Eu diria que o que é exasperante é ter o o futuro da União Europeia (quase 500 milhões de pessoas) nas mãos de menos de 2 milhões de eleitores Irlandeses … e particularmente de meia dúzia de agricultores hiper-subsidiados e com medo de perder a renda …
Mas isso sou eu, que não devo perceber nada de democracia.
O tom em que Durão Barroso proferiu aquelas afirmações é muito diferente do que o que está espelhado no artigo.
Ouvi Durão Barroso na rádio repsonder a um jornalista que lhe perguntava qual era o plano B caso a Irlanda votasse ‘não’.
E ele respondeu que não havia Plano B, se a Irlanda votasse não o tratado não entrava em vigor e teriam que procurar outros caminhos. Evidentemente que disse também que seria difícil gerir os assuntos europeus e que toda a Europa sentiria essas dificuldades, incluindo a Irlanda, mas em nenhum momento subentendi esse tom de ameaça que o artigo transmite.
“Eu diria que o que é exasperante é ter o o futuro da União Europeia (quase 500 milhões de pessoas) nas mãos de menos de 2 milhões de eleitores Irlandeses …”
É obviamente muito mais tranquilizante que esse futuro esteja na mão de umas centenas de eurocratas com medo de perderem a mama…
“É obviamente muito mais tranquilizante que esse futuro esteja na mão de umas centenas de eurocratas com medo de perderem a mama…”
Declaração prévia de interesse: 1) sou um eurocrata; 2) mais tratado, menos tratado, não vou morrer de fome.
Dito isto, o Tratado foi escrito, negociado e adoptado por 27 Governos eleitos e (será) aprovado por 27 Parlamentos democráticos (sim, até o Parlamento Irlandês o aprovou). Mas o que é isso quando comparado com a verdadeira democracia de um referendo popular…
O muito democrático parlamento português ratificou a coisa, mas sem legitimidade porque os deputados foram eleitos sob uma promessa de referendo ao tratado. Mas reparem como aqui o nosso amigo eurocrata já debita com destreza este novo argumento do PS ao sugerir que um referendo não é democrático. Nunca é demais lembrar que estamos na prática a mudar as nossas constituições, pelo que uma simples maioria parlamentar, ainda para mais violando promessas eleitorais, não tem legitimidade política suficiente para tal.
Os políticos europeus estão a fazer isto nas costas dos eleitorados. Os eleitores que não foram tidos nem achados em nenhum país esperam que os irlandeses reponham alguma decência democrática votando não. Pode ser que os políticos aprendam uma lição. A de que em democracia é melhor respeitar a vontade popular.
“Declaração prévia de interesse: 1) sou um eurocrata; 2) mais tratado, menos tratado, não vou morrer de fome.”
Ainda bem para si.
Não percebo portanto a causa da exasperação.
É falta de reconhecimento do povo ingrato pelos grandes sacrificios que faz por nós ?
.
“Dito isto, o Tratado foi escrito, negociado e adoptado por 27 Governos eleitos e (será) aprovado por 27 Parlamentos democráticos (sim, até o Parlamento Irlandês o aprovou).”
Pelo menos um desse parlamentos foi eleito com o mandato de realizar um referendo, que não cumpriu.
Obviamente continua a ser muito mais democretico isso, do que o eventual resultado do referendo Irlandês, que todos os 27 governos que negociaram o tratado, já sabiam ue teria de swer realizado.
Eu quando for grande também quero ser assim tão inteligente…
.
O fugitivo durão foi, desde os tempos de estudante da faculdade de direito de lisboa, um dos maiores vígaros da nossa história. Finório como é, aproveitou a oportunidade única suscitada por desentendimentos entre os grandes para, temporariamente, se sentar numa cadeira onde não cabe. Não tem moral para dar conselhos ao meu cão quanto mais aos irlandeses que nesta altura do jogo conhecem bem o cherne podre de que é feito. Um europa feita nas costas o povo não vai dar certo. Até o avô marinho do centro de gomorra, desculpem lisboa, preocupado com as desigualdades da pocilga sabe disso.
