É Hora de Despertar!
“Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento”. – Carlos Bernardo González Pecotche.

(Foto de Frederico Duarte Carvalho)
Há uma nuvem negra que paira sobre a Humanidade e compromete seriamente o nosso futuro colectivo. No entanto, a maioria da população global vive numa realidade paralela, alheia aos perigos iminentes. Grande parte da responsabilidade recai sobre a comunicação social, que, corrompida e submissa às elites poderosas, há décadas silencia ou ignora o que está por trás da chamada Agenda 2021/2030 — nomeadamente o controverso plano inspirado nos livros de Kalergi. Apesar do seu impacto potencial, nunca houve uma investigação séria ou denúncia relevante. O silêncio mediático e o enviesamento noticioso fazem parte de uma estratégia para manter as populações na ignorância, enquanto o plano continua a avançar.
Não é fácil despertar quem está completamente formatado pelos meios de comunicação e acredita, com convicção cega, nas narrativas oficiais — mesmo quando estas carecem de lógica, coerência ou provas concretas. A capacidade de análise crítica desceu a um nível tão alarmante que até pessoas com formação superior se contorcem para tentar validar, a todo custo, teorias oficiais frágeis, mal fundamentadas e facilmente refutáveis por factos. Ainda assim, tais narrativas continuam a ser perpetuadas por esta bem-orquestrada engenharia social.
O que está aqui em causa?
Inspirados no livro de Coudenhove-Kalergi – “Praktischer Idealismus” (Idealismo Prático), publicado em 1925, as elites poderosas deste mundo iniciaram um projecto mundial cujo o objectivo final seria uma Nova Ordem Mundial. Escrito no rescaldo da Primeira Guerra Mundial, este livro apresenta a visão de Kalergi para a reconstrução da Europa através da união política e cultural. Nesta obra, Kalergi defende a criação de uma Europa unificada, tanto politicamente quanto espiritualmente, como alternativa ao nacionalismo destructivo que levou à guerra. O autor propõe a ascensão de uma “nova aristocracia” baseada no mérito intelectual e ético, não na linhagem aristocrática tradicional. Essa elite teria um papel essencial na liderança moral e cultural da Europa:
- Idealismo como força transformadora: o “idealismo práctico” é a conjugação de valores éticos universais com acção política concreta — ou seja, transformar valores em políticas eficazes.
- Mistura de culturas e cooperação entre povos: Kalergi via positivamente a mistura cultural como motor de inovação e riqueza espiritual, não como ameaça. Enaltece o contributo de várias etnias e culturas no progresso humano.
- Crítica ao materialismo e à decadência moral: ele critica o materialismo, o egoísmo e o declínio espiritual do Ocidente, pedindo uma renovação cultural e ética.
Quem foi Kalergie?
Richard von Coudenhove-Kalergi (1894–1972) foi um político, filósofo e diplomata austríaco, conhecido como um dos precursores da ideia de integração europeia. Filho de pai austríaco e mãe japonesa, teve uma formação multicultural e estudou filosofia na Universidade de Viena. Em 1923, publicou o livro “Pan-Europa”, onde defendia a unificação dos países europeus numa federação supranacional para evitar guerras e garantir a paz e prosperidade. Fundou em seguida a União Pan-Europeia, considerada o primeiro movimento moderno pró-união europeia. Coudenhove-Kalergi defendeu a democracia liberal, os direitos humanos e uma Europa unida contra o nacionalismo extremo e os totalitarismos emergentes do século XX. Teve influência sobre líderes como Aristide Briand e Winston Churchill e foi o primeiro laureado do Prémio Carlomagno, em 1950, pelo seu papel na promoção da integração europeia. Faleceu em 1972, tendo deixado um legado significativo no pensamento europeu e na fundação das ideias que viriam a inspirar a União Europeia.
Como e quando começou a ser implementada a agenda para a Nova Ordem Mundial?
Organizaram-se:
1 – A primeira organização global nasceu em 1945 – Organização das Nações Unidas. Foi criada logo após a Segunda Guerra Mundial, em resposta ao fracasso da Liga das Nações (criada após a Primeira Guerra). Os fundadores queriam uma organização mais eficaz para evitar conflitos futuros e promover a cooperação global (na realidade organizar quem iria controlar o mundo). O financiamento é feito por contribuições obrigatórias dos Estados-membros; UNICEF (infância); ACNUR (refugiados); PNUD (desenvolvimento); OMS (saúde); organizações multilaterais (Banco Mundial, União Europeia); fundações privadas (ex: Fundação Gates, Rockefeller); empresas e ONGs.
