Orgulho e preconceito
11 Janeiro, 2011
By refusing to tap European funds until they had no choice, Athens and Dublin made the path to their rescues messier and more painful than necessary. Lisbon is repeating their mistake by seeing it as a national disgrace to ask for help. In truth, pre-emptively going to the EFSF would improve the chance of calming markets and leaving rescue funds untapped. (editorial do FT)
30 comentários
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Essa é boa, agora o problema grego e irlandês foi terem demorado a pedir a “ajuda”. Os juros com que vem embrulhada a “ajuda” são extremamente altos para que eles a possam pagar, hoje, amanhã, daqui a quinze dias, ou daqui a um ano. (Sobretudo quando andam a pagar bem pagas as asneiras do capital financeiro.)
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Portugal não precisa de ajuda.
Quem precisa de ajuda são os bancos que rebentaram com a economia portuguesa.
Aguenta firme Sócrates.
O Passos está nervoso. Já não diz coisa com coisa. O 4º secretário, o Sr. Relvas, anda a twitar com o Cavaco para saber qual é o guião para amanhã…
Aguenta Sócrates. Dá-lhes na espinha!
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Para se expor assim. Arlindo da Costa ou está a pôr-se à frente na bicha dos Só-cretinos
ou anda desesperado por ver que o *tacho* está a acbar . . .
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O FT tem toda a razão. Uma negociação preparada com tempo daria hipótese de negociar melhores condições.
A menos que o governo consigo em dois mesese reduzir o deficit para quase zero, o que não é possivel.
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Pode ser, caro Loureiro, concedido que, na dúvida, ainda cometamos desta feita a proeza semelhante à de uns aventureiros que, antanho, descobriram o mundo todo, era em seiscentos. Nem me admira, se é a verdade que nós somos diferentes.
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“In 2010 the deficit was only shrunk by putting the telecoms pension fund on the public balance sheet.”
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Depois Teixeira dos Santos finge-se admirado de os ratings ainda baixarem mais. É claro que eles sabem tudo e mais alguma coisa. Teixeira dos Santos já devia saber que não é tão fácil enganar o mundo lá fora como é enganar o povo cá dentro.
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O Arlindo da Costa é como o Fernando Nobre que tem a certeza absoluta que se não ganhar na primeira volta, ganha na segunda. Ambos vivem no planeta Lunático.
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“Os juros com que vem embrulhada a “ajuda” são extremamente altos para que eles a possam pagar, hoje, amanhã, daqui a quinze dias, ou daqui a um ano”
Sim, claro, os juros sem ajuda são muito melhores… nem sei para que é que pediram ajuda.
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…By refusing to tap European funds until they had no choice, Athens …
Para Atenas, isto é factualmente falso. Atenas recebeu o FMI quando os outros países da área do euro “autorizaram,” … e nessa altura o mecanismo europeu nem sequer estava inventado.
Compreende-se que o FT diga disparates, mas o Blasfémias tem uma obrigação e reputação de qualidade.
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O Alegre, que queria Cavaco a “ir falar”, afinal não se pronunciou por ignorância: foi por patriotismo ou seja é inócuo. Já era tempo de interiorizar que deixou a associação de estudantes de Coimbra à muito tempo.
O Lopes da Silva parece ser bom rapazinho. Pena terem-lhe feito uma lavagem ao cérebro naquela relíquia da Guerra Fria e do Pai dos Povos que é o PCP.
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O Governo foi a Fátima ou fez contabilidade criativa: em Novembro o deficit ia em 8.5% e num mês baixou para 7.3. Rebaldaria!
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cheira a poder e eles salivam , salivam 🙂
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1º – Os bancos que o merecerem precisam apenas de….falir.
