A ditadura do pensamento único está em marcha
Apesar de vivermos em democracia cada vez somos menos livres. A liberdade de expressão começa a ser manietada, os direitos cívicos subtraídos e os deveres multiplicados. Enquanto isso, o Estado torna-se cada vez mais omnipotente e omnipresente. Não é isto um contra-senso?
A origem deste problema que já vem de longe está na ideologia de Marx. Foi aqui que nasceu a semente perversa das políticas que se denominam hoje por “democráticas” e “libertadoras” da opressão dos povos, mas que na verdade são mais castradoras de liberdades e criadoras de pobreza do que qualquer outra. Lenine, Estaline, Mao Tsé Tung, Pol Pot, Fidel, Kim Jong-un, Chavez, Hitler, Mussolini, são apenas uma amostra de líderes que seguiram essa doutrina socialista. O Manifesto Comunista escrito por Marx e Engels em 1848, a que chamaram de ‘socialismo científico’, serviu também de inspiração aos partidos social-democratas que surgiram na Europa do séc. XIX.
O socialismo de Marx sofreu revisionismos à medida que foi fracassando. Inicialmente, defendia a luta de classes contra o capitalismo que acusava de ser o responsável pela opressão do povo. Mas, ao implementar a ideologia marxista logo se percebeu que só recorrendo à força bruta se conseguia impor as políticas que levavam a essa “libertação”. Muitas guerras com muitas mortes, muito sangue derramado, e colapsos económicos depois, constataram que essa via era um fiasco. Que a luta pelo fim das classes não unia o povo que se mantinha fiel ao capital que os resgatara da pobreza extrema, transformando-o na classe média.
Nasce assim outra corrente socialista – nacionalista – que daria depois origem ao fascismo/nazismo pela mão do italiano filósofo socialista, Giovanni Gentile, que concluiu que o sentimento de nação era mais galvanizador do proletariado do que o sentimento de classe. Mussolini e Hitler seguiram por esta via. Ambos pertencentes ao Partido Socialista, assumidamente socialistas, criaram um Estado totalitário, de partido único, pensamento único, ultra-nacionalista, elitista, que não abolia a propriedade privada, mas controlava-a totalmente, retirando o poder absoluto aos proprietários. O declínio económico também não se fez esperar. Foi mais um grande fracasso do socialismo.

António Gramsci, um filósofo italiano marxista, ao perceber a dificuldade de implementação do socialismo, seja pela luta de classes seja pelo apelo à união nacional, logo reviu outra forma de fazer a revolução: a infiltração da ideologia na sociedade através do poder político. Tomando a comunicação social, as escolas, as universidades, a religião, as artes, a História, mudaria o pensamento doutrinando-o nos ideais marxistas . A sociedade seria tomada lentamente e sem violência e de uma forma naturalmente aceite e sem contestação. Nasce o marxismo cultural.

Porém, o que Gramsci não previu foi a evolução exponencial do capitalismo que em poucos anos catapultou para as novas tecnologias abrindo uma nova era de comunicação: a internet.
Com a chegada da rede, a liberdade tomou conta da plataforma que sem filtros nem controlo possíveis (censura) dos governos, expôs conteúdos até então vedados, abafados, adulterados. Conteúdos esses agora acessíveis a qualquer cidadão com apenas um clique. As redes socais deram depois voz ao cidadão comum que passou a expor suas opiniões, a questionar, a confrontar toda a informação em partilha com o Mundo inteiro. Foi o fim do controlo absoluto até então existente, mesmo que dissimulado, na comunicação social. Foi o despertar da consciência do povo de todas as nações.
Em reacção a esta ameaça, os defensores do socialismo, de todo o Mundo, logo iniciaram formas de travar esta liberdade. Na UE dominada por socialistas, surgem novas leis tais como o Artigo 13 de controlo de conteúdos sob o falso pretexto de protecção dos direitos de autor. Em Portugal os socialistas organizam-se para travar a liberdade nas redes. Sob também o falso pretexto das fake news, estudam formas de “regulamentar” a plataforma mais popular para travar as opiniões contrárias ao sistema.