2 – Seguiu-se, em 1948, a Organização Mundial da Saúde – coordenar acções internacionais de saúde pública; combate e prevenção de doenças infecciosas (ex: malária, tuberculose, varíola); formação de profissionais, infraestrutura e políticas públicas de saúde; criar estatísticas globais e alertas sanitários; promover campanhas de vacinação e higiene. A OMS é financiada por:
Organizações Internacionais:
- Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)
- Parceira frequente da OMS em programas de vacinação infantil, nutrição e saúde materno-infantil.
- Banco Mundial
- Financiava projetos de saúde pública, fortalecimento dos sistemas de saúde e combate a doenças endêmicas em países em desenvolvimento.
- Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária
- Criado em 2002, mas relevante desde então como financiador-chave em saúde global e parceiro da OMS.
- Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO)
- Cooperava em saúde ambiental, zoonoses e segurança alimentar.
Organizações Filantrópicas e Fundos:
- Fundação Rockefeller: Ativa em saúde pública global desde o início do século XX, apoiou campanhas de erradicação de doenças e desenvolvimento de infraestrutura sanitária.
- Fundação Ford: investiu em programas de saúde, educação e desenvolvimento social em vários países, incluindo parcerias com a OMS.
- Fundação Rockefeller Brothers Fund: Envolvida em projetos de desenvolvimento sustentável e saúde pública.
- Fundação Melinda e Bill Gates
Estados-membros (países membros da ONU)
- A maior parte do orçamento da OMS vem das contribuições obrigatórias dos países membros.
- Essas contribuições são calculadas com base na capacidade económica de cada país.
- Países ricos, como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, historicamente foram os maiores financiadores.
3 – Em 1954 criaram o Clube Bilderberg – a primeira reunião ocorreu entre 29 e 31 de maio de 1954, no Hotel de Bilderberg, em Oosterbeek, na Holanda — daí o nome do grupo. É uma conferência anual que reúne a ELITE constituída por líderes políticos, empresários, acadêmicos e figuras influentes da Europa e da América do Norte. O objectivo declarado é promover o diálogo informal sobre grandes temas globais, de caráter privado e reservado. Ausência total de transparência. São reuniões secretas e com forte dispositivo de segurança.
4 – Em 1957, este grupo cria a CEE – (Comunidade Económica Europeia). Foi estabelecida pelo Tratado de Roma, e entrou em vigor em 1º de janeiro de 1958. Fundada por seis países: Alemanha Ocidental, França, Itália, Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo. Seu objectivo era criar um mercado comum europeu, promovendo a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais. Em 1993, com o Tratado de Maastricht, a CEE foi transformada na União Europeia (UE).
5 – Em 1968 criaram o Clube de Roma – trata-se de uma organização internacional composta por cientistas, economistas, empresários e ex-políticos. Seu objetivo principal é analisar os grandes problemas globais que afectam o futuro da humanidade, como crescimento populacional, esgotamento de recursos naturais e degradação ambiental. Ficou mundialmente conhecido com o relatório “The Limits to Growth” (Os Limites do Crescimento), publicado em 1972.
6 – Por fim, em 1971, foi criada a WEF (Fórum Económico Mundial). É mais conhecido por sua reunião anual em Davos, na Suíça, onde líderes mundiais, CEOs, intelectuais e celebridades discutem questões económicas, políticas, sociais e ambientais. Criado pelo economista e professor Klaus Schwab. Inicialmente chamado de European Management Forum, passou a se chamar World Economic Forum em 1987.
O principal financiamento do WEF vem de empresas multinacionais que pagam altas taxas de associação para se tornarem “membros” ou “parceiros estratégicos”. Essas empresas incluem: gigantes industriais (ex: Nestlé, Siemens, Shell, Chevron); bancos (ex: Goldman Sachs, JPMorgan, HSBC); empresas de tecnologia (ex: Microsoft, Meta, Google, IBM); empresas farmacêuticas (ex: Pfizer, Moderna, Bayer); fundações (ex: Fundação Gates, Fundação Rockefeller); institutos de pesquisa e universidades. A WEF é financiada quase exclusivamente pelo sector privado, com destaque para grandes empresas globais que pagam para participar da rede de influência e decisão que o fórum oferece.