Tratado de quê?
Atão ainda não resolveram isso? Pensava que já estava a funcionar.
O nosso primeiro até disse para o outro gajo: Porreiro pá
Eu só digo porreiro quando uma merda já está feita
A Assembleia do Agrupamento Vertical de Escolas de Azeitão vem por esta forma manifestar a sua preocupação e repúdio pelo rumo que a tutela tem vindo a impor à escola pública em Portugal… http://criticademusica.blogspot.com/
Isso é tudo muito bonito,mas na democrática USA, após milhões de eleitores, quem decide são uns senhores muito importantes que se designam por superdelegados!
Curiosamente os super delegados só existem no partido democrata. De todo modo, está a falar da escolha de candidatos de um partido,para as eleger o presidente dos EUA. Na europa, estão simplesemente a desmantelar países à revelia do respectivos povos. Isto não vai acabar bem.
Na verdade vamos simplesmente trocar de corja. E ficaremos bem piores, porque esta é a nossa corja. Já a oligarquia de europeia (a futura EUSSR)ao demonstrar estes tiques totalitaristas não me alivia absolutamente nada. Por favor, informem-se acerca da corrupção e completo desrespeito pelos cidadãos, que as instituições europeias estã a demonstrar a uma velocidade impressionante.
Eu diria que o que é exasperante é ter o o futuro da União Europeia (quase 500 milhões de pessoas) nas mãos de menos de 2 milhões de eleitores Irlandeses … e particularmente de meia dúzia de agricultores hiper-subsidiados e com medo de perder a renda …
Mas isso sou eu, que não devo perceber nada de democracia.
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esperemos o ex post facto … consumado
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Helena
O tom em que Durão Barroso proferiu aquelas afirmações é muito diferente do que o que está espelhado no artigo.
Ouvi Durão Barroso na rádio repsonder a um jornalista que lhe perguntava qual era o plano B caso a Irlanda votasse ‘não’.
E ele respondeu que não havia Plano B, se a Irlanda votasse não o tratado não entrava em vigor e teriam que procurar outros caminhos. Evidentemente que disse também que seria difícil gerir os assuntos europeus e que toda a Europa sentiria essas dificuldades, incluindo a Irlanda, mas em nenhum momento subentendi esse tom de ameaça que o artigo transmite.
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“Eu diria que o que é exasperante é ter o o futuro da União Europeia (quase 500 milhões de pessoas) nas mãos de menos de 2 milhões de eleitores Irlandeses …”
É obviamente muito mais tranquilizante que esse futuro esteja na mão de umas centenas de eurocratas com medo de perderem a mama…
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http://www.irish-friends-vote-no-for-me.org/
Já assinei a petição
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haja o que houver
zé chavez vai inaugurar, com a pompa e circunstância habituais, mais uma “bolsa de pobreza”
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“É obviamente muito mais tranquilizante que esse futuro esteja na mão de umas centenas de eurocratas com medo de perderem a mama…”
Declaração prévia de interesse: 1) sou um eurocrata; 2) mais tratado, menos tratado, não vou morrer de fome.
Dito isto, o Tratado foi escrito, negociado e adoptado por 27 Governos eleitos e (será) aprovado por 27 Parlamentos democráticos (sim, até o Parlamento Irlandês o aprovou). Mas o que é isso quando comparado com a verdadeira democracia de um referendo popular…
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O muito democrático parlamento português ratificou a coisa, mas sem legitimidade porque os deputados foram eleitos sob uma promessa de referendo ao tratado. Mas reparem como aqui o nosso amigo eurocrata já debita com destreza este novo argumento do PS ao sugerir que um referendo não é democrático. Nunca é demais lembrar que estamos na prática a mudar as nossas constituições, pelo que uma simples maioria parlamentar, ainda para mais violando promessas eleitorais, não tem legitimidade política suficiente para tal.