Entretanto, as “brigadas do Comité Socialista” português ligados ao sistema, disfarçados de cidadãos comuns, circulam nas redes atentos aos que se insurgem contra a imposição das aberrantes teorias ideológicas “progressistas”, para proceder ao bloqueio dessas pessoas nas redes, impedindo-os de exercer o seu direito à liberdade de expressão.
Dizer a verdade hoje passou a ser um exercício perigoso que só os mais corajosos e que têm pouco a perder, experimentam sem medos. São ameaças de morte, perseguições, terror psicológico, perda de emprego, exclusão social, processos judiciais por “homofobia” sem ter sido homofóbico; por “racismos” sem ter sido racista; por “islamofobia” sem ter sido islamofóbico. É a era da criminalização da verdade e de quem ousa defendê-la. É a disseminação do medo de ser rotulado de “racista, homofóbico, islamofóbico” apenas por discordar de políticas “progressistas” que impõem uma agenda sem consulta à população.
O medo da internet tomou conta dos socialistas que hoje já não podem mentir manipular, aldrabar, inventar, branquear factos históricos, como sempre o fizeram, por serem facilmente desmascarados. O medo que faz com que os membros das “brigadas do comité Socialista” pareçam cães raivosos à toa nas redes ameaçando todos aqueles que se lhes opõe.
Porém a rede tornou o povo mais forte, mais informado, mais activo, mais atento, mais exigente e mexer na liberdade conquistada terá um preço elevado para aqueles que a ousarem roubar.
O socialismo é um meio de transição com maior ou menor radicalismo, para chegar ao totalitarismo. Daí que o fio condutor da ideologia, seja pelo apelo à união do proletariado, à união nacionalista ou pela hegemonia cultural, acabe sempre no mesmo: controlo da economia, dos meios de comunicação, do ensino e da cultura, um Estado grande e forte, pensamento único, repressão sobre as mentes discordantes.
Não. o marxismo cultural não é uma teoria da conspiração. É uma ameaça real que já está em curso e tomou conta do pensamento. Agora, só falta mesmo que esta oligarquia familiar que controla as instituições todas do Estado, reforce seus poderes e se perpetue no governo.

Gostei, mas tenho uma crítica a fazer. Omitiu outra evolução do socialismo marxista, que foi a que teve lugar nos partidos Social-Democratas, que, concorrendo a eleições em vários países europeus, lograram ver concretizadas pacificamente algumas das suas propostas em prol da justiça social. Daí terem em princípios/meados do séc.XX abandonado avia revolucionária e violenta e optado pela via reformista.
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O Blasfémias agora parece não saber ler o que se escreve. Censura e pronto…
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Muito bom Cristina! O Marxismo cultural está aí! Umas vezes com mensagens e atitudes subliminares, mas a maioria das vezes já completamente à descarada! A questão que agora se coloca é a do combate! Como combater esta intoxicação diária do politicamente correcto, do culturalmente correcto? Responda quem souber! Os meios de combate a este polvo são poucos!
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Como?
Comece por questionar tudo o que lê e ouve nos media tradicionais ou que saia da boca de um político. Ja Descartes dizia que era da dúvida que nascia o conhecimento…
A seguir leia o Direito a Ofender de Mick Hume e as 12 Regras Para a Vida de Jordan Peterson; duas excelentes vacinas, actuais e pertinentes, contra o politicamente correcto dos dias de hoje. Leia tambem os classicos do liberalismo: Stuart-Mill, Smith, Haiek, etc.
E depois atreva-se a ouvir quem pensa diferente e vai contra a corrente, pessoas como o Ben Shapiro, Dave Rubin, Katie Hopkins, etc.
Isto é uma guerra e quem vai à guerra dá e leva! Não podemos é baixar os braços.
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Meu caro: Obrigado pela lição de verdadeira erudição! Fiquei absolutamente esmagado! Mas não, não li tudo o que refere, confesso, mas li alguma coisa! Mas eu falo de um outro tipo de combate! Completamente outro! Percebo que não tenha percebido, enredado que estará em tanta intelectualidade!
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Pode sempre pegar em armas. Força com isso!
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Excelente, Cristina. Quanto mais livre for uma sociedade, menos poder têm os políticos. Percebendo isto, percebemos os politicos.