O que têm em comum todas estas organizações?
1. Actuação global ou supranacional. Todas visam lidar com questões que transcendem fronteiras nacionais, como:
- Paz e segurança (ONU)
- Saúde pública global (OMS)
- Meio ambiente e sustentabilidade (Clube de Roma)
- Economia e geopolítica (WEF, Clube Bilderberg)
- Integração económica e política (CEE/UE)
2. Influência sobre políticas nacionais. Elas influenciam decisões de governos directa ou indirectamente, por meio de:
- Acordos e tratados internacionais
- Regras e recomendações técnicas
- Pressão diplomática ou económica
- Fóruns de articulação entre elites políticas, económicas e científicas
3. Interdependência entre nações. Todas operam sob a ideia de que os países estão interligados e que desafios globais exigem cooperação internacional, como:
- Epidemias
- Crises económicas
- Mudanças climáticas
- Migração e desigualdade
4. Elites decisoras ou técnicas envolvidas. Essas organizações tendem a ser dominadas por:
- Governos (ONU, OMS, UE)
- Grandes empresas e líderes políticos (WEF, Bilderberg)
- Especialistas e intelectuais (Clube de Roma)
5. Discurso de “bem comum” ou “interesse global” com propósitos como:
- Proteger a saúde, o meio ambiente ou a paz
- Evitar guerras e crises
- Promover o desenvolvimento sustentável
6. Esta elite tem a CHINA como modelo.
Com estas organizações a actuar globalmente muitos objectivos prometeram mais do que entregaram. Organizações como a ONU, OMS, WEF ou o Clube de Roma propuseram metas ambiciosas: erradicação da pobreza; paz mundial duradoura; igualdade entre nações; sustentabilidade ecológica; saúde universal; crescimento com justiça mas na realidade muitos desses objectivos progrediram pouco ou estagnaram:
- A fome e a desigualdade global persistem.
- Guerras e crises migratórias continuam.
- Mudanças climáticas agravaram-se.
- A concentração de poder económico aumentou.
Esses resultados levantam dúvidas sobre a eficácia real dessas instituições, ou se de facto seus objectivos centrais são aqueles que anunciam publicamente.
No entanto, por outro lado, começaram as preocupações com a perda gradual de liberdades individuais:
a) Aumento da vigilância e controle
- Mais colecta de dados pessoais (justificada por segurança ou saúde pública).
- Monitorização digital, passaportes sanitários, controle de fronteiras.
b) Menor poder de decisão local
- Regras impostas “de cima”, por entidades internacionais ou tecnocratas, sem consulta directa às populações.
- Tratados e regulamentos que os parlamentos nacionais apenas ractificam, mas não criam.
c) Discurso de emergência contínua
- Crises sucessivas (financeiras, sanitárias, climáticas) usadas para justificar medidas excepcionais, muitas vezes com restrições às liberdades civis.
Cidadãos informados e activos têm o direito (e o dever) de fiscalizar, questionar e exigir prestação de contas. Porém, na prática, não o podem fazer sob pena de serem silenciados, censurados, ou cancelados.
Por fim, pelo domínio total e absoluto:
1- Da comunicação social generalista:
“Vanguard e BlackRock são os dois maiores acionistas da Time Warner, Comcast, Disney e News Corp, quatro das seis empresas de mídia que controlam mais de 90% do panorama midiático dos EUA,” disse Jeannette Copperman em um artigo para o Common Reader. Juntas, BlackRock e Vanguard possuem 18% da Fox, 16% da CBS, 13% da Comcast — que detém a NBC, MSNBC, CNBC e o grupo de mídia Sky —, 12% da CNN e 12% da Disney — que possui várias subsidiárias. Gigantes da mídia que podem se apresentar como rivais são, na realidade, controlados pela mesma empresa. A autoridade editorial da BlackRock nas empresas em que possui participação é discutível, mas o ponto é que ela pode direccionar narrativas globalmente e influenciar a geopolítica na maior escala.”
