Semanarios, revistas semanais, e jornais, arrastam-se acobardados
ao Sr. Silva, não investindo em colaboradores de qualidade e sérios! Deixei há muito de comprar o expresso, o sol, nem ver, visão e sabado não tem conteudo e os diarios não tem opinião politica.
No tempo do Salazar era mais excitante com a censura e alguns
jornalistas que davam cambalhotas para fazer passar artigos.
Se não acreditam vão à Biblioteca Nacional ler jornais da època, o silva tinha razão que estvamos no jornalismo de sargeta……
Com toda a certeza não fazem ideia do que se passou.
O NYT deu notícia – através de fonte anónimas – de uma ligação amorosa de McCain com uma senhora pertencente a um conhecido lobby. A notícia é comprovadamente falsa e até o ‘provedor do leitor’ daquele jornal veio atacar essa notícia dando-a como exemplo da falta de ética no jornalismo – posição contrariada pelo director do NYT.
O Público não falou de sexo a propósito de política.
E não deu notícias baseadas em fontes anónimas – noticiou factos. Que não foram consistentemente desmentidos. Se não conseguem ver a diferença, é pena.
CAA,
como sabe, a notícia do NYT não era apenas sobre sexo. Punha a questão da eventual namorada, uma “lobbyist”, ter beneficiado da actividade de McCain enquanto senador.
Quanto às diferenças entre género humano e Manuel Germano – quer dizer entre o NYT e o Público – nem vale a pena falar, não é?
«Poupe-me e guarde a sobranceria. Há mais quem leia a imprensa estrangeira.
Mas quem me tira o Correio da Manha com o Dâmaso e a Laranjo, tira-me tudo.»
Sobranceria – e não é pouca – usa V. quando fala do Correio da Manhã: por acaso o diário (não-desportivo) mais vendido em Portugal.
E a imprensa, estrangeira ou não, não deve ser muito lida a avaliar pela maioria dos comentários a este respeito.
Ai é senhor CAA, por acaso até foi JPP que comparou o NY Times com o Público àcerca do “furo jornalístico” sobre Sócrates. E o cartoon diz tudo, ir remexer no lixo, tentar descobrir alguma coisa suja.. Ou será que o CAA acredita que a notícia veio para às mãos do Cerejo caída do céu?
O público é um jornal acima da média, incomoda muita gente.
O sr. sousa não tem muito que se preocupar com que dizem dele. Contrapõe todos os dias com recursos poderosos cada vez mais sofisticados e não é de votos de que estou a falar.
A fama do NYT já vem de longe…desde os tempos em que o correspondente na URSS, nos anos trinta, esgotava os elogios a Staline.
Nos EUA, o NYT é sempre alinhado com o Partido Democrata, e até se faz eco disso( o que eu acho bem).
“Sobranceria – e não é pouca – usa V. quando fala do Correio da Manhã: por acaso o diário (não-desportivo) mais vendido em Portugal.
E a imprensa, estrangeira ou não, não deve ser muito lida a avaliar pela maioria dos comentários a este respeito.”
Ofendi o seu patrão, foi? De facto, quando o Correio da Manha é o mais vendido isso diz tudo do desenvolvimento cultural da Tugalândia. É, sem dúvida, o pasquim de referência. Obrigatório em tudo o que é barbearia e consultório. E faz pendant com a Caras, a Lux e o Record. Mas como eu não o leio, my loss.
Vc. sabe lá o que eu leio ou deixo de ler. A não ser que seja um habitueé do Congresso de Vilar de Perdizes.
De facto, o “jornal de referencia” portugues, o Publico, ja teve muitissimo melhores dias. Desde que Jose Manuel Fernandes la anda a escrever os seus editoriais porcos e mentirosos para justificar invasoes, e desde que o patrao Sonae lhe paga para andar a vasculhar o caixote-de-lixo de Socrates, aquilo esta pelas ruas da amargura.
Eu, deixei de comprar. O “jornal de referencia” portugues tornou-se um nojo de partidarite.