A confirmar isso mesmo :
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“Barclays boss Bob Diamond says banks should be allowed to fail
Bob Diamond, Barclays’ chief executive, has told a committeee of MPs that badly-run banks should not be bailed out by taxpayers. ”
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FONTE: http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/banksandfinance/8252408/Barclays-boss-Bob-Diamond-says-banks-should-be-allowed-to-fail.html
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É também de salientar como se aborda a questão portuguesa na imprensa estrangeira:
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“As Wolfgang Munchau wrote in the FT on Monday, the essential problem is that Spain and other Club Med states cannot both deflate to regain lost competitiveness within EMU and at the same grow fast enough to control debt dynamics. They can do one or the other, but not both at the same time.
The EU strategy is simply unworkable. It relies on hope and a prayer, and the misguided belief that the North-South imbalances are “self-correcting” to pinch from Wolfgang’s excellent column once again.”
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De DESTACAR AINDA!
“My sympathies to the Portuguese people who are not to blame for the foolish illusions of their governing elites. And remember, Cara Nação, this bail-out is not for you: it is for European banks exposed to Portuguese debt, just as the Irish and Greek bail-outs were in reality rescues for German, French, Belgian, Dutch, British, and Spanish lenders that ran amok during the credit bubble.
But you pay.”
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FONTE:http://blogs.telegraph.co.uk/finance/ambroseevans-pritchard/100009218/the-dam-breaks-in-portugal/
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Vai acabar bem isto vai….se alguém pensa que “acaba” com a eventual entrada do FEF em Portugal está muito enganado.
Vai ser liiiiiiiiiiiiiiiindo!
“
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O que vale é que tenho um tradutor sempre disponível na banda lateral do meu blog…
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As exportações aumentaram graças ao espírito empreendedor do nosso governo.
Se a Autoeuropa não existisse tinha de ser inventada.
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Carlos: “Sim, claro, os juros sem ajuda são muito melhores… nem sei para que é que pediram ajuda.”
É simples, porque a banca alemã detinha muita da dívida pública grega, e se este país entrasse em default a banca alemã ia ressentir-se disso. No caso da Irlanda além da banca alemã havia o contágio da banca inglesa. Com aqueles juros e crescimento negativo ou próximo de zero terão de pedir mais ajuda daquela, que implica mais austeridade daquela, que gera mais desemprego daquele. A única solução, e essa sim devia ser já posta em cima da mesa, é a saída do euro destes países. O problema do contágio continua a pôr-se, já que a emissão de novas moedas desvalorizadas irão arruinar muito negócio que as bancas têm como “pouco arriscado”. Isto é, não há uma boa solução, mas ainda assim o FMI não vem salvar ninguém, hoje ou daqui a quinze dias, ou se tivesse vindo há dois meses.
Capisci?
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Oh Arlindo da Costa… está quase, quase a acabar o tacho.
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Afinal, a Judite Sousa perguntou ao Sr. Professor quais são as famílias ricas de Lisboa, de Portugal e dos Algarves que financiam a sua milionária campanha?
Ou a Judite Sousa vai continuar a dizer que o Sr. José Manuel Coelho recebe apoios das famílias ricas inglesas da Madeira, e quiçá, do Sr. Bill Gates?
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FMI em Portugal= saida do euro+ renegociação da divida+reformas estruturais ( FMI ao serviço de Portugal )
FMI em Portugal= reformas estruturais ( FMI ao serviço dos Judeus=mercados )
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Naodigo: não, não capisci:
Se a Grécia for agora ao mercado paga 12%, com a ajuda, 5%
Se a Irlanda for agora ao mercado paga 8%, com a ajuda, 6%
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Arlindo,eles não sabem, eles não sonham
nunca saberão
o sabor do medronho…
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Carlos: será verdade, mas o FMI impõe cortes na saúde, na educação e no número de funcionários públicos. Em suma, o défice (aquele défice que disparou para tapar a fosse que o capital financeiro deixou aberta, sabe?) disparará, porque tem de se pagar subsídios de desemprego, já que não se espera que haja grande vontade de investir no meio desta tempestade. Além de que produz menos, exporta menos. Penso que isso explica também a atracção de preferir vender dívida à China: esta não impõe austeridade.
