Não há dinheiro para pagar a fornecedores, não há dinheiro para pagar melhoramentos, não há dinheiro para pagar salários. Mas eis que há dinheiro para encher os senhores das farmaceuticas por mais 3 vacinas OBRIGATÓRIAS no plano de saúde. Uma das quais é a rotavirus, que já eram “opcionais” mediante a módica quantia de 100€ por cada uma das 3 vacinas. São 300€ utente. Claro que para suavizar a coisa, ontem lá estava o braço armado da Somos Integralmente Comunas, no seu noticiário do almoço a dizer que 2 pessoas tinham sarampo e 5 tinham não sei o quê(mas como o estado é competente, a situação estava controlada!) 7 pessoas num país com 10 Milhões!! Devem ter ido mais pessoas ao hospital com uma espinha na garganta ou que levaram com um rolha de champagne na cara do que qcom doenças “perigosas”. Mas tudo bem, mais umas dezenas de milhões para os senhores que os patrocinam.
Senhor Oscar, num mundo perfeito você até teria razão. Mas com a conjuntura genocidó-chupistó-comunista que nos governa, não sei o que é mais “inocente”:
se é achar legítimo DAR dezenas (centenas?) de milhões de euros a farmaceuticas legitimado por meia dúzia de casos num país com 10 milhões (num país mais que falido, note-se) ou se é achar que alguma vez se vai irradicar alguma doença quando sabem que bastam haver meia dúzia de casos para se cobrar dezenas (centenas?) de milhões.
No ano passado os enfermeiros fizeram finca-pé que não queriam tomar vacinas e no dia a seguir dezenas de enfermeiros apareceram doentes. Coincidencia do caraças, uh?
Há alguns anos, no fim do consulado de Sócrates, o telefone dos meus pais tocou. Eu atendi. Era de um hospital a perguntar se se podia programar uma operação às cataratas da minha avó para um determinado dia.
A minha avó morreu há já um ano… – respondi.
Contando com o Alzheimer de que ela padeceu nos seus últimos anos, eu estimei que aquela operação esteve, no mínimo, dois anos e meio em espera. Uma bagatela. Pelo menos de uma coisa podemos gabar-nos: somos consistentes.
Ah, mas continuam a importar “migrantes”. Não há para quem desconta mas os hospitais do Estado estão cheios destes “refugiados” que nem fazem nada.
A abarrotar. Dizia-me uma uzbeque que desconta que no país dela não é assim. Nem sequer há estas bichas e há muitos médicos e enfermeiros.
Claro que lhe perguntei como era por lá a imigração…
O sucesso da enfermagem está garantido!
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Não há dinheiro para pagar a fornecedores, não há dinheiro para pagar melhoramentos, não há dinheiro para pagar salários. Mas eis que há dinheiro para encher os senhores das farmaceuticas por mais 3 vacinas OBRIGATÓRIAS no plano de saúde. Uma das quais é a rotavirus, que já eram “opcionais” mediante a módica quantia de 100€ por cada uma das 3 vacinas. São 300€ utente. Claro que para suavizar a coisa, ontem lá estava o braço armado da Somos Integralmente Comunas, no seu noticiário do almoço a dizer que 2 pessoas tinham sarampo e 5 tinham não sei o quê(mas como o estado é competente, a situação estava controlada!) 7 pessoas num país com 10 Milhões!! Devem ter ido mais pessoas ao hospital com uma espinha na garganta ou que levaram com um rolha de champagne na cara do que qcom doenças “perigosas”. Mas tudo bem, mais umas dezenas de milhões para os senhores que os patrocinam.
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Se quando existem 7 ou menos casos, para-se de tomar medidas, nunca se há-de erradicar nenhuma doença.
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Senhor Oscar, num mundo perfeito você até teria razão. Mas com a conjuntura genocidó-chupistó-comunista que nos governa, não sei o que é mais “inocente”:
se é achar legítimo DAR dezenas (centenas?) de milhões de euros a farmaceuticas legitimado por meia dúzia de casos num país com 10 milhões (num país mais que falido, note-se) ou se é achar que alguma vez se vai irradicar alguma doença quando sabem que bastam haver meia dúzia de casos para se cobrar dezenas (centenas?) de milhões.
No ano passado os enfermeiros fizeram finca-pé que não queriam tomar vacinas e no dia a seguir dezenas de enfermeiros apareceram doentes. Coincidencia do caraças, uh?
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Há alguns anos, no fim do consulado de Sócrates, o telefone dos meus pais tocou. Eu atendi. Era de um hospital a perguntar se se podia programar uma operação às cataratas da minha avó para um determinado dia.
A minha avó morreu há já um ano… – respondi.
Contando com o Alzheimer de que ela padeceu nos seus últimos anos, eu estimei que aquela operação esteve, no mínimo, dois anos e meio em espera. Uma bagatela. Pelo menos de uma coisa podemos gabar-nos: somos consistentes.
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Quem me dera (Deus me permita) assistir minha mãe e meu pai na sua velhice como ela assistiu meu avó, seu pai.
SEM ESTADO.
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Estes sacanos é que deviam ser deportados para a Venezuela ou Cuba.
Quanto mais têm mais querem. E quem lhes dá é o tal “amigo da Função Pública”.
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esacanas eheeheh
Foi engano 🙂
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Ah, mas continuam a importar “migrantes”. Não há para quem desconta mas os hospitais do Estado estão cheios destes “refugiados” que nem fazem nada.
A abarrotar. Dizia-me uma uzbeque que desconta que no país dela não é assim. Nem sequer há estas bichas e há muitos médicos e enfermeiros.
Claro que lhe perguntei como era por lá a imigração…
Não é.
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Mas podem ir a qualquer hospital sem obrigatoriedade de ser o da área de residência.
A qualquer momento. E posto de saúde também
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Adiar por mais d’um ano uma cirurgia grave devia ser crime …. punível com pena máxima…
Só acabarão no dia em que a ministra da saúde/ Costa/ e Compª eles próprios e familiares sofrerem na pele o criminoso adiamento…
Alguem, por ocaso, os viu sentados na sala de espera dos hospitais públicos?
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Pois devia.
E eu não sei se algum de v.s já assistiu àquele putedo dos piquetes de greve a fiscalizarem as colegas que não fazem sorna mesmo nas urgências.
Uma vez passei-me. Foi uma coisa linda- chamei-lhes tudo- disse que até deviam ir para o Guiness das greves e que já atingiram o patamar africano.
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