Em relação a uma eventual intervenção do Estado, “nem que seja para apoiar financeiramente, economicamente, encontrar decisões ou medidas que minimizem este tipo de crise”, o Presidente da República referiu que a questão lhe suscitou inicialmente reservas.
“É o risco — nós temos essa memória, os mais velhinhos — de, ao intervir, pôr a mão e ter a tentação de abusar”, justificou Marcelo Rebelo de Sousa. Em seguida, equacionou a possibilidade de “uma forma de intervenção transversal” ou através de “pequenas medidas”, como “o porte pago, por exemplo”, salientando o seu impacto na imprensa regional e local. “Apesar de tudo, não era uma intervenção escandalosa”, considerou. (querem mais?vão ver o post no Observador)
Só mais esta “Segundo o chefe de Estado, a situação de emergência “de, ano para ano, vai sendo cada vez mais grave”, na rádio, na imprensa, na televisão, e está “a criar problemas já democráticos, problemas de regime”. Marcelo Rebelo de Sousa advertiu que “a erupção do que se chama, para simplificar, populismos e outros fenómenos do género, além de causas económicas e sociais que dão lastro a isso”, assenta igualmente na “presente debilidade crescente da comunicação social”, que é, no fundo, “a debilidade crescente da democracia”.
“E a democracia portuguesa, que tem resistido mais do que outras democracias, mesmo próximas, tem de resistir também neste domínio, antes que apareça um chamado populista que de repente canalize as insatisfações, os protestos, os recalcamentos, os ressentimentos, e não haja uma capacidade de resistência da democracia e da liberdade à altura desse desafio”, alertou.” (daqui https://observador.pt/2018/11/28/o-estado-nao-tem-a-obrigacao-de-intervir-nos-media-pergunta-marcelo/ ) nota minha: Parece-me evidente que o tal personagem populista já apareceu e trata-se do próprio “empelastro dos afectos”.
Palrou mais uma vez um dos maiores beneficiários do jornalismo de sarjeta que temos, Todos os dias e horas bondosamente lhe concedem o crédito a fundo perdido de uma inutilidade exposta e mórbida falante.
Carlos César já acendeu o primeiro fósforo para a primeira vela. Demorou apenas uns minutos e já está. Este país é um circo venezuelano. Curioso é que quando o parlamento abafou a investigação à CGD o senhor presidente andou por aí com as cuequinhas na mão a saltar de pocinha em pocinha, passando ao lado da pediatria do São João. Nessa altura não falou em necessidade de fazer alguma coisa. Dizem que é o melhor presidente de sempre.
É dizer á plateia aquilo que acha que ela quer ouvir. Se estivesse numa reunião com pescadores seriam subsídios para os pescadores. Mas se o Estado já não paga os encargos que tem agora, quem é que ainda acredita que vai pagar a mais alguém.
Tantos canais de Tv a dizer o mesmo : bola ,autocarro do Benfica, rosa grilo, Tancos e telenovelas . Agora o estado vai ajudar . Celinho emplastro não brinque conosco. ,
Isto é apenas um eufemismo……a comunicação social institucional (jornais revistas TVs) está “controlada” pelas “verdades tolerantes,” do politicamente correcto “democrático” (da esquerda. A finalidade desta suposta “reflexão” não é ela….são as redes sociais que tem feito o contraditório da “verdade suprema” dos iluminados das selfies e quejandos. A “regulação” disfarçada agora sobre os média tradicionais é o primeiro passo para censurar nas redes sociais. É o Goebels fofinho
Será que fez as pazes com o Balsemão? Se calhar foi isso, vendo o apoio que o grupo tem dado ao Costa e a ele próprio.
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A prepósito http://www.thelibertybeacon.com/canadas-treacherous-globalist-faustian-bargain/ (no que toca à parte dos média e a “chafurdice” com os governos/”estadistas” ocidentais/multi-alucinados não será mera coincidência)
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Em relação a uma eventual intervenção do Estado, “nem que seja para apoiar financeiramente, economicamente, encontrar decisões ou medidas que minimizem este tipo de crise”, o Presidente da República referiu que a questão lhe suscitou inicialmente reservas.
