicos e enfermeiros a correr as escolas do concelho (de táxi, claro) a realizar sessões sobre os mesmos temas. E não, não vão apenas esclarecer os jovens em termos científicos. Os temas são muitas vezes os mesmos:igualdade de género, violência no namoro, etc. É claro que poderá ser diferente noutros concelhos do país. Não sei.

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  3. JgMenos permalink
    20 Outubro, 2018 00:08

    Os esquerdalhos têm nas doutrinas de género a introdução à doutrina das classes.

    Atomizar a sociedade em grupos e grupelhos é o princípio a desenvolver.

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  4. André Miguel permalink
    20 Outubro, 2018 09:18

    Marxismo cultural. Perdida a luta de classes sobram as causas fracturantes.

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    • lucklucky permalink
      20 Outubro, 2018 09:58

      Perdida as lutas de classes devido à abundância do capitalismo forjam-se e exploram-se outras classes: raciais, sexuais…

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  5. lucklucky permalink
    20 Outubro, 2018 10:00

    E se estão à espera que o PSD ou CDS façam alguma coisa podem esperar sentados.

    Liked by 2 people

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