Brilhante! Já aproveitei a ideia: paguei agora mesmo um café (70cents) . Dei uma nota de 50€. Encaixei 49.30€!!!
Como é que eu não me tinha lembrado disto antes?
Da penúltima vez que nos vieram salvar vinha o Sócrates à frente, num andor que nos tinha sido trazido pelo Sampaio, procurado por Marcelo, ofendido por Santana. O andor vinha carregado pela comunicação social saída do último carnaval sem feriado do Cavaco. Da vez anterior vinha o Guterres, com Costa, Sócrates e Vara atrás. Ainda mal tinha começado a sentir-se o vento frio da transição do terror do cavaquismo para os crescimentos poucochinhos do pântano e já estavam a congelar o preço da electricidade, para pagar mais tarde. Era preciso ter carro para o país poder crescer, nas urnas. Costa começou a adiar pagamentos de dívida logo no início de 2016, mas quase ninguém reparou na estratégia: o governo quer, o governo pretende, o governo vai fazer, o governo começou a fazer, o governo está a estudar, o governo apresentou um plano. Entretanto, os sábios do plano de crescimento em série fabulosa pisgaram-se, tacharam, refugiaram-se no nevoeiro baixo ou estão a dar aulas anotadas sobre crescimento. E chegou a hora de uma entidade qualquer rever o IMI, mas esqueceram-se de não deixar verter a informação, ou dava jeito a alguéns, como em 2009 deu subir o apoio ao abate de automóveis para 1500€ para o liquidar no Natal a seguir, já sem a festa na AR. Já lá iam, as eleições.
Esperem pelos hospitais e pela Europa e esqueçam o resto.
Tudo é possível a partir do momento em que uma 2ª figura do Estado sem qualquer capa se abre para fazer uma poia no segredo de justiça.
Qual será a norma para a necessária qualificação de uma latrina?
Brilhante! Já aproveitei a ideia: paguei agora mesmo um café (70cents) . Dei uma nota de 50€. Encaixei 49.30€!!!
Como é que eu não me tinha lembrado disto antes?
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Da penúltima vez que nos vieram salvar vinha o Sócrates à frente, num andor que nos tinha sido trazido pelo Sampaio, procurado por Marcelo, ofendido por Santana. O andor vinha carregado pela comunicação social saída do último carnaval sem feriado do Cavaco. Da vez anterior vinha o Guterres, com Costa, Sócrates e Vara atrás. Ainda mal tinha começado a sentir-se o vento frio da transição do terror do cavaquismo para os crescimentos poucochinhos do pântano e já estavam a congelar o preço da electricidade, para pagar mais tarde. Era preciso ter carro para o país poder crescer, nas urnas. Costa começou a adiar pagamentos de dívida logo no início de 2016, mas quase ninguém reparou na estratégia: o governo quer, o governo pretende, o governo vai fazer, o governo começou a fazer, o governo está a estudar, o governo apresentou um plano. Entretanto, os sábios do plano de crescimento em série fabulosa pisgaram-se, tacharam, refugiaram-se no nevoeiro baixo ou estão a dar aulas anotadas sobre crescimento. E chegou a hora de uma entidade qualquer rever o IMI, mas esqueceram-se de não deixar verter a informação, ou dava jeito a alguéns, como em 2009 deu subir o apoio ao abate de automóveis para 1500€ para o liquidar no Natal a seguir, já sem a festa na AR. Já lá iam, as eleições.
Esperem pelos hospitais e pela Europa e esqueçam o resto.
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Tudo é possível a partir do momento em que uma 2ª figura do Estado sem qualquer capa se abre para fazer uma poia no segredo de justiça.
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