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Sim mas se entender o acreditar na Política como o substituto do acreditar na Religião, os jornalistas como Padres dessa Religião e o Telejornal como a Missa das 8 que pregam a moral do que está certo e errado ainda mais claro fica a violência onde estamos presos.
Note-se que os fieis da Religião Política até nos dizem que podem controlar o Clima.
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Bom post, Cristina.
E há outra “coisa”: implementar o tédio, a resignação, o português “inho”.
Também em Portugal há fortes “sintomas” (no mínimo) para controlar o maralhal distraído ou propositadamente ignorante. O Santana e o Sócrates foram casos despudorados quando quiseram controlar e comprar a TVI. Mas os actuais em São Bento abusam…com a parcimónia do outro beneficiário, o ilusionista de Belém.
Com tantos gelados comidos com a testa, só falta à populaça encantar-se com discos ópticos apontados aos olhos e a rodarem com motores made in MCThomaz e AC-DC.
Muito ri (e com pena dos brasileiros) por o primata e jagunço-mor ter dito há dias que Hitler e o nazismo foram, fizeram, porque eram “de esquerda”… Será que o vígaro do Natanyahu e o outro que tal em Washington riram ?
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Excelente artigo. Aquilo a que apelida de marxismo cultural é na realidade a social democracia que hoje evoluiu para o socialismo do tipo de engenharia social. O objetivo é o totalitarismo a nível mundial em que a falácia do “aquecimento global” desempenha um papel fundamental no controlo e domínio das mentes.
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Mais uma vez, muito bom Cristina.
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Quere dizer, o mal então não existe.
O ser humano moderno é mais burro que os seres humanos do passado.
O irmão de Lenine foi um terrorista, que queria matar. Lenine amava muito o pai e o irmão. Ambos faleceram no espaço de um ano, salvo erro. Lenine não nasceu pobre. O irmão foi castigado e condenado à morte. Isso causou ódio em Lenine e ele deu culpa a tudo e todos.
Hoje é igual. Dar a culpa a outros é chique.
O ser humano moderno, que nada sabe sobre a vida, ama a aquele que mata e a aquele que rouba.
Tão complicado?
Marx nada de ciência percebia. Marx foi sempre um ladrão.
A mentira e o roubo são muito mais velhos do que Lenine e Marx.
Se o mal não existir, está tudo bem.
A liberdade sózinha leva à guerra.
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Citação:
“[…] Na UE dominada por socialistas, surgem novas leis tais como o Artigo 13 de controlo de conteúdos sob o falso pretexto de protecção dos direitos de autor. Em Portugal os socialistas organizam-se para travar a liberdade nas redes. […]”
Pelo menos de Lisboa até Berlim, sim. Eles manipulam (mentem) quase tudo ou tudo o que puderem. Sondagens também. E nos EUA a mesma coisa.
O socialista, comunista mentiu sempre. Nunca houve liberdade. Por isso foi um erro não proibir esses cabrões. O lobo em pele de ovelha nunca quis paz.
E muitos não compreenderam o tal Artigo 13. Vai doer. E a esquerda fascista alemã tem aqui muita culpa, a nível europeu. Antes das eleições prometeram uma coisa, para depois fazer o contrário: PERVERSIDADE e pura MALDADE.
O mal existe. E de que maneira.
Em Espanha o partido VOX não é convidado para poder exprimir a sua perspectiva na televisão. Um crime.
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Um contributo para perceber o socialismo
MUSSOLINI DIXIT…
„Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado.“ Benito Mussolini
„Do not believe, even for a moment, that by stripping me of my membership card you do the same to my Socialist beliefs, nor that you would restrain me of continuing to work in favor of Socialism and of the Revolution.“ Benito Mussolini
Speech at the Italian Socialist Party’s meeting in Milan at the People’s Theatre on Nov. 25, 1914. Quote in Revolutionary Fascism by Erik Norling, Lisbon, Finis Mundi Press (2011) p. 88.