Os políticos europeus estão a fazer isto nas costas dos eleitorados. Os eleitores que não foram tidos nem achados em nenhum país esperam que os irlandeses reponham alguma decência democrática votando não. Pode ser que os políticos aprendam uma lição. A de que em democracia é melhor respeitar a vontade popular.
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“Declaração prévia de interesse: 1) sou um eurocrata; 2) mais tratado, menos tratado, não vou morrer de fome.”
Ainda bem para si.
Não percebo portanto a causa da exasperação.
É falta de reconhecimento do povo ingrato pelos grandes sacrificios que faz por nós ?
.
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“Dito isto, o Tratado foi escrito, negociado e adoptado por 27 Governos eleitos e (será) aprovado por 27 Parlamentos democráticos (sim, até o Parlamento Irlandês o aprovou).”
Pelo menos um desse parlamentos foi eleito com o mandato de realizar um referendo, que não cumpriu.
Obviamente continua a ser muito mais democretico isso, do que o eventual resultado do referendo Irlandês, que todos os 27 governos que negociaram o tratado, já sabiam ue teria de swer realizado.
Eu quando for grande também quero ser assim tão inteligente…
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E porque não fazer um referendo, para que Esmeralda fique com o sargento ?
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O fugitivo durão foi, desde os tempos de estudante da faculdade de direito de lisboa, um dos maiores vígaros da nossa história. Finório como é, aproveitou a oportunidade única suscitada por desentendimentos entre os grandes para, temporariamente, se sentar numa cadeira onde não cabe. Não tem moral para dar conselhos ao meu cão quanto mais aos irlandeses que nesta altura do jogo conhecem bem o cherne podre de que é feito. Um europa feita nas costas o povo não vai dar certo. Até o avô marinho do centro de gomorra, desculpem lisboa, preocupado com as desigualdades da pocilga sabe disso.
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Tratado de quê?
Atão ainda não resolveram isso? Pensava que já estava a funcionar.
O nosso primeiro até disse para o outro gajo: Porreiro pá
Eu só digo porreiro quando uma merda já está feita
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A Assembleia do Agrupamento Vertical de Escolas de Azeitão vem por esta forma manifestar a sua preocupação e repúdio pelo rumo que a tutela tem vindo a impor à escola pública em Portugal… http://criticademusica.blogspot.com/
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Isso é tudo muito bonito,mas na democrática USA, após milhões de eleitores, quem decide são uns senhores muito importantes que se designam por superdelegados!
Tal como na UE quem não tem cão caça com gato.
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Luis Moreira,
Curiosamente os super delegados só existem no partido democrata. De todo modo, está a falar da escolha de candidatos de um partido,para as eleger o presidente dos EUA. Na europa, estão simplesemente a desmantelar países à revelia do respectivos povos. Isto não vai acabar bem.
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Zeca
Acha mesmo que os países da Europa têm hipóteses sòzinhos,face a blocos económicos e políticos cada vez mais poderosos?
E Portugal?Não sente alívio de ficar um bocado menos depedente desta corja que nos governa?
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Luis Moreira – qual delas? a do Pinto de Sousa e apaniguados MFL incluida ou a do trichet barroso e cia? venha o diabo e escolha…
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Luis Moreira,
Não se preocupe. A Irlanda vai votar sim, tal como votariam os portugueses se lhes tivesse perguntado.
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.. corja que nos governa ?
Na verdade vamos simplesmente trocar de corja. E ficaremos bem piores, porque esta é a nossa corja. Já a oligarquia de europeia (a futura EUSSR)ao demonstrar estes tiques totalitaristas não me alivia absolutamente nada. Por favor, informem-se acerca da corrupção e completo desrespeito pelos cidadãos, que as instituições europeias estã a demonstrar a uma velocidade impressionante.
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Yes
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or
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No
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Eu votei no Prof.Cavaco Silva.
Peço desculpa.
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teste
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q
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p
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