Demitiu-se porquê?
Para matar à partida a iniciativa de Aguiar-Branco convocar um Congresso, forçando-o a umas directas imediatas para as quais não tem tropas?
Para forçar uma clarificação definitiva dos “notáveis”, obrigando-os a vir à luta com armas que eles não dominam?
Para relançar a sua desgastada imagem através de conveniente vitimização, criando uma “vaga de fundo das bases” que lhe irão “implorar” a recandidatura e “forçá-lo”, após esmagadora vitória, à purga final dos adversários? Marco António, o seu principal “peão de brega” já deu sinais que se preparava a dita vaga (terá recebido milhentos telefonemas e sms…). Resta saber se age por instruções ou por instinto de sobrevivência.
Ou haverá um motivo mais prosaico, mas decisivo? O homem tem graves problemas de saúde (e dizem que também passionais), o que o traz altamente fragilizado, em perda acentuada de clarividência, consciente que tendo embora partido, não tem nem nunca terá povo. E a ser humilhado eleitoralmente por Sócrates, outro qualquer “notável” que o seja. Seja este cenário verdadeiro ou não, é um facto que ele apresenta um aspecto ultra-doentio.

Este post tem data de 27 de Setembro de 2007?
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“O homem tem graves problemas de saúde (e dizem que também passionais)”.
Eu não sabia disto. Será preciso saber-se publicamente?
Repare que não é uma crítica que faço, mas apenas uma pergunta, tendo em mente a recente polémica sobre a privacidade de uma tal Câncio e de um indivíduo que agora é primeiro-ministro.
A minha opinião? Que sim. Que em casos destes, a privacidade não tem remédio e não pode mesmo ser preservada. Deverá sê-lo?
Depende. Mas há casos em que este depende, está muito dependente de humores públicos…
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Só pode ser mesmo problemas de saúde.
Na foto já é visível o sangue a escorrer-lhe do pescoço.
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Análise realista, independente dos fãs incondicionais de LFM.
Poucos saberão quais os planos de LFM. Se tivesse que apostar, apostava que saíu de vez e não vai mesmo recandidatar-se. Tem fraco perfil para levar o PSD a uma vitória sobre Sócrates, mas é suficientemente inteligente para se aperceber que não tem os apoios suficientes para essa tarefa. Não se ganham legislativas sózinhos e isolados nem quando somos mal amados na própria casa.
O PSD funciona (sempre funcionou) com uma elite apoiada na adesão das bases. LFM pensou poder dispensar as elites e funcionar directamente com as bases. Enganou-se. Para além de outros erros estratégicos como o convite de PSL para chefe da bancada parlamentar, e as questões mesquinhas em que se envolveu como o caso das quotas.
Se saíu, sem golpes teatrais de regresso em ombros, tomou uma medida acertada. Deveria ter avaliado melhor a sua estratégia de “tomada do partido” antes de afrontar Marques Mendes.
Passos Coelho está ainda verde, Aguiar Branco não tem consenso nem pedalada. Há que descobrir rapidamente alguém com mais peso e existem três alternativas.
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e as três alternativas são…
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“O homem tem graves problemas de saúde (e dizem que também passionais)”
Dizem que também passionais???… Dizem???…
Esta está ao nível do caso Fernanda Câncio. Mas claro, nós só temos que exigir comportamentos éticos aos outros.
Ontem não era o dia do CAA. Hoje parece que não é o do LR. Dizem que não é.
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entrei nesta caixa de comentários para expressar a minha indignação com esse ‘O homem tem graves problemas de saúde (e dizem que também passionais)’. mas vejo q o winston smith já o fez. este tipo de observações é deplorável.
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O LR quer dizer que o LFM não tem estabilidade dos géneros mencionados para aguentar uma coisa destas. Concordo e parece que os inquiridos nas sondagens e inquéritos de opinião também concordam.
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Arnaldo Madureira Diz:
18 Abril, 2008 às 10:46 am
e as três alternativas são…
1º Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim.
Escolam os outros
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Não basta vagas de fundo para Menezes ganhar (o) Norte:
http://norteamos.blogspot.com/2008/04/no-basta-vagas-de-fundo-para-menezes.html
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Ppois, o homem também usa cuecas brancas. Ou talvez fio dental. Misturar politica com cueca dá sempre M.r.a. Como na Cancio, com ou sem strap-on.
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Este HOMEM fez o que nenhum fez. Com todos os “erros” que lhe chamem, com de facto receios de percurso, deu o murro em cima da mesa que Portugal estava a precisar para os “politicamente correctos”. Para os politicamente incorrectos “o safanão”. Para os de bom senso, o pendulo, vamos para a frente, desafio é desafio, quem não presta reforma-se, Portugal não morre.
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Winston Smith,
Fernanda Câncio,
Destrincemos:
Uma coisa é tentar discriminar alguém por causa das suas supostas “ligações passionais” a uma figura pública e fazer disso um caso de (baixa) política, cujo interesse público e relevância no quotidiano dos cidadãos são nulos; outra coisa, totalmente diferente, é especular sobre os efeitos de questões passionais na actividade política de uma figura pública. Isto já pode ser relevante na óptica do interesse público. É óbvio que tal conflitua com a privacidade individual, mas esse é um ónus a que se sujeitam todas as figuras públicas e muitas vezes por culpa própria (vd. os folhetins Sarkhozy/Carla Bruni ou Manuel Carrilho/Bárbara Guimarães aquando das penúltimas autárquicas de Lisboa).
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