Luis Lavoura talvez tenha que começar ler a definição de mentira…
José Manuel Fernades e alguns comentadores é o que escapa no Público.
O maior problema é a qualidade do jornalismo (que não é o mesmo que escrever opinião) em todos, começando pelas TVs onde é pior. Vem tudo da Monocultura do Socialismo-Democrático com fascínio por Chomsky & Che.
«De facto, quando o Correio da Manha é o mais vendido isso diz tudo do desenvolvimento cultural da Tugalândia. É, sem dúvida, o pasquim de referência. Obrigatório em tudo o que é barbearia e consultório. E faz pendant com a Caras, a Lux e o Record.»
Sobranceria, sobranceria, sobranceria…
Nós, os intelectuais, é que sabemos. Os outros, coitados, são barbeiros e vadiagem que vai a consultórios em vez de estudar o seu Schopenhauer…
“Sobranceria, sobranceria, sobranceria…
Nós, os intelectuais, é que sabemos. Os outros, coitados, são barbeiros e vadiagem que vai a consultórios em vez de estudar o seu Schopenhauer…”
Intelectual não sou, muito menos pretensioso. De Schopenhauer lembro-me de umas coisitas dos meus tempos de estudante, mas isso já foi há bué d’anos.
Por cá, é o Público.
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É como por cá o público e outros..lol
O melhor é começar a comprar o jornal do crime que ao menos, já se espera.
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sem dúvida nenhuma, o Público com Sócrates.
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Semanarios, revistas semanais, e jornais, arrastam-se acobardados
ao Sr. Silva, não investindo em colaboradores de qualidade e sérios! Deixei há muito de comprar o expresso, o sol, nem ver, visão e sabado não tem conteudo e os diarios não tem opinião politica.
No tempo do Salazar era mais excitante com a censura e alguns
jornalistas que davam cambalhotas para fazer passar artigos.
Se não acreditam vão à Biblioteca Nacional ler jornais da època, o silva tinha razão que estvamos no jornalismo de sargeta……
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Isso é que eu gosto do Correio da Manha…
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Aquele senhor de chapéu que está a falar é o senhor director do Público?
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Com toda a certeza não fazem ideia do que se passou.
O NYT deu notícia – através de fonte anónimas – de uma ligação amorosa de McCain com uma senhora pertencente a um conhecido lobby. A notícia é comprovadamente falsa e até o ‘provedor do leitor’ daquele jornal veio atacar essa notícia dando-a como exemplo da falta de ética no jornalismo – posição contrariada pelo director do NYT.
O Público não falou de sexo a propósito de política.
E não deu notícias baseadas em fontes anónimas – noticiou factos. Que não foram consistentemente desmentidos. Se não conseguem ver a diferença, é pena.
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CAA,
como sabe, a notícia do NYT não era apenas sobre sexo. Punha a questão da eventual namorada, uma “lobbyist”, ter beneficiado da actividade de McCain enquanto senador.
Quanto às diferenças entre género humano e Manuel Germano – quer dizer entre o NYT e o Público – nem vale a pena falar, não é?
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“Com toda a certeza não fazem ideia do que se passou”
CAA,
Poupe-me e guarde a sobranceria. Há mais quem leia a imprensa estrangeira.
Mas quem me tira o Correio da Manha com o Dâmaso e a Laranjo, tira-me tudo.
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Mialgia de Esforço,
«Poupe-me e guarde a sobranceria. Há mais quem leia a imprensa estrangeira.
Mas quem me tira o Correio da Manha com o Dâmaso e a Laranjo, tira-me tudo.»
Sobranceria – e não é pouca – usa V. quando fala do Correio da Manhã: por acaso o diário (não-desportivo) mais vendido em Portugal.
E a imprensa, estrangeira ou não, não deve ser muito lida a avaliar pela maioria dos comentários a este respeito.
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Dê cabo deles Cistina, cambada…
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o grande lider do largo dos ratos afunda o país
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“E a imprensa, estrangeira ou não, não deve ser muito lida a avaliar pela maioria dos comentários a este respeito.”
CAA
Espero que não o ponham a avaliar professores.
