Como meninos a medirem pilinhas
A esquerda pediu, a direita anuiu: ninguém discute nada além da infantilidade do que é ser direita aceitável por oposição a outras direitas, a direita-que-está-ao-serviço-da-esquerda, a direita-bronca, a direita-conservadora, a direita-liberal, a direita-gin-tónico, a direita-haddad, enfim, uma miríade de gente pouco recomendável de acordo com o conjunto de gente pouco recomendável que trouxe o assunto à baila.
O problema deste exercício pueril é que a direita está a permitir que a esquerda decida a latitude admissível do seu discurso da mesma forma que qualquer idiota pode decidir impedir um discurso por ser “vítima de ódio” só porque se sentiu ofendido com as palavras de outro.
O mundo não quer saber dessa discussão. Tanto que não quer saber que decide votar, precisamente, em que se recusa a entrar por questões deste calibre de infantilidade, preferindo sempre quem se dispõe a perceber os problemas que realmente interessam às pessoas. Foi assim com Trump, foi assim com Bolsonaro, e assim será sempre, desde que alguém apareça com um discurso para a realidade e não para as angústias existenciais e manifestamente homoeróticas da esquerda com o chamado centro.
Podeis parar com isso, é demasiado maricas. Por outro lado, se quereis mesmo, podeis continuar: esta sensação de ser pária em todos os terrenos dá-me uma certa sensação de bem-estar.

Uma paneleirice existencial, pode crer
🙂
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Uma parte do verdadeiro problema está neste documento das Nações Unidas cujo conteúdo foi aprovado por mais de 180 paises ( votos contra da Hungria e de outro país ), sem qualquer difusão nos media europeus
https://www.un.org/press/en/2000/20000317.dev2234.doc.html
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O foto suscita a curiosidade.
Como podemos saber se eles se amam?
Isto é tirado num intervalo na AR?
As rochas não deixam marcas?
Há a certeza que o pedregulho não oscila?
Os meninos podem já se magoaram?
A tágua vai trazer o café?
Quando é que a cathy lhes promete isto mais aquilo?
Escorregam um para cima do outro?
Acabam por casar pela igreja?
Consta que depois do recreio nas montanhas voltaram à central de negócios.

Os cromossomas 13 e 14 perseguem-nos

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para a paneleirada do politicamente ‘cu recto’
«Nunca te foram ao cu,
nem nas perninhas, aposto!
Mas um homem como tu,
lavadinho, todo nu, gosto!
Sem ter pentelho nenhum,
com certeza, não desgosto,
até gosto!
Mas… gosto mais de fedelhos.
Vou-lhes ao cu
dou-lhes conselhos,
enfim… gosto! »
António Botto
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Mais do que “maricas”, revela um desvelo inqualificável para com essas paneleirices “politicamente-correctas” de “teor fascizante”, como se dizia em tempos de PREC.
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Já vai tempo de deixarem de considerar o CDS e PSD de Direita.
Eles não passam de organizações que existem para legitimar a Esquerda.
Para poderem dizer que existe Democracia.
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A Política resume-se a SETE (7) palavras:
“Tira-te daí para eu aí me pôr!”
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Republicou isto em Primeiro Ciclo.
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