2- Das empresas alimentares:
“A BlackRock detém participações acionárias em diversas empresas da indústria alimentar. Alguns exemplos incluem a PepsiCo, Kellogg’s, Bunge, Monsanto, Syngenta, e a brasileira JBS. Além disso, a BlackRock também possui investimentos em grandes empresas como Nestlé, Coca-Cola, Unilever, Danone, General Mills, Mars, Associated British Foods e Mondelez, que operam em diversos mercados, incluindo o Brasil. Essas participações fazem da BlackRock um investidor significativo em empresas que dominam a produção e distribuição de alimentos em escala global. Isso levanta questões sobre o poder de mercado e a influência que a BlackRock exerce sobre a indústria alimentar, com potenciais impactos na segurança alimentar, preços e concorrência.”
3- Das empresas de energia:
BlackRock e Vanguard são principais acionistas de diversas grandes empresas de energia, tanto nos Estados Unidos quanto em outras partes do mundo. Isso inclui empresas dos setores de petróleo, gás, energia elétrica e energias renováveis.
Nos EUA:
Petróleo e Gás
- ExxonMobil – Vanguard e BlackRock estão entre os maiores acionistas institucionais.
- Chevron – Ambos têm participações significativas.
- Shell (anglo-holandesa) – Participações relevantes, sobretudo via fundos europeus.
- BP – Vanguard e BlackRock estão entre os investidores institucionais principais.
- TotalEnergies (França) – BlackRock aparece frequentemente entre os acionistas institucionais.
Energia eléctrica
- NextEra Energy – Maior produtora de energia renovável dos EUA; Vanguard e BlackRock são acionistas de peso.
- Duke Energy, Southern Company, Dominion Energy – Todas com forte presença desses fundos.
Energias renováveis e tecnologias limpas
- Enphase Energy, SolarEdge, First Solar – Vanguard e BlackRock também têm presença considerável.
- Orsted (Dinamarca, energia eólica) – Participação de BlackRock via fundos europeus.
Na Europa:
*Reino Unido
- BP (British Petroleum) – BlackRock e Vanguard estão entre os principais acionistas institucionais.
- Shell – Ainda que a sede seja nos Países Baixos e no Reino Unido, ambas as gestoras possuem grandes participações.
*França
- TotalEnergies – Vanguard e BlackRock são acionistas institucionais significativos.
- EDF (Électricité de France) – Como é majoritariamente estatal, o capital flutuante é menor, mas ainda há presença da BlackRock em acções negociadas.
*Alemanha
- RWE – Uma das maiores produtoras de energia da Europa (inclusive renovável). BlackRock é uma das maiores acionistas institucionais.
- E.ON – Também conta com investimento relevante da BlackRock.
- Uniper – Vanguard e BlackRock aparecem entre os acionistas institucionais.
*Espanha
- Iberdrola – Uma das líderes em energias renováveis na Europa. Vanguard e BlackRock são acionistas importantes.
- Endesa – BlackRock aparece entre os investidores institucionais.
*Itália
- Enel – BlackRock é um dos maiores acionistas privados da empresa.
- ENI (Ente Nazionale Idrocarburi) – Embora seja parcialmente estatal, também tem forte presença da BlackRock.
*Dinamarca
- Orsted – Gigante da energia eólica offshore. BlackRock é investidora via fundos europeus.
4- Das grandes farmacêuticas:
São, também, acionistas importantes das principais empresas farmacêuticas globais, incluindo Big Pharma nos EUA e na Europa. Como grandes gestoras de activos que investem em índices e fundos globais, elas detêm participações significativas em praticamente todas as gigantes do sector.
*EUA
- Pfizer – Vanguard é o maior accionista institucional; BlackRock também figura entre os principais.
- Moderna – Vanguard e BlackRock estão entre os principais accionistas.
- Johnson & Johnson – Vanguard é o maior accionista, e a BlackRock também tem posição relevante.
- Merck & Co. – Ambas são grandes accionistas.
- Eli Lilly – Vanguard e BlackRock estão entre os maiores investidores institucionais.
- AbbVie – Forte presença de ambas as gestoras.
*Suíça
- Roche – Vanguard e BlackRock têm participação em acções negociadas em bolsa.
- Novartis – Ambas são accionistas relevantes.
