Grande lição não deve ser , porque você ainda não entendeu… será que a formação dos preços,a oferta e a procura são aqui diferentes doutros lados? um pouco mais de literatura fazia-lhe bem…. aberta, dada à reflexão, sem condicionamentos paradigmáticos passados… uma mente aberta a ler e a discutir o que se passa e a nós todos nos condiciona… não lhe ficava mal… ou o seu rendimento é independente de todas as atoardas que por aqui semeia…sol no eira (para si) e chuva no nabal (para os outros)… e se não tem aplicação prática em Portugal, é o mesmo que isto é um país de indigentes….. estes imbecis ao fim de 800 anos não sabem o que são preços e a formação dos mesmos… boa leitura, calma, reflexão e passe bem
já agora e peço desculpa se estou a ser fastidioso, porque não fazer um pouco a revisão da matéria e ver o o “estado da arte” e depois explanar o seu pensamento, naturalmente legítimo, embora ser alvo de discordâncias…
jppch, não perca muito tempo com o Lavoura: ele é do contra e não lhe interessa muito saber onde é que está a razão. Às vezes até parece que não quer saber.
Oh Lavoura, hoje não vou tentar sequer ser seu advogado, porque você nem se esforçou por “parecer” ser do contra! Mas vou dar-lhe um palpite :
» Aquilo a que chamou uma “aula teórica”, é de certo modo um desafio. Se o Lavoura conseguir apresentar um caso ( um único caso), onde a limitação de preços tenha sido benéfica para a economia, o Lavoura marcava dois pontos ! Vamos a isso ?
Eu não digo que a aula teórica esteja errada, de forma nenhuma.
Não vejo é qual é a utilidade dela, aqui e agora. É que, atualmente, não há preços controlados em Portugal…
Não há? O salário mínimo, por exemplo, é o quê? O aumento da base de incidência da tributação do AL dos imóveis em zonas condicionadas é o quê? O benefício fiscal de não pagamento de mais-valias para quem for para o arrendamento a 5 anos é o quê? E a tributação sobre os combustíveis conduz a quê? É evidente que estamos na UE e esta, como o texto refere, não simpatiza muito com a ideia dos estados fixarem directamente os preços. Mas há muita forma de se lá chegar, como penso que não ignora.
O controlo dos preços leva inevitavelmente à ruína, como aconteceu nos países citados. Em Angola, país com potencialidades e riquezas talvez únicas no mundo (Luanda antes do ’25/A’ estava em progresso e modernidade 20 ou 30 anos à frente da Metrópole, como é reconhecido), em que as culturas dão duas vezes por ano, a “Mal nutrição provocou este ano 364 mortes de crianças angolanas em Huíla”, titulava o Obsevador de ontem, dia 19.
Dados do departamento provincial de saúde pública local.Causa: “desmame precoce e má alimentação”. Destacando a notícia, uma fotografia de uma criança negra desnuda, famélica e moribunda agonizando ao relento.
Estive na Guerra do Ultramar e conheço, quase posso dizer a palmo, a Huíla. Terreno mais fértil não haverá à roda do Mundo. Um furriel miliciano, regente agrícola, depois de desmobilizado da guerra, deixou-se ficar pela Huíla; plantou então um campo de cebolas, segundo os conhecimentos aprendidos na escola de regentes agrícolas de Santarém, com adubos e essas coisas…, as cebolas, entretanto, foram crescendo, crescendo e, emergindo da terra, tornaram-se do tamanho de bolas de futebol. Esse ex-furriel meu amigo, atónito com o fenómeno, levou-me um dia a visitar o fenomenal campo de cebolas. Fiquei abismado.confesso, com o fenómeno.
Como é possível, num país com terrenos desta fertilidade e abundância, que Angola tenha chegado a ‘isto’, santo Deus!
PS. – A este propósito, publiquei agora o romance “A Ruptura”, que outra coisa não é que o retrato cru, sem rodrigunihos, nem paninhos quentes do país nestas dezenas de anos ‘pós abrilada’
.
A Ruptura
“Livro muito bem escrito”
Dr. Armando Mendes
Diário Insular.
Romance absorvente, de mão-cheia que se lê com crescente interesse da 1.ª à 428ª página.