„It may be expected that this will be a century of authority, a century of the Left, a century of Fascism.“ Benito Mussolini
From Jane Soames’s authorized translation of Mussolini’s “The Political and Social Doctrine of Fascism,” Hogarth Press, London, (1933), p. 20. http://historyuncensored.wixsite.com/history-uncensored http://media.wix.com/
„Tomorrow, Fascists and communists, both persecuted by the police, may arrive at an agreement, sinking their differences until the time comes to share the spoils. I realise that though there are no political affinities between us, there are plenty of intellectual affinities. Like them, we believe in the necessity for a centralised and unitary state, imposing an iron discipline on everyone, but with the difference that they reach this conclusion through the idea of class, we through the idea of the nation.“ Benito Mussolini
As quoted in The Myth of the Nation and the Vision of Revolution, Jacob Talmon, University of California Press (1981) p. 494, Mussolini’s declaration near the end of 1921
„God does not exist—religion in science is an absurdity, in practice an immorality and in men a disease.“ Benito Mussolini
“Religion: Benito a Christian?” Time magazine (Aug. 25, 1924)
„We go to battle against the plutocratic and reactionary democracies of the west… This gigantic struggle is nothing other than a phase in the logical development of our revolution; it is the struggle of peoples that are poor but rich in workers against the exploiters who hold on ferociously to the monopoly off all the riches and all the gold of the earth…“ Benito Mussolini “Declaration of War on France and England,” Mussolini Speech on June 10, 1940
„Socialism has to remain a terrifying and a majestic thing. If we follow this line, we shall be able to face our enemies.“ Benito Mussolini
As quoted in Il Duce: The Life and Work of Benito Mussolini, L. Kemechey, New York: NY, Richard R. Smith (1930) p. 54. Written just before taking editorship of the Italian Socialist Party newspaper Avanti in 1912.
„As the past century was the century of capitalist power, the twentieth century is the century of power and glory of labour.“ Benito Mussolini
Four Speeches on the Corporate State, Rome, (1935) pp. 39-40. Speech delivered to the workers in Milan. Eric Jabbari, Pierre Laroque and the Welfare State in Postwar France, Oxford University Press, (2012) p. 46
„Against individualism, the Fascist conception is for the State; and it is for the individual in so far as he coincides with the State…. It is opposed to classical Liberalism…. Liberalism denied the State in the interests of the particular individual; Fascism reaffirms the State as the true reality of the individual.“ Benito Mussolini
“The Doctrine of Fascism” Firenze: Vallecchi Editore (1935 version), p. 13
„Fascism entirely agrees with Mr. Maynard Keynes, despite the latter’s prominent position as a Liberal. In fact, Mr. Keynes’ excellent little book, The End of Laissez-Faire (1926) might, so far as it goes, serve as a useful introduction to fascist economics. There is scarcely anything to object to in it and there is much to applaud. Benito Mussolini
As quoted from Mussolini’s review of Keynes’ new book in Universal Aspects of Fascism, James Strachey Barnes, Williams and Norgate, London: UK, (1928) pp. 113-114
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Dona Cristina, o PCP foi o unico partido português que votou conta a condenação no parlamento Europeu do governo da Hungria de Victor Orban.
Vá ver o que os Tories liberais conservadores andam a fazer na Inglaterra a respeito do tema em questão. Isto não tem nada haver com “socialismo” ou “liberalismo”.
A unica ideologia do Status Quo é o PODER, custe o que custar.(ponto)
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Uma olavete será sempre uma olavete, por muito que ‘pesquise’ na internet.
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Haverá sempre um gramsksikete por muito que se dê voltas e mais voltas na internet
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O que reside aqui é a forma…Pelo que faz tanto sentido falar em capitalismo …como em socialismo…há capitalismos e socialismos diferenciados..decorre de cada caso do próprio hospedeiro nacional onde se instala…
Que têm a nos dizer os anti-capitalistas? E os anti-socialistas?
Ambos se desmontam e atestam da sua nulidade absoluta…mas, ao mesmo tempo, e de forma perversa, sabem muito bem que a sua forma de existir depende do cordão umbilical um do outro.. persistem enquanto se mantiverem nessa especulação permanente, contínua, fixa…
As armadilhas são agora ainda mais vastas e atrozes…pretendendo-se afunilar, miniaturar, atrofiar toda a história…cultura e experiência da Humanidade a um século XXI numa apoteose gloriosa do Iluminismo..fechando o discurso…o pensamento e a própria linguagem neste …narcisismo…egocentrismo… que de forma abjecta entre duas formas geminadas do mesmo nihilismo…
Uns vendem o peixe bom dizendo que o outro é mau …é como as peixeiras querem faze render o seu peixe e quem é que lucra mais com este jogo que se joga a nível mundial e das Nações!!