*Reino Unido
- GlaxoSmithKline (GSK) – Vanguard e BlackRock figuram entre os principais accionistas institucionais.
- AstraZeneca – Ambas têm participação, especialmente a Vanguard.
*França
- Sanofi – Vanguard e BlackRock são investidores institucionais importantes.
5- Da Banca:
Estados Unidos:
| Banco | Principais acionistas incluem: |
|---|---|
| JPMorgan Chase | Vanguard, BlackRock |
| Bank of America | Vanguard, BlackRock |
| Citigroup | Vanguard, BlackRock |
| Wells Fargo | Vanguard, BlackRock |
| Goldman Sachs | Vanguard, BlackRock |
| Morgan Stanley | Vanguard, BlackRock |
Europa:
| Banco | Participações frequentes de: |
|---|---|
| HSBC (Reino Unido) | Vanguard, BlackRock |
| Barclays (Reino Unido) | Vanguard, BlackRock |
| BNP Paribas (França) | Vanguard, BlackRock |
| Deutsche Bank (Alemanha) | Vanguard, BlackRock |
| Santander (Espanha) | Vanguard, BlackRock |
| UBS (Suíça) | Vanguard, BlackRock |
| Crédit Agricole | Vanguard, BlackRock |
6- Da Meteorologia através da geoengenharia:
Através do controlo da meteorologia (geoengenharia — uma técnica que remonta aos anos 60), é possível manipular o clima local e criar a falsa perceção de uma ‘crise climática’ — amplamente contestada por inúmeros cientistas de renome. Quem controla o clima e as terras, domina o mundo. A narrativa de que a pecuária é responsável pelas alterações climáticas, promovida para forçar a transição para o consumo de carne artificial (bem como de legumes e frutas sintéticas), tem como objetivo o colapso da agricultura tradicional e o controlo absoluto sobre as terras e os alimentos.
Pense: não há estímulos à produção agrária, mas há incentivos para abandonar as terras e a pecuária. A farsa das alterações climáticas serve de pretexto para justificar a apropriação das terras pelo Estado. A Amazónia está nas mãos de grandes grupos e governos corruptos. Arde como uma caixa de fósforos, apesar do clima tropical — considera isso normal? Por outro lado, em Portugal, exige-se o registo das terras no BUPI, mesmo quando estas já se encontram registadas nas Finanças. Qual a razão para que as câmaras municipais necessitem de uma base de dados paralela das propriedades rurais? A resposta parece evidente: tornar a posse da terra onerosa — através de múltiplas obrigações legais, taxas e burocracias redundantes — para forçar a venda e concentrar as populações nas cidades, esvaziando o interior e colocando-o ao serviço das grandes corporações. A intenção de concentrar os recursos nas mãos das grandes empresas tornou-se visível durante o confinamento: as mercearias de bairro foram obrigadas a encerrar devido à virose, levando muitas à falência, enquanto as grandes superfícies permaneceram abertas e viram os seus lucros aumentarem de forma obscena.
O ex-ministro dos Países Baixos, Mark Rutte, tentou impor essa agenda aos agricultores e acabou por perder estrondosamente as eleições — ainda assim, foi-lhe atribuído um cargo não eleito na NATO. Não é fantástico? Durante o seu mandato, ameaçou expropriar terras e tentou aprovar uma lei com o objectivo de limitar a quantidade de nitrogénio gerada pelas atividades agrícolas e pecuárias (???), o que provocou a revolta dos agricultores. A essa contestação juntaram-se muitos outros profissionais de vários países europeus, em protesto contra as imposições ambientalistas absurdas (veja aqui e aqui).
Agora, junte a isto, um Director Técnico da CNN que foi apanhado a dizer que as alterações climáticas são a próxima agenda. Ainda com dúvidas? Oiça de viva voz, neste vídeo, a marioneta dos globalistas na OMS a culpar a agro-pecuária pelo clima global.
Ora o que tudo isto significa?
- Influência nos conselhos de administração: mesmo sem controle directo, BlackRock e Vanguard têm direito de voto em assembleias, o que influencia decisões estratégicas.
- Pressão por ESG e transição energética: nos últimos anos, têm pressionado empresas a adoptar metas de descarbonização, embora também sejam criticadas por manterem investimentos em combustíveis fósseis.
