Se fossem membros da ETA aparecia logo um advogado a dizer que a soberania de Portugal estava em causa e até tinham direito a manifestação de solidariedade
Segundo os mandamentos da esquerda porca e fascista é um grande crime, pagar poucos impostos, ou tentar poupar os mesmos.
Ao contrário, para muitos portugueses, que vivem perto da fronteira espanhola, é vantajoso fazer lá as ou muitas compras, porque é mais barato e pode-se economizar bastante.
Isto faz-me lembrar o bêbedo e traidor Juncker, o nosso chefe-comissário em Bruxelas, e maçónico, que perdeu umas eleições no Luxemburgo, salvo erro, e depois foi para Bruxelas governar-nos, sem qualquer mérito.
Depois veio aquela moda, de falar mal, sobre os paraísos fiscais.
O dito Juncker teve a lata, sem qualquer vergonha, condenar fortemente todos os paraísos fiscais lá fora, especialmente aqueles fora da UE, e não perder uma única palavra, sobre o paraíso fiscal no Luxemburgo e uns outros em Europa, Holanda por exemplo, mas não só.
Um parasita criminoso a defender os amigos e a trair o povo, que ordena. O povo pode-se roubar, e os amiginhos dele, podem poupar impostos.
Será que também Juncker gosta de meter a cenoura no tal sítio? Não sei, mas o comportamento dele foi e é falso e perverso, sem dúvida nenhuma.
A esquerda fascista não tem direito nenhum em exigir impostos de mim. Nenhum. Eles que vão trabalhar também. Cavar terra, de manhã à noite fazia-lhes muito bem.
Essa coisa com os impostos está a tornar-se num roubo, a quem tem que trabalhar e não é rico e a aqueles que não querem depender da esquerda fascista.
Impostos acima dos vinte por cento são um roubo.
E em Espanha os malucos andam a governar.
E agora vem aí o imposto do carbono. Esse é que vai ser.
Segundo os mandamentos da esquerda porca e fascista é um grande crime, pagar poucos impostos, ou tentar poupar os mesmos.
Ao contrário, para muitos portugueses, que vivem perto da fronteira espanhola, é vantajoso fazer lá as ou muitas compras, porque é mais barato e pode-se economizar bastante.
Isto faz-me lembrar o bêbedo e traidor Juncker, o nosso chefe-comissário em Bruxelas, e maçónico, que perdeu umas eleições no Luxemburgo, salvo erro, e depois foi para Bruxelas governar-nos, sem qualquer mérito.
Depois veio aquela moda, de falar mal, sobre os paraísos fiscais.
O dito Juncker teve a lata, sem qualquer vergonha, condenar fortemente todos os paraísos fiscais lá fora, especialmente aqueles fora da UE, e não perder uma única palavra, sobre o paraíso fiscal no Luxemburgo e uns outros em Europa, Holanda por exemplo, mas não só.
Um parasita criminoso a defender os amigos e a trair o povo, que ordena. O povo pode-se roubar, e os amiginhos dele, podem poupar impostos.
Será que também Juncker gosta de meter a cenoura no tal sítio? Não sei, mas o comportamento dele foi e é falso e perverso, sem dúvida nenhuma.
A esquerda fascista não tem direito nenhum em exigir impostos de mim. Nenhum. Eles que vão trabalhar também. Cavar terra, de manhã à noite fazia-lhes muito bem.
Essa coisa com os impostos está a tornar-se num roubo, a quem tem que trabalhar e não é rico e a aqueles que não querem depender da esquerda fascista.
Impostos acima dos vinte por cento são um roubo.
E em Espanha os malucos andam a governar.
E agora vem aí o imposto do carbono. Esse é que vai ser.
GostarGostar