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E o Gaiola Aberta, que é feito dele?
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Ai é senhor CAA, por acaso até foi JPP que comparou o NY Times com o Público àcerca do “furo jornalístico” sobre Sócrates. E o cartoon diz tudo, ir remexer no lixo, tentar descobrir alguma coisa suja.. Ou será que o CAA acredita que a notícia veio para às mãos do Cerejo caída do céu?
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O público é um jornal acima da média, incomoda muita gente.
O sr. sousa não tem muito que se preocupar com que dizem dele. Contrapõe todos os dias com recursos poderosos cada vez mais sofisticados e não é de votos de que estou a falar.
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Correio da Manhã: por acaso o diário (não-desportivo) mais vendido em Portugal.
Lisboa. No resto do país, é paisagem!
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O público é um jornal acima da média, incomoda muita gente.
As vendas devem ser tantas que as sobras estão a ser oferecidas nos continentes
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“As vendas devem ser tantas que as sobras estão a ser oferecidas nos continentes”
Também ainda não percebi porque é que o Público é distribuído grátis. Será a filantropia do magnate?
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Desculpem lá a minha ignorância, mas o público publicou alguma notícia relacionada com a vida sexual de uu (ou mais) politico(s)?
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A fama do NYT já vem de longe…desde os tempos em que o correspondente na URSS, nos anos trinta, esgotava os elogios a Staline.
Nos EUA, o NYT é sempre alinhado com o Partido Democrata, e até se faz eco disso( o que eu acho bem).
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CAA,
“Sobranceria – e não é pouca – usa V. quando fala do Correio da Manhã: por acaso o diário (não-desportivo) mais vendido em Portugal.
E a imprensa, estrangeira ou não, não deve ser muito lida a avaliar pela maioria dos comentários a este respeito.”
Ofendi o seu patrão, foi? De facto, quando o Correio da Manha é o mais vendido isso diz tudo do desenvolvimento cultural da Tugalândia. É, sem dúvida, o pasquim de referência. Obrigatório em tudo o que é barbearia e consultório. E faz pendant com a Caras, a Lux e o Record. Mas como eu não o leio, my loss.
Vc. sabe lá o que eu leio ou deixo de ler. A não ser que seja um habitueé do Congresso de Vilar de Perdizes.
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De facto, o “jornal de referencia” portugues, o Publico, ja teve muitissimo melhores dias. Desde que Jose Manuel Fernandes la anda a escrever os seus editoriais porcos e mentirosos para justificar invasoes, e desde que o patrao Sonae lhe paga para andar a vasculhar o caixote-de-lixo de Socrates, aquilo esta pelas ruas da amargura.
Eu, deixei de comprar. O “jornal de referencia” portugues tornou-se um nojo de partidarite.
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Luis Lavoura talvez tenha que começar ler a definição de mentira…
José Manuel Fernades e alguns comentadores é o que escapa no Público.
O maior problema é a qualidade do jornalismo (que não é o mesmo que escrever opinião) em todos, começando pelas TVs onde é pior. Vem tudo da Monocultura do Socialismo-Democrático com fascínio por Chomsky & Che.
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Mialgia cheia de Esforço,
«De facto, quando o Correio da Manha é o mais vendido isso diz tudo do desenvolvimento cultural da Tugalândia. É, sem dúvida, o pasquim de referência. Obrigatório em tudo o que é barbearia e consultório. E faz pendant com a Caras, a Lux e o Record.»
Sobranceria, sobranceria, sobranceria…
Nós, os intelectuais, é que sabemos. Os outros, coitados, são barbeiros e vadiagem que vai a consultórios em vez de estudar o seu Schopenhauer…
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CAA já muito irritadiço,
“Sobranceria, sobranceria, sobranceria…
Nós, os intelectuais, é que sabemos. Os outros, coitados, são barbeiros e vadiagem que vai a consultórios em vez de estudar o seu Schopenhauer…”
Intelectual não sou, muito menos pretensioso. De Schopenhauer lembro-me de umas coisitas dos meus tempos de estudante, mas isso já foi há bué d’anos.
Passe bem.
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