- Concentração de poder corporativo: mesmo empresas rivais acabam tendo os mesmos grandes accionistas institucionais.
- A Elite através da criação destas organizações globais, detém um poder absurdo sobre os governos dos países soberanos (ouça aqui e aqui).
A Agenda 2021/2030 está em curso, e a farsa da pandemia deu-lhe um impulso assustador que, se não for travado, poderá significar o fim da sociedade tal como a conhecemos: o controlo total dos recursos do planeta, a eliminação da propriedade — sejam casas, sejam terras — representa a retirada de riqueza e autonomia às pessoas. Os grandes incêndios são uma forma de apropriação pelo Estado, desgastando emocional e financeiramente o proprietário. O mundo arde porque o fazem arder. A propósito, sabia que a Blackrock contactou os proprietários da Califórnia durante os grandes incêndios? A compra massiva de terras por figuras como Mark Zuckerberg, os Rockefeller e Bill Gates — hoje entre os maiores proprietários privados de terras — não é inocente. Pense: se o objectivo declarado é acabar com a agricultura e a pecuária, por que razão esses mesmos indivíduos se tornaram os maiores detentores de terras? Afinal, a farsa da pandemia deu um grande impulso a essa intenção, a essa Agenda Global: as grandes corporações puderam manter-se abertas e operar livremente; os pequenos negócios, não. Os grandes cresceram; os pequenos, faliram. Isto é o princípio do comunismo: a abolição da propriedade. O comunismo soa como música aos ouvidos dos preguiçosos, daqueles que nada têm porque nada fizeram, e que desejam repartir a riqueza alheia. O comunismo é também a destruição da família — o verdadeiro pilar da sociedade — e está ligado a políticas de redução populacional. Rosa Koire alertou-nos para tudo isto, nas inúmeras acções e palestras que protagonizou. Leia também “O Admirável Mundo Novo” de Huxley e entenda de uma vez: nada disto são teorias, foi tudo muito bem programado.
Está na hora de, para quem ainda não o fez, DESPERTAR para o novo mundo. É fundamental perceber que a luta não é Esquerda versus Direita. A verdadeira batalha é entre ANTIGLOBALISTAS versus GLOBALISTAS, entre a LIBERDADE e a DITADURA imposta por burocratas não eleitos ao serviço de elites poderosas. Já estão a preparar novas pandemias. Por isso, até 19 de julho, os governos dos Estados-membros da UE devem ratificar o Tratado Pandémico que, uma vez aprovado, passará a ser juridicamente vinculativo. (Os países que não o ratificarem ficarão fora dessas obrigações.) Percebem agora a importância de sair às ruas — em massa — para dizer NÃO AO TRATADO PANDÉMICO? Recordo aqui o caso de Reiner Fuellmich, o prestigiado advogado alemão que ousou investigar a falsa pandemia: foi detido, julgado e preso num tempo recorde, e cumpre actualmente uma pena efetiva de 3 anos e 9 meses de prisão. Porquê? Simplesmente porque teve a coragem de reunir provas do embuste pandémico e preparava o maior processo de sempre no Tribunal Internacional dos Direitos do Homem contra as elites promotoras desta agenda criminosa.
Termino com 3 documentários, para uma reflexão profunda, que recomendo que vejam até ao fim. Pior do que ser cego, é ter olhos e não querer ver:
1 – Documentário “O Grande Despertar”: https://www.youtube.com/watch?v=rTnyBmqT9aI
2 – Documentário “A AGENDA”: https://rumble.com/v6v5dob-a-agenda-a-viso-deles-o-seu-futuro-2025-documentrio-completo.html
3 – Documentário “Epidemic of Fraud”: https://www.youtube.com/watch?v=CmvwyuV7Uvk&ab_channel=BrokenTruth

A maioria da população sempre viveu alheia aos perigos iminentes, porque isso de estar alerta para os perigos, ou saber o PIB do Tajiquistão, não lhe compete.
A maioria da população quer viver a sua vida sossegada e não se chatear com coisas que não lhe dizem respeito. É para isso que pagam às elites que as governam.
Esta treta de as elites dizerem que a culpa é do povo mal informado já começa a fartar. Desculpas de mau pagador.
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No meio dos biltres do poder & finanças, a honra do traste Barroso ADM. De um pequeno salto MRPP ao PSD, à fuga cobarde de sucesso mundial.