O PS é assim e o PSD é assado …o povo está tramado!!
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A Cristina Miranda é uma digna Bolsamerda!
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@A. Silva
Mentiroso, cobarde, profundamente injusto.
Quere dizer, a autora não pode exprimir o pensamento dela com educação, seu grande, muito grande porco?
Sabe o que merecia? Há um remédio muito bom para si, que você compreende, seu fascista.
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se esse é o único contraditório que consegue fazer então estou de parabéns! obrigada pelo explícito elogio. grata.
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Tudo o que mexe que não seja a cartilha dos “democráticos e tolerantes” é para estes envergonhados e cobardes marxianos motivo de insulto. Cobardes porque não tem a coragem de um Stalin de os mandar todos para um goulag ou mandar fuzilar,….mas gostariam. Filhos da mesma ideologia um dia destes vão conseguir superar os feitos do Hitler e do Stalin juntos e duplicar a meta (não esquecer os seus sucedâneos pelo mundo espalhados que já deram provas de tal como a Cristina refere) A única coisa que lhes falta é o líder pois de cobardes que lutam matando, insultando,mandando para o degredo em prol da sua “liberdade” e da sua “democracia” está este mundo cheio.
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Republicou isto em Palhota-da-Malamala.
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Concordo, como é habitual, com mais este artigo da Cristina Miranda.
Só com uma pequena ressalva relativamente à seguinte afirmação: ” A origem deste problema que já vem de longe está na ideologia de Marx.”.
Não Cristina, infelizmente para a humanidade, a desgraça que ditou o retrocesso da civilização para a irracionalidade da luta de classes “É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos céus”, para não falar do “Bem aventurados os pobres de espírito…etc,etc, começou muito antes. Começou com o advento do cristianismo.
Marx foi o continuador possível do Cristo no século XIX. É que então já ninguém acreditava que as virgens pudessem parir…
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Não é só isso.
Marx? Marx foi sempre um idiota.
Quem foram os professores de Marx?
De quem é que esse camelo e ladrão aprendeu?
E de quem aprenderam os professores de Marx?
E assim, sempre a eito. É a obrigação de qualquer pensador ir por este caminho, até ao início. Mas muitos são malandros. E as gajas não são melhor. Claro.
Estas perguntas deviar ser postas. Não as fazem porquê?
O problema do ser humano moderno é, que ele construiu a sua casa em cima de areia, fingindo, mentindo a si próprio, e ao vizinho, que era de pedra. Mas (!) sem (!) provas!!
O problema do ser humano moderno é a sua arrogância, afirmando que a mentira acabou de existir.
Querem ser livres, mas fazem tudo ao mesmo tempo, para não haver justiça.
Liberdade sem um gorila que a proteja, é impossível. Não é?
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Em Portugal, com a Geringonça, há pluralismo e arco-íris ideológico. Ao menos deveis reconhecer que Portugal é um paraíso para quem quer viver em Liberdade.
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Idiota!
Não há é liberdade par te dar uma malha.
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Tal como este, os idiotas sentem-se no céu. Como é que isto há-de mudar se as mentalidades são tão retrógradas.
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Calma Cristina, gosto de a ler, mas não se entusiasme. Dizer que as redes sociais foram o despertar da populaça, é o mesmo que dizer que o xvideos foi o despertar do meu varão.
Veja quais os temas que estão em voga nas redes sociais, e como surgem e são despoletados, e verá que não são muito diferentes dos métodos de Goebbels, quando este começou a oferecer rádios aos alemães, para que estes estivessem “melhor informados”.
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Estranho que não fala da RDP, RTP,…etc…
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Pois aqui no Brasil do “fascista” Bolsonaro, os partidos de esquerda já processam humoristas porque eles fazem…piadas!
É o mesmo modus-operandi seja aqui ou em Portugal ou Reino Unido ou EUA: se pertencer ao mesmo espectro político, pode-se tudo. Caso contrário, processo e cadeia (sim um humorista aqui foi condenado a 6 meses de prisão por uma piada).
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