Prova de vida
29 Fevereiro, 2008
Paulo Portas conseguiu hoje relembrar que existe, embora não se entenda ao certo para quê. Foi o protagonista de uma das tardes manhãs parlamentares mais ridículas deste regime.
32 comentários
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Sem essa prova, o cemitério pode estar cheio de vivos.
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Não estou em Portugal e não tenho televisão. Pode-me dar um link para compreender?
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Só 2 pormenores:
1 – A sessão foi de manhã;
2 – O 1º Ministro não lhe ficou atrás.
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Caro Gabriel Silva
O senhor tem todo o direito de achar ridículo quem quiser.
Mas não há nada mais ridículo do que escrever uma posta só para dizer que acha alguém ridículo.
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Pedro Gil,
só visto, mas pode-se aperceber em parte da situação nesta notícia: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321185
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A da taberna teve bastante piada.
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“Gabriel Silva Diz:
29 Fevereiro, 2008 às 10:06 pm
comentários também”
Portanto o meu comentário também é ridículo.
A minha modéstia obriga-me a dizer: bastante menos que a sua posta.
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O Sócrates é um homem com grande paciência!
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Isso é a sério ou a brincar?
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O PP foi um dos motivos que eu deixei de votar no PP… desculpem a redundância…
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E quando a prova de vida é uma certidão de óbito…
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“2 – O 1º Ministro não lhe ficou atrás.”
O pessoal parece que tem mesmo problemas de memória. Não deve ter feito ainda duas semanas que este fez, exactamente, o mesmo papel de virgem ofendida, relativamente à questão de uns projectos. É caso para dizer “diz o roto ao nú”. O chato é que quem se lixa somos nós: se são todos iguais, o povinho é que apanha por tabela.
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Sem ventura de mim
e rancores de estimação:
– “Levados, levados, sim…”;
– “Vermelho, vermelhão…”
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Era comigo, Mr. Hyde? Se sim, chame o Dr. Jekyl, p.f., que eu hoje estou hipersensível.
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Pior que a triste cena no parlamento, vai ser a cena no tribunal com Garcia Pereira a defender um “trabalhador explorado” do “velhaco patrão” !! Espero que a sessão não acabe com Garcia e Portas de punho no ar a gritar “A luta continua !”.
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“quem sai aos seus não degenera” adágio
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Pode ser que P Portas se destempere, mas tamém pra quem passa a vida a aturar as mulas dos nossos partidos maiores, caramba, bom é que ao menos destempere um pouco, que aquilo é uma vergonha de gente medíocre, incompetente, salvo pa se governar.
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Cara Sofia Ventura
Uma diligência auto-inspectiva a Mr Hyde, confirmou a sua suspeita: era consigo!
Para compensá-la do dislate irreverente da criatura, gostosamente lhe envio um “bouquet” de rosas virtuais, com os protestos do meu real afecto.
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o Pau1o Portas a querer mostrar-se ofendido não co1a!
O que este tipo escreveu sobre pessoas inocentes !
Portas e seus muchachos!
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Não vejo, porque razão a cena no parlamento foi ridicula!
Viu-se um primeiro ministro fanfarrão e mentiroso. O facto deu assinar um clausulado (acordo) e posteriormente uma das partes
( neste caso a maioria) quer impor directivas diferentes das estabelecidas, chama-se a isto negociar em posição dominante, que è uma coisa que o Socrates adora fazer se não lhe fazem frente! Naõ è metira que o governo e as autarquias são caloteiros, pagando em prazos muito superiores a que o cidad~~ao normal paga!
portanto a palavra caloteiro è bem aplicada a quem faz esticar os
prazos de pagamento!
O nivel de afirmações no parlamento, tem-se verificado, com a origem do primeiro ministro, e do ministrode assuntos parlamentars, ser de baixo nivel, quando se dirigem aos deputados
já houve retificações a esse palavreado, porque o presidente da assembleia, recrimina o autor de termos, menos correctos.
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“O pessoal parece que tem mesmo problemas de memória”
Cara Sofia Ventura,
1 – O que quis dizer foi que o 1º Ministro não ficou atrás de PP em patetice e ridículo. Com uma agravante, JS defendeu-se(e ao ministro) mentindo quando disse (e repetiu várias vezes para se auto-convencer de que era verdade) que PP tinha chamado caloteiro directamente ao ministro da agricultura. De resto, e em relação ao episódio que refere, concordo consigo.
2 – O pessoal, neste caso tinha nome.
3 – Não deixe, sff, que a sua sensibilidade interfira com o juízo.
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Dr. Jekyl,
Obrigada pelo bouquet, tenho-o aqui numa jara ao pé de mim.
Paulo J. Vilela,
Usei a sua afimação para a confirmar e não para a refutar. Desculpe se não ficou claro. Amigos, portanto.
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Uma mal-entendido. Ficam desde já as minhas desculpas.
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o portas é risível…
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O anónimo do comentário 24 era, obviamente, eu.
Já agora, o computador de onde escrevi é lento e não reconhece duas tecladas seguidas na mesma letra. Assim, era “Jekyll” e “jarra”.
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ggfggggff
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