À venda em Angra do Heroísmo, em todo o país e nas plataformas online dos grandes grupos comerciais. O Ebook está disponível no Website da CHIADO BOOKS.
• Artigo muito esclarecedor de Rui Albuquerque!
• Igualmente esclarecedor é o artigo da Helena Matos sobre esta matéria : https://observador.pt/opiniao/esta-a-gozar-nao-esta/
• E note-se um comentário elucidativo sobre o que a Geringonça fez após as medidas recomendadas pela Troika:
«a quebra do compromisso existente da lei da actualização das rendas aos mais de 65 anos, que estiveram congeladas 5 anos . Estava definido na lei que no fim dos 5 anos (que agora se cumprem) caberia ao Estado o custo social dessa actualização subsidiando-a directamete. Agora o estado diz: aguente-se mais 5 anos
Para além do Senhorio Social voluntário temos também o senhorio social à força»
Sim, o mercado é muito bonito… quando não é viciado:
— por cartéis e oligopólios (Banca, combustíveis, etc.);
— por factores que dificultam ou impedem novos concorrentes:
— a dimensão do investimento (energia, comunicações, etc.);
— a dimensão do mercado (pequeno e pobre no caso de Portugal);
— a hostilidade dos maiores players, que atacam ou compram qualquer concorrente que vejam como promissor ou como ameaça (Sonae, Google, Facebook, etc.);
— por leis e impostos à medida como os grandes mamões têm, graças aos seus fantoches políticos;
— por limitações que são inerentes a mercados como o da habitação: o espaço é finito, logo só uma minoria pode habitar perto do trabalho e dos centros.
E com isto sobe a mama e especulação, que é que autores de artigos como este realmente estão a celebrar quando louvam o ‘mercado’.
Por trás disto está a euforia com a mama do imobiliário: os preços absurdos que por aí se vêem, sobretudo em Lisboa e Porto, têm enchido a peida a muito chulo.
Viver de rendas, de papo pró ar, sem trabalhar, sem nada produzir, sem criar um só emprego – é este o sonho de muitos direitalhas… e de muitos esquerdalhas hipócritas, como o chuleco Robles do Berloque.
Você, @mg, que gosta de matar idosos e bebés a sangue frio, favorece uma política dessas, percebe tanto de economia e de finanças, como uma vaca de fazer chapéus.
Vejamos.
Os xuxialistas não sabem (por preguiça, por incompetência, por terem aprendido num qualquer exame ao Domingo ou por qualquer outra razão) ou não querem saber (por incúria) como se faz um orçamento (seja de estado ou familiar, o principio é o mesmo), por isso têm a triste tendência de fixar os preços independentemente do que pretenda o mercado, i. e., fixando preços, rendas, etc, durante o tempo que o mercado leva a reagir a essa anormalidade, é muito mais fácil fazer previsões do saque fiscal. Depois? Depois logo se vê, pode ser que venha alguém de fora para obrigar a normalizar o mercado, ou que alguém com “cojones” resolva pôr o interesse país à frente dos seus próprios interesses e dos da tribo e nos tire do pântano.
Até lá, como dizia o comandante dos pinguins, “Sorrir e acenar, sorrir e acenar).
O euromilhões é o pior inimigo dos xuxalismo!
Cada vez que um saca o jackpot, perde-se um xuxa e ganha-se um odioso capitalista!
Nem é tanto não gostarem dos preços, não gostam mesmo é de pagar a “conta” do que comeram !
Têm sempre que arranjar uns otários para dividirem a “conta” com eles …
E eu a pensar que o rui iria nos elucidar sobre o “palhaço” do Boris, e de “Quem se mete com o parlamento inglês leva”…
GostarGostar
Grande lição teórica, sim senhor.