“É o risco — nós temos essa memória, os mais velhinhos — de, ao intervir, pôr a mão e ter a tentação de abusar”, justificou Marcelo Rebelo de Sousa. Em seguida, equacionou a possibilidade de “uma forma de intervenção transversal” ou através de “pequenas medidas”, como “o porte pago, por exemplo”, salientando o seu impacto na imprensa regional e local. “Apesar de tudo, não era uma intervenção escandalosa”, considerou. (querem mais?vão ver o post no Observador)
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Depois de se “pôr a mão”, a comunicação social vai comer à mão de quem?
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Só mais esta “Segundo o chefe de Estado, a situação de emergência “de, ano para ano, vai sendo cada vez mais grave”, na rádio, na imprensa, na televisão, e está “a criar problemas já democráticos, problemas de regime”. Marcelo Rebelo de Sousa advertiu que “a erupção do que se chama, para simplificar, populismos e outros fenómenos do género, além de causas económicas e sociais que dão lastro a isso”, assenta igualmente na “presente debilidade crescente da comunicação social”, que é, no fundo, “a debilidade crescente da democracia”.
“E a democracia portuguesa, que tem resistido mais do que outras democracias, mesmo próximas, tem de resistir também neste domínio, antes que apareça um chamado populista que de repente canalize as insatisfações, os protestos, os recalcamentos, os ressentimentos, e não haja uma capacidade de resistência da democracia e da liberdade à altura desse desafio”, alertou.” (daqui https://observador.pt/2018/11/28/o-estado-nao-tem-a-obrigacao-de-intervir-nos-media-pergunta-marcelo/ ) nota minha: Parece-me evidente que o tal personagem populista já apareceu e trata-se do próprio “empelastro dos afectos”.
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Ou está feito com a fufa, ou lélé da cuca
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Palrou mais uma vez um dos maiores beneficiários do jornalismo de sarjeta que temos, Todos os dias e horas bondosamente lhe concedem o crédito a fundo perdido de uma inutilidade exposta e mórbida falante.
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Carlos César já acendeu o primeiro fósforo para a primeira vela. Demorou apenas uns minutos e já está. Este país é um circo venezuelano. Curioso é que quando o parlamento abafou a investigação à CGD o senhor presidente andou por aí com as cuequinhas na mão a saltar de pocinha em pocinha, passando ao lado da pediatria do São João. Nessa altura não falou em necessidade de fazer alguma coisa. Dizem que é o melhor presidente de sempre.
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É dizer á plateia aquilo que acha que ela quer ouvir. Se estivesse numa reunião com pescadores seriam subsídios para os pescadores. Mas se o Estado já não paga os encargos que tem agora, quem é que ainda acredita que vai pagar a mais alguém.
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Obviamente sem propaganda feita pelo jornalismo o regime não tem sustentação.
Dos resultados do Socialismo não veremos nenhuma feminista ou o Presidente a protestar
https://www.miamiherald.com/latest-news/article221945570.html
These women fled to escape misery in Venezuela. Instead of a new life, they found death.
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Tantos canais de Tv a dizer o mesmo : bola ,autocarro do Benfica, rosa grilo, Tancos e telenovelas . Agora o estado vai ajudar . Celinho emplastro não brinque conosco. ,
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Isto é apenas um eufemismo……a comunicação social institucional (jornais revistas TVs) está “controlada” pelas “verdades tolerantes,” do politicamente correcto “democrático” (da esquerda. A finalidade desta suposta “reflexão” não é ela….são as redes sociais que tem feito o contraditório da “verdade suprema” dos iluminados das selfies e quejandos. A “regulação” disfarçada agora sobre os média tradicionais é o primeiro passo para censurar nas redes sociais. É o Goebels fofinho
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