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Veja este post, Carlos: http://esquerda-republicana.blogspot.com/2011/01/credibilidade-que-o-fmi-da.html
Cumprimentos cordiais
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Naodigo: a história alternativa, em que a Irlanda/Grécia não tivessem pedido a ajuda pode ser muito interessante, mas o que conta, hoje, é a realidade. E para essa realidade não me parece que haja saídas rápidas e milagrosas. Se não queríamos, nós, os Irlandeses ou os Gregos, estar como estamos hoje, deveríamos ter pensado nisso há alguns anos atrás.
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E terem de engolir tudo quanto escreveram , propagaram, comentaram e blogaram, einh?
Quantos serão os alqueires de sal que ainda vão ter de comer para deitar abaixo o Governo legítimo deste País?
Mesmo com as idiotices sibilinas de “quererem saber” quem “é que terá furado a combina” e comprado a dívida a juro bonificado, e mostrando-se capaz de repetir a dose mais umas vezes?
Einh?
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E já viram como Sócrates nos vendeu à China? Primeiro levou Portugal à bancarrota e depois, para salvar o que resta, empenhou o país a uma ditadura comunista. A partir de agora, Portugal nunca poderá emitir opiniões contrárias às politicas chinesas, por mais atrozes que continuem a ser. Que horror, Sócrates tornou-se um verdadeiro pesadelo para Portugal.
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Aguenta Sócrates.
O FMI vai ter que esperar sentado…
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(copy and past)
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“Ou seja uma ala diz que não ao Mundo, ‘não queremos cá o FMI, não precisamos’. Quanto isto faz lembrar os discursos de Franco Nogueira na ONU do ‘orgulhosamente sós’ contra o Mundo à volta. Mal ou bem são as realidades. Há um erro, falta de PRAGMATISMO no discurso governamental que se EXTREMIZOU sem ninguém perceber porquê porque nem há razão para esse nervosismo descentrado ou emotivo.
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E a talhe de foice, outra ‘boca’, é mais que obvio que não é a Governança Portuguesa que proibe ou não a entrada do FMI. Com a previsão benigna de recessão dum crescimento negativo de 1,6% (será muito proximo dos 3% pelo efeito de cascata) qualquer emprestador torce a orelha forte e feio.
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É claro que ainda há ouro no Banco de Portugal, alguns das ditas empresas ‘centros de decisão nacional’ que são fillet mignon para abocanhar etc. Compete à Governança Portuguesa defender com unhas e dentes o que é nosso, os aneis da coroa, e deixar-se de ‘armanços’ mais proprios de ‘brilhas’.
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A questão salvadora das compras de divida pela China, Japão etc é obvia. Se o Euro desvalorizar aumentam as exportações europeias e diminuem as importações da Europa por falta de poder de compra ou substituição de produtos importados por produção europeia. Ora isto não interessa à China nem ao Japão nem aos Emiratos Arabes etc que serão os primeiros alvejados forte e feio.
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Entretanto, 2011 vai ser o ano da Alemanha contra todas as previsões que apontavam para a China etc”
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JCA,
O que eu prevejo é que se o FMI não vier, quando a Irlanda e a Grécia já tiverem recuperado, nós estaremos atrás delas, já que elas foram obrigadas a tomar medidas duras, enquanto nós continuaremos com o mesmo peso do Estado, a mesma ineficácia, etc.
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Animados por esta rentabilidad, los compradores han respondido a la subasta solicitando más del doble de los títulos emitidos con 6.307,91 millones de euros pese a que durante esta semana el mercado en el que los Estados salen a buscar financiación vendiendo deuda ha estado muy exigido
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La crisis del euro
España logra colocar todos los bonos de su primera subasta del año tras subir los intereses
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http://www.elpais.com/articulo/economia/Espana/logra/colocar/todos/bonos/primera/subasta/ano/subir/intereses/elpepueco/20110113elpepueco_4/Tes
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E em pano de fundo a decisiva garantia aos emprestadores da salvaguarda bem divulgada que o FMI está pronto para intervir se houver azar ….
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