Só é pena que não tenha nenhuma aplicação prática a Portugal, aqui e agora…
GostarGostar
Grande lição não deve ser , porque você ainda não entendeu… será que a formação dos preços,a oferta e a procura são aqui diferentes doutros lados? um pouco mais de literatura fazia-lhe bem…. aberta, dada à reflexão, sem condicionamentos paradigmáticos passados… uma mente aberta a ler e a discutir o que se passa e a nós todos nos condiciona… não lhe ficava mal… ou o seu rendimento é independente de todas as atoardas que por aqui semeia…sol no eira (para si) e chuva no nabal (para os outros)… e se não tem aplicação prática em Portugal, é o mesmo que isto é um país de indigentes….. estes imbecis ao fim de 800 anos não sabem o que são preços e a formação dos mesmos… boa leitura, calma, reflexão e passe bem
GostarGostar
já agora e peço desculpa se estou a ser fastidioso, porque não fazer um pouco a revisão da matéria e ver o o “estado da arte” e depois explanar o seu pensamento, naturalmente legítimo, embora ser alvo de discordâncias…
GostarGostar
jppch, não perca muito tempo com o Lavoura: ele é do contra e não lhe interessa muito saber onde é que está a razão. Às vezes até parece que não quer saber.
GostarLiked by 1 person
“às vezes até parece que não quer saber”… concordo
GostarGostar
Oh Lavoura, hoje não vou tentar sequer ser seu advogado, porque você nem se esforçou por “parecer” ser do contra! Mas vou dar-lhe um palpite :
» Aquilo a que chamou uma “aula teórica”, é de certo modo um desafio. Se o Lavoura conseguir apresentar um caso ( um único caso), onde a limitação de preços tenha sido benéfica para a economia, o Lavoura marcava dois pontos ! Vamos a isso ?
GostarGostar
Eu não digo que a aula teórica esteja errada, de forma nenhuma.
Não vejo é qual é a utilidade dela, aqui e agora. É que, atualmente, não há preços controlados em Portugal…
GostarGostar
Terapia preventiva meu caro !
Com o Costa e os canhotos juntos, nunca fiando …
GostarGostar
Não há? O salário mínimo, por exemplo, é o quê? O aumento da base de incidência da tributação do AL dos imóveis em zonas condicionadas é o quê? O benefício fiscal de não pagamento de mais-valias para quem for para o arrendamento a 5 anos é o quê? E a tributação sobre os combustíveis conduz a quê? É evidente que estamos na UE e esta, como o texto refere, não simpatiza muito com a ideia dos estados fixarem directamente os preços. Mas há muita forma de se lá chegar, como penso que não ignora.
GostarGostar
O controlo dos preços leva inevitavelmente à ruína, como aconteceu nos países citados. Em Angola, país com potencialidades e riquezas talvez únicas no mundo (Luanda antes do ’25/A’ estava em progresso e modernidade 20 ou 30 anos à frente da Metrópole, como é reconhecido), em que as culturas dão duas vezes por ano, a “Mal nutrição provocou este ano 364 mortes de crianças angolanas em Huíla”, titulava o Obsevador de ontem, dia 19.
Dados do departamento provincial de saúde pública local.Causa: “desmame precoce e má alimentação”. Destacando a notícia, uma fotografia de uma criança negra desnuda, famélica e moribunda agonizando ao relento.
Estive na Guerra do Ultramar e conheço, quase posso dizer a palmo, a Huíla. Terreno mais fértil não haverá à roda do Mundo. Um furriel miliciano, regente agrícola, depois de desmobilizado da guerra, deixou-se ficar pela Huíla; plantou então um campo de cebolas, segundo os conhecimentos aprendidos na escola de regentes agrícolas de Santarém, com adubos e essas coisas…, as cebolas, entretanto, foram crescendo, crescendo e, emergindo da terra, tornaram-se do tamanho de bolas de futebol. Esse ex-furriel meu amigo, atónito com o fenómeno, levou-me um dia a visitar o fenomenal campo de cebolas. Fiquei abismado.confesso, com o fenómeno.
Como é possível, num país com terrenos desta fertilidade e abundância, que Angola tenha chegado a ‘isto’, santo Deus!
PS. – A este propósito, publiquei agora o romance “A Ruptura”, que outra coisa não é que o retrato cru, sem rodrigunihos, nem paninhos quentes do país nestas dezenas de anos ‘pós abrilada’
.
A Ruptura
“Livro muito bem escrito”
Dr. Armando Mendes
Diário Insular.
Romance absorvente, de mão-cheia que se lê com crescente interesse da 1.ª à 428ª página.
À venda em Angra do Heroísmo, em todo o país e nas plataformas online dos grandes grupos comerciais. O Ebook está disponível no Website da CHIADO BOOKS.