E escutado pela notável chungaria do poder politico económico da paróquia!
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“Recordo aqui o caso de Reiner Fuellmich, o prestigiado advogado alemão que ousou investigar a falsa pandemia: foi detido, julgado e preso num tempo recorde, e cumpre actualmente uma pena efetiva de 8 anos de prisão.”
Segundo a wikipédia isto é falso.
3 anos e meio devido a corrupção “embezzlemente” de fundos
https://en.wikipedia.org/wiki/Reiner_Fuellmich
Quanto ao resto nada contra…é uma realidade, não penso muito nisso pois a vida pessoal já consegue ser complicada que chegue. Também não gasto o meu tempo livre com massmerdia.
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Não. Essa é a versão “oficial” no Wikipédia. A verdadeira é outra. Vou aos meus arquivos e vou, assim q puder, colocar aqui.
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O mais importante preso político da Europa
https://www.bitchute.com/video/VFju8q5gqGcQ?fbclid=IwY2xjawKsOWlleHRuA2FlbQIxMQABHgunCYIk4GNuxLLzAHYcGFK32oaKlDEKGdTykURzF7hcSmFqHC04vNLGy-EN_aem_2knjv2KC4UM2wn0ePxbGbQ&sfnsn=wa
Vale a pena ler atentamente o relato que Reiner Fuellmich fez da perseguição que lhe foi movida pelos serviços secretos Alemães.
Esta perseguição passou por um rapto no México, pela manipulação e total desvirtuação de um processo judicial, por pressões e ameaças sobre o próprio e a sua advogada, pelo abuso de poder e maus tratos na sua detenção e, finalmente, por uma condenação desproporcional justificada com um crime inexistente.
Reiner Fuellmich é um prisioneiro político de um Estado Alemão dominado pelos serviços secretos, eles próprios ao serviço da cabala globalista que orquestrou a falsa pandemia e a inoculação dos povos do mundo com uma substância de uma perigosidade insidiosa porque se manifesta através de diferentes caminhos causais em em horizontes temporais variáveis.
Era preciso silenciar o mais activo e reputado denunciador do escabroso ataque globalista à saúde e à prosperidade dos povos da Terra.
Muitas pessoas, em Portugal, mesmo entre as supostamente mais informadas e interessadas, parecem desconhecer a situação de Reiner Fuellmich, ou pior, fazem eco, irresponsavelmente, às fabricações com que tentam envenenar a reputação e bloquear o caminho de um homem de grande coragem.
É por isso da maior importância que a auto-defesa de Fuellmich, que nos chega da obscuridade do calabouço onde pretendem mantê-lo e quebrá-lo durante os próximos anos, chegue a quem ignora a sua história ou, pior, se pronuncia com ligeireza sobre o que desconhece.
Por favor, difundam a auto-defesa de um homem que está preso por defender a verdade e a liberdade de todos.
Edit – Fonte Vid & Images – Guida Correia
Bino Albino Madeira
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Muito obrigado Cristina por te postado o vídeo.
Eu por acaso já estava a par do que aconteceu. O que lamento é que estas pessoas que para mim são uns verdadeiros heróis, sejam desconhecidos da maior parte das pessoas e não sejam valorizados pela maior parte dos que sabem dos sacrifícios que passaram e continuam a passar.
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Dado que eu não nego a Covid19, até porque a minha mãe viveu a situação de perto enquanto profissional da Cruz Vermelha. A justiça sobre prisão de alguém que, alegadamente, terá desviado fundos europeus para beneficio próprio diz-me pouco.
Diz-me muito mais a prisão dos dissidentes do sanguinário de Moscovo que podiam evitar/parar o massacre de ucranianos.
Mais uma vez quanto ao resto do artigo nada contra. Mas o chapéu de folha de alumínio de uma certa direita é demasiado apertado para uma mente que procura o contraditório em tudo.
Bem haja.
PS o seu artigo sobre o aborto também foi interessante mas, por favor, da próxima vez esconda as imagens com grafismo violento debaixo de um aviso. Obrigado.
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Em relação à condenação, tem razão, são 3 anos e 9 meses (não sei onde vi os 8 anos), sem contar o tempo que ficou em preventiva, julgo que quase um ano.
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