GostarLiked by 2 people
Obrigado pela informação!
O que diz relativo a Angola é VERDADEIRO!
Agradecido pela indicação do seu livro!
GostarGostar
• Artigo muito esclarecedor de Rui Albuquerque!
• Igualmente esclarecedor é o artigo da Helena Matos sobre esta matéria :
https://observador.pt/opiniao/esta-a-gozar-nao-esta/
• E note-se um comentário elucidativo sobre o que a Geringonça fez após as medidas recomendadas pela Troika:
«a quebra do compromisso existente da lei da actualização das rendas aos mais de 65 anos, que estiveram congeladas 5 anos . Estava definido na lei que no fim dos 5 anos (que agora se cumprem) caberia ao Estado o custo social dessa actualização subsidiando-a directamete. Agora o estado diz: aguente-se mais 5 anos
Para além do Senhorio Social voluntário temos também o senhorio social à força»
GostarLiked by 1 person
Sim, o mercado é muito bonito… quando não é viciado:
— por cartéis e oligopólios (Banca, combustíveis, etc.);
— por factores que dificultam ou impedem novos concorrentes:
— a dimensão do investimento (energia, comunicações, etc.);
— a dimensão do mercado (pequeno e pobre no caso de Portugal);
— a hostilidade dos maiores players, que atacam ou compram qualquer concorrente que vejam como promissor ou como ameaça (Sonae, Google, Facebook, etc.);
— por leis e impostos à medida como os grandes mamões têm, graças aos seus fantoches políticos;
— por limitações que são inerentes a mercados como o da habitação: o espaço é finito, logo só uma minoria pode habitar perto do trabalho e dos centros.
E com isto sobe a mama e especulação, que é que autores de artigos como este realmente estão a celebrar quando louvam o ‘mercado’.
Por trás disto está a euforia com a mama do imobiliário: os preços absurdos que por aí se vêem, sobretudo em Lisboa e Porto, têm enchido a peida a muito chulo.
Viver de rendas, de papo pró ar, sem trabalhar, sem nada produzir, sem criar um só emprego – é este o sonho de muitos direitalhas… e de muitos esquerdalhas hipócritas, como o chuleco Robles do Berloque.
GostarGostar
É isto é o que vocês liberais chamam o “livre mercado dos preços não socialista” ?
GostarGostar
Peço desculpa, “wrong hole”…
GostarGostar
Você, @mg, que gosta de matar idosos e bebés a sangue frio, favorece uma política dessas, percebe tanto de economia e de finanças, como uma vaca de fazer chapéus.
Vá ter com os gatos.
You are the wrong hole, indeed!
GostarGostar
Eu, por acaso, gosto de preços baixos. Sempre. Como no «Continente».
GostarGostar
E gostas de cu para baixo ou gostas de cu para cima ?
GostarGostar
Suponho que isto é o que os liberais chamam o “livre mercado dos preços “não socialista” ” ?
GostarGostar
Vejamos.
Os xuxialistas não sabem (por preguiça, por incompetência, por terem aprendido num qualquer exame ao Domingo ou por qualquer outra razão) ou não querem saber (por incúria) como se faz um orçamento (seja de estado ou familiar, o principio é o mesmo), por isso têm a triste tendência de fixar os preços independentemente do que pretenda o mercado, i. e., fixando preços, rendas, etc, durante o tempo que o mercado leva a reagir a essa anormalidade, é muito mais fácil fazer previsões do saque fiscal. Depois? Depois logo se vê, pode ser que venha alguém de fora para obrigar a normalizar o mercado, ou que alguém com “cojones” resolva pôr o interesse país à frente dos seus próprios interesses e dos da tribo e nos tire do pântano.
Até lá, como dizia o comandante dos pinguins, “Sorrir e acenar, sorrir e acenar).
GostarGostar
O euromilhões é o pior inimigo dos xuxalismo!
Cada vez que um saca o jackpot, perde-se um xuxa e ganha-se um odioso capitalista!
Nem é tanto não gostarem dos preços, não gostam mesmo é de pagar a “conta” do que comeram !
Têm sempre que arranjar uns otários para dividirem a “conta” com eles …
GostarGostar